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Foto: PFA Força Aérea Brasileira (FAB) impôs sigilo de 100 anos sobre informações relacionadas aos passageiros de uma aeronave de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A decisão foi revelada pelo Metrópoles nesta quinta-feira (15).
A restrição foi aplicada após um pedido feito por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A FAB alegou a necessidade de proteger a intimidade e a vida privada dos passageiros, com base no artigo 31 da legislação.
O pedido solicitava informações sobre o plano de voo do jato Falcon 7X, de prefixo PS-FST, entre 10 e 20 de novembro de 2025. Nesse período, Vorcaro foi preso no Aeroporto de Guarulhos quando se preparava para embarcar na aeronave com destino a Malta, na Europa. O avião, avaliado em R$ 200 milhões, foi apreendido pela Polícia Federal.
A decisão ocorre durante o governo Lula, que prometeu, na campanha presidencial de 2022, acabar com o sigilo de 100 anos. A promessa não foi cumprida.
Segundo levantamento do Metrópoles, outros órgãos federais também recorreram ao dispositivo para restringir informações. O Exército negou acesso a listas de promoção de oficiais-generais e a eventuais comunicações com a empresa Palantir. O Banco do Brasil impediu a divulgação dos nomes de visitantes da presidência da estatal.
A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) também utilizou a regra para negar informações sobre autoridades e servidores que participaram de treinamentos de comunicação financiados por contrato público. O Ministério da Pesca restringiu dados sobre beneficiários de subsídios ao óleo diesel para embarcações pesqueiras.
Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) mostram que, desde 2023, aproximadamente 5,6 mil pedidos de informação foram negados pelo governo federal sob a justificativa de proteção de dados pessoais. No governo Bolsonaro, foram 7,1 mil negativas pelo mesmo motivo.
A maior parte dessas solicitações, entretanto, envolve dados pessoais de cidadãos comuns, sem relevância pública.
Com informações do Metrópoles

Fotos: Ricardo Stuckert/ Charles Vieira
A nova pesquisa Palver, divulgada nesta quinta-feira (15) sobre o segundo turno da disputa presidencial aponta um cenário de acirramento e empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
No levantamento em votos totais, Flávio Bolsonaro aparece com 50%, enquanto Lula registra 49%. O grupo de eleitores que declarou voto em branco ou nulo soma 1%, e a pesquisa não registrou indecisos para este cenário. Como a variação está dentro da margem de erro, estimada em 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos encontram-se tecnicamente empatados.
A coleta de dados foi realizada por meio de questionário online entre os dias 10 e 13 de outubro, ouvindo um total de 5.000 eleitores. A sondagem possui nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação BR-08028/2026.
Com informações do UOL

Foto: Kebec Nogueira/ Metrópoles
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou nesta quarta-feira (14) o restabelecimento imediato do canal “Exército do Lula” no WhatsApp. A decisão autorizou a retomada integral das atividades da comunidade digital, permitindo a publicação de novos conteúdos, a entrada de novos seguidores e o resgate do histórico de mensagens, que voltou a ficar visível por volta das 22h.
Ao reconsiderar parcialmente um despacho anterior, o magistrado afastou de forma excepcional a exigência de aguardar o prazo regimental de 48 horas para a reativação. A ordem foi emitida diretamente à Facebook Serviços Online do Brasil, representante da plataforma no país, para cumprimento com efeito imediato.
A determinação atende a um pedido de reconsideração apresentado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), idealizador do canal e articulador da estratégia digital de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Janones esteve em reunião presencial com o ministro mais cedo para pleitear a antecipação da liberação.
Além de reabrir o acesso e as ferramentas de engajamento, o despacho autorizou que a própria equipe de campanha de Lula supervisione o funcionamento do canal até nova deliberação judicial. Utilizada para a mobilização de apoiadores na corrida pela reeleição, a página vinha sendo centro de uma intensa disputa jurídica no âmbito eleitoral, com uma sequência de decisões divergentes até a deliberação desta quarta-feira.
Com informações do Metrópoles
[VÍDEO] “Propostas de última hora não convertem votos”, analisa cientista político https://t.co/7ZCaxpwA2f https://t.co/99IfntO5Vn
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) October 15, 2026
Vídeo: Reprodução/TV Globo
As propostas de última hora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não têm se mostrado capazes de converter votos de forma expressiva. A avaliação foi feita pelo cientista político Felipe Nunes, no Jornal da Globo, ao analisar as recentes movimentações do governo para acelerar pautas de grande apelo social, como os pacotes para MEIs e o fim da escala 6×1, aprovado no Senado nesta quarta-feira (14).
De acordo com Felipe Nunes, a análise da dinâmica eleitoral passa por diversos paradigmas, entre eles o conceito de fundamentos políticos. A teoria demonstra que a probabilidade de um presidente ser reeleito aumenta proporcionalmente à aprovação de seu governo, especialmente quando a parcela da população que aprova a gestão supera a dos que desaprovam.
“Ao longo dessa campanha, o Lula não conseguiu melhorar o desempenho do seu governo de maneira significativa, a ponto de passar a ter saldo positivo de avaliação. Isso é um entrave enorme”, comenta o cientista político.
Com o governo Lula mantendo esse saldo negativo de avaliação, Felipe Nunes afirma que dados históricos de mais de 140 eleições analisadas em 18 países nos últimos 30 anos mostram que presidentes com esses números negativo registram probabilidades de reeleição inferiores a 50%, oscilando na faixa de 46% a 47%.
Para tentar alterar esse quadro, a gestão federal abriu sua caixa de ferramentas políticas e legislativas, apostando em medidas recentes como a tramitação do fim da escala 6×1. Embora essas propostas costumem ser bem aceitas e compreendidas pelo eleitorado que conhece o teor das pautas, a análise aponta que tal receptividade não se traduz automaticamente em mudança efetiva no voto dos eleitores.

