O engenheiro Luiz Parente é autor do projeto da obra de Ponta Negra e apresentou ontem como deverá ficar o calçadão após a reforma e reestruturação.
A obra vai levar 5 meses e o modelo que será executado de proteção será o de “Enrocamento”.
De acordo com Luiz Parente, esse método consiste na construção de um paredão de pedras que servirá como proteção contra a erosão provocada pelas grandes marés. O projeto também prevê a construção de 20 escadas e 10 rampas de acesso.
Triste! Vão matar uma boa parte da praia. Quem conheceu Ponta Negra, antes do estrago desse "projeto de urbanização" dos anos 90, sabe que o mar sempre esteve no seu lugar, e com maré cheia chegava a quase bater nos muros das casas. Não sou afeita a saudosismos, mas o que estão fazendo com Ponta Negra é radicalmente contrário do que se espera de um projeto de "Cidades Sustentáveis". Estão "matando" a nossa praia.
Simplesmente horrível. Essa pseudo-urbanização da praia de Ponta Negra foi uma das piores coisas que o poder público fez em Natal. Quem conheceu Ponta Negra antes dessa aberração que fizeram lá nos anos 90 sabe do que estou falando. Se alguém for escrever um dia sobre isso um bom título seria: Ponta Negra: como estragar um cartão postal.
No País das Gambiarras, a VANGUARDA DO ATRASO avança, gastando milhões de reais pagos com o meu, o seu, o nosso dinheiro, para a construção de mais uma gambiarra:
Gambiarra (Subst. Fem.) No Brasil, o significado predominante seria "improvisação". Em Portugal, o significado predominante seria "extensão de luz". Entre outros significados, destacam-se "ramificação de luzes" (Ferreira, 1999), "ligação fraudulenta; gato" (Houaiss, 2001), "relação extraconjugal" (Navarro, 2004). O termo "gambiarra" costuma ser usado também como adjetivo, significando "precário", "feio", "tosco", "mal acabado". Inflexões modernas da palavra (gírias), no sentido de improvisação: Gambis; Gambi; Gambota.
Eu vejo um trabalho de contenção do avanço do mar. Tudo bem. Realmente é a primeira coisa que tem que ser feito. Mas e o calçadão, como vai ficar? Teremos algum calçadão baseado em exemplos de sucesso? Temos vários exemplos no exterior, como na praia de Nice, no sul da França. Lá tem espaço para caminhadas, bicicletas, patins, skates, etc. Natal não tem calçadão de qualidade. Vários ambulantes pelo meio, uma poluição visual. Acredito que poderíamos ter um calçadão único ligando Ponta Negra atá a ponte Newton Navarro, passando pela via costeira, praia do meio, etc. É só pensar e colocar pessoas de qualidade para fazer um projeto bem feito. Não gastem dinheiro público para deixar a cidade feia e pouco usual.
Demoraram tampo tempo para chegar a essa solução simplória? Ponta Negra como cartão postal ficará com esse visual para ser mostrado? Essas pedras custarão R$ 23.900.000,00 ? Parabéns Ministério Público. Valeu a pena a demora…
Que tristeza! Cade os arquitetos e urbanistas da cidade para criticar uma obra de tamanho mal gosto. Será que não existe uma solução que tenha um impacto visual menor?
Esta não é a minha área de atuação, porém pelo que observo em outras localidades, em especial no exterior, estas pedras resolvem parcialmente o problema. É comum incluir um certo traço de cimento entre as pedras para que elas tenham uma eficácia plena. Não entendo o porquê de ignorar exemplos de excelência, no sentido de contratar consultores do exterior para prestar assessoria ao caso em concreto. Despender dinheiro para tempos depois refazer a obra não me parece uma tarefa inteligente.
Caro Genason, pela lógica normal não seria inteligente mas considerando que a lógica dos nossos gestores é diferente, pela lógica deles o mais inteligente é fazer mal feito para depois poder fazer novamente. Se fizer bem feito, uma obra definitiva, para eles é o mesmo que matar a galinha dos ovos de ouro, entendeu?
Se num fizer a engorda da praia depois, vai ficar horrível. Recifilização de Natal em andamento. A Violência e trânsito já sacramentados, e agora, praias urbanas horríveis.
