Política

Trump anuncia processos contra Facebook, Twitter e Google; ex-presidente alega que suas visões políticas estão sendo cerceadas pelas plataformas

Foto: OCTAVIO JONES / REUTERS

O ex-presidente americano Donald Trump anunciou que entrou com processos contra as gigantes de tecnologia Twitter, Facebook e Google, assim como contra seus presidentes, alegando que elas estão silenciando vozes que defendem pontos de vista conservadores. Trump foi banido da maior parte das plataformas sob a acusação de incitar a violência durante a invasão do Capitólio, a sede do Congresso americano, em 6 de janeiro, para impedir a certificação da vitória de Joe Biden.

— Hoje, com o Instituto de Políticas America First [plataforma política do ex-presidente], apresento, como seu representante principal, um processo coletivo contra os gigantes da tecnologia, incluindo Facebook, Google e Twitter, assim como contra seus diretores-executivos, Mark Zuckerberg, Sundar Pichai e Jack Dorsey — declarou Trump, em discurso no seu campo de golfe em Nova Jersey. — Queremos um fim ao banimento, ao silenciamento e às “listas negras”, ao banimento e ao cancelamento que conhecem tão bem.

De acordo com o site Axios, o processo vai pedir o retorno imediato de todas suas contas nas plataformas onde hoje está impedido de fazer publicações, além de exigir reparações financeiras — no anúncio, disse que seria algo em torno de “trilhões de dólares”. As empresas citadas não se pronunciaram. O processo corre em um tribunal federal da Flórida, e foi anunciado no momento em que o ex-presidente enfrenta problemas legais com a Justiça de Nova York, que investiga suas empresas.

— Não há melhor evidência de que as empresas de tecnologia estão fora de controle do que o fato de terem banido o presidente dos EUA no começo do ano. Se podem fazer isso comigo, podem fazer com qualquer um — declarou Trump. No processo, ele sugere que as plataformas agiram como “agentes estatais” e em conluio com “funcionários do governo federal, incluindo do CDC” e com a equipe de transição do então presidente eleito Biden.

Na época, Trump ainda era o chefe do Executivo dos Estados Unidos.

Mesmo antes de sua derrota na eleição presidencial de novembro do ano passado, o republicano ataca a política de moderação das plataformas, especialmente depois que publicações suas passaram a ser restritas ou mesmo apagadas, algumas com informações erradas sobre a pandemia do novo coronavírus ou apontadas como incitadoras da violência contra grupos minoritários e opositores.

Em várias ocasiões, ele ameaçou pôr fim a uma regra de 1996 que exime plataformas e serviços digitais de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo ali publicado — a regra também permite que as plataformas removam conteúdos considerados impróprios, ponto atacado por Trump. Nos processos apresentados nesta quarta, ele pede ao juiz que invalide essa regra. Na semana passada, um tribunal da Flórida julgou inconstitucional uma lei que autorizava o estado a aplicar punições contra empresas de tecnologia que suspendessem contas de candidatos a cargos eleitivos.

Ao mesmo tempo, ele usava as mesmas redes sociais como principal ferramenta para chegar a seus quase 89 milhões de seguidores no Twitter e Facebook. Com a derrota, as postagens passaram a espalhar e replicar teorias falsas de que a vitória de Joe Biden havia sido fruto de uma fraude, um discurso visto como agressivo e potencialmente perigoso por analistas e mesmo aliados de Trump.

Mas a invasão do Capitólio no dia 6 de janeiro, quando partidários do ex-presidente tentaram impedir a confirmação dos resultados das urnas, marcou um ponto de virada, ou um ponto final em certos casos. Publicações e vídeos na conta do presidente no Twitter foram declarados incitação à violência, ainda mais quando centenas de apoiadores ameaçavam congressistas e funcionários do Legislativo. A conta foi suspensa inicialmente por 12 horas, e foi banida em definitivo no dia 8 de janeiro. A suspensão foi seguida dias depois pelo Facebook, que recentemente a prolongou por dois anos, e pelo YouTube, plataforma de vídeos controlada pelo Google.

Longe deste importante meio de se comunicar com seus eleitores, Trump recorreu a meios de comunicação tradicionalmente afáveis, como a Fox News, ou ligados à extrema direita, como a America One e o Newsmax, além de redes sociais usadas por seus apoiadores e extremistas, como o Gab e o Parler, que chegou a ser derrubado no começo do ano. No fim de semana, a equipe do presidente lançou sua própria rede social, o Gettr, que tem como linhas principais “lutar contra a cultura do cancelamento” e “garantir a liberdade de expressão”. Apesar de ter conseguido quase meio milhão de inscrições horas depois do lançamento, ela já foi alvo de hackers.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ditadura do politicamente correto e das narrativas esquedistas, se vc n estiver desse lado, vc esta fora ! N tem direito a opinião, nem ideias, nem pensamentos, nem contraditório e nem de reclamar ! E ainda tem gente que defende isso ! Tudo errado ! Se for p defender ditadura, gostaria que os militares tomassem o poder de vez e mandasse fechar toda essa mídia lixo, e suspendesse que falasse mal deles, num instante a esquerda ia chorar de novo (assim como fizeram em 64). Acredito na liberdade de opinião e ideias total, se vc concorda bem se não, bem tbm. Pode se não concordar, mas deve se defender o direito de fala e expressão!

  2. Esse vagabundo devia estar preso…não pela morte dos idiotas que foram defende-lo no congresso americano, mas pela morte do policial que deu a vida cumprindo seu dever no mesmo episódio…
    Volta pra catatumba, oferenda…

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Finanças

Cofundador do Facebook, Eduardo Saverin passa Lemann e se torna brasileiro mais rico do mundo no ranking de bilionários da revista Forbes

Foto: getty images

O brasileiro Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, ultrapassou o empresário Jorge Paulo Lemann, sócio da AB Inbev e da 3G Capital, no ranking de bilionários da revista Forbes, se tornando o brasileiro mais rico do mundo. Saverin tem uma fortuna estimada em US$ 19,4 bilhões e está listado na 95ª posição no ranking.

O patrimônio de Lemann, que agora é o segundo brasileiro mais rico do mundo, está estimado em US$ 19 bilhões na lista, com ele ocupando a 98ª posição. Saverin tem 39 anos, menos da metade da idade de Lemann, que tem 81.

Eduardo Saverin nasceu em São Paulo, em 1982, mas se mudou para os Estados Unidos no início da década de 1990. Em 2012, ele renunciou à cidadania norte-americana e se tornou residente de Cingapura, onde mora atualmente, tendo ocupado a 4ª posição no ranking da Forbes de pessoas mais ricas do país asiático em 2020.

Saverin foi colega do presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, na Universidade Harvard. Eles fundaram a rede social em 2004, quando ainda estavam na faculdade, com outros três colegas. Saverin ficou famoso mundialmente por ter acionado o Facebook na Justiça.

