
Registro em Natal por Junior Santos
Com informações do Yahoo Notícias
O presidente Lula (PT) teve cerca de 8 minutos a mais de tempo de fala que Flávio Bolsonaro (PL) durante as sabatinas realizadas pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O levantamento, divulgado pela coluna de Cláudio Magnavita, no Correio da Manhã, cronometrou os 40 minutos destinados a cada entrevista.
Segundo os dados, Lula falou por 29 minutos e 5 segundos, enquanto Flávio teve 21 minutos e 34 segundos para responder aos questionamentos dos apresentadores Renata Vasconcellos e César Tralli.
A diferença ocorreu principalmente em razão do tempo utilizado pelos jornalistas.
Na sabatina de Flávio, Tralli e Renata falaram por 18 minutos e 2 segundos.
No caso de Lula, os apresentadores do JN ocuparam 13 minutos e 36 segundos do tempo da entrevista, ou seja, 4 minutos e 26 segundos a menos, comparado ao tempo de fala da dupla quando sabatinou Flávio.
O levantamento aponta que, na prática, o senador do PL teve quase 45% do tempo da entrevista consumido pelas intervenções dos apresentadores, enquanto Lula ficou com uma parcela significativamente maior do tempo total para apresentar suas respostas, mais de 70% do tempo.
Mesmo uma sabatina não estabelecendo uma divisão rígida do tempo entre perguntas e respostas, fica nítida a diferença. No fim das contas, Lula teve um tempo maior para expor suas posições, enquanto Flávio foi mais interrompido pelos apresentadores.
Diante do avanço no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, a principal entidade representativa do setor terciário brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de suas 34 federações e sindicatos filiados, lançaram neste fim de semana (29 e 30 de agosto) uma campanha nacional conjunta com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.”
Se trata de um apelo aos Senadores que debatem a PEC que limita a carga horária nacionalmente sobre os graves riscos de acelerar uma mudança constitucional rígida sobre a jornada de trabalho em um momento de acentuada fragilidade econômica.
O setor produtivo destaca que a economia brasileira já enfrenta condicionantes severos: juros altos, crédito caro e restritivo, endividamento recordes das famílias, inadimplência sem precedentes entre as empresas, desinvestimento e saída de empresas estrangeiras do País. Ao mesmo tempo, o fim da Taxa das Blusinhas, um agravante na concorrência desleal para o varejo nacional, também é avaliado como parte do pacote de aprovações em um período sensível em que interesses políticos atravessam escolhas econômicas.
Impor uma elevação abrupta nos custos operacionais – em um setor onde mais de 90% da mão de obra atua no regime 6×1 – significará repassar esse peso para o consumidor final em forma de inflação, gerando retração de vagas e aumento da informalidade, além do já mapeado prejuízo aos empresários que pagam impostos de importação muito maiores do que são isentados da Taxa da Blusinhas. O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, reforça a necessidade de responsabilidade e ponderação no debate legislativo neste contexto.
“O setor terciário não se opõe ao debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas uma decisão dessa magnitude exige análise técnica, diálogo e profunda responsabilidade. A conta para quem produz e emprega no Brasil já está alta demais. Votarmos esta alteração constitucional drástica nas relações de trabalho, de forma apressada e às vésperas de um processo eleitoral, é colocar em risco a estabilidade de milhões de micro e pequenas empresas e a própria manutenção dos empregos formais de toda a cadeia produtiva. O caminho seguro continua sendo a negociação coletiva, que respeita as realidades de cada região e setor. Agora é o momento de preservar a economia e garantir a segurança jurídica do País”.
O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca que o comércio, os serviços e o turismo possuem realidades muito diferentes, e uma regra única pode produzir consequências graves para pequenas empresas, empregos e até para os preços pagos pela população. “A nossa defesa é pelo diálogo, pela negociação coletiva e por uma transição responsável. Trata-se de encontrar um equilíbrio que proteja o trabalhador, preserve as empresas e garanta empregos”, defende.
O Sistema Comércio apela aos senadores da República por sensatez e serenidade, defendendo que a readequação de jornadas ocorra via convenções coletivas de trabalho, em respeito à soberania das decisões negociadas entre trabalhadores e empregadores, conforme previsto na constituição atual desde a reforma trabalhista de 2017. Temas como este e a taxação de importações diretas geram custos e efeitos a curto, médio e longo prazo que demandam um debate maior e sem a pressa dos prazos eleitorais.
