
O general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, comentou pela primeira vez em público a crise que eletrifica o país. Fez isso por meio de um programa chamado “Comandante responde”, veiculado periodicamente num canal mantido pelo Exército na internet. Num instante em que Dilma Rousseff propaga a tese segundo a qual o pedido de impeachment que tramita na Câmara é “golpe”, o general defendeu o respeito à Constituição e às leis.
A apresentadora perguntou a Villas Bôas sobre “a percepção do Exército” em relação às manifestações de rua. E o general falou com rara franqueza sobre a crise: “Estamos vivendo e sofrendo as consequências desta crise que tem três componentes importantes: político, econômico e ético e moral. Os três estão interligados.”
Prosseguiu: “É importante que a sociedade brasileira saiba: o Exército é uma instituição de Estado. E, nos momentos de crise, as instituições sólidas —principamente em decorrência dos seus valores e do seu comprometimento— acabam se tornando referência para a sociedade como um todo. A ela miram e dela aguardam atitudes que sinalizem como sair da crise.”
O general foi ao ponto: “Contudo, o nosso papel de instituição de Estado, com as atribuições perfeitamente definidas na Constituição e também nas leis complementares, nós vamos pautar nossa atuação em três pilares básicos: primeiro, contribuir para a manutenção da estabilidade, já que ela é condição essencial para que as instituições, em nome da sociedade, encontrem os caminhos que permitam sairmos desta crise séria que estamos vivendo. Segundo, é a legalidade: toda e qualquer atitude nossa será absolutamente respaldada no que os dispositivos legais estabelecem, desde a Constituição até as leis complementares, e sempre condicionado ao acionamento de um dos Poderes da República, conforme artigo 142 da constituiçao determina. E o terceiro aspecto é a legitimidade que nos é proporcionada pela credibilidade que a sociedade brasileira nos atribui, conforme as pesquisas de opinião indicam.”
O artigo 142 a que se refere o comandante do Exército anota que as Forças Armadas estão organizadas “sob a autoridade suprema do presidente da República.” Acrescenta que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica “destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”
Senhores,
Eu e minha família depositamos confiança em nossas Forças Armadas. O que será do Brasil sem essa proteção? Estamos atualmente nas mãos de bandidos.
2 Tenente R2… em forma para combater ate a morte os comunistas corruptos!! sempre apto a defender o Brasil.. Exercito brasileiro…
Somos a favor dos militares asumir ate outubro e convocar novas eleições para outubro diminuindo o numero de deputados para tres por cada estado e nenhum dos que estao la poderam ser candidatos ate a decima geração exonerar todos os ministros do stf e fazer concurso para ocupar os cargos nos tce tcu mtf
Um julgamento conduzido por Eduardo Cunha, respondendo processo para cassá-lo, jamais será aceito como justo. A população que votou em Dilma não vai ficar satisfeita e convencida que houve justiça.
Quem está atirando as primeiras pedras do fascimo é a oposição, seus movimentos coordenados com financiamentos partidários e a Rede Globo, Veja, Istoé e demais afialiadas (Estadão, Folha de São Paulo, etc.)
O que ocorrer depois de um julgamento viciado conduzido por um corrupto declarado não pode acabar bem.
Interna.. o caso dessa garota é sério, esta delirando.
Prendendo o ladrão de estimação do PT, fica tudo mais fácil para o Brasil voltar a ser dos brasileiros.
E SE O SANTO, DO PSDB , O CUNHA DA CÂMARA E O RENAM DO SENADO ASSUMIREM
ESTARÁ MANTIDA A ORDEM ????????
Prendam-se os corruptos que nos assaltam há 13 anos, casse-se o registro do PT (partido político no Brasil não pode receber recursos do exterior e o PT recebeu) e cumpra-se a Constituição. A Lava Jato continuará a trabalhar e quem for podre que se quebre. E nada de chamar bandido condenado de "herói" nem "guerreiro". Bandido tem que ser tratado como tal. O resto é papo furado de militante sem noção.
Quando o povo não confia mais nos seus representantes escolhidos pelo voto, a justiça pende só para um lado, a economia massacra o bolso… tudo poderá acontecer, inclusive uma intervenção militar. Quem viver, verá.
Na atual realidade brasileira, meu caro, chego a pensar se uma intervenção militar não seria melhor.