Depois de um acordo milionário com Mark Zuckerberg, o brasileiro entrou no mercado de investimentos. A maior parte da fortuna de Saverin é proveniente de sua participação na rede social. O empresário também lançou, em 2016, o fundo de risco B Capital, ao lado do economista Raj Ganguly.

O fundo administrado por Saverin tem como objetivo ser uma ponte entre o mundo corporativo e startups consideradas por ele como “de qualidade”. Entram no radar da B Capital startups em estágio inicial com soluções para serviços financeiros, assistência médica, transporte e bens industriais, entre outros setores.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Pronto, já apareceu um para determinar o futuro do rapaz. baseado em quê? Em nada! Só essa mania idiota que as pessoas tem de julgar até quem não conhecem.

  2. Se tiver saúde, paz interior, uma família constituída antes da fortuna, Fé em Deus vale a pena, senão, é um futuro suicida.

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Política

CPI aprova convocação de representantes de Facebook, Google e Twitter para “conter disseminação de notícias falsas”

Foto: Jefferson Rudy – 22.jun.2021/Agência Senado

A CPI da Pandemia aprovou nesta quarta-feira (23) requerimentos para a convocação de representantes de Facebook, Google (que controla o YouTube) e o Twitter.

Em votação simbólica, senadores aprovaram requerimentos para ouvir redes sociais sobre medidas para conter disseminação de notícias falsas em suas plataformas

A análise dos requerimentos foi feita em bloco, com aprovação simbólica por todos os membros da comissão.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Manda apurar os gastos com dinheiro público desse circo.
    Param de passar vergonha cambada de corruptos, vcs tem moral pra invesrigar alguma coisa???
    Vão procurar Lázaro bando de abestalhados.
    Antigamente era o povo os abestalhados, hoje é essa trinca de boi tabacos.
    Aquem vcs querem enganar??
    Se não acharem o Lázaro, procurem um jumento, pra aquietar vcs seus inocentes.

  2. Os nobres Senadores não sabem o que investigar, nem como investigar, nem para que investigar. Já passaram da cloroquina, pela ivermectina, agora estão nas motos, vão para as redes sociais… enquanto isso Bolsonaro deita e rola. Deve tá rindo de ficar com a barriga doendo.

  3. Essa cpi É a MAIOR palhaçada. É um circo sem cobertura no interior, Pobreza total de argumentos. Renan gaguejando, o presidente Omiz é um babaca, o outro Randolfe brigando com os colegas. É de dar pena o nível. LÁSTIMA

    1. A madame espera o que? Uma CPI ou uma aula de etiqueta?
      É muita frescura e mimimi pra um baitola só.

  4. Esses canalhas militantes de esquerdas estão perdidos neste circo chamada CPI, estão batendo cabeça, é publico e notório. Aprovaram requerimento para saber quanto o presidente gastou com a motociata, esta CPI é digna de pena, são um bando de ave de rapina o relator e o presidente.

  5. As redes sociais já estão fazendo a sua parte, há tempos vêm combatendo as fake news. O problema é que o presidente e sua corja cada dia disseminam mais e mais… Fora os robôs que disparam várias e várias msgs iguais. É uma luta difícil!

    1. Acho que você só tem olhos e ouvidos para as distorções. A globo e a CNN produzem fake news ao vivo, levam narrativa dos fatos, dão sentido oposto as situações e noticiam absurdos sem serem incomodados, tudo alinhado a turma da esquerda.
      A guerra com narrativas é tão forte e explícita que os menos avisados embarcam nas versões noticiadas e não vão em busca da verdade que só as redes sociais tem.

  6. Estão fazendo o mesmo caminho restritivo que sofreu TRUMP nos EUA.
    A esquerda mostrando que a democracia só pode existir se for para fazer suas vontades.
    A esquerda comprovando que a liberdade de expressão só pode existir se for para vender suas narrativas e distorções dos fatos.
    Os senadores da CPI, todos tem processo por corrupção, preocupados em criar meios para inibir a verdade, proibir que os fatos sejam publicados, querendo que o Brasil viva das notícias imorais e distorcidas fabricadas pela esquerda e noticiada na Globo.
    Mas claro, evidente e desenhado do que isso, impossível

    1. Perfeito o comentário! Todos os atos, por mais antidemocráticos ou autoritários, são sustentados pela narrativa falaciosa da esquerda, e de políticos obviamente comprometidos com a volta da corrupção. Estão querendo repetir a estratégia bem sucedida levada a efeito nos EUA: tirar um Presidente democraticamente eleito, para que o sistema volte a se lambuzar com a corrupção, e com o dinheiro estatal jorrando para a mídia conivente.

    2. Jair é um santo. Tudo é culpa dos comunistas malvadões’. O atual presidente compra vacina superfaturada, gasta $$ público para dá voltinha de moto e é deselegante/mal educado com pessoas e repórteres e você vem falar em esquerda? Saiam dessa onda de esquerda e direita, tá ai o presidente sem agenda econômica e torrando $$ do povo e mentindo para os bovinos. A gasolina em Natal a R$6,oo e invés de cobrarem ficam defendendo o indefensável. Acordem!!

    3. Papa fake news. Vai se informar antes de falar besteira. O presidente não comprou vacina superfaturada, foi um erro na tradução do inglês por algum jornalixo esquedista que jogou essa narrativa e vc pegou ela bem direitinho como um bebe chorão

    4. Aldolfo T, então esse Blog em que você lê e faz comentário é jornalixo? Porque tem a matéria aqui. Ou você é mais um cego que ninguém pode fazer uma crítica a Jair? Deve está feliz da vida pagando gasolina a R$6,oo e comendo ovo no lugar da carne. Acorda, gado!!

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Tecnologia

Facebook quer processar Apple por função de privacidade; entenda

Foto: TechTudo/Luciana Maline

O Facebook planeja processar a Apple alegando que a companhia da maçã tem mostrado um “comportamento anticompetitivo” frente às suas novas políticas de privacidade, exigidas com a atualização do iOS 14. As informações são de relatório publicado pelo site americano The Information nesta quinta-feira (28), e afirma que a companhia comandada por Mark Zuckerberg argumenta que as novas regras da Apple “dificulta” a competição entre as empresas.

O atrito entre as duas companhias parece estar longe de terminar. No ano passado, o Facebook direcionou diversas criticas à Apple, assim como o WhatsApp, que desaprovou publicamente a função “Rótulos” da App Store, disponibilizada com a atualização do iOS 14.3. O sumário, uma espécie de “informação nutricional” dos aplicativos, divide todas as permissões requeridas pelos apps em categorias que descrevem como esses dados podem ser utilizados para rastrear o usuário.

