Diversos

FOTO: 'Termômetro' para Copa, protestos mobilizam menos que o esperado

2014-714468311-2014051506451.jpg_20140515A quinta-feira foi marcada por protestos em diversas cidades do Brasil. A maioria das manifestações criticava os gastos do governo com a Copa do Mundo, mas também houve protestos de grupos como profissionais em greve e associações de sem-teto.

Apesar das mobilizações em 14 capitais do país e algumas ações de impacto, a mobilização ficou aquém do esperado pelos grupos envolvidos na convocação dos protestos, que anunciavam a volta das grandes multidões de manifestantes às ruas, como em junho do ano passado.

Os protestos simultâneos, batizados de “15M” pelos organizadores, eram considerados por analistas e membros do governo como um “termômetro” de como poderiam ser as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

Coordenados pelo Comitê Popular da Copa de São Paulo e com participação de dezenas de movimentos sociais, grupos de estudantes, sindicatos e diferentes entidades, os protestos desta quinta-feira reuniram poucos milhares de pessoas, concentrados em menos cidades do que o anunciado inicialmente.

Os organizadores também haviam anunciado a realização de protestos internacionais, em várias cidades do mundo, mas não houve nenhuma mobilização significativa contra a Copa do Mundo fora do Brasil.

Movimentos organizados

O que se viu nas ruas do Brasil nesta quinta-feira foi, de fato, um número menor de manifestantes exclusivamente ligados aos grupos anti-Copa ou até sem afiliação alguma, como em junho do ano passado, e um contingente muito mais expressivo de diferentes movimentos sociais organizados e setores já em greve ou ameaçando paralisações.

As maiores mobilizações ocorreram em São Paulo, onde um protesto de sem-teto pela manhã reuniu cerca de 2 mil pessoas em frente ao Itaquerão, estádio que sediará a abertura da Copa, 5 mil professores da rede municipal em greve fizeram passeata em vias do centro expandido e cerca de 1.500 protestaram à noite contra os gastos para a Copa na avenida Paulista.

No centro do Rio, professores que marchavam por melhores condições de trabalho se uniram a manifestantes que protestavam contra a Copa. Houve alguns confrontos e a polícia usou spray de pimenta para dispersar manifestantes.

Em Recife, o dia foi caótico, com o envio da Força Nacional e do Exército para tentar conter saques e distúrbios após três dias de greve da Polícia Militar – que já cruzou os braços no mês passado em Salvador, e, segundo analistas, ameaça parar também no Rio Grande do Norte. Os policiais pernambucanos decidiram encerrar a greve por volta de 20h, depois de serem vistas cenas como a de um grupo dando tiros para o alto e dando início a um saque a um supermercado.

Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre também tiveram protestos, e na capital mineira houve mais confrontos do que no Rio, por exemplo, mas nada comparável às cenas registradas na capital paulista.

Outra diferença são as demandas atuais. Em junho de 2013, os manifestantes tinham como demandas mais concretas as exigidas pelo Movimento do Passe Livre (MPL) – redução das tarifas e adoção do passe livre – em meio a uma série de outras queixas bastante amplas, como corrupção, falta de investimentos em saúde e educação, e gastos com a Copa.

Agora, há grupos com demandas muito específicas, como moradia. Em São Paulo, não só o problema é palpável e diário, como os movimentos tomam ação concreta (vide as mais de 20 ocupações em curso, inclusive a que ocorre a poucos metros do estádio que sediará a abertura da Copa).

“O momento é extremamente difícil. Nós estamos há três anos tentando contato com o governo. Temos reintegrações de posse marcadas, remoções forçadas. Aumento dos aluguéis, pessoas perdendo moradia. Em abril os movimentos realizaram mais de 20 ocupações só em São Paulo”, explica à BBC Brasil Benedito Roberto Barbosa, de 53 anos, advogado e membro da coordenação da UMM (União dos Movimentos de Moradia).

Ele diz que duas reintegrações de posse estão marcadas na capital paulista para os dias 25 e 30 de junho, já durante o Mundial, e que certamente haverá resistência. “A questão da moradia mostra duas das faces mais perversas dos efeitos do megaevento para o país. De um lado as remoções forçadas para as obras, e do outro a especulação que faz com que os preços dos aluguéis se tornem impagáveis”, diz.

Planalto e protestos na Copa

Diante deste cenário, é difícil prever o que está por vir nestes 26 dias que antecedem o Mundial e também durante o torneio.