Investigado pelo Carf, Gabriel Campelo é sócio de Kevin Marques, filho de ministro do STF Kassio Nunes Marques – Foto: Reprodução/CRCP
O contador Gabriel Campelo de Carvalho, conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf, votou a favor da JBS em julgamento do órgão após uma empresa de consultoria de seu pai receber 11 milhões de reais da empresa dos irmãos Batista. Gabriel Campelo entrou no Carf em agosto do ano passado. Em julho, segundo o Conselho de Controle das Atividades Financeiras, o Coaf, a JBS havia depositado a última de 12 parcelas na conta da Consult Inteligência Tributária, empresa de Francisco Craveiro de Carvalho Júnior, pai de Gabriel. O voto dele favorável à JBS ocorreu quatro meses depois.
Ligado ao Ministério da Fazenda, o Carf é um tribunal que julga disputas tributárias entre grandes contribuintes e a Receita Federal. Examina questões de milhões e até bilhões de reais. De acordo com suas regras, conselheiros devem se declarar impedidos de atuar em processos nos quais tenham interesse econômico-financeiro, incluindo situações em que tenham prestado serviços como consultores.
Gabriel Campelo é pouco conhecido em Brasília. Mais conhecido é seu sócio, Kevin Nunes Marques, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal Kássio Nunes. Kevin virou notícia em março, quando o Estadão revelou que ele recebeu 281 mil reais de uma empresa de consultoria piauiense que, por sua vez, recebeu 18 milhões de reais da JBS e do Banco Master. A empresa de consultoria é a Consult Inteligência Tributária, registrada formalmente em nome do pai de Gabriel, que passou a concentrar a quase totalidade das cotas e a administração da empresa na nona alteração contratual, feita em 6 de março deste ano, mantendo como sócio minoritário Antonio Ronaldo Madeira de Carvalho.
Desde 2024, Gabriel e Kevin Nunes Marques são sócios no Instituto de Pesquisa e Gestão Tributária (IPGT): Kevin é sócio majoritário, com 70%; Gabriel detém os 30% restantes. Como mostrou o Estadão, até algumas semanas atrás a empresa funcionava no mesmo endereço da Consult, em Barueri, na Grande São Paulo. Também usou o mesmo e-mail do Google em registros da Receita Federal. O contador do IPGT é o próprio Francisco Craveiro, pai do conselheiro e responsável pela consultoria que concentrou os pagamentos da JBS e do Master.
Gabriel Campelo chegou ao Carf por indicação da Confederação Nacional do Transporte. Seu nome passou por uma lista tríplice, foi analisado pelo comitê e formalizado por portaria do Ministério da Fazenda. Hoje, ele integra a Segunda Turma Ordinária da Primeira Câmara da Primeira Seção do órgão. É, portanto, um dos responsáveis por julgar as disputas bilionárias entre contribuintes e a Receita Federal.
Segundo o relatório do Coaf que informa os pagamentos, eles ocorreram entre 1º de agosto de 2024 e 31 de julho de 2025. Foram, de acordo com o Coaf, doze transferências via Pix, totalizando cerca de 11 milhões de reais, da JBS para a Consult. Os pagamentos terminaram, portanto, um mês antes dele assumir sua cadeira no Carf. A Consult declarou faturamento de apenas 25,5 mil reais entre agosto de 2024 e julho de 2025.
Três meses depois, em novembro, Gabriel participou de um julgamento no Carf em que a JBS tentava compensar créditos tributários de 1,1 milhão de reais que já haviam sido utilizados. O colegiado entendeu que o direito estava precluso, ou seja, que a empresa havia perdido o prazo para contestar a questão. Gabriel não se declarou impedido e votou a favor da JBS. Terminou vencido, junto com outro conselheiro, na decisão final do colegiado, que manteve o entendimento da Receita Federal.
Procurado pelo Bastidor na segunda-feira (6), Gabriel negou irregularidades. “A minha atuação como conselheiro não tem qualquer vinculação com interesses privados. O exercício da função segue rigorosamente critérios técnicos e pautados por padrões éticos, no que diz respeito a imparcialidade, integridade, moralidade e decoro”, afirmou, por mensagens de WhatsApp.
