O general Ronaldo Pierre Cavalcanti Lundgren, que comandou a ocupação do Complexo da Maré, no estado do Rio de Janeiro, assumirá a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do RN.
O oficial da reserva do Exército e os outros novos sete auxiliares do governador tomam posse nesta sexta, 13.
O genral Lundgren é natura do Recife e possui graduação pela Academia Militar das Agulhas Negras. Mestre em Estudos Estratégicos pelo US Army War College e doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
Além de comandar a invasão do Complexo da Maré, o general foi observador militar da ONU em Angola; comandou o 22º Batalhão de Infantaria, em Palmas; o Batalhão Brasileiro no Haiti; a 3ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Goiás. O general participou do planejamento e da condução de operações de segurança como a Copa das Confederações da FIFA 2013, a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em 2013; e a Copa do Mundo da FIFA em 2014. Foi transferido para a reserva em março de 2015.
Com o general no comando da segurança podia reaproveita ,soldados ,cabos e sargentos temporário do exército que compre seus serviços temporários ? nas polícias militar, bombeiros e guarda municipal aí fica minha dica Brasil acima de tudo
Asim ,com um general do exército no comando da secretária de segurança temos esperança que mude a cara do Rio de janeiro,e de mais força na segurança Brasil acima de tudo
Agora que já trouxeram o general, bem que poderiam fazer um ofício pedindo ajuda ao exército, fuzileiros navais e força nacional, aí sim dava para fazer uma limpeza no RN!
Essa questão da segurança pública é só falta de vontade dos políticos em resolver a questão. Se fosse eu no cargo de governador, em um mês resolvia o problema da segurança do RN.
Excelente escolha.
Vamos torcer que o general consiga diminuir os altos índices de criminalidade na cidade e que atue com o rigor necessário.
Vamos torcer para que também não faltem os recursos necessários para um bom desempenho da pasta.
Que ele ponha pelo menos uma cerca de arame farpado ao redor do presidio e solte uns vira latas pra fazer barulho ,quando mais um bandido fugir pelos tuneis nas dunas… Seria um bom começo
Parabéns ao Governador pelo novo auxiliar. Se as condições para o General forem dadas na sua plenitude, tenho certeza absoluta que nossas vidas no RN irão melhorar muito.
O General tivesse vindo com suas tropas, eu estava mais animado em novos tempos no RN, mais veio só e vai precisar do apoio do Governador e do Comando Geral da PM e seus batalhões , se houver um alinhamento dos batalhões e toda garantia de trabalho , o General vai ganhar muitas batalhas no campo da segurança no RN mais caso não tenha, será mais um General como já teve , O RN precisa dar a policia o poder de policia e meio de operar a segurança , hoje o que se ver é o policial não pode bater, atirar, e quando prende leva a uma DP passa o dia todo lá pq o APC não tem condições de realizar o procedimento por falta de papel, computador, cadeira, etc .. é isso tudo que se tem que resolver , as promoções, eu espero que o General tenha o apoio de todos e com sua experiência possa ajudar nosso estado do RN
Garibaldi Alves, quando governador, também teve essa ideia, nomeou um General para a Segurança. Não houve proveito e o militar queimou seu próprio filme. A equipagem da Secretaria, todos sabemos, é pífia e não vai melhorar, bandido não tem medo de General.
Quem viver verá!
Ronaldo Caiado (PSD) acusou Lula (PT) de provocar o cancelamento do debate da TV Globo, que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). Para ele, as decisões judiciais que mudaram as regras do programa foram uma “afronta à democracia brasileira”.
“O Lula provocou tudo isso. Ele foi provocado pelo Flávio na minha cidade, em Goiânia, dizendo: ‘Vai lá que eu vou lhe enfrentar’. E bateu em retirada”, declarou Caiado.
A Globo cancelou o debate após receber decisões do TSE e do STF que alteraram regras previamente acordadas. Lula já havia recusado o convite, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) desistiu horas antes e alegou “censura”.