Relatos apontam que na visão do Planalto houve”baixa adesão” e que tanto a presidente Dilma Rousseff quanto seus principais assessores comemoraram como positivo o saldo desta quinta-feira, que poderia ter sido uma reedição de junho de 2013 caso as mobilizações tivessem tomado as proporções que seus organizadores esperavam.

Mas seja com o retorno do público que saiu às ruas no ano passado ou com a nova configuração que mescla sindicalistas, movimentos sociais e estudantes, uma eventual intensificação dos protestos durante a Copa pode forçar o governo a colocar em prática sua estratégia de segurança de quase R$ 2 bilhões e fazer uso das milhares de armas não letais (como balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo) compradas nos últimos meses – o que certamente deve ter um impacto internacional, como afirmou recentemente à BBC Brasil o especialista americano Christopher Gaffney.

“Para os executivos e grandes corporações internacionais, agrada ver que o Estado brasileiro está disposto a usar a força para defender seus interesses. Para o turismo e para mostrar que aqui se vive um estado democrático de direito, no entanto, será péssimo se as cenas de violência de junho do ano passado se repetirem agora”, avalia o geógrafo, que é professor-visitante de pós-graduação na Universidade Federal Fluminense (UFF) e vem analisando as mudanças em curso no Brasil devido aos grandes eventos.

UOL via BBC Brasil

Opinião dos leitores

  1. Temos em nosso país, uma saúde que mutila e mata a míngua seus patriotas, uma segurança pública ineficaz que expõe o cidadão as piores aberrações já vistas neste planeta, uma educação que é de dar vergonha, temos uma corja de políticos farsantes que vivem da miséria do povo, somos a sétima potência econômica do mundo e também uma das primeiras em corrupção. É esse mesmo (Brasil) o país “da copa”, da pouca vergonha, dos altos impostos, da roubalheira e da impunidade!

  2. SÓ TAVA A IMPRENSA BOTANDO PILHA. VERGONHA, VAMOS TRABALHAR PARA CONTINUAR MUDANDO NOSSO PAÍS. O MUNDO ESTÁ NO BRASIL E DEVEMOS FAZER O MELHOR.

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Geral

Eleitor de Lula esfaqueia apoiador de Flávio Bolsonaro durante discussão em Mato Grosso do Sul

Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

Um homem de 36 anos foi esfaqueado durante uma discussão em um bar de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, na noite de terça-feira (6). De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito tem 52 anos, declarou ser eleitor do PT e afirmou que a vítima apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também foi alvo de uma facada durante a campanha de 2018. As informações são da Revista Oeste.

Conforme o registro policial, o suspeito aparentava estar embriagado, discutiu com a vítima e teria buscado uma faca no próprio carro. Ao retornar, atingiu o homem na região posterior do quadril esquerdo. Frequentadores conseguiram contê-lo e retirar a arma de suas mãos.

A vítima foi levada à Santa Casa de Paranaíba e, segundo o boletim, está estável e não corre risco de vida. O suspeito deixou o bar antes da chegada da polícia, mas depois se apresentou e foi conduzido à delegacia. Uma faca de aproximadamente 25 centímetros foi apreendida. O caso foi registrado como tentativa de homicídio simples e lesão corporal dolosa. A Polícia Civil investigará as circunstâncias e a alegação de motivação política.

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Polícia

[VÍDEO] Moradores de condomínio em Parnamirim estariam sendo ameaçados por votar em Flávio Bolsonaro


Moradores do condomínio Ilhas do Atlântico, em Parnamirim, na Grande Natal, estariam sendo ameaçados por votar em Flávio Bolsonaro. Segundo informações divulgadas em vídeo, um homem conhecido como “Pinguim” estaria compartilhando mensagens, fotos, vídeos e áudios com ameaças a eleitores do candidato do PL.

Em uma das mensagens, o suspeito teria afirmado que faria uma lista com os nomes de quem votou em Flávio para uma possível retaliação.

Policiais das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM) foram ao condomínio à procura do homem, mas encontraram outro indivíduo, identificado como “Bicudo”. Com ele, segundo o relato, foram encontrados uma arma de fogo, drogas e um colete balístico. O material foi encaminhado à delegacia de plantão de Parnamirim.

A polícia continuava procurando o suspeito apontado como autor das ameaças.

Com informações do Via Certa Natal

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Política

DATAFOLHA: 25% dos eleitores de Flávio dizem votar nele para derrotar Lula

Foto: ALEXANDRE NETO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Um quarto dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) afirma escolher o candidato para derrotar Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Entre os eleitores do presidente, 13% dizem votar nele para derrotar Flávio.

