Tecnologia

Fusão de aplicativos de mensagens do Facebook deixa Justiça dos EUA em alerta

(Foto: Pixabay)

Na última sexta-feira, foi noticiado que Mark Zuckerberg está planejando integrar as três plataformas de mensagens que fazem parte do Facebook: o Messenger, Instagram e Whatsapp, permitindo que usuários troquem mensagens entre si com os aplicativos. Ainda que essa mudança possa trazer praticidade, políticos norte-americanos, órgãos reguladores e especialistas em segurança já começam a questionar se os benefícios valem à pena.

“Bom para a encriptação, mas ruim para a competição e privacidade”, twittou o membro do ranking de comércio do sub-comitê de tecnologia americano, o senador demoracra Brian Schatz.

“Mais uma vez, Mark Zuckerberg parece priorizar seus próprios objetivos em prol da consolidação do poder sob a população e seus dados”, disse o senador democrata Richard Blumenthal para o The Verge.

O Facebook continua sendo a maior rede social do mundo, superando os 2 bilhões de usuários que cruzam a plataforma e cerca de 1 bilhão e meio de usuários que loggam pelo menos uma vez por dia em uma de suas redes. Em 2011, a Comissão de Comércio Federal dos EUA cercou o Facebook, afirmando que a empresa persuadia os usuários a acreditar que eles podiam manter suas informações privadas, afirmando que eles poderiam postar conteúdos privadamente quando, em alguns casos, sua lista de amigos, posts e status na verdade estavam públicos.

Mas, mesmo depois de cerca de 70 aquisições de outras empresas, o Departamento de Justiça nunca realizou nenhum tipo de ação que impedisse que o Facebook se tornasse um monopólio.

A maioria dessas aquisições envolveram companhias extremamente próximas da área do Facebook. Os produtos que essas empresas faziam eram frequentemente interrompidos depois da compra e os funcionários eram trazidos para trabalhar no próprio Facebook. Isso acabava engolindo a maioria dos talentos de Silicon Valley, que poderiam trazer qualquer tipo de produto competitivo.

“É por isso que as aquisições do Instagram e do WhatsApp, feitas pelo Facebook, deveriam ter sido muito mais analisadas, já que agora elas parecem muito mais duvidosas”, disse o congressista republicano Ro Khanna, que representa boa parte do Silicon Valley, na sexta-feira. “Imagine como o mundo poderia ser diferente se o Facebook tivesse que competir com o Instagram e o WhatsApp. Isso teria realmente encorajado a verdadeira competitividade, promovendo diversos benefícios e mais privacidade para os consumidores”.

No último ano, o judiciário e os reguladores norte-americanos focaram primordialmente no boom do escândalo da Cambridge Analytica, que resultou em mais de 87 milhões de usuários do Facebook entregando boa parte dos seus dados pessoais sem o conhecimento ou autorização dos mesmos. A União Europeia implementou seu próprio sistema para privacidade de dados (GDPR), em vigor desde o ano passado, como parte de uma iniciativa maior relacionada a dados, mas o Facebook só sofreu com medidas menores.

Isso pode mudar esse ano. Líderes do Congresso norte-americano deram passos significativos em direção aos gigantes da tecnologia, e estão começando a questionar o poder comercial de companhias como o Facebook e o Google. Só esse mês, o novo presidente do Senado, senador. Lindsey Graham disse que ele gostaria de ficar mais em contato com o setor tecnológico, comparando o Silicon Valley ao “Velho Oeste”.

Blumenthal, um membro do poderoso Comitê Judiciário, fez uma declaração na mesma linha ao The Verge, “O domínio de dados, do Facebook e do Google já prejudicou consumidores e a economia. O FTC e o Departamento de Justiça devem levar à sério as práticas anticompetitivas, de monopólio, das grandes da tecnologia e devem começar a implantar nossas leis mais fervorosamente”.

William Barr, o novo líder do Departamento de Justiça, nomeado pelo presidente Trump, disse que ele gostaria que a agência tivesse um papel maior, sugerindo que ele reavaliaria como os recursos usados em diversos departamentos priorizava a tecnologia.

