
Foto1: Zanone Fraissat – 4.mar.16/Folhapress e foto 2: Luiz Carlos Murauskas – 4.mar.16/Folhapress
Fotos mostram visita de Lula a triplex em Guarujá. Confira reportagem completa da Rede Globo clicando AQUI


Foto1: Zanone Fraissat – 4.mar.16/Folhapress e foto 2: Luiz Carlos Murauskas – 4.mar.16/Folhapress
Fotos mostram visita de Lula a triplex em Guarujá. Confira reportagem completa da Rede Globo clicando AQUI

Foto: Reprodução/TV Globo
As decisões dos ministros Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que antecederam o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, provocaram uma sequência de críticas entre colunistas do Estadão. As análises questionam a mudança das regras às vésperas do encontro e seus efeitos sobre a disputa eleitoral.
Eliane Cantanhêde escreveu que TSE e STF “salvam Lula e matam o principal debate” e lembrou que o presidente Lula já havia confirmado que não compareceria, enquanto Flávio Bolsonaro também desistiu na última hora. Para a colunista, as duas decisões deixaram o cenário em “zero a zero para Lula e Flávio”.
Raquel Landim foi na mesma direção ao afirmar que “Lula escolheu o púlpito vazio e foi protegido pelo Judiciário”. Segundo ela, o presidente teve a oportunidade de apresentar suas propostas em horário nobre e compará-las às dos concorrentes, mas decidiu não comparecer “por cálculo político”.
Ricardo Corrêa chamou atenção para outra consequência. Na avaliação dele, o episódio pode esvaziar o interesse das emissoras em realizar debates nos próximos processos eleitorais diante da possibilidade de regras acertadas com as campanhas serem derrubadas posteriormente por decisões judiciais.
Com informações do Estadão
Foto: Hugo Barreto/Metrópoles
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada do agronegócio no Congresso, declarou apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O anúncio foi feito às vésperas do primeiro turno das eleições.
Em nota, a FPA afirmou que a decisão reflete a “convergência das diretrizes do plano de governo do candidato com as prioridades, necessidades e demandas urgentes do setor”. A entidade também disse acreditar que, a partir de 2027, será possível alcançar no Congresso soluções para um ambiente econômico de “estabilidade, previsibilidade e prosperidade”.
A decisão antecipa um posicionamento que a bancada costumava deixar para uma eventual segunda etapa da eleição. Meses antes do pleito, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), havia afirmado que a tradição do grupo era evitar uma definição no primeiro turno.
O apoio ocorre apesar da candidatura de Ronaldo Caiado (PSD), historicamente ligado ao agronegócio. Produtor rural e ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Caiado buscou durante a campanha se apresentar como representante do setor.
Em 2022, a FPA declarou formalmente apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, na disputa contra Lula (PT), no segundo turno.
Com informações do Metrópoles
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestaram “profunda indignação” com as decisões judiciais que levaram ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º).
Em nota conjunta, as entidades citaram uma “intervenção judicial nas regras previamente definidas” e afirmaram que as decisões representam uma “agressão à liberdade de imprensa” por forçarem a condução do debate em desacordo com regras acertadas havia meses entre a emissora e os partidos.
As associações se referem às decisões da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proibiu a exibição de um púlpito vazio com o nome do presidente Lula (PT), que não participaria do debate, e a formulação de perguntas que seriam dirigidas ao petista. Posteriormente, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a participação do candidato Renan Santos (Missão).
“As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa”, diz trecho da nota.
Abert, Aner e ANJ também afirmaram que os “excessos judiciais” prejudicaram o direito dos cidadãos de ter acesso às propostas dos candidatos que já haviam sido convidados e confirmado participação no debate.
Veja a nota na íntegra:
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se solidarizam com a TV Globo e manifestam profunda indignação com a intervenção judicial nas regras previamente definidas que levou ao cancelamento do último debate presidencial do primeiro turno.
As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa ao forçar a condução do debate em desrespeito a regras acordadas há meses entre a emissora e os partidos.
