Os policiais civis da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) prenderam nesta terça-feira (27) por tráfico de drogas, André Luiz Cabral de Lima, de 27 anos, conhecido como “Come Lixo” e “Cole”.
Após uma denuncia anônima, realizada através do Disque Denúncia 181, a equipe policial prendeu André Luiz na Rua Praia de Tibau, localizada no bairro de Ponta Negra.
Com o acusado, que possuía um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Parnamirim em aberto, os policiais apreenderam meio quilo de maconha. André Luiz já responde na justiça pelo crime de tráfico.
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice na chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo nas redes sociais comentando a notícia sobre as mensagens trocadas pelo filho do presidente Lula (PT), Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, com a lobista Roberta Luchsinger. Os dois são investigados pela Polícia Federal.
Em um dos diálogos interceptados, revelado pelo portal Metrópoles, Roberta diz a Lulinha que os dois trabalham em nível diferenciado e que o futuro deles é a Suíça. A empresária é suspeita de tráfico de influência e de usar a proximidade com o filho do presidente para facilitar negócios e acesso ao governo federal.
“Lulinha e Roberta Luchsinger, descobertos pela Polícia Federal, praticando atos de tráfico de influência e corrupção, planejando morar na Suíça com o dinheiro do povo brasileiro sofrido e trabalhador. Lula, você é o grande responsável por isso. O exemplo veio de você. O povo brasileiro exige punição. Lulinha precisa ser preso, ser capturado na Espanha e trazido de volta ao Brasil. Chega de impunidade”, defendeu o vice de Flávio Bolsonaro.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) derrubou uma decisão do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, e outra do vice, André Mendonça, contrárias ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de interromper um terceiro julgamento que também podia impor uma derrota à campanha do atual chefe do Executivo.
Nos bastidores, a avaliação é que o resultados da análise das três ações expôs o isolamento dos dois chefes do tribunal em relação aos colegas e representam um indício de que ambos não conseguirão ditar o ritmo dos trabalhos do TSE como os ministros do STF costumam fazer quando estão à frente da Corte eleitoral.
Em um dos casos, apenas Mendonça votou para manter a decisão de Kassio de rejeitar um pedido do PT para retirar do ar um vídeo em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) associava Lula a facções criminosas.
Em outro, o vice-presidente da Corte viu os colegas derrubarem sua ordem judicial para que o Partido dos Trabalhadores entregasse ao tribunal, a pedido do PL, gravações e documentos relacionados ao 8º Congresso Nacional do PT e ao projeto Porta-vozes do Lula para verificar se houve uso irregular do fundo partidário.
O entendimento da maioria foi de que Mendonça não poderia ter sido escolhido o relator da matéria e foi determinado que haja um novo sorteio de relatoria e formalização do processo como ação cautelar em vez de representação eleitoral.
Além disso, a Corte interrompeu o julgamento da decisão individual do vice-presidente de determinar ao governo federal que informe os gastos com publicidade entre 2023 e 2026. A pedido do ministro Floriano Azevedo, o caso será analisado pelo plenário físico do tribunal.
A avaliação é que os três casos demonstram a dificuldade que ambos terão para construir maioria em favor de suas decisões e têm como pano de fundo a disputa velada vivida entre integrantes do STF e do TSE.
Uma funcionária de alto escalão do governo de Donald Trump acusou o Brasil, neste domingo (16/8), de impor censura após a rede social X mudar o algoritmo para as eleições brasileiras de 2026.
A rede social anunciou, na última sexta (14/8), que aplicou o recurso “Brazil2026ElectionFilter” [Filtro para as Eleições Brasileiras de 2026] à aba “Para Você” – que recomenda publicações impulsionadas por algoritmos personalizados.
A mudança impede que, durante o período eleitoral, sejam recomendadas publicações de candidatos que os usuários não seguem.
Sarah B. Rogers, subsecretária de Estado para a Diplomacia Pública e Assuntos Públicos dos Estados Unidos, afirmou que a medida “marca a censura imposta pelo Brasil”.
A subsecretaria é subordinada ao Departamento de Estado americano, comandado por Marco Rubio, figura central nos recentes atritos entre os governos de Brasil e Estados Unidos.