Gabriel afirmou que o IPGT, no qual é sócio de Kevin Nunes Marques, ainda está em fase de concepção, sem atividades operacionais ou movimentação financeira. “Não há qualquer relação operacional, contratual ou financeira entre o IPGT e a Consult Inteligência Tributária e nenhuma das empresas citadas (no caso, a JBS e o Banco Master)”, disse.
Fora de Brasília, Gabriel atua como representante do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Estado do Piauí. Foi eleito em outubro do ano passado para um mandato de dois anos. Além do IPGT, Campelo também é sócio de outras empresas, entre elas, uma administradora de imóveis e uma empresa de contabilidade e consultoria.
Após ser procurado pelo Bastidor na quinta-feira (2), o Ministério da Fazenda afirmou que o Carf abriu processo administrativo para apurar o caso – procedimento que, ressalta a pasta, pode resultar na perda de mandato do sócio do filho de Kassio. “Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório”, disse, em nota, a pasta, no dia 6. (Leia a íntegra da nota abaixo.)
Questionada pela reportagem na terça-feira (7), a JBS afirmou que o pagamento realizado para a Consult Inteligência Tributária “refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal”. Disse ainda que os serviços “foram efetivamente prestados e documentados”. A empresa disse não ter nenhuma relação com a pessoa indicada (Gabriel Campelo). Acrescentou a JBS: “Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administrativo sem qualquer conexão”.
Leia abaixo o posicionamento do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais):
Há uma rígida análise sobre o currículo e os antecedentes de todos os candidatos a conselheiro do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). As confederações, as centrais sindicais e a Receita Federal encaminham listas tríplices que são submetidas ao Comitê de Seleção de Contribuintes (CSC), responsável por analisar os currículos, verificar o cumprimento dos requisitos e enviar tais listas para a Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda.
Para garantir imparcialidade, após assumir o cargo, tais conselheiros precisam se declarar impedidos nos processos em que tenham interesse econômico-financeiro, o que inclui o fato de terem atuado como advogados ou consultores, por exemplo.
No caso de Gabriel Campelo de Carvalho, que integra atualmente a turma 1102 do Carf, foi identificado processo fiscal julgado no Carf em que o conselheiro participou do julgamento que, segundo reportagem, seria de uma empresa para a qual ele já teria atuado como consultor, por intermédio de outra empresa da qual era sócio.
Logo que tomou conhecimento do caso, o Carf instaurou um processo administrativo que pode culminar com a perda do mandato do conselheiro. Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório.
Veja abaixo a nota da JBS:
A JBS tem atividades produtivas e comerciais em mais de 200 municípios, em 19 estados brasileiros, e, como qualquer grande companhia que opera no ambiente tributário complexo do país, contrata consultorias especializadas para suporte técnico — entre elas, a Consult Inteligência Tributária. O pagamento realizado para esta empresa refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal. Foram efetivamente prestados e documentados.
A JBS não tem nenhuma relação com a pessoa indicada. Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administra*vo sem qualquer conexão.
A gestão Nilda deu mais um passo importante no cuidado com as crianças da rede municipal ao realizar a entrega de 122 óculos para estudantes da rede municipal atendidos pelo programa Sight for Kids – Visão para Crianças. A ação contemplou alunos de 11 escolas e um centro infantil, marcando a conclusão do primeiro bloco do projeto no município. A ação é realizada em parceria com a Fundação de Lions Clubs International – LCIF.
A iniciativa, que envolve triagens oftalmológicas, consultas especializadas e a entrega gratuita de óculos, tem como foco melhorar o desempenho escolar e a qualidade de vida das crianças. Agora, o município já se prepara para iniciar as consultas do segundo bloco de atendimentos, ampliando o alcance do programa.
“Cuidar da visão das nossas crianças é cuidar do futuro delas. Essa é uma ação que transforma vidas, melhora o aprendizado e garante mais dignidade para nossas famílias. Vamos seguir ampliando iniciativas como essa em Parnamirim”, destacou a prefeita Nilda.
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro apreendeu cerca de 48 toneladas de maconha durante operação no Complexo da Maré, nesta terça-feira (7). Segundo a corporação, é a maior apreensão de drogas já registrada no país.
