FOTOS: Professor de Sociologia que semeou polêmica com aluna e filha de 5 anos na UFRN colhe protesto

Alunos da UFRN realizam na manhã desta terça-feira protesto contra o professor Alípio Sousa Filho que na semana passada se envolveu em polêmica ao negar que uma aluna assistisse aula com sua filha de cinco anos.

Os alunos estão fixando cartazes em um dos corredores com dizeres como “Lugar de mãe também é na universidade” e “Creche já”.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PAÍS DA PUTARIA DO CÃO INFINITA disse:

    just putary forever!

  2. POTIGUAR disse:

    "LUGAR DE MÃE TAMBÉM É NA UNIVERSIDADE " Bravoooooooo….
    LUGAR DE CRIANÇA É NA CRECHE OU NA ESCOLA BRINCANDO COM GENTE DO SEU TOP E DO SEU NÍVEL, NÃO OUVINDO AS CONVERSAS SAFADAS DOS ADULTOS PRINCIPALMENTE AS QUE ROLAM NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES AQUI DE NATAL.

  3. Edu disse:

    O Professor agiu corretamente, Universidade não é creche, duvido que quando essa mãe vai para uma festa não tenha com quem deixar a filha. Criança é a melhor coisa do mundo, mas que não combina com sala de aula, a inquietude com certeza atrapalhará o Professor e os alunos.

  4. Patricia disse:

    Lamentavelmente vejo comentarios a favor desse professor. Sinceramente, me decepciona esse tipo de gente!

  5. Marcelo disse:

    "LUGAR DE MÃE TAMBÉM É NA UNIVERSIDADE " Certíssimo, só NÃO É LUGAR DE CRIANÇA!

  6. Chico disse:

    Olhando a foto desse povo dá vontade de rir.
    Não vejo estudantes, vejo um bando de desajustados, tenho pena do futuro do país.
    Se o professor errou na abordagem cobrem junto a universidade uma ação, mais isso já é palhaçada.
    Se todas as mães e pais levarem seus filhos para sala de aula, tenho pena dos filhos, pois eles iram ver algo que os deixaram traumatizados para o resto de suas vidas, o comportamento de seus pais.

  7. Elion disse:

    A UFRN já agora.

  8. joao disse:

    Universidade bancada com dinheiro dos trabalhadores e de empresas.. alunos mimimimi… Muita "producao social", servindo pouco as empresas e ao povo, a um custo insustentável. Nao é obrigacao da UFRN abrir creche pra atender aos alunos. Obrigacao é do municipio atender a crianças ate 6 anos. As empresas, apenas se tiver funcionarias amamentando, pagar auxilio creche a seus funcionarios. Aluno nao é funcionario. CF (artigo 208, IV) e o ECA (artigo 54, IV). Se for esse entendimento, universidade privadas vao ter que subir suas mensalidade pra bancar auxilio creche aos alunos que tem filhos ate os 6 anos. Nao faz sentido. Aluno em horario de aula nunca foi trabalhador.

  9. Capitão caverna disse:

    Era uma vez a UFRN… conseguiram destruir nossa universidade com ideologias atrasadas.

  10. Reginaldo Menezes disse:

    acredito, que filho menor de 5 anos, não deveria está dentro de sala de aula, pelo desconforto e o horário, que não é adequado para o menor. não tendo mesmo com quem deixar. paciência entre alunos e professores. mais é um pouco vexatório para todos os envolvidos, principalmente para a criança.

    agora, o que o professor, tão "estudado" fez. merece um processo de assedio, e ser afastado para tomar medidas administrativas, e voltar a ter aula de boas praticas.

    Educação e bom!
    E todos Gosta…

  11. Daniel Sam disse:

    Nesse episódio, o único erro do professor foi o autoritarismo exacerbado. Poderia conversar em off com a aluna. Uma vez perdida em uma situação esporádica, é admissível uma mãe levar um filho a um local de trabalho ou estudo. Agora rotineiramente, jamais!!!!

  12. Helio Mota disse:

    Se todo aluno que também tem filho levar o rebento para a aula, no que se transformará a UFRN, numa creche de 3º grau?
    Infelizmente essa geração de recalcados, que só conhecem o que acham ter direitos, que juram estar sempre certos, ainda vai acabar com a Universidade.
    Depois o mimimi vai ser ainda maior.

  13. Rick disse:

    Pode ser um enorme preconceito (quero que alguém me repreenda se estiver errado), mas quando vejo esses estudantes de humanas das universidades públicas, excetuando os de uns dois ou três cursos, vejo pessoas que ambicionam tão somente se tornarem dependentes do Estado. Não vejo como pessoas que queiram empreender, inovar ou desenvolver algo que agregue economicamente. Vejo sim como aspirantes a trabalhar em sindicatos, ONGs ou no máximo ensinando (para alunos que igualmente têm as mesmas aspirações). Para além de uma péssima alocação de recursos, há uma contaminação ideológica que ajuda a manter o Brasil no atraso e em preconceitos anti-liberais.

    • Daniel Sam disse:

      Santa ignorância leitor. Vc queria que o pessoal de exata tivesse esse perfil? É muito obvio que seja assim. Vc não pode generalizar pois o curso que mais empreende é ADM e apesar de ser de base matemática, é da área de humanas. Pois empreender em negócios remete à organizações que são feitas de pessoas e para pessoas!!!

    • Rick disse:

      Que ponto da frase "excetuando os (estudantes) de uns dois ou três cursos" vc não entendeu?

    • Maria Helena disse:

      Patrícia, não é necessariamente a favor de Alípio. É a favor da categoria. O professor, qualquer que seja ele, precisa ser respeitado em suas decisões. É preciso separar a grosseria de Alípio do direito que ele tem em determinar que, no ambiente de trabalho "dele", cabe a ele autorizar ou não a presença de "estranhos" – qualquer que seja – em sala de aula. Tirar essa autoridade dele é o mesmo que tirar a autoridade de uma pessoa de decidir quem pode entrar em sua própria casa.

  14. Carlos Teixeira disse:

    Será falta, ausência ou carência de alguma coisa???

  15. Nelson disse:

    Sala de aula não é lugar pra levar filho pequeno. Simples assim. Mas ninguém hoje pode ser mais contrariado por qualquer tipo de autoridade.

    • Tatiana disse:

      Lugar de criança é com a mãe, e não atirados nas creches, sozinhos e sujos, como gente como você gosta de pensar.

  16. anonimo disse:

    Espero que façam cartazes contra os políticos corruptos do RN. Até agora não vi nenhum.

  17. Jorge Rodrigues disse:

    Lamentavelmente, a UFRN transformou-se em um celeiro de mi mi mi. Vamos estudar meu povo.

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