Felipe Araújo, que agrediu o homossexual de nome social Luara Betytis essa semana, chegando a dizer que “bateria de novo em viado porque tem que botar é mulher para trabalha” foi preso no final da tarde deste sábado (4).
A prisão foi realizada em cumprimento a um mandado contra o agressor com o objetivo de preservar a integridade física e a vida da vítima.l
Deixa ele um bom tempo preso para que ele reflita melhor a besterira que fez.O rapaz estava trabalhando corretamente sem fazer mal a ninguém e ai vem esse indivíduo e o agride por motivos torpe.Deixa preso, e ainda voltou lá para ameaçar as amigas do rapaz.Pode uma coisa dessas?
Só lembrando que um membro do governo deu vários tiros na casa do vizinho e não vi nem uma nota de repúdio por parte da governadora. Acho que o cara merece ser punido, porém a justiça deve ser para todos sem exceção. Ponto
É muita imbecilidade envolver política em uma situação dessa, esse agressor é um bandido, não importa se ele agrediu um transexual, uma mulher ou um Homem, o que ele fez foi um crime e tem que pagar por isso, agora ficam vários jumentos, envolvendo política onde não cabe.
Sinceramente para que tudo isso. Um revide gera outro, a intolerância comunicativa continua em alta. As leis estão para serem cumpridas, embora não funcionem em certas instâncias, porém nesse caso foi tomado a atitude correta.
Justo que pague pelo que fez, mas que bom que a justiça fosse linear e punisse todos que praticam agressões gratuitas e ainda subtraem pertences das pessoas de bem e no outro dia quando presos são soltos na famigerada audiência de custódia.
A hipocrisia e a ascensão dessas minorias é tanta que se fosse dois homens brigando, duas mulheres ou um casal não daria caso de prisão, talvez um processo, agora porque é um membro LGBT protegido pela governadora chefe do movimento e o STF daí tem que dar cadeia paracquecdemonstrem poder w sirva de exemplo, uma piada!
Falou o representante da hipocrisia gadolandia.
Deve estar começando a faltar capim.
Queria ver se essa covardia fosse contra alguém da sua família. Ah, nas famílias tradicionais não há gays. Kkk
Sem discussão política , qualquer tipo de agressão principalmente gratuita é deplorável, tem que pagar sim é servir de exemplo , porque a próxima vítima pode ser você !
O presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos intervirão se o Irã matar manifestantes pacíficos que protestam contra a crise econômica no país do Oriente Médio.
“Se o Irã atirar e matar violentamente manifestantes pacíficos, o que é de seu costume, os Estados Unidos da América virão em seu socorro. Estamos carregados e prontos para agir”, escreveu ele no Truth Social nesta sexta-feira (2).
Dezenas de manifestantes saíram às ruas em várias províncias do Irã esta semana, com algumas protestos terminando em confrontos com a polícia.
As autoridades iranianas alertaram contra a intervenção dos EUA nos assuntos internos do país. Ali Larijani, chefe da segurança nacional do Irã, disse no X que a interferência americana provocaria “perturbação em toda a região e a destruição dos interesses americanos”.
Projeções feitas por uma ferramenta de Inteligência Artificial apontam os possíveis campeões do futebol em 2026 e colocam o Flamengo como o grande protagonista do ano. Segundo a análise, o clube carioca domina o cenário nacional e continental, conquistando Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores e Campeonato Carioca, formando um triplete que reforça sua hegemonia recente.
No cenário internacional, a previsão mais impactante envolve a Copa do Mundo de 2026. A IA indica uma final entre Brasil e Espanha, com os espanhóis ficando com o título. A seleção europeia aparece como favorita pelo forte desempenho coletivo e pelo protagonismo de jovens talentos, enquanto o Brasil chega à decisão impulsionado por seu poder ofensivo, mas acaba superado na prorrogação.