No entanto, segundo o The Information, o processo contra a Apple deve se embasar principalmente na função App Tracking Transparency — anunciada recentemente para a atualização do iOS 14.5 — e no iMessage. De acordo com o Facebook, o novo recurso de privacidade da maçã se mostra vantajoso para a Apple porque a empresa supostamente não precisaria seguir suas próprias regras e, também, porque a Apple não permite modificar o app-padrão de mensagens do iPhone e iPad, o que diminuiria a competitividade.

Entretanto, como lembra o site MacRumors, os aplicativos pré-instalados de fábrica da Apple não rastreiam usuários e nem compartilham informações com companhias de terceiros com o propósito de exibir anúncios, o que pode fazer com a alegação do Facebook perca força se o processo chegar ao tribunal.

O recurso de privacidade App Tracking Transparency (“transparência de rastreamento de apps”, em tradução livre) exige que todos os aplicativos na App Store — incluindo os apps pré-instalados de fábrica nos iPhones e iPads — peçam permissão para rastrear atividades de usuários para fins publicitários. Divulgado em dezembro do ano passado, o recurso foi altamente criticado pelo Facebook, que chegou a disparar anúncios de página inteira em jornais de grande alcance nos Estados Unidos, criticando abertamente as decisões da Apple.

O App Tracking Transparency deve ser lançado em meados de março deste ano, e os aplicativos que não seguirem as novas regras exigidas pela loja da Apple podem ser banidos da App Store.

Globo, via Techtudo, MacRumors e 9to5Mac

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Diversos

Ex-senador Magno Malta deixa vazar foto de pênis no Facebook, não percebe e ainda tira satisfação

FOTO: RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Ao postar uma reprodução de vídeo em sua conta no Facebook, o ex-senador Magno Malta deixou vazar, nesta terça-feira (19/1), uma imagem em que aparecem dois pênis no canto inferior esquerdo. O fato pegou internautas de surpresa e, após a repercussão, Malta apagou a publicação.

A imagem em questão era um print de um vídeo que foi retirado do ar pelo Facebook, por, segundo Malta, conter informações sem veracidade comprovada.

“Os sabichões que se dizem verificadores de conteúdo tirou [sic] do ar dizendo ser supostamente falso. Pergunto, o que é falso, o conteúdo do vídeo ou minha pergunta?”, afirmou, reclamando e querendo tirar satisfação pela remoção.

A repercussão foi rápida e Malta não conseguiu apagar a postagem antes que os internautas também tirassem prints das imagens. Ele foi procurado pelo Metrópoles, mas não havia se pronunciado até a última atualização desta reportagem.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Apenas mais um terrivelmente evangélico que usa o nome de Deus em vão pra capitalizar em cima dos desavisados.

  2. Impressão minha ou Malta é da família tradicional brasileira do Bozo?

    Uiiiiiiiiiiiiiiiiii

    Máscaras que caem desse povo santo.

  3. EITA!!!!!
    Praque danado esse cabra quer essas madeiras duras???
    Sei não!!!
    É o fim do mundo.
    Outro dia foi uma mulher lá no Pernanbuco, que construiu o maior priquito do Brasil.
    É cada uma, que dar dez.
    É o fim do mundo, a roda grande entrando dentro da pequena, como dizia vóvó.

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Política

Facebook e Instagram bloqueiam conta de Trump por tempo indeterminado, diz Mark Zuckerberg

Fotos: Brendan Smialowski/AFP/ Reprodução/Facebook

As contas do Facebook e Instagram do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foram bloqueadas por tempo indeterminado. O anúncio foi feito pelo presidente-executivo da rede social, Mark Zuckerberg, em um post.

A posse do presidente eleito Joe Biden será no dia 20 de janeiro e, segundo a publicação de Zuckerberg, Trump ficará impedido de fazer publicações pelo menos até essa data.

“Acreditamos que os riscos de permitir que o Presidente continue usando os nossos serviços durante esse período são simplesmente muito grandes”, escreveu Zuckerberg.

“Portanto, estamos estendendo indefinidamente o bloqueio que tínhamos imposto nas contas do Facebook e Instagram, e por pelo menos as duas próximas duas semanas, até que a transição pacífica de poder seja completa”, continuou.

Bloqueio estendido

Na noite da última quarta-feira (6), redes sociais bloquearam a conta de Trump. Inicialmente, a restrição no Facebook e Instagram valeria por 24h.

A decisão aconteceu após apoiadores do presidente invadirem o Congresso durante reunião que deve validar vitória de Biden nas eleições.

A empresa disse que o presidente violou duas de suas regras, e derrubou vídeo postado por ele durante a invasão, por conta de “risco de violência”. Nele, o presidente pedia que os manifestantes voltassem para casa, mas continuava a alegar, sem provas, que a eleição foi ilegítima. A postagem também foi tirada do ar pelo Instagram e o YouTube, do Google.

O Twitter também impôs restrições ao perfil de Trump. O presidente está impedido de postar por pelo menos 12 horas na plataforma. O desbloqueio é condicionado à exclusão de 3 tuítes específicos do presidente dos EUA, que já foram suspensos pela rede social, por violação de suas políticas, e não podem mais ser vistos.

G1

Opinião dos leitores

  1. O galegão dos cunhão roxo ainda tá solto? Vai ser preso em breve. E Bozo terá o mesmo fim.

  2. O Twitter só não bloqueou a conta do miliciano ainda, porque está esperando um exame de sanidade mental.
    Mas o caminho é bloquear.

  3. Manoel se os critérios fossem esse que vc quer e relata, vc e sua turma já estariam bloqueados a 16 anos. Tu quer alguém para mentir mais, roubar mais, conversar mais besteira do que vc, Lula, A Anta, Gleisi, Lilindenberg, o vampiro, e a turma dos vermelhinhos? Que por sinal vivem disso, homem deixe de ser tapado.

  4. Puxa. Será que ele não poderia bloquear as contas do MINTOmaníaco e seus filhos ? Só assim eles param de falar tanta merda e quem sabe não começam a trabalhar pelo país…

    1. O que megacapitalistas querem é manter seus monopólios. Nada como um governo de viés comunista para garantir isso. A massa de manobra nesse jogo de poder são o militantes da pauta racial, identitária, ambientalista….

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Judiciário

PGR arquiva apuração preliminar sobre Bolsonaro e filhos aberto após Facebook remover perfis ligados a gabinetes da família

Foto: Marcos Corrêa/PR

Procuradoria-Geral da República (PGR) arquivou uma apuração preliminar relacionada ao presidente Jair Bolsonaro e a dois de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

O arquivamento foi comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (28).

O caso envolve as investigações do Facebook que resultaram na remoção de contas ligadas ao PSL e a gabinetes da família Bolsonaro nas redes sociais da empresa. A representação contra a família Bolsonaro foi feita ao Supremo pela deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e gerou a abertura da apuração preliminar pela PGR.