Considerando todo o eleitorado, 76% afirmam escolher quem consideram o melhor candidato, enquanto 19% dizem que o objetivo é derrotar o adversário.

O levantamento também mostra que 94% estão convictos de sua escolha e 6% admitem mudar de voto no segundo turno. A certeza do voto é de 94% tanto entre os eleitores de Flávio quanto entre os de Lula.

Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 pessoas nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.

Com informações da Folha de S.Paulo

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Política

DATAFOLHA: 40% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

O governo Lula (PT) é considerado ruim ou péssimo por 40% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Outros 35% classificam a gestão como ótima ou boa, enquanto 24% a consideram regular.

Em uma pergunta separada sobre a aprovação do trabalho do presidente, 49% disseram desaprovar e 48% afirmaram aprovar.

Encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, o levantamento ouviu 2.520 eleitores nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-02949/2026.

Com informações da Folha de S.Paulo.

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Política

DATAFOLHA: Rejeição a Lula chega a 46%; Flávio tem 43%

Reprodução

Lula (PT) é rejeitado por 46% dos eleitores, enquanto 43% dizem que não votariam de forma alguma em Flávio Bolsonaro (PL), segundo a primeira pesquisa Datafolha do segundo turno. A diferença é de três pontos percentuais, com empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Na pesquisa divulgada três dias antes do primeiro turno, os dois tinham 45% de rejeição. Agora, Lula oscilou um ponto para cima e Flávio, dois para baixo.

O levantamento mostra ainda que 3% rejeitam os dois candidatos e 8% não rejeitam nenhum deles. Os índices mantêm a rejeição elevada aos dois nomes que disputarão a Presidência em 25 de outubro.

Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 eleitores nos dias 6 e 7 de outubro. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.

Com informações da Folha de S.Paulo.

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Geral

[VÍDEO] “TROUXA” e “BOLSONARISTA DE MERDA”: Pavanato bate boca em aeroporto com Boulos


Lucas Pavanato e Guilherme Boulos protagonizaram uma discussão no Aeroporto de Brasília, nesta quinta-feira (8), segundo vídeo divulgado pelo perfil Space Liberdade no X, antigo Twitter. Durante o bate-boca, Pavanato destacou sua votação na eleição para deputado federal.

“Fui o mais votado de São Paulo: 3 milhões de votos, seu trouxa”, provocou o deputado eleito, conforme o trecho reproduzido pela publicação. Boulos rebateu dizendo: “Estou cagando pra você, seu bolsonarista de merda”.

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Política

Flávio Bolsonaro aciona TSE contra Lula, Janja e deputados aliados por ataques e informações falsas na campanha

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Em quatro ações, defesa do candidato denuncia disseminação de informações sem comprovação, acusações sobre cortes de programas sociais e tentativa de provocar medo no eleitorado

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) intensificou a ofensiva jurídica contra a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre quarta-feira (7) e quinta-feira (8), foram protocoladas quatro novas ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Lula, a primeira-dama Janja e os deputados André Janones e Lindbergh Farias. As medidas questionam publicações que, segundo a defesa, divulgam informações falsas sobre propostas de governo e tentam influenciar o eleitorado por meio do medo.

As ações contestam acusações de que Flávio pretende acabar com programas sociais, reduzir aposentadorias, retirar direitos trabalhistas e até favorecer o crime organizado. Os advogados comprovam que as afirmações não encontram respaldo no plano de governo registrado no TSE.

*Lula é acusado de espalhar informações falsas sobre programas sociais*

Em uma das ações, a defesa contesta vídeo publicado por Lula no Instagram afirmando que Flávio Bolsonaro cortaria R$ 200 bilhões do orçamento, atingindo programas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, merenda escolar e Gás do Povo.

Segundo os advogados, o presidente utiliza uma manchete jornalística para dar credibilidade a acusações que não constam da reportagem apresentada como referência.

A defesa ressalta que o plano de governo de Flávio prevê expressamente a manutenção dos programas sociais existentes. A ação pede a retirada do conteúdo e direito de resposta.

Em outra representação, a campanha questiona a propaganda intitulada “Se Flávio vence, você perde”, que afirma que os brasileiros perderiam medicamentos gratuitos, aposentadorias e o sonho da casa própria.

A peça também associa o candidato ao crime organizado, afirmando que “a milícia vai ter um amigo no cargo mais alto da República”.

A defesa classifica a acusação como uma imputação grave, sem comprovação, e pede a remoção da propaganda, além da proibição de sua reprodução.