Infelizmente, os excessos judiciais atropelaram o direito de os cidadãos terem acesso às propostas dos candidatos que, conforme prevê a lei eleitoral, já tinham sido convidados e se dispuseram a participar do debate.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO (ABERT)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS (ANER)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ)
Com informações de O Globo
Foto: Marcelo TheobaldO jornal O Globo publicou o editorial “Sem liberdade não há debate”, no qual critica as decisões judiciais tomadas às vésperas do último debate presidencial e aborda os efeitos das determinações sobre a realização do encontro entre os candidatos. O programa, previsto para a noite desta quinta-feira (1º), acabou cancelado pela emissora. A seguir, o Blog do BG reproduz o editorial na íntegra.
Sem liberdade não há debate
Diante da interferência política da Justiça e das violações à Constituição e à liberdade de imprensa, a TV Globo tomou a única decisão cabível: cancelou o debate entre candidatos à Presidência da República previsto para hoje. Atendendo a uma demanda do PT, a ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou horas antes do debate que a Globo retirasse do palco o púlpito reservado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia desistido de participar, e que impedisse os demais candidatos de dirigir perguntas ao púlpito vazio, como determinavam as regras. De acordo com a ata da reunião que estabeleceu tais regras, assinada por representantes de todas as campanhas – inclusive a de Lula –, caso algum candidato decidisse não comparecer, o púlpito ficaria vazio, e os demais teriam direito a dirigir uma pergunta por bloco ao ausente.
Não foi a única decisão da Justiça a intervir no debate. Na última terça-feira, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, já havia determinado a inclusão do candidato Romeu Zema (Novo), adotando uma interpretação elástica da lei eleitoral, segundo a qual partidos com mais de cinco parlamentares têm direito a participar (o Novo tinha três no início da atual legislatura, mas a decisão considerou os cinco logo antes do início da campanha). Por fim, o ministro Gilmar Mendes determinou, também horas antes do debate, a inclusão do candidato Renan Santos (Missão), ainda que ele não satisfizesse às exigências acordadas previamente.
Indicada ao cargo pelo próprio Lula, a ministra Estela Aranha criou um desequilíbrio em favor do candidato petista, em detrimento dos demais postulantes ao Planalto. Depois da decisão, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), cuja presença estava confirmada, também anunciou sua desistência.
Regras prevendo o púlpito vazio também foram adotadas noutros debates na atual campanha e em campanhas anteriores, e não apenas pela Globo. Em todos, foram respeitadas sem queixas. Tanto que, no primeiro debate deste ano, organizado pela Band, Lula e Flávio faltaram, e o espaço reservado a ambos ficou vazio diante das câmeras. No primeiro turno na eleição de 2006, o mesmo Lula deixou de comparecer ao debate da Globo – e perguntas foram dirigidas ao púlpito vazio pelos candidatos adversários. Por que as mesmas regras não deveriam valer nesta eleição?
Em sua liminar, a ministra argumenta que “a medida tem potencial para causar situação de desequilíbrio entre os participantes, conferindo espaço autônomo para referências a candidato ausente sem observância da dinâmica dialética que caracteriza o instituto do debate eleitoral”. Ora, trata-se de uma alegação sem nexo. Para observar a “dinâmica dialética”, bastaria a Lula comparecer ao debate. Sua ausência em nada evitaria citações a seu nome. Quem fez mal a si mesmo foi o próprio Lula.
O debate existe para informar o eleitor sobre ideias e propostas num ambiente jornalístico livre, não numa entrevista controlada. Todos os candidatos deveriam comparecer. Desistir de debater e entrar com o pedido de liminar junto ao TSE demonstra desrespeito não apenas com o documento firmado estabelecendo as regras, mas também com o eleitor. E mancha as até agora limpas credenciais democráticas do próprio Lula. Não há condição de realizar um debate livre se a Justiça intervém horas antes numa afronta à liberdade de imprensa. A politização perniciosa que tem acometido os tribunais superiores no Brasil justifica plenamente a decisão da Globo.
[VÍDEO] Zema chama cancelamento de debate da Globo de “vergonha nacional”. https://t.co/Z1wug8RGyY pic.twitter.com/Al4VWYtfmj
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) October 2, 2026
Romeu Zema (Novo) criticou o cancelamento do debate presidencial da TV Globo e afirmou que o país vive uma situação de “vergonha nacional”.
