O estádio Maria Lamas Farache – Frasqueirão será palco a partir deste domingo (6) de mais um grande evento internacional. Depois de ser Centro de Treinamento de Seleções da Copa do Mundo Fifa 2014, recebendo as seleções do México, Itália e Uruguai, o estádio abecedista receberá o XX World Medical Football Championship 2014 (Campeonato Mundial de Futebol de Equipes Médicas 2014).
A competição, que acontece de 6 a 12 de julho, em Natal (RN), com jogos no Frasqueirão, na UFRN e no Sesi Clube, reunirá 16 seleções. São elas: Brasil, Alemanha, Austrália, Áustria, Bielorússia, Coréia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Hungria, Lituânia, República Tcheca, Rússia, Suécia, Ucrânia e Venezuela.
Um homem tinha acabado de comprar em leilão uma casa em Burlington (Connecticut, EUA), mas ele teve que chamar a polícia assim que entrou na propriedade, no último domingo (14/6).
O motivo: havia três cadáveres humanos dentro do imóvel.
“Um novo proprietário, que adquiriu o imóvel ‘no estado em que se encontrava’ em um leilão de execução hipotecária, descobriu restos mortais de três indivíduos na casa”, informou a Polícia Estadual de Connecticut em comunicado à imprensa.
A polícia declarou, ainda, que o Instituto Médico Legal de Connecticut ainda não determinou a causa da morte, mas adiantou que “não há indícios de crime”.
As três pessoas ainda não foram identificadas.
Vazamento de gás?
Michael J. Boucher, diretor de gerenciamento de emergências do Corpo de Bombeiros Voluntários de Burlington, afimrou ao site “CT Insider”, que os bombeiros locais foram solicitados a testar a propriedade para monóxido de carbono após a descoberta dos restos mortais, mas ele não revelou se o gás foi detectado.
Os registros judiciais mostram que o processo de execução hipotecária da propriedade foi iniciado em 1º de agosto de 2025, seis meses após os proprietários registrados, Paul e Sally Anne Cash, receberem notificação da empresa responsável pela administração de sua hipoteca informando sobre a inadimplência.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que o filme Dark Horse, inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e alvo de investigação da Polícia Federal, será um “pesadelo para a esquerda” e pode se tornar um “sucesso mundial”.
Ele participou da primeira exibição pública da produção nesta segunda-feira (15), em evento organizado por grupos da direita americana em Las Vegas (EUA). Depois da sessão, integrou um painel ao lado do diretor do longa, Cyrus Nowrasteh.
“O que mais gosto é a guerra cultural. Por exemplo, esse filme aqui vai ser um pesadelo para a esquerda. E não está em português, está em inglês, de propósito. Se fizermos algo no Brasil, eles bloqueiam facilmente, mas também porque queremos que este filme seja um sucesso mundial”, afirmou, segundo informações do jornal O Globo.
Questionado sobre reações políticas enfrentadas pelo projeto, Eduardo mencionou apenas ação movida por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Justiça Eleitoral. O processo pedia proibição da exibição do filme durante o período eleitoral e foi extinto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que avaliou que os autores legitimidade para ajuizar a ação na Corte.
O ex-deputado não comentou o financiamento da obra pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que enviou ao menos US$ 10,6 milhões (cerca de R$ 61 milhões) ao projeto até maio de 2025. Vorcaro está preso e é investigado por fraude financeira.
A Polícia Federal também investiga se parte dos recursos destinados ao filme foi desviada para custear a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) havia bloqueado contas e dificultado o recebimento de recursos nos EUA.
Durante o painel, Eduardo também abordou a ação que respondia no STF por coação no curso do processo, acusado de tentar constranger ministros do Supremo e influenciar o andamento do julgamento contra seu pai por tentativa de golpe de Estado. O evento ocorreu um dia antes de a Primeira Turma da Corte condenar o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto.
O filho de Jair Bolsonaro criticou os ministros do STF e a condução dos processos relacionados à trama golpista. “Disseram que eu estava trabalhando com o governo Trump para sancionar o ministro do Supremo Tribunal Federal que está mandando todas essas pessoas para a prisão. Isso é verdade. Não porque eu estivesse tentando absolver meu pai no julgamento, porque eu sempre soube que ele seria condenado. Como eles são covardes, não processam nem denunciam o presidente Trump, o secretário Rubio ou Bessent. Em vez disso, estão me denunciando, tentando me tornar inelegível”, disse.
A condenação também tornou o ex-parlamentar inelegível por 8 anos, nos termos da Lei da Ficha Limpa; decretou perda do cargo de escrivão da Polícia Federal, do qual ele está afastado; e do mandato, embora ele já tenha sido cassado pela Câmara em dezembro de 2025.
