Um caminhão caçamba que carregava entulhos por pouco não tombou na manhã desta quinta-feira(04) na rua São José, em frente à Promater, no bairro de Lagoa Nova, na zona sul de Natal.
Não há detalhes da ocorrência até a publicação deste post. Conforme imagens, parte de uma calçada cedeu, deixando a traseira do caminhão em que comporta a caçamba tombada. Em decorrência do acidente, o trânsito no local, sentido Candelária, ficou lento.
A assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal informou que a sessão destinada a analisar o relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, vai retornar às 15h. A análise foi suspensa por volta de 13h e inicialmente retornaria às 14h.
Depois do intervalo, os dez ministros devem votar um proposta defendida por Gilmar Mendes e Flávio Dino para suspender esta sessão e julgar, no próximo dia 23, o caso envolvendo Moraes junto com o processo que investiga supostas irregularidades por André Mendonça.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil; Valter Campanato/Agência Brasil
Os nomes dos ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques, integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), apareceram em versões iniciais da proposta de delação de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, mas foram retirados do documento final enviado em junho à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República.
Nos rascunhos, Vorcaro mencionava relações com os filhos dos dois magistrados. Kevin Nunes Marques teria recebido R$ 281,6 mil de uma consultoria contratada pelo Banco Master. Já Rodrigo Fux foi citado em conversas sobre possíveis contratos. O banqueiro, porém, não atribuiu crimes ou favorecimentos diretos aos ministros.
Na versão final, apenas Dias Toffoli permaneceu citado entre os integrantes do STF. O documento tratava de uma suposta negociação de R$ 35 milhões envolvendo a compra de parte de um resort ligado à família do ministro. A tentativa de colaboração premiada não avançou. A PF e a PGR rejeitaram a proposta por considerarem que faltavam provas concretas e informações inéditas capazes de sustentar um acordo.
A defesa de Vorcaro repudiou a divulgação dos documentos, afirmou que as tratativas de colaboração não foram concluídas e disse que o material preliminar estava sob responsabilidade de um grupo restrito de autoridades.
O ministro Luis Fux afirmou na sessão do plenário nesta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF) que a Polícia Federal tem “instrumentalizado posições para degradar a Corte”. O ministro comentava sobre o afastamento do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues. Fux e o ministro André Mendonça disseram que há uma “PF paralela”. “Com monitoramento de ministros, não pense que Vossa Excelência está a salvo”, completou Mendonça para Gilmar Mendes. O decano da Corte havia afirmado que o afastamento de Andrei era um “vexame”.
“Nunca se imaginou a PF peitar um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). E era isso que estava acontecendo. Sem prejuízo dela instrumentalizar posições para degradar a Corte. Tudo começou ali [com relatórios da PF sobre a conduta de Mendonça]. E nós entendíamos que nós devíamos tomar uma posição para estancar isso, como o ministro Gilmar se expressou perante o Planalto”, disse Fux.
O ministro Fux prossegui com a fala citando o relatório da PF sobre a atuação de André Mendonça que embasou o pedido de investigação feito por Alexandre de Moraes. “Só essa remessa desse documento apócrifo já é um exemplo significativo destes desvios praticados pela Polícia Federal. E por isso nós entendemos. E, ministro Gilmar, se não me falha a memória, vossa excelência foi ao Planalto para dizer que eles eram responsáveis pela crise da Polícia Federal com o Supremo ocorrer”, continuou Fux, em referência a relatórios da PF sobre condutas de Mendonça.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) abriu investigação para verificar se as provas escritas do concurso da Polícia Penal do RN devem ser anuladas após suspeitas de fraude durante a aplicação.
A apuração considera a prisão em flagrante de 11 candidatos, suspeitos de usar equipamentos eletrônicos para transmitir informações. Também foram identificadas imagens do caderno de provas compartilhadas em aplicativos de mensagens durante o exame.