Ainda de acordo com a projeção, o Palmeiras surge como principal rival do Flamengo, ficando com o vice no Brasileirão e na Libertadores. Na Copa do Brasil, o Rubro-Negro também leva a melhor, superando o Corinthians na final. Já a Copa Sul-Americana teria o River Plate como campeão, novamente com o Corinthians ficando pelo caminho na decisão.
Na Europa, a IA aposta no Liverpool como vencedor da Champions League 2025/26, em final contra o Real Madrid. Bayern de Munique, Real Madrid, PSG e Napoli aparecem como favoritos absolutos em suas ligas nacionais, confirmando o domínio das principais potências do futebol europeu nas previsões para a temporada.
Mesmo durante o recesso, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) intensificaram articulações para reagir a uma eventual liminar do ministro Jhonatan de Jesus que poderia reverter a liquidação do Banco Master, determinada pelo Banco Central. A movimentação ganhou força com a proximidade da acareação ordenada pelo ministro Dias Toffoli, no Supremo Tribunal Federal (STF), elevando a tensão nos bastidores da Corte.
A informação é do blog da Malu Gaspar, do O Globo. O relator do caso no TCU não conta com apoio majoritário para desfazer a liquidação, mas uma decisão individual durante o recesso poderia restabelecer temporariamente o funcionamento do banco até fevereiro de 2026. Diante desse risco, parte dos ministros passou a defender a convocação de uma sessão extraordinária para analisar e derrubar rapidamente qualquer liminar, estratégia vista como necessária para evitar uma reviravolta institucional.
O Banco Master foi liquidado em novembro após o Banco Central e a Polícia Federal identificarem uma fraude de R$ 12,2 bilhões envolvendo a compra de papéis sem lastro pelo BRB, que tentou adquirir a instituição em meio a forte lobby político. A operação foi barrada pelo BC em setembro, o que desencadeou disputas judiciais e questionamentos no TCU.
Jhonatan de Jesus colocou a atuação do Banco Central sob escrutínio ao cobrar explicações sobre a liquidação, citando possível “precipitação” na adoção de uma “medida extrema”, o que gerou receio de interferência na autonomia do regulador. O BC já entregou documentos ao Tribunal, que seguem sob análise técnica e tramitam em sigilo por decisão do relator.
Nos bastidores, ministros avaliam que uma eventual derrota em plenário poderia custar ao relator o controle do processo, já que o regimento prevê redistribuição da relatoria nesses casos. O episódio ocorre em paralelo às investigações conduzidas no STF, onde Toffoli manteve a acareação entre Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa e representantes do BC, ampliando a pressão institucional em torno do caso.
Relatórios divulgados em dezembro de 2025 pela Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, e pelo Ipea, vinculado ao próprio governo federal, convergem em um diagnóstico preocupante: a política fiscal do governo Lula até cumpre o arcabouço na forma, mas perde credibilidade e se mostra incapaz de estabilizar a dívida pública no médio prazo.
No Relatório de Acompanhamento Fiscal, a IFI afirma que o excesso de exceções às regras enfraqueceu o regime fiscal. O órgão destaca que despesas como precatórios, gastos com defesa, investimentos do PAC, ressarcimentos do INSS e a reestruturação dos Correios foram retiradas do cálculo do resultado primário, somando mais de R$ 170 bilhões fora das regras nos três primeiros anos do novo arcabouço.
Outro ponto sensível é a mudança na LDO de 2026, que passou a permitir a busca pelo piso da meta fiscal após entendimento do TCU. Para a IFI, a alteração representa um rebaixamento prático das metas e desloca o debate para a trajetória da dívida em relação ao PIB. O relatório é direto ao afirmar que os números “revelam inequivocamente a insustentabilidade do atual regime fiscal”.
Para 2026, a IFI projeta deficit primário de R$ 26,5 bilhões, mesmo após deduções expressivas, e alerta que o cumprimento da meta exigirá forte contingenciamento de despesas discricionárias. No médio prazo, o espaço fiscal tende a desaparecer, com risco de colapso já a partir de 2028.