A defesa de Eduardo, realizada pela Defensoria Pública da União após ele não apontar advogado particular, ainda pode recorrer.
Um influencer foi preso nesta semana após esfolar, cozinhar e comer um cão de rua para viralizar no YouTube.
Ayoub Ben Nesnes, de 26 anos, foi detido em Martil (Marrocos), após forte reação negativa de ativistas dos direitos dos animais e figuras religiosas de todo o país do Norte da África.
O YouTuber, conhecido online como Ben Nesnes, alegou que o vídeo era uma tentativa de viralizar em protesto contra a alta dos preços do gado durante o Eid al-Fitr, o festival muçulmano que marca o fim do Ramadã (o mês sagrado de jejum no Islamismo). Mais de 200 mil pessoas assistiram ao vídeo antes de ele ser removido do YouTube. Nas imagens perturbadoras, Ben Nesnes apresenta o cachorro como uma alternativa para o sacrifício do Eid, antes de assar e comer sua carne.
A polícia localizou o influenciador após um mandado expedido pela polícia de Temara, perto de Rabat, a capital do país, de acordo com o “Sun”.A promotoria informou que Ben Nesnes permanecerá na prisão de El Arjat, nos arredores de Rabat, enquanto aguarda julgamento.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da Oposição no Senado, chamou nesta 4ª feira (17.jun.2026) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “camaleão” ao comentar a declaração do petista de que “nunca foi esquerdista”. A fala de Lula foi registrada, também nesta 4ª feira, por um microfone aberto durante conversa com a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, na cúpula do G7.
Em tom descontraído, Lula afirmou que “o mundo não é de esquerda” e que “o mundo é do caminho do meio”. Ao ouvir de Georgieva que, quando foi eleito pela 1ª vez, em 2002, era visto como alguém mais à esquerda, respondeu: “Nunca fui esquerdista”.
Questionado sobre a declaração, Marinho disse que o presidente muda de discurso de acordo com as circunstâncias políticas.
“Ele é um camaleão. O que ele fala, ele muda de acordo com a circunstância. Para mim, realmente, é mais uma surpresa. A surpresa de Lula acontece a toda hora e sempre é negativa”, afirmou a jornalistas.
O senador também criticou a condução da política externa do governo e defendeu que o Brasil adote uma postura pragmática nas relações internacionais. Segundo ele, o país deve priorizar seus interesses estratégicos e evitar alinhamentos automáticos a blocos políticos ou ideológicos.
“Hoje, claramente, o Lula se alia a um determinado bloco político em detrimento de um outro. O governo pode ter relação com China, Rússia, Estados Unidos, Europa, Ásia e África, desde que o interesse principal seja o Brasil. Não é assim que o Lula tem se comportado, infelizmente”, declarou.
Natal segue confirmando sua posição como um dos destinos turísticos mais procurados do país. A cidade foi destaque em publicação recente do Ministério do Turismo, baseada nos dados do Anuário Braztoa 2026, que reúne os resultados de comercialização das principais operadoras de turismo brasileiras ao longo de 2025. No levantamento, Natal aparece na 5ª colocação entre os destinos nacionais mais vendidos do Brasil.
O ranking destaca destinos que registraram grande procura por viajantes de todo o país, consolidando tendências do mercado turístico brasileiro e reafirmando a preferência dos turistas por experiências que combinam lazer, cultura, gastronomia e belezas naturais. Entre os destinos citados estão importantes polos turísticos nacionais, colocando Natal em posição de destaque entre os mais desejados do Brasil.
Para o secretário municipal de Turismo, Sanclair Solon, o resultado representa o reconhecimento de um trabalho contínuo voltado ao fortalecimento do destino Natal. “Recebemos essa notícia com muita satisfação. Estar entre os cinco destinos mais vendidos do Brasil demonstra que Natal continua conquistando cada vez mais turistas e ampliando sua presença nos principais mercados emissores do país. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto entre a Prefeitura do Natal, o trade turístico e todos os profissionais que ajudam a construir uma experiência positiva para quem visita nossa cidade. Seguiremos investindo na promoção do destino e na qualificação do turismo, fortalecendo ainda mais a imagem de Natal no cenário nacional”, destacou o secretário.
Com praias urbanas, dunas, lagoas, gastronomia diversificada, clima favorável durante todo o ano e uma reconhecida hospitalidade, Natal segue figurando como uma das principais portas de entrada do turismo no Nordeste e um dos destinos preferidos dos brasileiros.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), sancionou uma lei que proíbe a concessão de benefícios fiscais a pessoas físicas condenadas por corrupção ou atos de improbidade administrativa. Publicada no Diário Oficial do Município (DOM) nesta quarta-feira 17, a Lei nº 8.137/2026 revoga a Lei nº 7.004/2020 e estabelece novas regras para o acesso a incentivos tributários na capital potiguar.