O candidato criticou as decisões judiciais tomadas pouco antes do debate e afirmou que o Judiciário está “fazendo política” no Brasil. Zema também disse que regras estabelecidas anteriormente deveriam ser cumpridas.
“Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, afirmou. Zema ainda acusou a Justiça de atuar para beneficiar o presidente Lula (PT) e falou em um cenário de insegurança jurídica.

Foto: Reprodução/FlowPodcast Youtube
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva justificou sua ausência no debate da TV Globo durante participação no Flow Podcast, transmitido quase no mesmo horário em que o confronto entre os candidatos ocorreria. O petista classificou os debates como “infrutíferos” e afirmou que os adversários aproveitam o espaço para “fazer gracinha” e buscar likes em vez de discutir o país de forma séria.
O evento foi cancelado pela emissora a menos de três horas de sua realização após sucessivas decisões de ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) alterarem a dinâmica do confronto.
A dinâmica do debate sofreu alterações em cima da hora devido a duas decisões judiciais. A ministra do TSE, Estela Aranha atendeu a um pedido da campanha do PT e proibiu a emissora de exibir de forma destacada a cadeira vazia de Lula. Já o ministro do STF, Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) como um dos convidados do embate.
A ata original de regras, assinada por todos os partidos, inclusive o PT, estipulava que a ausência de um candidato resultaria na manutenção de um púlpito vazio. Contudo, em relação aos convidados, a legislação eleitoral desobriga convites a legendas sem representação mínima de cinco parlamentares na Câmara, como é o caso do partido Missão.
Diante do cenário, a TV Globo apontou que as decisões judiciais de última hora geraram insegurança jurídica e representaram uma interferência indevida na liberdade de imprensa para organizar debates eleitorais. Flávio Bolsonaro (PL), principal adversario de Lula, também havia desistido de participar após as mudanças nos critérios.
Durante a entrevista, Lula questionou as regras que igualam o tempo de exposição de candidatos com grande e pequena expressividade nas pesquisas e destacou que já é muito conhecido pelo eleitorado.
O presidente também endureceu as críticas contra Flávio Bolsonaro, comparando a disputa atual com pleitos anteriores e desqualificando o opositor ao afirmar que ele não tem passado, presente ou futuro político.
Com informações de O Globo
esse vagabundo tem medo da vdd.
[VÍDEO] Pablo Marçal pede para que Caiado, Zema e Cury desistam de candidaturas para apoiar Flávio Bolsonaro https://t.co/QdxoOEuPYs pic.twitter.com/euSTETFTpL
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) October 2, 2026
Vídeo: Reprodução/Redes Sociais
O influenciador Pablo Marçal (PRTB) fez um apelo aos candidatos considerados ‘nanicos’ em prol de uma união da direita à candidatura de Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal à Presidência da República. A súplica do coach foi realizada durante uma coletiva de imprensa, onde ele pediu que Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e (AVANTE) se aliem ao filho de Jair Bolsonaro já no 1° turno e desistam de suas próprias candidaturas.
“Estou falando com o Caiado pra ele parar de fazer o que ele tá fazendo, porque ele poderia ser o melhor ministro da segurança pública da história. Caiado, tá em tempo ainda, tô do lado aqui do Flávio. O Flávio gosta de você, a gente fala bem de você, você fez um ótimo serviço. Faz o final ser o melhor, cara”, disse Pablo Marçal.
O influenciador também direcionou sua fala aos candidatos Zema e Cury. “Zema, por favor, você já viu que não tracionou. (0:21) Vem andar com a gente. Cury, eu sei, eu te respeito, você tem investido seu tempo, mas nós estamos contra um mal maior. Nós temos que quebrar nossas diferenças”, concluiu o influenciador.
[VÍDEO] CONTRADIÇÃO E IMPASSE: Malu Gaspar expõe versão cruzada entre Paulinho da Força e Renan Santos sobre ação judicial https://t.co/ZzwzkshUQJ pic.twitter.com/7j83x2AyyR
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) October 2, 2026
Vídeo: Reprodução/GloboNews
Os bastidores que envolveram o cancelamento do debate presidencial na televisão ganharam um novo capítulo de questionamentos sobre a transparência das articulações políticas e jurídicas. Em cobertura jornalística exibida pelo programa Em Pauta, da GloboNews, a jornalista Malu Gaspar apontou contradições diretas nas versões apresentadas pelos envolvidos na ação judicial que culminou no impasse.