Documentos policiais mostram que banca organizadora não utilizou detectores de metais em todos os locais de aplicação. O MPRN solicitou informações à Secretaria Estadual da Administração e ao Instituto Avalia sobre os procedimentos de segurança adotados. O órgão também vai acompanhar as investigações da Polícia Civil sobre as possíveis fraudes no concurso.
O ministro do STF Gilmar Mendes pediu a suspensão do julgamento do caso Moraes-Vorcaro e defendeu que a análise seja retomada na próxima terça-feira (23), juntamente com o caso envolvendo o ministro André Mendonça.
Para o decano, uma decisão de tamanha gravidade não poderia ocorrer sem respeito à colegialidade e durante o ciclo eleitoral. “A deliberação do Tribunal sobre matéria da tamanha gravidade não pode ocorrer nos termos ditados por alguém que tem desprezado qualquer senso de colegialidade, muito menos em pleno ciclo eleitoral”, afirmou ainda Gilmar.
A sessão foi interrompida pelo presidente do STF, Edson Fachin. O retorno está marcado as 14h desta terça. Fachin afirmou que o plenário vai discutir a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, que propõe suspender o julgamento e juntar a análise doscasos.
A Sessão Extraordinária no STF sobre a possível abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes segue em clima quente nesta terça-feira (15). O decano da Corte, ministro Gilmar Mendes, acusou o ministro André Mendonça de conduzir a relatoria do processo com viés político-eleitoral e foi chamado de leviano pelo colega de plenário.
“Vossa Excelência está sendo leviano, ministro”, interrompeu Mendonça quando Gilmar falou que houve viés “político-eleitoral” na condução de Mendonça.
Gilmar respondeu de forma exaltada e com o dedo em riste. “Vossa Excelência não tem a palavra. Vai escutar com tranquilidade. Evidente condução político-eleitoral a escolha do 7 de Setembro bolsonarista. Isso não se faz, pessoas decentes não fazem isso.”
“Não aponte o dedo para mim, ministro Gilmar. Não está falando com qualquer um”, respondeu Mendonça.
“Quem não se dá respeito, não merece respeito”, disse Gilmar antes de retomar a leitura.
O presidente do STF, Edson Fachin, rebateu o colega Flávio Dino, que o havia criticado por retirar a ele e ao ministro André Mendonça da relatoria de processos ligados aos casos Master e INSS.
“Não há decisão alguma da minha parte avocando os autos. Os autos foram encaminhados pelo ministro-relator à Presidência. O juiz natural para julgar essa matéria é o plenário. Nós vamos decidir se o que o ministro André fez ao solicitar aquele relatório à Polícia federal ou não é correto. Eu, em momento algum destituí relator algum”, disse Fachin.
Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça bateram boca durante a sessão desta terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF). Moraes acusou Mendonça de chamar a Polícia Federal para exigir que a corporação o colocasse na colaboração premiada.
“Eu tenho testemunhas que o ministro André, em reunião, disse: ‘Incluam o ministro Alexandre’”, acusou Moraes. Mendonça reagiu de imediato: “Isso é mentira”.
A linha de chegada é só o começo! Neste fim de semana (19 e 20/09), os corredores da Meia do Sol terão um “After Oficial” inédito no Rooftop Dunas.
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O Ingresso: o voucher cortesia com QR Code estará dentro do seu Kit Atleta (entregue a partir de quinta-feira). Escaneie o código e resgate sua entrada na plataforma Out Go. A gratuidade só é válida para quem entrar até as 18h no sábado, e até as 09h no domingo. Após esses horários será cobrado uma taxa de R$50,00 por atleta.
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Durante a sessão desta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF), que julga a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, o ministro Flávio Dino criticou o presidente da Corte, Edson Fachin, por ter destituído ele e o colega André Mendonça da relatoria dos processos ligados aos casos Master, INSS e ao Inquérito das Fake News.
“Aqui não é lugar de quem busca popularidade nem de quem busca fazer biografia, mas de quem busca fazer Justiça”, declarou Flávio Dino.
Viram a merda que fizeram na rua da frente do conjunto ponta negra? Só serve pra dificultar o trânsito.