Em clima de festa e emoção na reta final da campanha, Álvaro Dias (PL) realizou, nesta quinta-feira (1º), seu último comício em Natal antes do primeiro turno. Com o Largo do Atheneu lotado, o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte chegou caminhando no meio do povo, abraçando apoiadores e sendo recebido por caravanas e lideranças de várias regiões do Estado.
Ao lado de Álvaro estavam o prefeito Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, o candidato ao Senado Coronel Hélio e os candidatos a deputado federal General Girão, Carla Dickson, Coronel Brilhante, Sargento Gonçalves e Nina Souza, além de candidatos a deputado estadual, prefeitos, vereadores e outras lideranças.
Ao falar sobre a decisão de realizar o último comício, Álvaro destacou a importância de encerrar a campanha perto da população. “As pessoas me aconselharam a não fazer o último comício, e eu disse: eu tinha que fazer. Eu não podia encerrar essa campanha política sem fazer o que fiz hoje aqui: chegar abraçado à população, apertar as mãos dos nossos amigos da cidade de Natal”, declarou.
Emocionado, Álvaro falou da caminhada eleitoral e da esperança que encontrou nas ruas. “Não poderia sair dessa campanha sem ver a esperança do povo do Rio Grande do Norte, abraço por abraço, sorriso por sorriso. Vamos juntos mudar o Estado do Rio Grande do Norte”, afirmou.
Ao final, Álvaro agradeceu aos apoiadores que o acompanharam durante a campanha e encerrou a noite em meio às manifestações de carinho do público.
A Globo afirmou que “as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate” com os candidatos a presidente, previsto para esta quinta-feira (1º), “causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais”.
“Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite”, informou a emissora, que lembrou da sua “longa tradição na organização de debates eleitorais”.
“Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil. Oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos. Nosso dever é o de promover a democracia”, destacou a Globo.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não vai “compactuar com censura e interferência do Judiciário nas eleições [de 2026]”. A declaração se deu depois que ele anunciou a decisão de não participar do debate que estava previsto para ocorrer nesta quinta-feira (1º) na TV Globo.
O candidato convocou os eleitores a decidirem a disputa presidencial já no primeiro turno. “Vamos resolver esse negócio já nesse domingo agora para que a gente possa dar um recado claro de que o Brasil tem jeito e ninguém aguenta mais essa situação de sequestro que a nossa democracia enfrentou”, disse ele.
A TV Globo cancelou o debate entre os candidatos à Presidência de República que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). O encontro seria o último antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).
O cancelamento ocorreu após uma sequência de decisões judiciais. A ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de mostrar o púlpito vazio de Lula (PT), enquanto Gilmar Mendes, do STF, determinou a inclusão de Renan Santos (Missão), contrariando decisões anteriores de Cármen Lúcia e Kassio Nunes Marques.
Lula já havia informado que não compareceria. Depois da decisão sobre o púlpito, Flávio Bolsonaro (PL) também desistiu e alegou “censura”. Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estavam confirmados.
O debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º), foi atropelado pelo Judiciário antes mesmo de começar. Em poucas horas, decisões de ministros passaram a determinar o que a emissora poderia mostrar e até quem deveria estar no palco. A Justiça deixou de garantir as regras da eleição para interferir diretamente na organização de um programa jornalístico.
Primeiro, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Lula (PT), que decidiu não comparecer ao último debate antes do primeiro turno. A magistrada entendeu que a imagem poderia pressionar candidatos a participar, embora o comparecimento seja facultativo.
O argumento não convence. Mostrar o lugar vazio de um candidato convidado não é censura, punição nem constrangimento ilegal. É informar ao eleitor que aquele candidato escolheu não estar ali. Lula tem o direito de faltar, mas a emissora e o público também têm o direito de registrar sua ausência. Depois da decisão, Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de participar e classificou a medida como “censura”.
Para piorar ainda mais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A decisão contrariou entendimentos anteriores da ministra Cármen Lúcia e do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.