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters
A divulgação da pesquisa Quaest nessa quarta-feira (14) acendeu o sinal de alerta entre a cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT). A expectativa de dirigentes petistas era que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já assumisse a liderança isolada sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa da eleição presidencial.
O levantamento, contudo, apontou um cenário de empate técnico com o adversário numericamente à frente: Flávio registra 46% das intenções de voto no segundo turno, contra 44% de Lula, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
De acordo com informações obtidas pela coluna do jornalista Edilson Salgueiro, da Revista Oeste, o estresse nos bastidores petistas decorre da percepção de que a combinação de medidas econômicas populistas com a forte mobilização digital liderada pelo deputado André Janones (Rede-MG) ainda não produziu o crescimento esperado nas urnas.
Dentro do Planalto e do PT, a avaliação é de que Lula encontra sérias barreiras para romper o atual teto eleitoral e consolidar uma virada. O descontentamento se intensifica diante do alto volume de recursos públicos já empenhados: desde o término do primeiro turno, o governo anunciou um pacote de medidas com impacto fiscal estimado em R$ 25,8 bilhões até 2027, com o objetivo claro de atrair o eleitorado de baixa renda e pequenos empreendedores.
A Quaest ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. O nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.
Com informações da Revista Oeste
[VÍDEO] WAACK: Congresso acelera pautas cruciais para Lula e mostra que o Brasil vive o ciclo de “um populismo combatido por outro” https://t.co/aAu7DR3MhM https://t.co/fbygvuiYp3
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) October 15, 2026
Vídeo: Reprodução/CNN
Em uma verdadeira corrida contra o tempo nesta quarta-feira (14), a Câmara dos Deputados e o Senado Federal aceleraram a votação de pautas estratégicas consideradas cruciais para os planos de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No Senado, os esforços concentraram-se na tramitação da proposta pelo fim da escala de trabalho 6×1, um movimento que contou, inclusive, com o apoio surpreendente da oposição, representada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
“O Brasil é prisioneiro da ideia de que um populismo de Lula só se consegue combater com outro populismo. Seja como for, a lista eleitoreira desta quarta-feira, além do fim da 6×1, incluiu aumento para o faturamento do MEI, o microempreendedor individual. Incluiu perdão de dívidas com a União para esse mesmo segmento, aumento da contratação de funcionários e transferência de R$ 5 mil para novos negócios”, comentou o jornalista.
William Waack disse ainda que cenário evidencia um traço marcante da política nacional: o país segue refém da dinâmica de que um populismo, neste caso, o governista só encontra contraponto e enfrentamento através de outro populismo.
Com informações da CNN Brasil
👺👺👺Eu cansei de viajar o mundo falando mal do Brasil. Era bonito a gente viajar o mundo e falar: “No Brasil tem 30 milhões de crianças de rua”. A gente ia citando números, sabe. Se um cara perguntasse a fonte, a gente não tinha”, disse.
👉🏿👉🏿👉🏿Observem essa frase e pense na questão dos MEIs! Vamos prometer melhoras para os MEIs, assim como prometemos a picanha, se o cara perguntar a fonte do dinheiro, a gente não tem.
👺👺👺AS PROMESSAS FORAM CUMPRIDAS👺👺👺👇🏿
👉🏿Voa Brasil: mais um voo frustrado da política de subsídios
Com apenas 1,5% das passagens ofertadas reservadas em um ano, programa do governo Lula escancara os limites das soluções populistas para um setor aéreo
👉🏿Fracasso do Move Brasil e extensão do Desenrola expõem interesse eleitoreiro
Financiamento de veículos fica aquém do esperado, enquanto alívio a dívidas agrava problema que diz resolver.
💩💩💩Cai na conversa da esquerda que m é 🫏🫏🫏🫏🫏
[VÍDEO] “NÃO TE DISSE QUE IA DAR CERTO”?: diz Alcolumbre a Camilo Santana após aprovação da PEC 6X1 https://t.co/Bf8dHFMtVg https://t.co/bpqcvJvgmT
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) October 15, 2026
Vídeo: Reprodução/Metrópoles
Logo após a aprovação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, o líder da bancada do PT, senador Camilo Santana (CE), dirigiu-se à mesa diretora para cumprimentar o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP) e comemorar a aprovação da proposta na noite dessa quarta-feira (14).
Em um diálogo captado pelos microfones do plenário após a consolidação do resultado, Alcolumbre parabenizou o parlamentar cearense pelo resultado. Em resposta, Camilo atribuiu o mérito da articulação ao presidente da Casa legislativa: “Você é responsável por isso aqui”. Alcolumbre, por sua vez, reagiu com um sorriso: “Não te disse que ia dar certo?”.
A matéria foi aprovada por margem expressiva no plenário, somando 75 votos favoráveis e apenas um contrário, registrado pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
Com informações do Metrópoles
[VÍDEO] “Lula ignorou diversos grupos por quatro anos e agora busca ganho político”, aponta Joel Pinheiro https://t.co/KulA0yoiQY https://t.co/dkRyATGwFs
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Vídeo: Reprodução/GloboNews
Com o avanço da campanha eleitoral, o governo Lula intensificou interlocuções e propostas voltadas a segmentos estratégicos do eleitorado, como a comunidade evangélica, microempreendedores individuais (MEIs) e jovens. Entre as iniciativas recentes do presidente estão o envio de uma carta endereçada a fiéis evangélicos, em que pede “discernimento” para o momento da votação e o debate sobre temas sensíveis como a regulamentação das apostas esportivas (bets) e a revisão da jornada de trabalho.
“O Lula descobriu diversos grupos agora, descobriu evangélicos, descobriu o MEI. MEI até outro dia era o manipulado, que acredita na meritocracia e, na verdade, está muito mais precarizado. Agora ele reconhece que não, que são aspirações legítimas, são grupos que estão buscando crescer, que operam sob outra lógica, que não a clássica da CLT. A clássica da CLT, acho que o Lula entra bem nessa. Na verdade, ele defende o fim da 6×1, não de forma eleitoreira agora, ele já defendia faz tempo”, comenta o jornalista Joel Pinheiro.
A análise de Joel foi realizada no programa Estúdio i, da Globonews, onde ele e outros analistas debateram o impacto político e a eficácia dessas ações. De acordo com as discussões, embora pautas tradicionais voltadas à classe trabalhadora sob o regime CLT tenham apoio histórico do atual governo, como a defesa do fim da escala 6×1, a busca por aproximação com grupos autônomos e religiosos reflete uma mudança na abordagem política do presidente Lula.