Após a deputada acionar o STF, o ministro Alexandre de Moraes pediu que a PGR se manifestasse sobre a notícia-crime. O procedimento adotado por Moraes é praxe nesse tipo de ação.

Em parecer ao Supremo, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, afirmou não haver elementos que justifiquem o início formal de uma investigação contra Bolsonaro e seus filhos por estes fatos.

“A ausência de fatos concretos que possam ser efetivamente atribuídos aos noticiados [Bolsonaro, Flávio e Eduardo] inviabiliza, portanto, a instauração de procedimento próprio. Destaque-se que nem mesmo o Facebook adotou qualquer medida em face deles, como seria o caso, por exemplo, da retirada das respectivas contas oficiais. E isso se deu, naturalmente, por inexistirem quaisquer elementos que vinculem-nos minimamente às acusações formalizadas por meio desta notícia-crime”, escreveu.

Facebook

Ao todo, o Facebook retirou do ar 35 contas, 14 páginas e 1 grupo no Facebook, além de 38 contas no Instagram. O Facebook, empresa responsável pelas duas redes sociais, afirmou ter identificado perfis falsos e com “comportamento inautêntico” — quando um grupo de páginas e pessoas atuam em conjunto para enganar outros usuários sobre quem são e o que estão fazendo.

Mesmo com os responsáveis tentando ocultar suas identidades, as investigações da rede social encontraram ligações de pessoas associadas ao PSL e a alguns dos funcionários nos gabinetes de Eduardo, no de Flávio, no do presidente da República, e também nos de Anderson Moraes e Alana Passos, ambos deputados estaduais pelo PSL no Rio de Janeiro.

Entre as páginas investigadas pelo Facebook está o perfil “Bolsonaro News.” O e-mail usado para registrar o perfil era de Tercio Tomaz, que já foi assessor de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Hoje, Tercio é assessor especial do presidente, com gabinete no Palácio do Planalto, salário de quase R$ 14 mil por mês e apartamento funcional.

Publicações da página de Tercio atacam adversários políticos de Bolsonaro, como o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e até ex-ministros do governo, como Luiz Henrique Mandetta e Sergio Moro.

Inquérito fake news

Ao STF, a deputada Perpétua Almeida afirmou haver fortes indícios da prática de inúmeras ações delitivas supostamente praticadas pela família Bolsonaro e aliados, utilizando-se da rede mundial de computadores, para a prática de crimes como calúnia, difamação, injúria e ameaça “contra o Supremo Tribunal Federal e seus ministros, além de agressões e ameaças contra o Poder Legislativo da União e os presidentes da Câmara [Rodrigo Maia] e do Senado [Davi Alcolumbre]”.

A parlamentar pediu que a notícia-crime seja incluída no inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques a ministros do STF.

Segundo a PGR, no dia 9 de julho, o material produzido pelo Facebook foi juntado ao inquérito que apura ataques ao STF e a disseminação de notícias falsas.

O vice-procurador-geral afirmou ao STF que a investigação do Facebook não tem elementos concretos contra Bolsonaro e seus filhos.

“Cumpre assinalar que os fatos retratados nesta notícia-crime não guardam relação com a investigação em curso no inquérito 4781 [fake news]. Neste, são apuradas notícias fraudulentas, falsas comunicações de crimes, denunciações caluniosas e ameaças associadas à honorabilidade e à segurança do Supremo, de seus membros e de familiares destes, desde que haja vinculação com a dignidades dos ministros. A apuração efetivada pelo Atlantic Council Facebook], por outro lado, não traz elementos concretos de envolvimento dos noticiados propriamente ditos com aquelas práticas”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Se hoje se admite e até se elogia esse tipo de procedimento e atitude, amanhã não poderá reclamar quando acontecer a mesma coisa e as mesmas atitudes se repetirem, se nomeando pessoas de fora das listas para colocar apadrinhados e gente do "esquema" para aparelhar as instituições.
    Quando invertemos e desconstruímos as regras que criamos para que isso não acontecesse, logo poderemos ser vítimas dos mesmos mecanismos e não teremos a quem reclamar, porque só achamos bom quando nos serve e nos é favorável.
    Pobre povo inculto, ignorante e sem noção do que estão fazendo ao destruir o que levamos centenas de anos para construir.

  2. CORRETÍSSIMO, seria um absurdo abrir um processo por causa de uma simples exclusão de uma rede social.
    Seria dizer que o Facebook ou outra rede social teria poderes para determinar aberturas de processos judiciais com a simples exclusão de uma conta, mesmo que nenhum delito tivesse ocorrido.
    PARABÉNS PROCURADOR.

    1. Esse comentário, Ricardo, é tão batido. Arranje argumentos mais convincentes. Seja inteligente

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Judiciário

Precedente perigoso para a liberdade de expressão: Facebook diz que não cumprirá decisão de bloquear contas bolsonaristas no exterior e avisa que vai recorrer de decisão do STF

Conta de Luciano Hang indisponível no Facebook — Foto: Reprodução Facebook/LucianoHangOficial

O Facebook atendeu somente a primeira solicitação do Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para bloqueios das contas de perfis ligados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Brasil. Já a segunda decisão do ministro, para que a suspensão seja realizada mundialmente, não foi atendida.

Segundo a CNN apurou, cumprir essa decisão poderia abrir um precedente perigoso para a liberdade de expressão, e abriria precedente para outros juízes, de outros países, fazerem pedidos além de suas jurisdições geográficas. O que é ilegal em um país não necessariamente é ilegal em outro.

Em comunicado à imprensa, o Facebook afirmou, nesta sexta-feira (31), que irá recorrer da determinação.

A rede social afirmou que respeita as leis dos países em que atua, mas decidiu recorrer ao Supremo. “Respeitamos as leis dos países em que atuamos. Estamos recorrendo ao STF contra a decisão de bloqueio global de contas, considerando que a lei brasileira reconhece limites à sua jurisdição e a legitimidade de outras jurisdições”, diz o documento.

O primeiro bloqueio foi realizado na última sexta-feira (24) em todo o território nacional por ordem do ministro e atingia 16 contas no Twitter e 12 no Facebook. Alguns dos alvos da proibição conseguiram abrir novos perfis como se estivessem no exterior, em tese, fora do alcance da decisão do ministro.

Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o Twitter voltou a bloquear contas de bolsonaristas: os atingidos haviam conseguido driblar proibições anteriores do próprio ministro.

Perícia citada na decisão do ministro ressaltou que Twitter e Facebook continuavam permitindo que os perfis fossem “acessados através de endereços IP de fora do Brasil, ou seja, permitindo que sejam acessados normalmente a partir de outros países”.