O projeto de lei, de autoria do vereador Kleber Fernandes (Republicanos), havia sido aprovado pela Câmara Municipal de Natal em 21 de maio. Com a sanção e publicação, a norma entra em vigor imediatamente.
Pela lei, ficam vedados benefícios como anistia, remissão, subsídio, crédito presumido e isenção fiscal em caráter não geral para contribuintes condenados, com sentença transitada em julgado, pelos crimes de corrupção ativa e corrupção passiva, previstos nos artigos 317 e 333 do Código Penal, além de condenações por improbidade administrativa praticada em qualquer esfera da administração pública.
A norma também estabelece novos requisitos para quem solicitar isenção ou benefício fiscal junto ao Município. Os interessados deverão apresentar certidões negativas cíveis e criminais emitidas pelas Justiças Estadual e Federal do Rio Grande do Norte, além de uma declaração formal de que não se enquadram nas hipóteses de vedação previstas na legislação.
Outro dispositivo determina que qualquer benefício concedido será cancelado caso seja constatada falsidade nas informações apresentadas. Nessa hipótese, a Secretaria Municipal de Tributação deverá lançar os tributos correspondentes, com a cobrança dos encargos previstos na legislação local, sem prejuízo das sanções cíveis, penais e administrativas cabíveis.
A lei também trata das empresas que celebrarem acordo de leniência. Nesses casos, a vedação poderá ser suspensa após o cumprimento das sanções previstas na Lei Federal nº 12.846/2013, especialmente o pagamento das multas aplicadas pelos atos ilícitos praticados.
O texto original aprovado na Câmara previa também a proibição de concessão de incentivos fiscais a empresas processadas ou condenadas por envolvimento em corrupção ou improbidade administrativa praticada por agentes públicos em qualquer parte do País, mas esse trecho foi vetado pelo prefeito. Com a decisão, o trecho volta para análise da Câmara Municipal, que poderá derrubar o veto e promulgar a lei na íntegra.
As forças de segurança do Rio Grande do Norte avançaram nas investigações sobre o atentado contra o vereador Cabo Deyvison (PL), ocorrido em Mossoró, com a prisão de mais suspeitos relacionados ao caso. Ao todo, seis pessoas foram presas até o momento, sendo que três já tiveram o envolvimento confirmado no crime e outras três seguem sob investigação.
De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, as prisões mais recentes ocorreram em duas etapas. Inicialmente, dois homens foram detidos em uma operação ligada ao caso. Um deles é apontado como possível motorista do Toyota Corolla utilizado na ação criminosa que resultou no atentado contra o parlamentar e na morte de seu assessor. O segundo suspeito também foi preso na mesma ocorrência.
Com a dupla, os policiais apreenderam duas armas de fogo. O material será submetido à perícia para verificar se foi utilizado no crime.
Segundo a corporação, há indícios de participação dos detidos no atentado, mas nem todos os envolvidos necessariamente atuaram na execução direta da ação. As investigações apontam a possibilidade de atuação também em funções de apoio ou participação intelectual.
Em uma segunda etapa da operação, outros dois suspeitos foram presos, elevando o total para seis detidos no âmbito da investigação. Parte desse grupo ainda não teve a participação diretamente confirmada no atentado e segue sendo apurada pela Polícia Civil.
O atentado ocorreu na noite da última segunda-feira (15), em Mossoró, e também resultou na morte do assessor do vereador. O caso segue sob investigação e é tratado como prioridade pelas forças de segurança do estado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (17.jun.2026), durante a cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), não deveria interferir no processo eleitoral brasileiro.
“Não se meta nas eleições do Brasil”, afirmou Lula.
Mais cedo, Trump disse que o Brasil havia se tornado “um pouco perigoso, politicamente”, ao falar sobre a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por coação no curso do processo que julgava Jair Bolsonaro pela trama golpista.
“Passei bastante tempo com ele [Lula], na verdade. É um país um pouco complicado, politicamente. Um pouco perigoso, politicamente. Tem sido uma bagunça. Ouvi dizer que prenderam alguém que estava concorrendo a um cargo hoje. Descobri isso depois que fomos embora. Eu tinha acabado de me despedir dele [Lula] e soube que prenderam o Bolsonaro Jr [sic]. Ele estava indo bem nas pesquisas e o prenderam porque ele fez uma declaração no Texas. Eles o prenderam, ou querem prendê-lo. Eles estão tramando algo. Acho que isso resume tudo”, declarou Trump.