Se o Facebook ficar sob as asas dos reguladores, o Instagram e o WhatsApp têm grande probabilidade de serem os primeiros dois alvos. Até 2020, a fusão dos envios de mensagens entre as três principais propriedades do Facebook tem grandes chances de já ter sido completada, fazendo com que fique ainda mais difícil que eles se livrem dos reguladores no futuro.

No último mês de novembro, o presidente Trump afirmou que o governo federal estava ativamente estudando se empresas como o Facebook, Amazon e o Google tinham violado leis. O próprio líder de investigações de Trump, Makan Delrahim, disse repetidamente que as preocupações com a anticompetitividade eram válidas, mas que ele não estava certo se seriam evidências econômicas suficientes para penalizar essas empresas ainda.

Se o FTC ou o Departamento de Justiça de fato pensassem em corromper o Facebook, eles poderiam simplesmente usar o argumento de a empresa é grande demais. Leis como o Ato de Sherman não buscam esse tipo de ação só porque a companhia é grande e poderosa. Mas, se o governo achar que o Facebook suprimiu a competição de uma forma que prejudicou os consumidores, o departamento poderia buscar por uma ação criminal que poderia resultar no fatiamento da rede social.

Na quinta-feira, grupos de advogados como Color of Change e o Open Markets Institute pediu para o FTC reestabelecesse o WhatsApp e o Instagram como companhias independes, não só por terem ignorado leis, mas porque o “Facebook ignorou o seu comprometimento com a Comissão, em manter a proteção dos dados de usuário do WhatsApp”. Como consequência, os grupos requereram que o FTC penalizasse a marca e cogitasse o fim da empresa.

Experts em segurança também trouxeram preocupações de que a fusão dos serviços poderia enfraquecer a encriptação do WhatsApp. Em prol de permitir mensagens cruzadas, não está claro ainda se essa segurança pode diminuir para permitir a fusão.

“Quando se trata de privacidade, não podemos mais dar ao Facebook o benefício da dúvida”, disse o Senador. Ed Markey em uma declaração na última sexta-feira. “Agora que o Facebook planeja integrar os serviços de mensagem, nós precisamos de mais do que garantias da companhia de que essa ação não vai prejudicar a segurança e a privacidade de dados dos usuários.

“Não podemos permitir que a integração da plataforma se torne a desintegração da privacidade”.

Olhar Digital,com The Verge

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Câmara dos Deputados aprova projeto que impede prescrição de pena para condenados foragidos

Foto Cristiano Mariz/O Globo

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) um projeto de lei que suspende o prazo de prescrição da execução da pena de condenados que fogem do sistema prisional ou têm o livramento condicional revogado. O texto segue agora para análise do Senado.

Se também for aprovado pelo Senado, o projeto seguirá para sanção presidencial.

De autoria do deputado Kim Kataguiri (União-SP), a proposta altera o Código Penal para determinar que o prazo de prescrição fique suspenso enquanto o condenado estiver foragido, voltando a contar apenas após sua captura ou reapresentação à Justiça.

Segundo o autor, a legislação atual permite que o prazo continue correndo durante a fuga, o que pode resultar na prescrição da pena antes da prisão do condenado.

Relator da proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF) afirmou que a mudança corrige uma distorção da lei e impede que a fuga funcione como um “prêmio” ao condenado.

A votação ocorreu em meio ao aumento da preocupação dos brasileiros com a segurança pública. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira aponta que a violência é o principal problema do país para 31% dos entrevistados, à frente da saúde e da economia, ambas citadas por 15%.

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Pré-campanha de Lula tem disputas internas, e aliados travam embates na comunicação, jurídico e programa de governo

Foto: Wilton Junior/Estadão

A pouco mais de um mês do início oficial da campanha eleitoral, a pré-campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta disputas internas por espaço nas áreas de comunicação, programa de governo e jurídico.

Segundo a Folha de S.Paulo, um dos episódios ocorreu durante uma discussão entre o ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, e o chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, sobre a estratégia de comunicação da campanha. De acordo com aliados, Lula precisou interromper o debate ao dar um soco na mesa.