Até as 20h50 de quinta-feira (30), contas de bolsonaristas atingidos pela decisão do ministro ainda não haviam sido bloqueadas pelo Facebook.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. esse cidadão se acha presisidente supremo mundial, a nossa democracia conquista com sangue derramado o congresso tem que reagir

    1. Que língua é essa que você escreveu, Fabio? Valha-me, São Paulo Freire.

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Judiciário

Moraes envia a PGR notícia-crime contra Bolsonaro e filhos após ação do Facebook

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre uma notícia-crime apresentada contra o presidente Jair Bolsonaro dois de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ). O despacho foi publicado nesta quinta-feira (23).

A ação foi apresentada ao STF pela deputada Maria Perpétua (PCdoB) e o envio à PGR é praxe nesse tipo de ação. A ação envolve o caso em que o Facebook anunciou, no dia 8 de julho, a remoção de contas e páginas relacionadas a assessores da família Bolsonaro.

No dia 8 de julho, o Facebook derrubou páginas administradas pelo senador Flávio Bolsonaro e integrantes do PSL em uma ação mundial contra a desinformação.

Segundo comunicado divulgado pela rede social, as investigações envolvem “comportamento inautêntico coordenado no Brasil a partir de notícias na imprensa e referências durante audiência no Congresso”.

Na época, o PSL disse que “não é verdadeira a informação de que sejam contas relacionadas a assessores do PSL, e sim de assessores parlamentares dos respectivos gabinetes, sob responsabilidade direta de cada parlamentar, não havendo qualquer relação com o partido.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Alguém sabe qual foi o conteúdo das mensagens no Facebook que geraram o cancelamento das contas?
    Não.
    Alguém sabe do conteúdo das lives e informações que geraram a prisão e confisco de equipamentos dos apoiadores do JB?
    Nem a polícia federal que fez as prisões e confisco sabe.
    Não sei como deputados e leitores deste blog descobriram para dizer que é fake.
    Já sei, vocês são videntes.
    Está explicado.

  2. QUEIROZ É O CARA! Essa notícia sobre fake é fake. Fica feio ficar falando fake. Nunca foi fake falar que o mito é inteligente e competente. Nunca foi fake falar que o presidente não é demente. A verdade agora é que a Lava Jato nunca prestou. Que Sérgio Moro nunca prestou. Que Deltan Dallagnol nunca prestou.
    A é que bom mesmo e honestos são Queiroz, o patrão e o pai do patrão.
    CONHECEREMOS A VERDADE E A VERDADE NOS LIBERTARÁ DOS FALSOS MESSIAS.

    1. Vixe, se não pode mentir como é que Bolsonaro ganhará a eleição? Essa conta não fecha.

    2. Verdade, lula viajou a varios países da europa antes das eleições dizendo que no brasil tinha milhões de crianças passando fome nas ruas.

  3. Se manifestar vc pode,o que não pode é mentir,como os bolsonaristas gostam de fazer nas redes sociais.

    1. Se manifestar pode. Não pode mentir, como a maioria hoje tem feito sem medidas e sem responsabilidade.

    2. Camarada, você vai poder se expressar livremente. Mas nem você, nem eu e nem ninguém poderá mentir nessas manifestações. Nenhum direito é absoluto no Brasil, nem mesmo o direito a vida (há pena de morte em caso de guerra). Eu posso me manifestar desde que não ofenda a sua integridade.

    3. Até pode, Carlos. Mas se prepare para um processinho. Esses caras vivem disso.

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Judiciário

Moraes concede acesso da PF a dados que fizeram Facebook banir bolsonaristas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, atendeu pedido da Polícia Federal e determinou que o Facebook franquie acesso dos investigadores aos dados que levaram a rede social a suspender dezenas de contas de assessores e aliados da família Bolsonaro na semana passada.

Segundo a CNN apurou, o ministro autorizou a análise e uso de eventuais provas obtidas pela rede social tanto no inquérito que apura a disseminação de notícias falsas e ameaças contra ministros do Supremo, como no que investiga a organização e o financiamento de atos antidemocráticos. A decisão foi tomada na semana passada.

O jornal “Folha de S. Paulo” revelou em sua edição desta quarta (15) que a PF havia solicitado acesso aos dados do Facebook. A rede social anunciou na semana passada que havia deflagrado uma operação global para banir contas cuja atividade viola prerrogativas da empresa, apresentando atividade inautêntica.

Entre os alvos do Facebook estão assessores de deputados do PSL aliados a Bolsonaro e assessores da família e do próprio Palácio do Planalto.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Muito democrático o ministro. O inquérito do fim do mundo (fake news) prorrogado por mais seis meses, ainda não foi dado aos acusados acesso ao processo.

  2. A casa está desMOROnando. Tirem o gado de perto pra não se machucar. Tudo que é feito com fake fica fraco.

  3. Os vaqueiros podem até espernear, mas na hora que a casa cair terão que pagar pela lavagem cerebral que ajudaram a fazer nas cabeças fracas desse rebanho chamado Brasil

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Diversos

Facebook derruba rede de páginas coordenada por funcionários da presidência e dos gabinetes de Flávio e Eduardo Bolsonaro

Foto: Reprodução

O Facebook derrubou nesta quarta-feira uma rede com 88 contas, páginas e grupos ligados a funcionários dos gabinetes do presidente Jair Bolsonaro e aliados. Entre eles, estão o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e os deputados estaduais Alana Passos e Anderson Moraes, ambos do PSL no Rio de Janeiro. Para a empresa, o conjunto removido agia para enganar sistematicamente o público, sem informar a verdadeira identidade dos administradores, desde as eleições de 2018. Os dados que constam das investigações da plataforma foram analisadas por pesquisadores americanos do Digital Forensic Research Lab (DRFLab), ligado ao Atlantic Council, especializados no combate à desinformação, às fake news e violação de direitos humanos em ambientes online.

Nos domínios do Facebook, a rede em questão atuava através de 14 páginas, 35 contas pessoais e um grupo. No Instagram, onde também houve remoção de conteúdos, foram identificadas 38 contas envolvidas com irregularidades. Juntas, essas engrenagem mobilizavam uma audiência de mais de 2 milhões de pessoas, de acordo com o DRFLab.

Uma nota divulgada pelo Facebook para justificar a remoção dos conteúdos diz que o esquema envolvia a combinação de contas duplicadas e falsas, cujo objetivo era evitar a fiscalização da plataforma. Elas representavam pessoas fictícias que publicavam conteúdos em páginas que simulavam a atividade de veículos de imprensa. Entre as publicações, havia tópicos sobre política; eleições; críticas a opositores e a jornalistas e organizações de mídia e informações sobre a pandemia da Covid-19. Ainda segundo o texto, parte desse material já havia sido removido por violar normas de uso, incluindo discurso de ódio. Foram encontrados também, pelo DRFLab, ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio das hashtags #STFVergonhaNacional e #STFEscritórioDoCrime.