O Ipea adota tom mais técnico, mas reconhece as mesmas tensões. O instituto aponta dificuldades para conciliar crescimento econômico, ampliação de gastos sociais e controle fiscal em um orçamento engessado, além de destacar limites políticos para aumento de receitas e corte de despesas. Até novembro de 2025, o deficit primário acumulado chegou a R$ 75,7 bilhões, enquanto Lula sancionou o Orçamento de 2026 com veto a 26 dispositivos aprovados pelo Congresso.
O início de 2026 marcou uma mudança que já começa a pesar no bolso de quem trabalha por conta própria. Com novas exigências fiscais em vigor, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a alcançar diretamente profissionais informais, como cabeleireiros, pedreiros, eletricistas, diaristas e professores particulares, que agora entram no radar da Receita Federal.
Na prática, autônomos que emitem nota fiscal no próprio CPF ficam sujeitos a uma carga tributária que pode chegar a 25% do faturamento. A obrigação vale mesmo para quem não possui empresa formalizada, o que gera apreensão entre trabalhadores que antes atuavam à margem do sistema tributário tradicional.
Há, porém, alternativas pouco divulgadas. A emissão de nota via CNPJ reduz drasticamente a tributação, e a formalização como Microempreendedor Individual (MEI) permite o pagamento apenas do DAS, com valor mensal em torno de R$ 80, englobando impostos e contribuição previdenciária.
Críticos do governo afirmam que a medida amplia a arrecadação às custas dos mais vulneráveis e reforça a percepção de avanço do Estado sobre rendas informais. A crítica ecoa discursos de líderes liberais, como o presidente argentino Javier Milei, que classificou a tributação excessiva como um obstáculo à liberdade econômica e à sobrevivência de pequenos trabalhadores.
Em meio à escalada de tensão com Washington, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira (1) que está disposto a abrir um diálogo com os Estados Unidos para tratar de temas como petróleo, migração e combate ao narcotráfico. Segundo ele, Caracas está pronta para “conversar seriamente” caso haja interesse do governo norte-americano.
Maduro citou a possibilidade de um acordo energético que permita investimentos de empresas dos EUA, como a Chevron, atualmente a única grande petrolífera americana autorizada a exportar petróleo venezuelano. O líder chavista também sugeriu negociações sobre voos de deportação de venezuelanos e cooperação antidrogas, afirmando que os termos poderiam ser definidos “onde e como eles quiserem”.
As declarações ocorreram no mesmo dia em que forças militares americanas realizaram um novo bombardeio contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na região. A ação faz parte de uma ofensiva ampliada que, nesta semana, já incluiu a confirmação de um ataque em solo venezuelano pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A pressão sobre Maduro se intensificou desde agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do venezuelano e reforçou a presença militar no Caribe. Apesar de contatos diretos entre Trump e Maduro em novembro, as conversas não avançaram. Segundo a imprensa americana, os EUA também demonstram interesse estratégico nas reservas venezuelanas, as maiores comprovadas de petróleo do mundo, enquanto seguem apreendendo embarcações e impondo bloqueios sob alegação de sanções internacionais.
Após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receber alta hospitalar e retornar à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Michelle Bolsonaro publicou uma mensagem de apoio nas redes sociais nesta quinta-feira (1º). A ex-primeira-dama afirmou que a família vai superar “os dias maus” e exaltou o marido, que segue cumprindo pena determinada pelo STF.
Na publicação no Instagram, Michelle citou uma frase atribuída a Winston Churchill — mas que, na verdade, é do escritor norte-americano John C. Maxwell — para definir Bolsonaro como um líder. Em seguida, declarou apoio público: “Você é grande, meu amor! Existe um Brasil de bem que te ama e ora por você. Vamos vencer os dias maus. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei ao seu lado”.
Bolsonaro estava internado desde 24 de dezembro no Hospital DF Star, onde passou por uma herniorrafia inguinal bilateral, procedimentos para conter crises persistentes de soluços e uma endoscopia digestiva alta. Após a alta, a defesa solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária, pedido que acabou sendo negado.