O governo dos Estados Unidos voltou a avaliar a possibilidade de impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada neste domingo (16) pelo jornal britânico Financial Times, com base em relatos de pessoas familiarizadas com as discussões dentro do governo Donald Trump.
Segundo o jornal, integrantes do governo americano estudam novamente a aplicação da Lei Global Magnitsky contra Moraes. O mecanismo permite aos Estados Unidos impor sanções a estrangeiros acusados de corrupção ou de graves violações de direitos humanos. Até o momento, porém, não há decisão definitiva sobre a adoção da medida nem indicação de quando ela poderia ser implementada.
Moraes já foi alvo da Lei Global Magnitsky. Em julho de 2025, o ministro foi incluído na lista de sancionados pelo governo americano. Na ocasião, o então secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, acusou o magistrado de promover uma campanha de censura, detenções arbitrárias e processos considerados politizados, incluindo medidas judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
As sanções foram retiradas em dezembro daquele mesmo ano, menos de cinco meses após sua aplicação. A reversão ocorreu durante um período de reaproximação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, as medidas também haviam atingido a esposa de Moraes e uma empresa ligada à família do ministro.
Agora, a atuação de Moraes em uma investigação envolvendo jornalistas e possíveis fontes de reportagens voltou a chamar a atenção do governo americano.
De acordo com o Financial Times, o ministro autorizou operações policiais contra um jornalista e duas pessoas apontadas como possíveis fontes de informações relacionadas ao ministro Flávio Dino e a familiares dele.
Moraes justificou as medidas afirmando que as informações teriam sido obtidas e divulgadas de maneira ilegal e que a publicação do material poderia representar risco à segurança de familiares do magistrado.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou, nesta segunda-feira, 17, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em seus “dias finais”. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro publicou a declaração nas redes sociais junto com uma reportagem do jornal britânico Financial Times sobre a possibilidade de os Estados Unidos retomarem as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Parece que o regime de Lula está em seus dias finais”, escreveu Eduardo em inglês. Em seguida, compartilhou a reportagem intitulada “EUA consideram sanções contra juiz brasileiro em novo teste das relações diplomáticas”.
A publicação do ex-deputado ocorre no início da campanha eleitoral de 2026. Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), irmão de Eduardo, lançaram oficialmente suas candidaturas à Presidência neste domingo, 16.
O Ministério Público Eleitoral apresentou manifestação em processo eleitoral para contestar o uso da alcunha “Anne Lagartixa” associado ao nome civil da parlamentar Wesliane Karen. O argumento é que essa identificação cria uma ligação familiar direta indevida.
Vereadora e candidata a deputada estadual pelo PL, ela afirma em suas redes que construiu sua trajetória política com apoio popular, utilizando o nome pelo qual seu pai ficou conhecido, o mesmo que a levou a ser eleita vereadora. “Calaram meu pai, e agora querem me calar”, declarou.
A parlamentar informou ainda que vai apresentar defesa para assegurar seu direito de usar o nome registrado nas urnas eleitorais.
Diálogos interceptados pela Polícia Federal (PF) e obtidos com exclusividade pela coluna indicam que a lobista Roberta Luchsinger comprou joias de diamantes e deu presentes para Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-braço direito do presidente Lula (PT).
Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e manteve negócios com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como operador de rombo bilionário na Previdência Social. Eles são investigados no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, e em inquéritos que apuram corrupção e tráfico de influência, abertos no último mês.
Até então, se sabia que Roberta tinha pagado boletos e contas pessoais de Marcola, conforme antecipou a colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O ex-assessor alega que contraiu um empréstimo pessoal de R$ 249 mil com a lobista. Agora, as mensagens revelam novos detalhes de como operava a amiga de Lulinha com um dos assessores mais próximos de Lula. Marcola despachava na antessala do presidente e fazia contato com ministros.
Um dos diálogos aconteceu em 29 de abril de 2024. Roberta Luchsinger e Marcola conversam sobre a compra de uma joia.
“Vou tentar desenhar na foto / para facilitar”, diz Marcola. Roberta responde: “Ela vai mandar mais fotos / Peraí”. O então assessor do presidente Lula diz: “ah ta bem / mas gostei dessas:”. Não fica claro nas mensagens, contudo, quais joias Marcola indicou gostar. Logo em seguida, Roberta afirma: “Ela sugeriu um brilhante / Vai mandar”. A lobista, então, envia duas fotos: um par de solitários e um colar de diamantes. “Boa”, agradece Marcola.