A mensagem divulgada pela plataforma afirma que a investigação sucedeu reportagens nas quais foi relatada a existência de uma estrutura virtual montada por bolsonaristas — chamada por opositores “Gabinete do Ódio” — e depoimentos sobre o tema colhidos no Congresso Nacional durante a CPMI das Fake News.

O relatório do DRFLab aponta que a rede era controlada por ao menos cinco funcionários e ex-funcionários dos gabinetes bolsonaristas. Dos assessores diretos do presidente Jair Bolsonaro, o Facebook e o Instagram identificaram páginas e contas com conteúdo de ataques a adversários políticos feitos por Tércio Arnaud Thomaz, assessor especial da presidência da República. Além da página “Bolsonaro Opressor 2.0”, seguida por mais de 1 milhão de pessoas no Facebook, foi identificada a conta @bolsonaronewsss, também sob administração de Tercio, com 492 mil seguidores e mais de 11 mil publicações.

No relatório, o DRFLab diz que “muitas páginas do conjunto foram dedicadas à publicação de memes e conteúdo pró-Bolsonaro enquanto atacavam rivais políticos. Uma dessas páginas foi a página do Instagram @bolsonaronewsss. A página é anônima, mas as informações de registro encontradas no código fonte confirmam que pertence ao Tercio Arnaud”. Segundo os pesquisadores, o “conteúdo era enganoso em muitos casos, empregando uma mistura de meias-verdades para chegar a conclusões falsas”. No relatório são mostradas imagens da conta postando ataques ao ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

Também foram citadas contas e páginas de dois assessores de Eduardo Bolsonaro. O relatório cita Paulo Eduardo Lopes, mais conhecido como Paulo Chuchu, que, de acordo com o DRFLab, “aparece como um dos principais operadores de rede”.

O Facebook disse ter removido duas contas com o nome de Eduardo Guimarães. Ele foi citado na CPMI das “Fake News” como o dono extinta página do Instagram chamada “Bolsofeios”, que publicava ataques a adversários do clã Bolsonaro.

A plataforma chegou a achar indícios de assessores do senador Flávio Bolsonaro, mas pesquisadores do DRFLab não encontraram dados conclusivos o suficiente. Eles acreditam ainda que um funcionário do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), não mencionado pela rede social, atuou em conjunto com o grupo, assim como um servidor empregado pelo deputado estadual Coronel Nishikawa (PSL), da base bolsonarista em São Paulo.

Recrutamento desde 2013

Em junho, o GLOBO mostrou os perfis de alguns desses assessores que integram o chamado “gabinete do ódio”. Eles foram recrutados pelo vereador Carlos Bolsonaro desde 2013 para vir trabalhar em seu gabinete e reproduzir memes com ataques a adversários primeiro em páginas de Facebook. José Matheus Salles Gomes e Tércio Arnaud Thomaz foram os dois primeiros escolhidos por Carlos por suas páginas no Facebook. Eles chegaram a ser assessores de Carlos por vários anos e agora trabalham como assessores do presidente Jair Bolsonaro.

Depois, o grupo foi se ampliando e o recrutamento foi definitivamente selado numa reunião do clã Bolsonaro com alguns desses jovens, no salão de festas do primogênito e hoje senador Flávio, em 11 de março de 2017 — mais de um ano e meio antes da eleição presidencial. No Planalto agora, também está Matheus Matos Diniz e atuam em parceria com os funcionários do Planalto dois assessores no gabinete do deputado federal Hélio Lopes: Guilherme Julian Freire, José Hemrique Rocha.

Solar – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Agooora lascou! Como é que esse povo vai viver sem a mamadeirinha de ódio e mentira 24 horas por dia, 7 dias por semana? Haja Rivotril!!!!

  2. Robozinho em manutenção. Difícil agora é achar trabalho pra esse povo que perdeu a função.

  3. A Globo tentando criminalizar divulgação em rede social.
    Um dos problema foi criar uma página chamada Bolsofeios para "atacar" adversários do "clã" Bolsonaro…
    Lembro pelo menos desde 2006, a Veja falava de um bunker de campanha eleitoral do PT..
    Inclusive um ex delegado apareceu com um monte de papel em um debate Aécio x Dilma para intimidar Aécio.
    A esquerda usa todos os meios para queimar reputações.
    Falam mal de Bolsonaro e de adversários dia e noite, inclusive por meio da imprensa. Mas uma página ligada a Bolsonaro criticar adversários é "atacada" pela imprensa.

  4. Nem demorou o Gado já está murgindo, Zuckerberg, Comunista tem que rir muito da cara do Gado ????

  5. Mais um na conspiração: Zuckerberg. O comunista mais empreendedor da historia da humanidade.
    Parabéns Facebook!
    Grande Dia!

    1. Um adorador de corruptos condenados em 2a instância, que se incomoda com a recuperação pela operação lava jato, de bilhões de reais roubados da nação, comemorar um grande dia, com certeza, não foi uma coisa positiva para a nação.

    2. Vê-se que você não sabe a diferença entre capitalismo e comunismo. Dizer que Zuckerberg é comunista mostra a total falta de conhecimento.

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Saúde

Ao lado do novo ministro da Saúde, Bolsonaro defende retomada gradual das atividades no Brasil

Imagem: reprodução/Facebook

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (16), durante sua live semanal no Facebook, que a nova diretriz do Ministério da Saúde será pela retomada gradativa do comércio e do fim do isolamento social no país, mas que a decisão cabe aos governadores e prefeitos.

“Não vai ser de uma hora pra outra, não vai ser um cavalo de pau, mas nós entendemos que, paulatinamente, com muita responsabilidade, o Brasil tem que começar a trabalhar. Agora, a decisão vai partir muito mais dos governadores e dos prefeitos, porque essa foi a decisão do Supremo Tribunal Federal, se não me engano, por unanimidade, no dia de ontem”, disse o presidente.

Na decisão citada por ele, os ministros da Suprema Corte definiram que estados e municípios têm autonomia para tomar as medidas que acharem necessárias para combater o novo coronavírus, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições.

Ao lado do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, Bolsonaro voltou a argumentar, durante a live, que uma quarentena “rígida” pode causar problemas irreversíveis na economia.

“Nós sabemos que o efeito colateral de uma quarentena muito rígida, fazendo com que as pessoas mais humildes viessem a perder seu emprego, ou seu ganha-pão, no caso da informalidade, poderia ocasionar problemas seríssimos para o Brasil, a ponto de a economia não se recuperar mais”.

Nelson Teich reforçou que o foco a pasta será no mapeamento do avanço na doença do país. “Agora a gente tem que ter um foco muito grande em colher dados sobre qual é a prevalência dessa doença, seja dos infectados, seja dos que [se] curaram e dos que morreram. Quando a gente combinar esses dados, vai ser muito mais fácil a gente enxergar o que acontece e traçar políticas e ações”, disse. Um dos objetivos do novo ministro é justamente deflagrar um programa de testagem em massa da população.