A droga foi localizada em um bunker com auxílio de cães farejadores do Batalhão de Ações com Cães. No total, foram encontrados mais de 24 mil tabletes, cada um com cerca de dois quilos, avaliados em aproximadamente R$ 50 milhões.
Até então, o recorde era de 36,5 toneladas em uma operação da Polícia Militar Rodoviária de Mato Grosso do Sul, em 2021, que encontrou os entorpecentes dentro de uma carreta de soja.
A ação contou com mais de 250 agentes, além de viaturas e aeronaves blindadas, e teve como foco o combate a grupos criminosos e roubos de cargas e veículos nas comunidades Parque União e Nova Holanda.
Na ação, oambém foram apreendidos cinco fuzis, quatro pistolas, cerca de 200 litros de lança-perfume e materiais utilizados na produção da substância. Além disso, 26 veículos roubados foram recuperados. Um homem foi preso e encaminhado à delegacia, junto com todo o material apreendido.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 67/2023, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição. O texto altera o artigo 220 da Constituição Federal para reforçar a liberdade de imprensa e de expressão no país. A proposta, aprovada por unanimidade pelo colegiado, estabelece que veículos de comunicação não poderão ser responsabilizados civilmente por declarações feitas por entrevistados, transferindo essa responsabilidade ao autor da fala.
Conhecida como PEC da liberdade de imprensa, a proposta foi apresentada como resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) firmada em novembro de 2023, no julgamento do Tema 995 da repercussão geral. Na ocasião, a Corte definiu que empresas jornalísticas podem ser responsabilizadas civilmente em casos de entrevistas nas quais o entrevistado atribua falsamente a outra pessoa a prática de um crime, entendimento que, na avaliação do parlamentar, fragiliza a livre atuação da imprensa.
O parecer aprovado na CCJ foi apresentado pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). O texto isenta empresas de comunicação de responsabilidade civil por falas de terceiros concedidas em entrevistas, preservando a atividade jornalística e reforçando a proteção à liberdade de expressão. A proposta visa evitar o fenômeno de intimidação da imprensa e a autocensura em suas manifestações por preocupação com sanções e indenizações (“chilling effect”), uma vez que o ordenamento jurídico já prevê mecanismos legais para reparação de eventuais danos sofridos por manifestações.
Em defesa da proposta, Rogério Marinho afirmou que a medida busca corrigir um desequilíbrio institucional produzido pela interpretação firmada pelo Supremo. Para o senador, a legislação brasileira já prevê instrumentos adequados para responsabilizar excessos praticados por indivíduos, sem que se imponha aos veículos de imprensa o ônus de responder civilmente por manifestações de terceiros no exercício da atividade jornalística.
O líder da oposição no Senado destacou o significado da aprovação da PEC e relacionou a iniciativa à preservação de garantias democráticas. “O cerne, a espinha dorsal de uma sociedade democrática, é uma imprensa livre, desassombrada, sem receio de fazer a crítica ao governante de ocasião, sem receio de expor as mazelas de qualquer que seja a administração pública”, afirmou. Para Rogério Marinho, a aprovação unânime da proposta na CCJ representa um passo importante para o reequilíbrio institucional e para a defesa da liberdade de expressão e de imprensa no Brasil.
A menopausa não é uma doença — é uma transição biológica inevitável. Entendê-la com clareza e cuidado multidisciplinar adequado faz toda a diferença para a qualidade de vida que a mulher nessa fase merece.
Dra. Cecília Braz Garcia Cavalcanti CRM 11009 | RQE 4380 Médica ginecologista · Membro da Sociedade Brasileira de Climatério
Toda mulher vai passar pela menopausa. Ainda assim, é um dos eventos mais mal compreendidos na saúde feminina. Consultórios lotados de dúvidas, desconforto e, muitas vezes, sofrimento evitável.
Mas afinal, o que é menopausa?
A menopausa é definida clinicamente como a ausência da menstruação por 12 meses consecutivos, marcando o fim da função ovariana. Ela ocorre em média aos 51 anos — mas o processo que a precede, chamado de transição menopausal, pode começar anos antes, com ciclos irregulares e sintomas gradualmente crescentes.