Na decisão, Moraes afirmou que não houve agravamento do estado de saúde do ex-presidente e que os laudos médicos indicam melhora clínica após os procedimentos. O ministro também ressaltou que todas as recomendações médicas podem ser cumpridas na sala de Estado-Maior da PF, onde Bolsonaro segue preso após condenação a 27 anos e três meses por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado.
A proximidade das eleições de 2026 deve influenciar diretamente as negociações pelo comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Com um calendário legislativo mais curto e foco crescente nas campanhas, parlamentares passam a disputar espaços de maior visibilidade política, capazes de projetar pautas e fortalecer discursos eleitorais.
Com a retomada dos trabalhos em fevereiro, as primeiras semanas serão marcadas por intensas articulações para a definição dos presidentes dos colegiados. A escolha segue a proporcionalidade das bancadas, o que garante às maiores siglas prioridade na ocupação dos cargos. Ao todo, são 30 comissões permanentes, cuja instalação, no ano passado, levou mais de um mês devido a acordos herdados da gestão de Arthur Lira e da eleição de Hugo Motta para a presidência da Casa.
O comando dessas comissões é estratégico porque permite controlar a pauta, acelerar ou travar projetos e até impulsionar convocações de ministros. As maiores disputas costumam envolver a CCJ e colegiados ligados a áreas sensíveis ao governo, além da CMO, que neste ano será presidida por um deputado. Paralelamente, a Câmara tenta avançar em temas de forte apelo eleitoral, como segurança pública, com a PEC da Segurança e o projeto Antifacção, que podem ir direto ao plenário.
Outro movimento esperado para o início do ano legislativo é a troca de lideranças partidárias. O PT terá Pedro Uczai no lugar de Lindbergh Farias, enquanto o PSB será comandado por Jonas Donizetti. Na oposição, o PL já confirmou Cabo Gilberto Silva como líder. Algumas siglas, como União Brasil e PL, optaram por manter seus atuais comandos, em meio a um cenário de reorganização política que antecede a disputa eleitoral.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve passar por uma ampla reformulação a partir de abril, com a saída de quase metade dos ministros para disputar as eleições de 2026. A estratégia do Palácio do Planalto é preencher a maioria das vagas com os atuais secretários-executivos — os chamados “números dois” das pastas — numa tentativa de evitar descontinuidade administrativa em um ano decisivo para a reeleição do petista.
Segundo o próprio Lula, ao menos 18 ministros devem deixar o governo, número que pode chegar a 22. Entre os primeiros nomes cotados para a saída estão Fernando Haddad (Fazenda) e Ricardo Lewandowski (Justiça). Embora nenhum dos dois pretenda disputar cargos eletivos, Haddad é pressionado pelo PT a concorrer em São Paulo, enquanto Lewandowski avalia que sua missão no governo já foi cumprida. A tendência é que a Fazenda fique sob comando do secretário-executivo Dario Durigan.
Mudanças também devem atingir o núcleo do Planalto. Rui Costa deve deixar a Casa Civil para disputar o Senado pela Bahia, abrindo espaço para Miriam Belchior. Gleisi Hoffmann tende a concorrer a mais um mandato pelo Paraná, o que provocaria troca na Secretaria de Relações Institucionais. Há ainda a possibilidade de Sidônio Palmeira deixar a Comunicação Social para assumir o marketing da campanha presidencial.
Fora do Planalto, ministros como Marina Silva, Simone Tebet, Renan Filho, Silvio Costa Filho, Waldez Góes, Jader Filho e André Fufuca estão entre os que avaliam disputar cargos em 2026. Renan Filho é o único cotado para tentar um governo estadual, em Alagoas. A maioria deve concorrer ao Senado ou à Câmara, enquanto Lula acompanha de perto casos mais sensíveis, como os de Marina e Tebet.