Avanços na medicina reprodutiva e exames de imagem especializados ajudam mulhe-res a mapear a doença e decidir de forma segura entre a abordagem cirúrgica e a Fertilização in Vitro
Para muitas mulheres e casais do Rio Grande do Norte, a jornada para gerar uma nova vida pode esbarrar em desafios complexos e silenciosos. Entre as condições mais investigadas nos consultó-rios de reprodução humana está a endometriose — uma doença que, embora muito debatida, ainda gera dúvidas cruciais na hora de definir o tratamento adequado para quem deseja engravidar.
A endometriose é caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio (camada da menstruação) fora do útero, podendo atingir ovários, tubas e até o intestino. No entanto, a medici-na reprodutiva moderna alerta: encontrar a endometriose não é necessariamente o fim do mistério para quem tem dificuldade de engravidar.
“Muitas vezes, a descoberta de focos leves de endometriose não altera o fato de que a paciente precisará de auxílio para engravidar. O verdadeiro salto de qualidade na medicina atual não é ape-nas diagnosticar a doença, mas sim mapear sua gravidade para tomar a decisão mais assertiva: operar ou focar na reprodução assistida”, apontam os especialistas.
O desafio da escolha: Cirurgia ou FIV? A relação entre a endometriose e a fertilidade é multifa-torial. A inflamação crônica pode prejudicar a qualidade dos óvulos e a implantação embrionária, enquanto casos mais severos podem causar distorções anatômicas. A partir de um diagnóstico pre-ciso, abrem-se caminhos distintos, que exigem avaliação médica minuciosa:
• A via cirúrgica: É frequentemente recomendada quando a mulher apresenta dores pélvicas incapacitantes que afetam sua qualidade de vida, ou quando há lesões profundas que distor-cem a anatomia pélvica a ponto de inviabilizar o funcionamento das trompas. A cirurgia minimamente invasiva foca em restabelecer a anatomia e aliviar a dor.
• A Fertilização in Vitro (FIV): Em muitos quadros — especialmente quando a reserva ovariana já está reduzida, a idade da mulher é um fator de atenção ou não há dor limitante —, a cirurgia pode não ser o melhor primeiro passo. A FIV surge como o tratamento pa-drão-ouro por permitir que o processo de fecundação ocorra fora do ambiente inflamatório da pelve, contornando as barreiras físicas e acelerando o caminho até a gravidez.
Em algumas situações mais complexas, a abordagem pode ser combinada, exigindo uma integra-ção total entre cirurgiões ginecológicos e especialistas em reprodução humana.
A importância do exame especializado
Para que essa decisão seja tomada com segurança, o ultrassom pélvico de rotina não basta. A pre-cisão diagnóstica atual baseia-se em exames com protocolos específicos, em especial quando há um exame clínico compatível, como a Ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e a Ressonância Magnética da pelve, que conseguem mapear os focos da doença em detalhes.
Contudo, os médicos lembram um mito recorrente: a intensidade da dor não reflete a gravidade das lesões anatômicas. Mulheres com poucos sintomas de dor podem ter quadros de infertilidade, re-forçando a necessidade de investigação técnica.
Experiência e olhar individualizado no RN No Rio Grande do Norte, a medicina reprodutiva tem acompanhado essa evolução global de perto. O DNA Fértil, instituição com atuação desde 1997 em Natal, reforça que o cuidado com a fertilidade exige ir além de protocolos padronizados.
Com quase três décadas de experiência, a clínica destaca que evitar diagnósticos genéricos e conduzir uma investigação profunda sobre a reserva ovariana, o fator masculino e o estadiamento da endometriose é o que transforma a ansiedade dos casais em um plano de ação claro, seguro e hu-manizado.
A recomendação central é o aconselhamento especializado. Mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar ou que já possuem diagnóstico de endometriose e desejam ser mães devem procu-rar um médico especialista em reprodução humana para avaliar as reais necessidades do seu caso, garantindo que o tratamento escolhido proteja não apenas a sua saúde, mas também o seu potencial fértil.