Ainda longe do ritmo mais cheio de Pipa, Baía Formosa começa a aparecer no mapa do turismo de luxo do Nordeste com um projeto de peso. A cidade do litoral sul do Rio Grande do Norte deve receber o Aventora Resort Baía Formosa, empreendimento estimado em R$ 745 milhões.
Administrado pela Minor Hotels, o resort marca a estreia da Minor Reserve Collection, nova marca de luxo da rede. A proposta reúne hospedagem, vilas privadas, spa, gastronomia, esportes aquáticos e uma experiência voltada ao bem-estar, com integração à natureza e vista para o mar.
O projeto prevê 50 quartos e 28 branded residences, modelo em que vilas de alto padrão são vendidas como propriedades privadas dentro de uma operação hoteleira. As unidades terão piscina privativa e áreas amplas, voltadas para um público que busca conforto, exclusividade e contato direto com a paisagem.
Baía Formosa fica a cerca de 95 quilômetros de Natal e a 60 quilômetros de Pipa. A aposta é apresentar a região como um refúgio mais reservado, rústico e cercado por natureza, sem repetir o clima de agito de destinos turísticos já consolidados.
O Aventora Resort Baía Formosa será desenvolvido em uma área tratada pela Minor Hotels como destino de ecoturismo. A rede informa que o empreendimento ficará a cerca de uma hora dos aeroportos de Natal e João Pessoa, o que mantém o resort próximo dos principais acessos da região.
Em vez de seguir o modelo de um hotel de grande massa, o projeto aposta em escala mais exclusiva. A operação combina hospedagem tradicional, residências privadas e serviços associados a uma marca internacional de hotelaria.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça comparou os crimes investigados no caso do Banco Master à atuação de uma organização mafiosa. O magistrado usou o início de seu voto na 2ª Turma, nesta terça-feira, 16, para rebater as críticas do decano da Corte, Gilmar Mendes. O colegiado seguiu o entendimento do relator e manteve a prisão preventiva de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, respectivamente.
Gilmar abriu a divergência e acabou vencido como o único voto a favor da soltura dos réus. O decano do STF acusou a condução do processo de repetir os métodos, segundo ele, autoritários e espetaculosos da Operação Lava Jato para forçar delações premiadas. Mendonça retrucou imediatamente e rejeitou a comparação. “Não estamos aqui a julgar a Lava Jato”, destacou o relator. “Estamos a julgar a maior fraude financeira do nosso país.”
Mendonça detalhou os contornos da investigação e subiu o tom para diferenciar o escândalo financeiro de delitos comuns. “Não são simplesmente atores num gabinete na Faria Lima, nos palácios que praticaram fraude ou crimes de corrupção”, declarou o magistrado. “Aqui há contornos de máfia, há contornos de crime organizado”, completou o ministro, ao citar relatórios policiais sobre o uso de fuzis, metralhadoras e a infiltração de bandidos na própria estrutura policial.
André Mendonça defendeu o envio de Henrique Vorcaro para um presídio federal para evitar queima de arquivo, uma vez que outro investigado morreu sob custódia. O ministro explicou que o réu tentava comprar o silêncio de testemunhas e obstruir a apuração do desvio de recursos. Ele também retirou o sigilo de trechos da apuração da Polícia Federal e revelou que advogados tentaram negociar uma delação seletiva dentro de seu gabinete. O magistrado classificou a oferta como um trabalho abjeto e garantiu que recusou a proposta. “Não admito tentativas de me deslegitimar.”
O debate entre os magistrados gerou momentos de forte tensão no plenário. André Mendonça relembrou um conselho antigo do colega sobre a necessidade de valentia para exercer o cargo no STF. “Não tenho medo da morte, quanto mais de ser ministro de um tribunal”, afirmou, ao ressaltar que não busca ser estrela nem atua por pressão dos veículos de comunicação. Gilmar Mendes reclamou que a entrega de relatórios poucas horas antes da sessão prejudicou o trabalho dos defensores e exigiu o uso de caminhos constitucionais.
Os dois juízes bateram boca também sobre o dever de dar publicidade a decisões judiciais. Mendonça argumentou que publica os textos para permitir o julgamento dos cidadãos, e Gilmar rebateu ao afirmar que a transparência é uma obrigação legal. “Vossa excelência não tem alternativa”, reclamou o decano. “É a lei que manda. A Constituição que manda.”
Com o encerramento da discussão, a 2ª Turma do STF validou os mandados de prisão e manteve os empresários detidos.
E o Japecanga's Stadium terá algum evento internacional quando? Kkkk