Foto: Divulgação
O evento “Encontro com os Amigos de Aize” reuniu amigos, lideranças e apoiadores da prefeita Aize Bezerra, que destacou a importância de João Câmara se unir neste segundo turno e confirmar apoio a Cadu para Governador e Lula para Presidente no segundo turno.
No primeiro turno, o grupo político da prefeita ganhou destaque no cenário estadual ao registrar, segundo os dados eleitorais, que João Câmara foi a cidade onde Kaline Amorim e Benes Leocádio obtiveram a maior votação do Rio Grande do Norte.

Para o segundo turno, o desafio é manter a mobilização em torno das candidaturas de Cadu ao Governo do Estado e Lula à Presidência da República.
Durante o encontro, Aize defendeu que a decisão dos eleitores leve em consideração as ações e os investimentos já destinados ao município pelos governos Estadual e Federal.
“É hora de sermos gratos com quem já fez pela nossa João Câmara e poderá fazer muito mais. É pensar como cidade, independentemente de partido ou lado político”, declarou a prefeita.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 e garante dois dias de folga por semana para o trabalhador sem diminuição do salário.
A proposta foi aprovada por 75 votos a favor e um contra em primeiro turno. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contrário à proposta. Na votação em segundo turno, o placar foi o mesmo: 75×1.
Melhor decisão para o povo Brasileiro!
Proposta eleitoreira da esquerda, só q o tiro saiu pela culatra
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