Sob a justificativa de que o odor natural é mais atraente, a nova tendência entre homens da geração Z é o Pheromone Maxxing. A geração Z compreende o grupo de pessoas nascidas entre 1997 e 2012. Adeptos ao movimento, meninos e jovens adultos têm deixado de tomar banho, escovar os dentes e usar desodorante antes de encontros, afirmando que essas práticas fazem os feromônios masculinos ficarem mais perceptíveis para possíveis parceiras. Alguns ainda vão além: usam camisas sujas e bebem a própria urina como uma forma de eliminar toxinas pelo suor.
Feromônios são compostos químicos que transmitem sinais entre membros da mesma espécie. Na natureza, já foram documentados entre insetos e outros animais, sendo muito associados a instintos reprodutivos. Entretanto, os estudos sobre feromônios nos seres humanos são inconclusivos, ou seja, não há qualquer evidência científica de que deixar de tomar banho ou usar desodorante aumente as chances de atrair parceiros.
O fenômeno do Pheromone Maxxing surgiu a partir do movimento Looksmaxxing, voltado para a maximização da aparência, no qual os usuários usam as redes sociais para compartilhar o processo de otimização do físico, muitas vezes adotando medidas extremas, como procedimentos cosméticos e dietas drásticas, para alcançar esse objetivo.
Comportamento patológico.
Minutos após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (31) que suspendeu a propaganda eleitoral digital, os repasses e gastos com recursos do Fundo Eleitoral e a participação em debates e outros meios de comunicação, Renan Santos (Missão) se manifestou pelas redes sociais dizendo que foi “censurado” pelo ministro Dias Toffoli.
Em protesto contra a decisão, Renan trocou a foto dos perfis oficiais de sua campanha nas redes sociais.
O ministro determinou a suspensão cautelar após apontar que 16 perfis utilizados pelo candidato foram informados à Justiça Eleitoral 12 dias depois do pedido de registro da candidatura. Para Toffoli, a omissão poderia permitir que as contas fossem tratadas pelas plataformas como perfis comuns e, assim, obtivessem vantagem por meio dos algoritmos de recomendação.
A decisão de Toffoli é cautelar e não determina, por enquanto, o indeferimento da candidatura. Renan e o partido terão 24 horas para informar quando os perfis passaram a ser utilizados para propaganda eleitoral e se existem outras contas usadas pela campanha. O descumprimento da determinação pode levar ao indeferimento do registro.
Em vídeo publicado nas redes sociaisum dia antes da decisão do TSE, Renan já havia comentado sobre o risco de sua candidatura e criticado a possibilidade de ser acusado de abuso de poder econômico.

“Eles estão falando aqui de um caso que está dando problema no TSE para um monte de gente, do registro das redes sociais de todos os candidatos. É um problema que envolve o TSE, é um problema interno de sistema ali, que já foi resolvido há muito tempo”, afirmou.
Renan também disse que sua campanha é uma das mais baratas entre os candidatos e que depende de vaquinhas e doações privadas. “Eu posso ser enquadrado por abuso de poder econômico. […] As campanhas dos outros estão usando centenas de milhões de reais, por dentro e por fora. E eu estou abusando do poder econômico”, declarou.
Ele tem todo o direito de ser candidato. O sr. Toffoli está equivocado.
Esse cara é um descontrolado, a cara dele não nega, um príncipe desse sendo presidente do Brasil seria uma comédia.
Segundo o ministro, perfis irregulares estariam divulgando conteúdos favoráveis ao candidato.
Toffoli, relator do pedido de registro de candidatura de Renan, determinou a suspensão da realização de propaganda eleitoral da chapa do Missão, de repasses do Fundo Eleitoral e do direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.
O ministro já havia adiado o julgamento do registro de candidatura de Renan durante o fim de semana.
“A constatação é suficiente para, no exercício do poder geral de cautela, determinar, de ofício, medidas necessárias para impedir a continuidade dos benefícios obtidos de forma inidônea em razão da omissão dos endereços”, diz um trecho da decisão.
A decisão vale também para o candidato à vice-presidente, Aroldo Medina.
g1
Um dia depois de se apresentar no Jornal Nacional como candidato à Presidência comprometido com os mais pobres, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, sem vetos, a Lei Complementar 235. A medida, publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (28), altera regras fiscais e abre espaço no Orçamento, com impacto direto sobre os recursos destinados à saúde e à educação.
Segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, a mudança pode reduzir em R$ 4,7 bilhões o piso constitucional da saúde em 2027. Além disso, até R$ 3 bilhões de recursos que deveriam ser destinados adicionalmente à saúde e à educação em 2027 foram antecipados para 2026.
Estimativas de economistas apontam que o impacto conjunto nas duas áreas pode chegar a R$ 16,6 bilhões no próximo ano.
A principal alteração retira da base de cálculo do piso da saúde receitas obtidas com petróleo, estimadas em R$ 31 bilhões para 2027. Na prática, os 15% previstos na Constituição continuam valendo, mas passam a incidir sobre uma base menor, reduzindo o volume de recursos destinados à área.
A inclusão dessas medidas ocorreu durante a tramitação do projeto que tratava da redução de impostos sobre combustíveis. As mudanças foram negociadas com a equipe econômica do governo e aprovadas rapidamente pela Câmara e pelo Senado em 12 de agosto. No Senado, um destaque apresentado pelo PL para retirar o dispositivo foi derrotado por 43 votos a 20. Os nove senadores do PT votaram pela manutenção da medida.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reconheceu que houve a exclusão de receitas do petróleo da base de cálculo da saúde e classificou as alterações como “ajustes e reformas por dentro dos pisos”. Segundo ele, a medida ajudará a conter despesas obrigatórias e “abrir espaço para o ano que vem”. O governo também prevê economia de cerca de R$ 10 bilhões em 2027 com as mudanças.
Com informações de Poder 360
Só DESGRAÇA o que vem dessa oitava praga do Egito 🤢🤮💩
A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) participou, neste domingo (29), de uma grande mobilização política em Nova Cruz, no Agreste potiguar. A programação foi dividida em dois momentos. Pela manhã teve um grande adesivaço com participação de mais de 300 veículos. Já à tarde, um arrastão quilométrico percorreu as ruas da cidade, reforçando o apoio do prefeito Joquinha Nogueira e do ex-prefeito Flávio de Beroi à reeleição de Carla.
“É com muita alegria que voltamos a Nova Cruz. Um povo lindo e acolhedor, que sempre nos recebeu de braços abertos. Ao lado de Flávio de Beroi e agora de Joquinha Nogueira já fizemos muito por essa cidade, e tenho a agradecer por essa calorosa receptividade para que possamos continuar juntos e fazendo cada vez mais”, afirmou Carla Dickson.
A deputada foi recebida com manifestações de carinho e apoio pela população. Nova Cruz é considerada uma das cidades onde Carla deverá conquistar uma expressiva votação nas eleições de outubro deste ano. O Senador Styvenson Valentin e o candidato a vice-governador, Babá, também estiveram presentes nas mobilizações.
Durante seus mandatos, a deputada Carla Dickson já destinou mais de R$ 9 milhões em recursos para Nova Cruz, voltados para melhorias em diferentes áreas e serviços públicos, reforçando o compromisso com o município e sua população.
minha eterna suplente vai ficar na primeira suplência novamente, com fé em Jeová!
E Flávio Bolsonaro vai participar da campanha?
Novos detalhes da Operação Oxigênio Financeiro, deflagrada pelo GAECO/MPRN na última quinta-feira (27), revelam como estava organizada, segundo a investigação, a estrutura do grupo suspeito de desviar mais de R$ 37 milhões em recursos públicos destinados a serviços de home care no Rio Grande do Norte. A decisão judicial que autorizou a operação, obtida com exclusividade pelo Blog do BG, aponta Gilsuly Ferreira de Moura e Rayanne Moura Dantas como os “líderes” do esquema.
De acordo com o documento, o casal teria articulado a criação das empresas Tree of Life e Evolution Home Care, utilizadas, segundo o GAECO, como supostas concorrentes da Dolce Vitta. As três empresas funcionariam, na prática, como um único grupo, operando sob um “rigoroso caixa único”, compartilhando a mesma sede física, frota de ambulâncias, cartões de abastecimento e a mesma equipe administrativa, formada por Eliene de França Freitas, Mariano Bernardo da Silva Filho e Aurora Elisa Guimarães Mafra.