A reportagem afirma que o desentendimento começou após o presidente criticar o tom festivo de uma peça publicitária produzida pela Secom. Sidônio teria defendido o material, enquanto Marcola apoiou a posição de Lula. Auxiliares de Sidônio negam qualquer mal-estar e afirmam que o ministro permanecerá no governo por decisão do presidente.

Outro foco de divergência envolve a elaboração do plano de governo. O coordenador do programa, Sérgio Gabrielli, criticou a política de juros no combate à inflação, o que gerou reação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Após o episódio, Lula determinou que o programa só seja debatido publicamente com o aval da equipe econômica.

Também há impasse na coordenação jurídica da campanha. Lula defende uma atuação mais política contra fake news e o uso de inteligência artificial nas eleições, enquanto o presidente do PT, Edinho Silva, prefere manter parte da equipe jurídica de 2022.

À Folha, Edinho negou qualquer disputa. “Não há nenhuma disputa no jurídico da campanha. A equipe está em pleno trabalho na pré-campanha presidencial.” Já o advogado Marco Aurélio Carvalho afirmou: “Respeito a opinião dele [Edinho]. Mas tenho uma opinião distinta sobre o papel do coordenador jurídico sem um papel político.”

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PESQUISA GENIAL/QUAEST: Para 43% a economia piorou nos últimos 12 meses; para 20%, houve melhoras

Foto: Michael Melo/Metrópoles

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 43% dos brasileiros avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto 20% consideram que melhorou e 33% dizem que permaneceu igual. Outros 4% não responderam.

Em abril, 50% afirmavam que a economia havia piorado, 21% diziam que havia melhorado e 27% avaliavam que estava igual.

Para 66%, alimentos estão mais caros

Sobre o custo dos alimentos, 66% afirmam que os preços subiram no último mês, 23% dizem que permaneceram iguais e 9% avaliam que caíram. Outros 2% não responderam. Em junho, 69% percebiam alta, 22% diziam que os preços estavam estáveis e 7% apontavam queda.

Poder de compra está menor para 68%

A pesquisa também mostra que 68% afirmam ter hoje um poder de compra menor do que há um ano, ante 67% em junho. Para 10%, o poder de compra aumentou (eram 13%) e, para 21%, permaneceu igual (eram 19%). Outros 1% não responderam.

O novo Desenrola é conhecido por 66% dos entrevistados e desconhecido por 34%. A iniciativa é considerada uma boa ideia por 55%, ajuda um pouco para 20%, é vista como uma má ideia por 21% e 4% não responderam.

Entre os entrevistados, 87% disseram não ter sido beneficiados pelo programa e 12% afirmaram que foram. Desses, 35% disseram que a renda aumentou de forma significativa após o Desenrola, 31% relataram aumento, mas não muito, e 33% disseram não ter percebido diferença.

Endividamento

Em relação ao endividamento, 47% afirmaram ter poucas dívidas, 31% disseram não estar endividados, 21% relataram ter muitas dívidas e 1% não respondeu.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07181/2026. O instituto realizou 2004 entrevistas entre os dias 10 e 13 de julho.

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EUA sinalizam novo tarifaço ao Brasil, e lista de exceções deve ser ampliada

O representante do comércio da Casa Branca, Jamieson Greer – Foto: Anna Moneymaker/Getty Images via AFP

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pediu nesta quarta-feira (15/7) que sejam aplicadas novas tarifas a produtos brasileiros importados pelos EUA. O pedido, baseado na investigação comercial aberta contra o Brasil em julho de 2025, prevê aumento na lista de isenções.

De acordo com a CNN, Jamieson Greer enviou à Casa Branca a recomendação produzida pelo USTR para adotar as taxas contra o Brasil. Greer é o responsável pelo USTR, que conduz a política comercial do EUA, e já havia relatado dificuldade nas negociações com o governo brasileiro.

O veredito do USTR estava previsto para esta quarta, com a definição de alíquota para a tarifa, prazo para início da cobrança e atualização do anexo com produtos isentos da sobretaxa.