Os sintomas vão muito além dos calorões
Ondas de calor e sudorese noturna são os sintomas mais conhecidos — e os mais estudados, mas a deficiência estrogênica tem um alcance muito mais amplo no organismo feminino. Desde insônia, irritabilidade, indisposição, dores articulares, humor deprimido até sintomas de ressecamento vaginal, dor nas relações sexuais e infecções urinárias recorrentes, a variedade de sintomas e acometimentos é abundante e variável para cada mulher.
Tratamento: o que a ciência diz
As opções terapêuticas disponíveis hoje são mais seguras, mais personalizadas e mais eficazes do que nunca. A decisão sobre o tratamento deve ser sempre individualizada, levando em conta o perfil de saúde pessoal, histórico familiar, preferências e objetivos de cada mulher.
A terapia hormonal da menopausa continua sendo o tratamento mais eficaz para os sintomas vasomotores e urogenitais associados à menopausa. Décadas de desinformação criaram medos exagerados — e a ciência atual permite uma leitura muito mais equilibrada dos benefícios e riscos reais. Em relação a duração do tratamento, não existe limite arbitrário de tempo ou idade máxima que permita o uso. A decisão de continuar, reduzir ou suspender deve ser revisada periodicamente, em conjunto com a paciente, considerando sintomas, qualidade de vida e perfil de risco atual.
Para mulheres que preferem não usar hormônios ou têm contraindicações, existem opções com evidências de eficácia variável, como alguns fitoterápicos e a a terapia cognitivo-comportamental específica para menopausa.
Independentemente da escolha terapêutica, certas mudanças de estilo de vida fazem diferença real nos sintomas e na saúde a longo prazo: parar de fumar, reduzir o consumo de álcool, manter peso saudável e praticar exercício físico regular — especialmente musculação, para preservar massa muscular e densidade óssea. Não são recomendações genéricas: têm evidência específica no contexto da menopausa.
Uma última palavra
A menopausa não precisa ser uma fase silenciada, tolerada ou enfrentada sozinha. Você tem o direito de receber informação clara, de fazer perguntas sem julgamento e de participar ativamente das decisões sobre o seu tratamento. Se sentir que não está sendo ouvida, procure um/a profissional com experiência em saúde da mulher no climatério.
O corpo que chegou até aqui merece todo o cuidado do que ainda está por vir.
Investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, apontam que eventos de luxo com presença de mulheres — brasileiras e estrangeiras — fizeram parte de sua estratégia de relacionamento com autoridades públicas e executivos.
Segundo reportagens baseadas em documentos da Polícia Federal, entrevistas e registros em redes sociais, ao menos 20 mulheres foram identificadas como participantes dessas festas, realizadas no Brasil e no exterior. Parte delas teria recebido apoio financeiro para permanecer disponível durante os eventos, frequentados por políticos e empresários.
Mensagens atribuídas a Vorcaro indicam que os encontros integravam seu “business”. Os eventos eram organizados com logística estruturada, incluindo viagens internacionais, hospedagens em hotéis de alto padrão e transporte em aeronaves privadas. Em alguns casos, ocorreram paralelamente a compromissos oficiais, como na semana do GP de Fórmula 1 no Brasil, em 2023.
Relatos também citam festas em locais como Trancoso (BA), com custos elevados, atrações musicais e grande número de convidados. Documentos da investigação apontam gastos milionários, incluindo serviços VIP, bebidas premium e estrutura de segurança.
Apesar das informações reunidas, não há confirmação oficial sobre a participação de autoridades nos eventos nem evidências conclusivas sobre eventuais ilegalidades relacionadas às festas. A defesa de Vorcaro não comentou o caso.
Especialistas destacam que, se comprovado o uso desse tipo de evento para obtenção de vantagens junto a agentes públicos, a prática pode ser enquadrada como corrupção, dentro do conceito de “vantagem indevida”. Também levantam a necessidade de apuração sobre possíveis irregularidades, como exploração sexual ou uso indevido de recursos.
O caso segue sob investigação no âmbito das operações que apuram suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o grupo empresarial.
O deputado estadual Gustavo Carvalho desnudou a propaganda do Governo do Estado, expondo as divergências, contradições e mentiras, entre o que é mostrado na peça publicitária e a realidade em que se encontram as obras na Grande Natal.