A Secretaria de Estado da Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz-RN) determinou a antecipação parcial do recolhimento do ICMS para três grupos de empresas nas competências de agosto e setembro de 2026. A medida está prevista na Portaria-SEI nº 817, de 12 de agosto, publicada no Diário Oficial do Estado.
Na prática, a portaria estabelece dois prazos. A antecipação referente aos fatos geradores ocorridos em agosto deverá ser paga até 1º de setembro. Para os fatos geradores de setembro, o recolhimento deverá ocorrer até 1º de outubro.
A regra alcança empresas beneficiárias do regime especial de tributação destinado aos contribuintes atacadistas, previsto no Decreto Estadual nº 22.199/2011, e empresas beneficiadas pelo regime especial destinado às centrais de distribuição de produtos, regulamentado pelo Decreto Estadual nº 28.881/2019.
Também estão incluídas empresas inscritas no Cadastro de Contribuintes do Estado quanto ao ICMS devido por substituição tributária nas operações internas.
A determinação, no entanto, não vale para empresas optantes pelo Simples Nacional. A exceção está expressamente prevista na portaria.
As mudanças constam na Portaria-SEI nº 817, de 12 de agosto de 2026, que altera a Portaria-SEI nº 81, de janeiro de 2024. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado.
O primeiro ato de campanha de Cabo Deyvison à Câmara dos Deputados foi marcado por uma grande mobilização pelas ruas de Mossoró neste domingo (16). Uma motociata reuniu uma multidão e percorreu diferentes pontos da cidade, levando às ruas demonstrações de apoio ao candidato e dando uma dimensão da força de sua candidatura para a disputa por uma vaga na Câmara Federal.
A mobilização ganhou repercussão em todo o Rio Grande do Norte e foi apontada como um dos principais acontecimentos políticos do fim de semana no Estado. Para Cabo Deyvison, a participação popular no primeiro ato representa um sinal de que sua candidatura a deputado federal nasce conectada diretamente com a população.
O momento também foi de emoção. Durante a mobilização, Cabo Deyvison prestou uma homenagem ao amigo Alisson Diego, assassinado em um atentado promovido por uma facção criminosa que tinha o próprio vereador como alvo. A homenagem reforçou uma das principais bandeiras da campanha: o enfrentamento ao crime organizado e a defesa de uma política de segurança pública capaz de proteger a população.
“Começamos essa caminhada pelas ruas de Mossoró levando uma mensagem de coragem e de esperança. Hoje também lembramos Alisson, um amigo que perdeu a vida em uma violência. Não vamos permitir que o medo determine os caminhos do nosso Estado. Vamos seguir de cabeça erguida, enfrentando o crime e defendendo as pessoas de bem”, afirmou Cabo Deyvison.
Professores e educadores infantis da rede municipal de Natal decidiram manter a greve iniciada pela categoria por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta segunda-feira (17), no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte-RN).
A continuidade da paralisação ocorre após a Prefeitura do Natal recorrer à Justiça para suspender o movimento. Em decisão liminar, a Justiça determinou o retorno integral dos profissionais às atividades e estabeleceu multa de R$ 10 mil ao Sinte-RN caso o sindicato promova ou incentive a greve.
O sindicato informou que assumirá o pagamento da multa estabelecida pela decisão judicial.
Durante a assembleia, a assessoria jurídica do sindicato apresentou esclarecimentos sobre a decisão e os próximos passos do movimento. Segundo o Sinte-RN, a categoria vem cumprindo os requisitos relacionados às atividades essenciais e considera legítimas as reivindicações que motivaram a paralisação.
Após a assembleia, os profissionais realizaram uma caminhada até a sede da Prefeitura do Natal. A categoria também aprovou a realização de um ato público nesta terça-feira (18), a partir das 8h, em frente ao Palácio Felipe Camarão.
Entre as medidas definidas na assembleia estão ainda a solicitação de uma audiência com o desembargador responsável pelo processo, com o objetivo de buscar uma conciliação, e a apresentação de resposta judicial à decisão que determinou a suspensão da greve.
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