Além de recomendar a aplicação das taxas, o USTR sugeriu uma atualização da lista de isenções para o tarifaço, com produtos que não serão atingidos pela nova alíquota. Para entrar em vigor, a medida depende do aval do presidente Donald Trump.

Investigação contra o Brasil

  • O USTR abriu investigação contra o Brasil, em 15 de julho de 2025, para apurar supostas práticas comerciais consideradas desleais pelos Estados Unidos.
  • Em 1º de junho de 2026, o órgão concluiu a apuração e afirmou ter identificado práticas adotadas pelo Brasil que, em sua avaliação, prejudicam empresas e interesses norte-americanos.
  • Com base nessas conclusões, o USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros.
  • Caso a prática seja adotada, associações da indústria avaliam que a medida pode ter um impacto de cerca de US$ 14,9 bilhões em exportações aos EUA.

Embora tenha embarcado em uma intensa negociação com o órgão norte-americano no último ano, a decisão já era esperada pelo Palácio do Planalto, que aguardava pelo anúncio oficial para entender o alcance da medida, tanto em relação às alíquotas quanto aos produtos afetados.

O rito para conclusão da investigação foi finalizado nesta quarta, data que marca um ano da investigação aberta pelo USTR contra o Brasil. Durante a manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu-se com autoridades responsáveis peloss assuntos internacionais do governo. Até o momento, contudo, o governo ainda não se manifestou oficialmente sobre a medida.

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[VÍDEO] O QUE SOBROU PARA CARLOS EDUARDO: ex-prefeito anuncia que não será mais candidato a deputado estadual e vai coordenar campanha de Allyson em Natal

No “Meio Dia RN” desta quarta-feira (15), BG comentou a notícia de que o ex-prefeito Carlos Eduardo desistiu de ser candidato a deputado estadual e vai coordenar a campanha de Allyson Bezerra ao Governo do Estado em Natal. Para ele, o posto “é o que cabe” ao ex-gestor da capital, que antes havia sido “desconvidado” da pré-candidatura ao Senado pelo União Brasil.

“Carlos Eduardo anunciou agora nas suas redes sociais que não será candidato a deputado estadual. Ele vai ficar na coordenação da campanha de Allyson em Natal. É um posto que realmente cabe para ele, ser coordenador de campanha. Carlos Eduardo não ia ser eleito de deputado estadual, não ia ser eleito deputado federal, foi desconvidado da candidatura ao Senado e agora arrumou realmente o cargo que cabe a ele”, comentou BG.

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Morre Zilson Freire, pai do prefeito de Natal Paulinho Freire

Imagem: reprodução

O pai do prefeito de Natal Paulinho Freire, Zilson Eduardo Freire, faleceu nesta quarta-feira (15), aos 91 anos de idade.

Zilson deixa, além do prefeito Paulinho Freire, outros três filhos, oito netos e três bisnetos. Ele foi casado durante 66 anos com Evane da Costa Freire.

Foi também árbitro de futebol, trabalhou no comércio de veículos e na Cosern por mais de 28 anos, onde se aposentou.

Confira onde as cerimônias de despedida serão realizadas:

Cemitério Morada da Paz – Emaús

Velório: 16.07.2026 | Inicia às 07:00h
Local: Sala de velório Capela Central

Missa: 16.07.2026 às 09:00h

Sepultamento: 16.07.2026 às 10:00h

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Eleições 2026

Herbert Senna declara apoio a Álvaro Dias e reforça palanque em Natal

O vereador Herbert Senna anunciou apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. O encontro foi realizado nesta terça-feira e reforça a ampliação das alianças políticas em torno do projeto liderado pelo ex-prefeito de Natal.

Com a adesão de Herbert Senna, Álvaro Dias amplia sua base de apoio e segue intensificando as articulações políticas em Natal e diversas regiões do estado, consolidando novas lideranças em torno de seu projeto para as eleições de 2026.

Opinião dos leitores

    1. Eu graças a Deus fui embora dessa cidade é uma tristeza que seja somente esses políticos que vocês tem disponível para voto

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Carlos Eduardo desiste de pré-candidatura a deputado estadual para coordenar campanha de Allyson Bezerra em Natal

Foto: reprodução

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo anunciou nesta quarta-feira (15) que desistiu de sua pré-candidatura a deputado estadual para assumir a coordenação da campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte na capital.