De acordo com a apuração relatada no ar, o deputado Paulinho da Força afirmou que teria ingressado com a ação judicial a pedido de Renan Santos. No entanto, a versão foi frontalmente desmentida pelo próprio Renan Santos, que negou ter feito qualquer pedido nesse sentido ao parlamentar.
Diante do choque de declarações, a repórter cobrou esclarecimentos públicos sobre o real papel de cada personagem nesse enredo. Para Malu Gaspar, a falta de clareza alimenta a percepção pública de uma suposta armação nos bastidores, o que inevitavelmente gerará cobranças e questionamentos severos por parte da Justiça Eleitoral.
A Globe está começando a sentir o gosto da demogracinha. Quem era a ameaça para a democracia hein cumpanhêros?

Foto: Divulgação/Campanha Zenaide Maia
A nova pesquisa TCM/TS2, divulgada nesta quinta-feira (1º), mostra Zenaide Maia com 23% dos votos válidos na soma do primeiro e do segundo voto para o Senado no Rio Grande do Norte. O levantamento coloca a senadora em segundo lugar, com 8,2 pontos percentuais de diferença para Samanda de Lula, que aparece com 14,8%. Styvenson Valentim registra 36%.

Na sequência, aparecem Coronel Hélio, com 14,2%, Rafael Motta, com 9,5%, e Tércio Tinoco, com 1,4%. Sandro Pimentel registra 0,7%, enquanto Rosália Fernandes, Sônia Godeiro e Professor Guilherme têm 0,1% cada. Luciana Mandu e Clóvis Costa do Coletivo não pontuaram.
A pesquisa ouviu 1.800 eleitores em 71 municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre 26 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-08184/2026 e RN-01672/2026.
[VÍDEO] É UM BRINCANTE: Lula defende proibição das bets às vésperas das eleições e diz que não sabia do problema antes https://t.co/rZZXMHgPyS pic.twitter.com/GWMRKbZ6f8
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) October 2, 2026
Vídeo: Reprodução/FlowPodcast/Pleno News
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou as repercussões em torno de seu veto às chamadas bets (sites de apostas esportivas), ocorrido a poucos dias da eleição, durante entrevista no Flow Podcast nessa quina-feira (1). Questionado pelo entrevistador Igor Coelho sobre a proximidade temporal da medida com o pleito eleitoral, Lula justificou que a decisão foi tomada no momento em que o problema se apresentou e que ele próprio não tinha conhecimento prévio da gravidade em que a situação tinha chegado.
O presidente afirmou que muitas pessoas em reuniões internas alertavam contra o fim ou a restrição das apostas por conta de possíveis retaliações políticas ou pressões de parlamentares. No entanto, Lula rebateu que a prioridade foi impedir que a população de baixa renda continuasse sendo prejudicada financeiramente pelo avanço das apostas, usando recursos essenciais de subsistência.
“A única coisa que eu tenho é que eu tomei a decisão de não permitir que o povo pobre seja estorquido, vendendo o dinheiro do feijão, do leite, do pão, do filho, para jogar”, declarou o presidente durante a conversa.
Questionado sobre o motivo de não ter agido anteriormente, como no início de 2026, Lula ponderou que a tomada de decisões depende do momento em que os fatos ganham gravidade e chegam ao seu conhecimento, reforçando que a medida teve caráter de proteção social e não eleitoral.
Canalheces tá entranhada no DNA.
Sempre foi assim e vai morrer assim.
Não tem jeito.
Chega da pena a inocência dessa criatura!
Rato rato rato
Pela primeira vez em 13 anos de desmando do PT estou preocupado. Se a ALMA MAIS HONESTA DO BRASIL está sendo investigado, com fortes indícios de envolvimento com ilegalidades, quando será minha vez? Vou sentar, tomar uma e aguardar minha vez….. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Caro, antes de abrir a porta veja pelo olho mágico se é o japa da PF. kkk