*Janja é acionada por vídeo sobre crime organizado e pandemia*

Outra representação tem como alvo a primeira-dama Janja, que publicou vídeo afirmando que, com Flávio Bolsonaro na Presidência, o crime organizado dominaria o Brasil e uma nova pandemia provocaria novamente a abertura de covas.

“Com Flávio Bolsonaro na presidência, ele vai dominar o Brasil”, declarou Janja, referindo-se ao crime organizado.

A defesa sustenta que a publicação ultrapassa os limites da crítica política e apresenta previsões alarmistas como fatos certos, sem indicar provas ou propostas que sustentem as afirmações.

A ação pede a retirada imediata do vídeo das redes sociais.

*Janones e Lindbergh são acusados de inventar propostas sobre aposentadorias*

A quarta ação envolve os deputados André Janones e Lindbergh Farias, que gravaram um vídeo em frente ao Ministério da Fazenda atribuindo a Flávio propostas de elevar a idade mínima de aposentadoria para 70 anos, desvincular os benefícios do salário mínimo e estabelecer jornadas de até 12 horas diárias.

“Esse é o programa do Flávio Bolsonaro”, afirmam os parlamentares na gravação, incentivando o compartilhamento do conteúdo, especialmente entre aposentados.

Para a defesa, a utilização da fachada do Ministério da Fazenda busca conferir aparência de informação oficial a propostas que, segundo os advogados, não existem.

Os parlamentares também são questionados pelo uso de expressão ofensiva contra o candidato. A ação solicita direito de resposta.

As quatro medidas apontam, sob diferentes fundamentos jurídicos, o que a defesa considera uma estratégia de atribuir ao candidato propostas inexistentes e consequências alarmistas de uma eventual vitória eleitoral.

As ações estão sob análise do TSE e incluem pedidos de remoção de conteúdos, direito de resposta e outras providências previstas na legislação eleitoral.

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Política

DATAFOLHA: Flávio abre segundo turno com 52% dos votos válidos; Lula tem 48%

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula (PT), na primeira pesquisa Datafolha após o primeiro turno. A vantagem numérica é de quatro pontos percentuais.

Nos votos totais, Flávio tem 49% e Lula, 45%. Outros 5% dizem que votarão em branco ou nulo, enquanto 1% está indeciso. O cálculo dos votos válidos exclui esses grupos.

O levantamento também mostra que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema no primeiro turno pretendem votar em Flávio. Lula recebe 32% nesse grupo, enquanto 15% optam por branco ou nulo.

Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 eleitores em 153 municípios nos dias 6 e 7 de outubro. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-02949/2026. O segundo turno será realizado em 25 de outubro.

Com informções da Folha de São Paulo

 

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Política

Augusto Cury declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

Reprodução

O ex-candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) decidiu, nesta quinta-feira (8),  apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. Cury condicionou sua decisão ao cumprimento de oito acordos assumidos publicamente por Flávio, que assinou um Termo de Compromisso Público com o Brasil.

Entre os pontos estão o fim da reeleição presidencial, uma revolução na educação, valorização dos professores, ampliação da telemedicina no SUS, proteção às mulheres, fortalecimento do cooperativismo, financiamento para microempresas e aumento da produção de alimentos.

O documento também estabelece o compromisso de pacificação nacional, com Flávio afirmando que pretende governar para brasileiros de direita, esquerda, centro e para quem não se identifica com nenhuma corrente ideológica.

Cury afirma que o apoio decorre, entre outros pontos, de sua defesa da alternância de poder. O documento deixa claro ainda que o apoio não impede cobranças, críticas e questionamentos sobre o cumprimento dos compromissos assumidos.

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Política

Ato pró-Lula mobiliza estudantes e expõe pressão política nas instituições federais

Reprodução

Uma mobilização de estudantes da área da Saúde em apoio ao presidente Lula tomou as ruas de Natal nesta quinta-feira (8), em frente às instituições de ensino federal. O ato reuniu os apoiadores em frente HUOL e IFRN, posteriormente seguindo para a Praça Cívica, onde os manifestantes continuam reunidos.

A convocação que circulou nas redes sociais foi organizada com horário definido, orientação para confecção de cartazes, deslocamento em grupo, uso de roupas vermelhas ou camisas dos cursos e até instruções específicas para o momento da fotografia.

O material também orienta os participantes a não utilizarem crachás institucionais durante o ato e pede que os estudantes mantenham uma postura pacífica e organizada para transmitir a mensagem do movimento.

O Blog do BG tem recebido sucessivas denúncias de que estudantes que não são apoiadores de Lula tem sido coagidos, transformando o ambiente das instituições federais em espaço de disputa política.

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