Em publicação nas redes sociais, Carlos Eduardo afirmou que aceitou o convite de Allyson por considerar a missão importante para o partido e para o estado. Segundo ele, a decisão foi tomada para que possa dedicar integralmente seus esforços à coordenação da campanha em Natal.

Leia íntegra da publicação de Carlos Eduardo:

Recebi com muita honra o convite do nosso candidato ao Governo do Estado pelo União Brasil, Alysson Bezerra, para coordenar sua campanha em Natal.

Por entender a importância dessa missão para o partido e para o Rio Grande do Norte, decidi abrir mão da minha pré-candidatura a deputado estadual para dedicar meus esforços integralmente a esse projeto.

Agradeço, de coração, a todos os amigos, lideranças e apoiadores que já haviam declarado apoio ao nosso projeto. Cada demonstração de confiança fortalece ainda mais o meu compromisso com a vida pública.

Seguimos firmes e confiantes no futuro, agora na coordenação de uma das campanhas mais disputadas dos últimos anos, trabalhando pelo pelo desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Agora Alysson arrumou o chapéu da viagem, não sei dos 02 quem é mais arrogante ou coronel.

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MINORIAS FORA: Secretarias do PT ligadas às Mulheres, LGBTQIA+ e Combate ao Racismo acusam legenda de exclusão do debate sobre fundo eleitoral milionário do partido

Foto: reprodução

Secretários nacionais do PT ligados às áreas de Mulheres, Juventude, LGBTQIA+ e Combate ao Racismo denunciaram terem sido excluídos das reuniões que discutem a divisão do fundo eleitoral da legenda, segundo reportagem da coluna do jornalista Carlos Madeiro, do UOL.

A exclusão gerou críticas internas por atingir justamente secretarias responsáveis por pautas que o PT historicamente afirma defender e priorizar.

Grupo foi retirado da sala quando começou o debate sobre distribuiçãoo do fundo eleitoral estimado em R$ 615 milhões

De acordo com a publicação, os representantes participaram normalmente das reuniões do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), em Brasília, mas foram retirados da sala quando começou o debate sobre a distribuição dos recursos do partido, estimados em R$ 615,4 milhões pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em mensagem enviada ao grupo do Diretório Nacional, os quatro secretários afirmaram que a medida enfraquece a participação democrática, desconsidera a diversidade e contraria decisão anterior da direção nacional que garantia a presença dos setoriais nas discussões.

Segundo o UOL, integrantes da direção do partido divergiram sobre a exclusão. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, e outros dirigentes votaram contra a medida, mas foram derrotados pela maioria. Os secretários informaram que entregarão uma carta à presidência da legenda pedindo a reversão da decisão. Procurado pelo UOL, o Diretório Nacional do PT não havia se manifestado até a publicação da reportagem.

Opinião dos leitores

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Ezequiel emite nota informando que comunicou a Fátima decisão de apoiar Álvaro: “vamos ter caminhos distintos na parte política”

Foto: João Gilberto/ALRN

O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, emitiu uma nota oficial informando que conversou com a governadora Fátima Bezerra e comunicou a ela sua decisão de apoiar a pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias.

Na nota, Ezequiel ressalta que tem “relação de amizade e respeito” com Fátima, mas explicou que, por decisão majoritária do PSDB, seguirá “caminhos distintos na política”.

Lei a íntegra nota de Ezequiel Ferreira:

Antes de tomar nossas decisões políticas, conversei com a governadora Fátima, a quem tenho relação de amizade e respeito.

Expliquei que por decisão majoritária do grupo e do PSDB, vamos ter caminhos distintos na parte política.

Nossa relação em defesa dos interesses do Rio Grande do Norte e do povo potiguar continua acima de qualquer questão política.

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    1. Que barco homi de Deus? Essa canoa está cheia de buracos , fazendo água por todos os lados, acho difícil papangu dos Alves conseguir tapar algum buraco, ele vai pular naquela toalhinha para tentar se salvar.

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