Enquanto a propaganda governista mostra uma maquete digital do Hospital Metropolitano, por exemplo, a realidade é que existe apenas o terreno vazio. Gustavo também citou as obras do pró-transporte na Zona Norte de Natal que se arrastam ao longo dos anos.
Veja o que diz a propaganda do Governo do RN, e em seguida as imagens divulgadas pelo deputado estadual Gustavo Carvalho:
O preço do gás de cozinha deve subir entre R$ 8 e R$ 9 no Rio Grande do Norte, podendo chegar a até R$ 125 para o consumidor final. O aumento já começou a ser repassado pelas distribuidoras e deve ser sentido a partir desta semana.
Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do RN (Singás/RN), o reajuste médio nas distribuidoras é de R$ 7,11, influenciado pela alta do diesel e por fatores internacionais, como tensões no Oriente Médio.
A expectativa é de repasse generalizado, embora alguns estabelecimentos ainda comercializem estoques antigos. O setor já registra queda nas vendas e prevê redução no consumo, principalmente entre famílias de baixa renda.
Distribuidores também relatam dificuldade para repassar integralmente o aumento sem perder clientes e avaliam até suspender programas como o “Gás do Povo”, diante da alta nos custos.
Para os consumidores, o reajuste agrava o orçamento doméstico, já pressionado por outros aumentos. Especialistas alertam ainda que o encarecimento do gás pode impactar a inflação e gerar efeito em cadeia, elevando custos em setores como alimentação.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento uma ação do Partido dos Trabalhadores (PT) que pode impor restrições ao uso de delações premiadas.
O caso, que estava parado desde 2025, será analisado pelo plenário, ainda sem data definida. A ação pede que o STF estabeleça limites para o uso das colaborações, como impedir que uma delação, sozinha, sirva de base para medidas judiciais ou condenações.
O movimento ocorre em meio às negociações do empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, para firmar acordo de colaboração com investigadores.
Na ação, o PT argumenta que o atual modelo permite interpretações que podem violar garantias fundamentais e defende regras mais claras sobre os benefícios concedidos a delatores.
O julgamento pode impactar a forma como delações são utilizadas em investigações e processos penais no país.
Meu Jesus em que isso se transformou,sinceramente um CABARÉ perde feio.Se essa esquerda maldita for eleita novamente podem fechar a porta e joga a chave fora.
O presidente Lula (PT) disse nesta quarta-feira (8) que as fraudes do Master e o envolvimento da esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), na defesa do banco prejudicam a imagem da corte.
Ele afirmou ter aconselhado o magistrado a não jogar a biografia dele fora por conta dos escândalos que envolvem Daniel Vorcaro e sugeriu que Moraes transmita alguma mensagem de firmeza à sociedade, como a promessa de que se declarará impedido de votar sobre esse caso no STF.
“O companheiro Alexandre de Moraes sabe que prejudica a imagem. Você pode ter uma coisa que é legal, mas, nas circunstâncias que acontecem, o povo trata como uma coisa imoral. E num ano politico, em que as pessoas vão dar muito destaque para isso”, afirmou em entrevista ao ICL Notícias.
“Vou dizer a vocês o que eu disse para ele: ‘você construiu uma biografia histórica com o julgamento do 8 de Janeiro; não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora sua biografia'”, completou Lula.
Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro, é uma das sócias do escritório Barci de Moraes, que admitiu ter mantido contrato com o Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, mês em que houve a liquidação do banco.
“Eu disse: ‘diga que sua mulher está advogando, eu só prometo que aqui na Suprema Corte ficarei impedido de votar, qualquer coisa, alguma coisa que passe para a sociedade uma firmeza’. Que ele tem”, declarou Lula.
Documentos da Receita Federal indicam que os pagamentos declarados pelo Master ao escritório da mulher de Moraes se estenderam por 2025 e chegaram a R$ 80,2 milhões em dois anos.
Como revelou a Folha na terça-feira (7), dados enviados à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Senado que investiga o crime organizado mostram que o banco declarou 11 pagamentos de R$ 3.646.529,72 ao escritório ao longo de 2024, totalizando R$ 40.111.826,92.
Em 2025, os registros não aparecem segregados por meses, e há a declaração de pagamento de R$ 40.111.826,92 naquele ano.