Eliene de França Freitas é descrita como “laranja gestora” e “peça-chave na coordenação operacional das fraudes”. De acordo com a investigação, ela acumulava a função de gerente multidisciplinar da Tree of Life e de diretora-presidente da Universo Cooper, apontada como uma pessoa jurídica fictícia sob seu comando, que funcionaria como uma espécie de “departamento pessoal” das empresas Dolce Vitta, Tree of Life e Evolution Home Care. A cooperativa teria sido utilizada, ainda segundo o GAECO, para viabilizar sonegações fiscais e fraudes trabalhistas.
Eliene de França é apontada ainda como responsável pela “gestão do fluxo financeiro e da contabilidade oculta”, junto com Mariano Bernardo e Aurora Elisa. A decisão cita também outros integrantes com funções no grupo investigado pelo GAECO. Maciel Gomes aparece como responsável pelo “planejamento tributário espúrio”, enquanto o advogado Ennio Ricardo é apontado como uma espécie de “diretor jurídico”, coordenando as chamadas “fraudes processuais”. Já Kleysiane Cristina, Maria Edineide e Thayaná Paloma são citadas como pessoas que atuariam como “laranjas”, com a finalidade de ocultar os verdadeiros proprietários do grupo.
A investigação aponta ainda que o dinheiro obtido com o suposto esquema teria sido lavado por meio de outros negócios. Entre as empresas citadas estão a Infinity Holding, a Clínica Médica Atend Já (unidade Zona Norte), o Salão de Beleza Vitta Color e a Cafeteria Mr. Black. O documento indica que esses empreendimentos teriam sido utilizados para reinserir na economia formal recursos supostamente desviados da saúde pública.
Como funcionava o esquema
A fraude investigada começava, segundo o MPRN, com laudos médicos superdimensionados, utilizados para obter decisões judiciais de urgência obrigando o poder público a custear serviços de home care. Depois, empresas ligadas ao mesmo grupo apresentavam orçamentos previamente combinados, criando uma falsa concorrência e permitindo que os contratos fossem concentrados nas empresas do próprio núcleo.
Após os recursos serem liberados por decisões judiciais, o grupo teria alimentado uma estrutura empresarial paralela, utilizado pessoas como laranjas e adquirido ou financiado outros negócios. O MPRN estima que mais de R$ 37 milhões tenham sido desviados dos cofres do Estado e do Município de Natal. A Operação Oxigênio Financeiro é um desdobramento da Operação Curari Domi, que identificou um aumento considerado anormal na judicialização dos serviços de saúde.
A operação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. Foram apreendidos documentos, celulares, computadores, dinheiro em espécie e outros bens.
VEJA TAMBÉM: OPERAÇÃO OXIGÊNIO FINANCEIRO: Entenda como era o esquema de fraude milionária de home care investigado pelo MPRN
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) chegou a R$ 10,9 trilhões em julho, equivalente a 82,5% do PIB, informou o Banco Central nesta segunda-feira (31). É o maior patamar desde abril de 2021, quando a dívida estava em 82,6% do PIB. O Governo Geral compreende o governo federal, o INSS, os governos estaduais e municipais.
No acumulado de 2026, a dívida aumentou 3,9 pontos percentuais em relação ao PIB. Quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu a Presidência, em janeiro de 2023, a dívida correspondia a 71,38% do PIB.
Em junho, a relação era de 81,9%. A alta de 0,6 ponto percentual no mês foi puxada principalmente pelos juros nominais, que acrescentaram 0,8 ponto, e pelas emissões líquidas de dívida, com impacto de 0,2 ponto. O crescimento do PIB nominal reduziu o indicador em 0,5 ponto.
Apesar da alta do endividamento, o setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 1,4 bilhão em julho, revertendo o déficit de R$ 66,6 bilhões registrado no mesmo mês de 2025. O governo central teve superávit de R$ 11 bilhões, enquanto governos regionais e estatais registraram déficits de R$ 8,5 bilhões e R$ 1,1 bilhão.
Em 12 meses até julho, porém, o setor público acumulou déficit primário de R$ 89,3 bilhões, equivalente a 0,67% do PIB. No mesmo período, os juros nominais somaram R$ 1,15 trilhão, ou 8,67% do PIB, levando o déficit nominal a R$ 1,24 trilhão (9,34% do PIB).
Com informações de CNN
2021 ainda estávamos sob pandemia né? O governo teve a competência de aumentar a dívida sem pandemia
Se lula continuar aí vamos se lascar de vez
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