O Missão possui apenas um deputado federal, enquanto a legislação assegura a participação aos candidatos de partidos ou federações com pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional. As regras da Globo permitiam que a emissora, diante da desistência de um convidado, chamasse outro candidato bem colocado na pesquisa Quaest, mas deixavam claro que isso ocorreria a seu exclusivo critério. Gilmar transformou uma possibilidade editorial em obrigação judicial.
Gilmar passou por cima dos dois colegas de STF e decidiu, sozinho, quem deveria participar de um debate promovido por uma empresa jornalística. Isso não é um detalhe jurídico. É uma interferência direta na liberdade de imprensa e no processo democrático.
Hoje, um ministro determina quem entra no debate. Outro decide qual imagem pode aparecer. Amanhã, o que impedirá o Judiciário de estabelecer as perguntas, escolher os temas ou definir o formato mais conveniente?
Em defesa da liberdade de imprensa e por respeito à democracia, a emissora deveria cancelar o debate. Essa seria uma resposta dura, mas necessária, diante de decisões que desmontaram as regras acertadas previamente e transformaram um encontro entre candidatos em um espetáculo comandado por ministros.
Debate eleitoral deve ser decidido por regras públicas, pela lei e pela autonomia jornalística, não pela vontade de uma toga.
Em um pronunciamento após retirar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, Robério Paulino (PSOL) explicitou o cálculo eleitoral que levou a esquerda a concentrar forças em torno de Cadu Xavier (PT) para tentar impedir o avanço da direita no Estado. De olho na eleição presidencial, o partido preferiu deixar de lado suas convicções na disputa pelo Governo.
A declaração de Robério nas redes sociais deixa exposta a estratégia de transferência de votos para Cadu com o objetivo de impedir que Álvaro Dias, que Robério classificou como candidato da “direita radical”, chegue ao segundo turno e funcione como palanque para Flávio Bolsonaro no RN.
O pronunciamento revela a dimensão nacional que a esquerda atribui à disputa no RN.
A sucessão de intervenções diretas da Justiça Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal transformou o aguardado debate presidencial da TV Globo em um cenário de completa insegurança jurídica, restando à emissora apenas uma alternativa viável para preservar sua autonomia: o cancelamento do confronto marcado para esta quinta-feira (1).
O colapso do formato começou a se desenhar quando a ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de utilizar o tradicional púlpito vazio para representar a ausência do presidente Lula (PT), determinando ainda que os demais concorrentes pudessem direcionar perguntas ao petista mesmo sem a sua presença física no estúdio. Em paralelo, o STF determinou a inclusão do candidato do Missão, Renan Santos, no debate, atropelando critérios jornalísticos e normas estabelecidas previamente pelo canal.
Diante de um cenário onde regras são reescritas de última hora em Brasília e o principal candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), já havia anunciado sua desistência em protesto contra a censura.
A reta final da corrida presidencial foi sacudida nesta quinta-feira (1) por uma sequência de manobras jurídicas que transformou o debate da TV Globo em um verdadeiro imbróglio institucional. O ponto de ruptura ocorreu quando o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no confronto televisivo, rasgando entendimentos firmados anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal. Com regras alteradas à revelia e critérios atropelados na véspera do evento, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), bateu o martelo e anunciou que não participará da sabatina.
A decisão de última hora gerou forte repercussão na imprensa e entre comentaristas políticos, que não hesitaram em classificar a reviravolta como uma clara engenharia política nos bastidores. Analistas apontam que a ingerência sobre as normas eleitorais escancara a fragilidade das garantias institucionais e expõe o desespero de setores que tentam moldar o tabuleiro do primeiro turno a qualquer custo.
A três dias das Eleições Gerais, o candidato a deputado estadual, Walter Alves (MDB), aparece liderando a nominata do partido em duas grandes pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta quinta-feira (1º).