Na entrevista, Lula disse ainda que o tema deverá ser usado pela direita na campanha pela disputa à Presidência da República neste ano.
Quando o contrato entre o Banco Master e o Barci de Moraes veio a público, a banca, que tem entre seus sócios também dois filhos do casal, ficou em silêncio. A primeira manifestação ocorreu no começo de março.
Triste! Vão matar uma boa parte da praia. Quem conheceu Ponta Negra, antes do estrago desse "projeto de urbanização" dos anos 90, sabe que o mar sempre esteve no seu lugar, e com maré cheia chegava a quase bater nos muros das casas. Não sou afeita a saudosismos, mas o que estão fazendo com Ponta Negra é radicalmente contrário do que se espera de um projeto de "Cidades Sustentáveis". Estão "matando" a nossa praia.
Na maré cheia e até mesmo na meia maré, adeus praia… Triste o descaso e má vontade do poder público com Natal e seus habitantes.
Simplesmente horrível. Essa pseudo-urbanização da praia de Ponta Negra foi uma das piores coisas que o poder público fez em Natal. Quem conheceu Ponta Negra antes dessa aberração que fizeram lá nos anos 90 sabe do que estou falando. Se alguém for escrever um dia sobre isso um bom título seria: Ponta Negra: como estragar um cartão postal.
No País das Gambiarras, a VANGUARDA DO ATRASO avança, gastando milhões de reais pagos com o meu, o seu, o nosso dinheiro, para a construção de mais uma gambiarra:
Gambiarra (Subst. Fem.) No Brasil, o significado predominante seria "improvisação". Em Portugal, o significado predominante seria "extensão de luz". Entre outros significados, destacam-se "ramificação de luzes" (Ferreira, 1999), "ligação fraudulenta; gato" (Houaiss, 2001), "relação extraconjugal" (Navarro, 2004). O termo "gambiarra" costuma ser usado também como adjetivo, significando "precário", "feio", "tosco", "mal acabado". Inflexões modernas da palavra (gírias), no sentido de improvisação: Gambis; Gambi; Gambota.
Eu vejo um trabalho de contenção do avanço do mar. Tudo bem. Realmente é a primeira coisa que tem que ser feito. Mas e o calçadão, como vai ficar? Teremos algum calçadão baseado em exemplos de sucesso? Temos vários exemplos no exterior, como na praia de Nice, no sul da França. Lá tem espaço para caminhadas, bicicletas, patins, skates, etc. Natal não tem calçadão de qualidade. Vários ambulantes pelo meio, uma poluição visual. Acredito que poderíamos ter um calçadão único ligando Ponta Negra atá a ponte Newton Navarro, passando pela via costeira, praia do meio, etc. É só pensar e colocar pessoas de qualidade para fazer um projeto bem feito. Não gastem dinheiro público para deixar a cidade feia e pouco usual.
Demoraram tampo tempo para chegar a essa solução simplória? Ponta Negra como cartão postal ficará com esse visual para ser mostrado? Essas pedras custarão R$ 23.900.000,00 ? Parabéns Ministério Público. Valeu a pena a demora…
Que tristeza! Cade os arquitetos e urbanistas da cidade para criticar uma obra de tamanho mal gosto. Será que não existe uma solução que tenha um impacto visual menor?
Esta não é a minha área de atuação, porém pelo que observo em outras localidades, em especial no exterior, estas pedras resolvem parcialmente o problema. É comum incluir um certo traço de cimento entre as pedras para que elas tenham uma eficácia plena. Não entendo o porquê de ignorar exemplos de excelência, no sentido de contratar consultores do exterior para prestar assessoria ao caso em concreto. Despender dinheiro para tempos depois refazer a obra não me parece uma tarefa inteligente.
Caro Genason, pela lógica normal não seria inteligente mas considerando que a lógica dos nossos gestores é diferente, pela lógica deles o mais inteligente é fazer mal feito para depois poder fazer novamente. Se fizer bem feito, uma obra definitiva, para eles é o mesmo que matar a galinha dos ovos de ouro, entendeu?
Se num fizer a engorda da praia depois, vai ficar horrível. Recifilização de Natal em andamento. A Violência e trânsito já sacramentados, e agora, praias urbanas horríveis.