Nelson Teich, que é médico oncologista, assume o lugar do ortopedista Luiz Henrique Mandetta, que ficou 16 meses à frente da pasta.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Mandeta foi aquele ex-Deputado Federal que votou contra a aprovação de uma verba de 25 bilhoões para o Ministério da Saúde????……….Creio ser outro Mandeta!!!

  2. Qual foi mesmo o 'pecado' que custou a cabeça de Mandetta? Ora, ele teve a ousadia de evidenciar que o rei estava nu. Habilidoso, Mandetta soube lidar com pandemia e grosseria, e saiu do governo com uma estatura política bem maior da que tinha quando nele chegou.

    1. Sabe de nada Ptralha dos infernos. Mandeta é um deputado sem vergonha como todos os outros. Bota pra lascar nesta cambada MITO!

  3. Qual foi mesmo o 'pecado' que custou a cabeça de Mandetta? Ele caiu porque teve a ousadia de evidenciar que o rei estava nu.

  4. Ministério da SAÚDE. Mas, a propósito, o que significa a palavra saúde? Hoje eu estava me lembrando da época em que fiz Engenharia Civil, mais especificamente quando estava pagando a disciplina de saneamento ambiental. Na oportunidade vi que saúde não é simplesmente a ausência de doença, essa palavra significa estado de boa disposição física e psíquica, além de bem-estar. Pesquisando um pouco mais hoje vi que a definição de saúde possui implicações legais, sociais e econômicas. Sem dúvida, a definição mais difundida é a encontrada no preâmbulo da Constituição da Organização Mundial de Saúde: Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social. Nos últimos dias passamos por uma série de crises entre o Presidente da República e o agora ex-Ministro Mandetta. A maioria da população sempre apoiou o Mandetta com a justificativa de que ele era o profissional técnico e que Bolsonaro não entendia de nada, mas na MINHA opinião Bolsonaro tinha uma visão holística e tinha em mente a definição completa da palavra saúde, já Mandetta tinha em mente uma visão limitada de que saúde era apenas a ausência de doença. Diante de tudo isso eu pergunto aos senhores: Será que isolar socialmente as pessoas nos trás mesmo saúde ou nos tira? Será que todos os que estão enclausurados em suas casas preocupados com o pão de cada dia e com a manutenção dos seus empregos ou de suas empresas, estão com saúde (no sentido literal da palavra: completo bem-estar físico, mental e social)? Hoje, assistindo a live das quintas feiras, conheci o novo Ministro da Saúde, o Dr. Nelson Teich. Dentre outras coisas me chamou muito a atenção o fato dele falar que "tratar pessoas não é igual a levar saúde para elas", dando a entender que ele tem uma visão holística que tanto o Brasil precisa, além de também ser técnico. Para finalizar, como Brasileiro, me cabe a obrigação de desejar boa sorte ao novo Ministro. Dr. Nelson, que o senhor encontre o meio termo racional: que simplesmente não abomine a quarentena, mas que também nos devolva a dignidade com toda a prudência possível.

    Fábio Rêgo
    Natal/RN
    16/04/2020

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Diversos

Pesquisa: desistentes do Facebook relatam mais satisfação com a vida

Foto: Reprodução/Olhar Digital

Um estudo feito por economistas da Universidade de Stanford observou que pessoas que desativaram suas contas no Facebook ficaram mais felizes depois, relatando níveis mais altos de satisfação com a vida e níveis mais baixos de depressão e ansiedade.

O resultado foi obtido na verdade dentro de outro experimento, que investigava quanto dinheiro usuários da rede social aceitariam receber para desativar suas contas por um ou dois meses – em média US$ 100, com alguns indivíduos mais apaixonados pela rede cobrando até US$ 180.

Os economistas Hunt Allcott, Luca Braghieri, Sarah Eichmeyer e Matthew Gentzkow avaliaram 2.743 usuários norte-americanos nas semanas que antecederam as eleições de 2018 no país. Após o período fora da rede, os pesquisadores descobriram que a desativação do Facebook “reduziu a atividade online, enquanto aumentava atividades offline, como assistir TV e socializar com a família e amigos”.

Se desligar da rede social antes das eleições ainda teve impacto na redução do conhecimento factual das notícias e na polarização política, bem como trouxe aos usuários um “aumento do bem-estar subjetivo; e causou uma grande redução persistente no uso do Facebook após o experimento”.

Como base de comparação, o estudo afirma que isso representa cerca de 25 a 40% do efeito de intervenções psicológicas, incluindo terapia de autoajuda, treinamento em grupo e terapia individual. Sentimentos como ansiedade, depressão e insatisfação tornam o indivíduo mais vulnerável à publicidade e outras formas de manipulação comportamental – e acabam sendo, por isso, alimentados pelo algoritmo das redes sociais.

Por outro lado, a desativação, de acordo com a pesquisa, fez com que as pessoas apreciassem os impactos positivos e negativos do Facebook em suas vidas. “Cerca de 80% do grupo de tratamento concordou que a desativação era boa para eles, mas também era mais provável que pensassem que as pessoas sentiriam falta do Facebook se o usassem menos”.

Olhar Digital, via BoingBoing/Bloomberg

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Diversos

Professor em Natal diz que teve conta do Facebook hackeada

Após repercussão nesta terça-feira(04) sobre supostas mensagens do advogado e professor da UFRN, Mario Trajano,  no Facebook, sobre uma comentário que falava em “revolução popular e o fuzilamento  de apoiadores do golpe de 2016 e eleição fraudulenta de 2018”, o mesmo disse que as mensagens não são de sua autoria.

Mario Trajano diz que foi hackeado no fim de semana, e que passou a ter dificuldades de acesso, só conseguindo controle adiante. Informou também que comunicará ao Facebook a invasão de seu perfil.

Opinião dos leitores

  1. Quando o Presidente da República em rede nacional disse que ia fuzilar os petistas não aconteceu nada. Agora um simples Professor falar isso dos bolsonaristas em uma rede privada vira um escândalo.
    Que país é este? Onde estão as pessoas de bem? Cadê a justiça?
    Sob o pretexto econômico da elite de sempre, estamos marchando cada vez mais rápido para nos tornarmos um país cada vez mais pobre, como os países da África. Onde os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
    Se o povo não tiver condições de compra, como as indústrias irão crescer? Para quem irão vender? Cria-se um círculo vicioso que impede o desenvolvimento do país e só favorece uma minoria que busca o lucro imediato, que não pensa no futuro. Desmatam as florestas para vender a madeira. Matam as vacas para vender a carne, e não se importam se no futuro vai faltar oxigênio e leite.
    Os países mais desenvolvidos de hoje são os em que, em algum momento das suas histórias, a população se deu conta que estavam sendo enganados e se revoltou. Não aceitou as injustiças da elite que existe em todo canto e que só quer levar vantagem em tudo. Não estaõ nem um pouco preocupados com o povo do país. A única coisa que importa para eles é o lucro imediato.