A diretriz predominante no Planalto é apostar em soluções internas, promovendo quadros técnicos já integrados às pastas, especialmente na área de infraestrutura. A avaliação é que a “troca controlada” reduz riscos de paralisia, preserva entregas e permite ao governo atravessar o ano eleitoral com menos turbulência política.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou o primeiro dia de 2026 para provocar o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação nas redes sociais, Tarcísio escreveu que “a fórmula é simples” e concluiu: “Feliz 2026 = Fora PT”, em referência direta ao cenário eleitoral do próximo ano.
A postagem foi acompanhada por um vídeo em tom de ironia, no qual o governador aparece resolvendo uma “equação” em uma lousa até chegar ao resultado que associa a saída do PT a um ano feliz. Na gravação, Tarcísio veste uma camisa da Seleção Brasileira, símbolo amplamente associado ao bolsonarismo desde o governo Jair Bolsonaro (PL), de quem é aliado político.
A mensagem reforça a associação de Tarcísio ao campo da direita e alimenta especulações sobre seu papel nas eleições de 2026. O governador é citado como possível adversário de Lula na disputa presidencial, embora aliados avaliem que o caminho mais provável seja a tentativa de reeleição ao Palácio dos Bandeirantes.
Enquanto isso, Tarcísio enfrenta ruídos na própria base. O PP passou a pressionar publicamente o governador e avalia lançar candidatura própria ao governo paulista. Em nota, o diretório estadual da sigla cita descontentamento de prefeitos, dificuldades de diálogo e reclamações sobre a falta de espaço para parlamentares do partido.
O Progressistas também vê como estratégico alinhar o governo de São Paulo ao projeto nacional da legenda, especialmente diante da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. A avaliação interna é que um governador mais afinado com esse plano fortaleceria as chapas proporcionais em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, ampliando a tensão política em torno do futuro de Tarcísio.
Gadoburro já começou os jegues a defecar pela boca. Não mistura já vi até o Luladrao debochando dos gays.
Deixa ele um bom tempo preso para que ele reflita melhor a besterira que fez.O rapaz estava trabalhando corretamente sem fazer mal a ninguém e ai vem esse indivíduo e o agride por motivos torpe.Deixa preso, e ainda voltou lá para ameaçar as amigas do rapaz.Pode uma coisa dessas?
Só lembrando que um membro do governo deu vários tiros na casa do vizinho e não vi nem uma nota de repúdio por parte da governadora. Acho que o cara merece ser punido, porém a justiça deve ser para todos sem exceção. Ponto
É muita imbecilidade envolver política em uma situação dessa, esse agressor é um bandido, não importa se ele agrediu um transexual, uma mulher ou um Homem, o que ele fez foi um crime e tem que pagar por isso, agora ficam vários jumentos, envolvendo política onde não cabe.
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Esse covarde deveria passar o resto da vida preso.
Sinceramente para que tudo isso. Um revide gera outro, a intolerância comunicativa continua em alta. As leis estão para serem cumpridas, embora não funcionem em certas instâncias, porém nesse caso foi tomado a atitude correta.
Justo que pague pelo que fez, mas que bom que a justiça fosse linear e punisse todos que praticam agressões gratuitas e ainda subtraem pertences das pessoas de bem e no outro dia quando presos são soltos na famigerada audiência de custódia.
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A hipocrisia e a ascensão dessas minorias é tanta que se fosse dois homens brigando, duas mulheres ou um casal não daria caso de prisão, talvez um processo, agora porque é um membro LGBT protegido pela governadora chefe do movimento e o STF daí tem que dar cadeia paracquecdemonstrem poder w sirva de exemplo, uma piada!
Falou o representante da hipocrisia gadolandia.
Deve estar começando a faltar capim.
Queria ver se essa covardia fosse contra alguém da sua família. Ah, nas famílias tradicionais não há gays. Kkk
Sem discussão política , qualquer tipo de agressão principalmente gratuita é deplorável, tem que pagar sim é servir de exemplo , porque a próxima vítima pode ser você !
Na boa, me responda: como vc se suporta?
Pergunta a sua genitora !