    1. Disse tudo e muito bem. O dinheiro ganho pelos mega empresários é depositado em contas fora do país, na maioria na Suiça, e passa a ser investido na bolsa de valores onde os juros são bem mais rentáveis do que investir em produção pra gerar emprego e renda.
      A riqueza gerada pelos mais ricos não beneficiam necessariamente o país e nem os trabalhadores.
      Acordem.

    2. Só podia ser Esquerdalha, quando foi que o presidente Bolsonaro disse que Metralharia petista , só se petista tem Complexo de Bandido, tipico dos Adoradores do Luladrão.

  2. Quando saiu a matéria mostrando o diálogo com o professor, fiquei imaginando em quanto tempo a "desculpa" seria lançada.
    Interessante ver essa retórica do pessoal da esquerda. Sempre que são flagrados em seus atos, sempre que a máscara cai, logo surge uma desculpa para encobrir seus feitos.
    Os corruptos processados e presos com milhões de provas apresentadas, vestem a máscara de "perseguido político" e a militância fica repetindo a mentira do "não tem prova".
    Os militantes passam dos limites, falam barbaridades, incitam desordem, verbalizam todo ódio, ficam dizendo que o que eles fazem são os outros e quando o flagrante é exposto, correm para se vitimar afirmando ser fake, obra de hackers e tantas outras desculpas preparadas e usadas.
    Não estou julgando ou culpando o professor, ele tem direito a ampla defesa, pois no mundo democrático quem deve decidir a culpabilidade é a justiça e não qualquer militância ou pessoa. Faço apenas um paralelo entre tantas ocorrências que já foram publicadas.
    É rotineiro ver isso os ataques serem transformados em retórica, até na tentativa de assassinato de Bolsonaro, devem ter apostado que Adélio seria linchado, mas como ele foi pego, trataram de torná-lo inimputável e não permitiram sequer investigar as contas bancárias, telefônica e a rede social dele. Para um desempregado, a tanto tempo, tinha uma vida pra lá de estável e fora dos padrões de um pedreiro ou pessoa sem formação que vivia de fazer bico.
    Mas isso são apenas conjecturas, fascistas, reacionários e desordeiros são aqueles que não dão suporte a corrupção e não votaram na direita, mesmo que nenhum desses adjetivos tenham ligação com as atitudes das pessoas ditas da direita.

  3. Isso é o que ele está dizendo. Recomendo acionar a Polícia Federal. Afinal, o assunto é MUITO sério. Ou vamos deixar passar impunemente mais uma bárbara demonstração de intolerância. MUITOS outros esquerdopatas, inclusive de "alta patente", já disseram absurdos semelhantes. Os exemplos desse tipo de absurdo são INCONTÁVEIS. Prá não falar dos casos concretos de agressões físicas e atentados. MUITOS, nem são divulgados pela mídia.

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Finanças

Sem anúncios, Facebook planeja monetizar WhatsApp

Foto: (Getty Images/Getty Images)

O Facebook planeja monetizar o aplicativo de mensagens WhatsApp, comprado pela empresa em 2014, ao custo de 22 bilhões de dólares — e que hoje tem 120 milhões de usuários só no mercado brasileiro. Segundo reportagem do site indiano The Economic Times, Mark Zuckerberg, presidente global do Facebook, falou sobre o futuro de app de mensagens em uma conferência com investidores.

“Uma das formas com as quais estamos trabalhando para desenvolver os pagamentos no WhatsApp é a possibilidade de enviar dinheiro de maneira tão fácil quanto a de mandar uma foto para algum contato”, disse Zuckerberg, segundo a reportagem.

O presidente do Facebook se disse animado com a ideia e espera poder lançar o novo recurso em diversos países nos próximos seis meses. Testes do serviço de pagamentos no WhatsApp são feitos pela empresa desde 2018 com um milhão de pessoas na Índia, maior mercado do aplicativo no mundo.

Empresas de tecnologia, como Apple, Samsung e Google, contam com seus próprios serviços de pagamento via celular. A cada transação realizada com o Apple Pay, por exemplo, a Apple recebe 0,15% do valor pago. Como o Facebook descartou recentemente a possibilidade de obter renda com anúncios no aplicativo do WhatsApp, serviços como o WhatsApp Pay serão a forma de a empresa monetizar o app, que tem 1,5 bilhão de usuários no mundo.

Ainda não há previsão oficial para o lançamento do recurso de pagamentos via WhatsApp no Brasil – que é um dos maiores mercados para o app globalmente. Antevendo essa tendência, o banco Itaú criou, em 2018, um teclado que permite enviar dinheiro via WhatsApp.

Exame

Opinião dos leitores

  1. que bom, só assim pra acabar com essa caninga de 'qual o seu zap?'
    ninguem atende telefone mais, monte de pobre aff

    1. Kkkkk Voces não entenderam nada, leiam novamente, o texto é curto.

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Tecnologia

Facebook é multado no Brasil por compartilhamento indevido de dados

Foto: AP

O Ministério da Justiça multou o Facebook em R$ 6,6 milhões pelo vazamento de dados de 443 mil brasileiros. Ao todo, as informações de 87 milhões de usuários foram usadas pela Cambridge Analytica, uma consultoria de marketing político, em abril do ano passado, sendo 70 milhões nos Estados Unidos. Na última semana, outros 267 milhões de internautas foram afetados por problemas no sistema de segurança da rede social.

As empresas Facebook Inc. e Facebook Serviços Online do Brasil Ltda serão intimadas e poderão recorrer à decisão no prazo de dez dias. Caso concordem com a decisão, deverão realizar o pagamento no período de um mês, segundo o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Procurado pela reportagem, Facebook ainda não comentou o caso.

O processo administrativo verificou que o Facebook usava as informações de forma abusiva para “práticas questionáveis”, segundo texto da decisão. Foi identificada a violação aos termos de uso da plataforma através do aplicativo thisisyourdigitallife, que consistia em um teste de personalidade, que oferecia aos usuários previsões do futuro com base no conteúdo publicado pelos internautas na rede social.

De acordo com o processo, as informações dos usuários brasileiros foram “parar em mãos erradas e ficaram, no mínimo, submetidos a risco concreto (e não meramente abstrato) de serem tratados para finalidades não consentidas”.

Cerca de 270 mil pessoas fizeram o download do aplicativo e se conectaram com suas senhas do Facebook. Só que o programa conseguiu ter acesso não só aos dados desses usuários, mas também de seus amigos. Com isso, alcançou informações de milhões de usuários.

O Globo

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