Além de liderar a nominata, nas duas pesquisas — Perfil/Blog do BG e Consult/Tribuna do Norte — Walter aparece entre os mais citados pela população. Esses dois novos levantamentos reforçam uma tendência que vem se mantendo desde o início da campanha: que Walter Alves deve ser eleito como primeiro deputado do MDB e que o partido deve conseguir fazer mais de uma cadeira na Assembleia Legislativa.
“As pesquisas desta quinta-feira, tão perto da eleição e feitas por institutos tão respeitáveis, não deixam dúvida de que o nosso trabalho lá atrás, como deputado, tem o reconhecimento da população, que nos coloca como o nome mais citado do MDB”, disse.
Pesquisas
A pesquisa Perfil/Blog do BG foi realizada entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026, com 2.000 entrevistados no Rio Grande do Norte. Nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,19 pontos porcentuais. Registrada sob o número RN-08009/2026.
A pesquisa Consult/TRIBUNA DO NORTE foi realizada entre os dias 24 e 26 de setembro e utilizou uma amostra probabilística de 1.700 entrevistas. O erro amostral máximo da pesquisa é de 2.37%, e a confiabilidade de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o seguinte número: BR 04825/2026 RN 02343/2026.
Com o general no comando da segurança podia reaproveita ,soldados ,cabos e sargentos temporário do exército que compre seus serviços temporários ? nas polícias militar, bombeiros e guarda municipal aí fica minha dica Brasil acima de tudo
Asim ,com um general do exército no comando da secretária de segurança temos esperança que mude a cara do Rio de janeiro,e de mais força na segurança Brasil acima de tudo
Agora que já trouxeram o general, bem que poderiam fazer um ofício pedindo ajuda ao exército, fuzileiros navais e força nacional, aí sim dava para fazer uma limpeza no RN!
Essa questão da segurança pública é só falta de vontade dos políticos em resolver a questão. Se fosse eu no cargo de governador, em um mês resolvia o problema da segurança do RN.
Excelente escolha.
Vamos torcer que o general consiga diminuir os altos índices de criminalidade na cidade e que atue com o rigor necessário.
Vamos torcer para que também não faltem os recursos necessários para um bom desempenho da pasta.
Que ele ponha pelo menos uma cerca de arame farpado ao redor do presidio e solte uns vira latas pra fazer barulho ,quando mais um bandido fugir pelos tuneis nas dunas… Seria um bom começo
Parabéns ao Governador pelo novo auxiliar. Se as condições para o General forem dadas na sua plenitude, tenho certeza absoluta que nossas vidas no RN irão melhorar muito.
O General tivesse vindo com suas tropas, eu estava mais animado em novos tempos no RN, mais veio só e vai precisar do apoio do Governador e do Comando Geral da PM e seus batalhões , se houver um alinhamento dos batalhões e toda garantia de trabalho , o General vai ganhar muitas batalhas no campo da segurança no RN mais caso não tenha, será mais um General como já teve , O RN precisa dar a policia o poder de policia e meio de operar a segurança , hoje o que se ver é o policial não pode bater, atirar, e quando prende leva a uma DP passa o dia todo lá pq o APC não tem condições de realizar o procedimento por falta de papel, computador, cadeira, etc .. é isso tudo que se tem que resolver , as promoções, eu espero que o General tenha o apoio de todos e com sua experiência possa ajudar nosso estado do RN
Ludugero sucseso
Garibaldi Alves, quando governador, também teve essa ideia, nomeou um General para a Segurança. Não houve proveito e o militar queimou seu próprio filme. A equipagem da Secretaria, todos sabemos, é pífia e não vai melhorar, bandido não tem medo de General.
Quem viver verá!
Obg BG!
Valeu!!
Seja bem vindo General Lundgren….
Parabéns Governador Robinson pela escolha…
Ronaldo Lundgren é de pouca conversa e muita ação…
Veremos
Peia na vagabundagem.
Esse general é aquele que avisou aos bandidos com 48h de antecedência que ia invadir o complexo????
Será??
Não! Não é!
Estou equivocado.
Ainda bem!
Sem verba, não fará nada. Mas espero que soltem a verba pro General é que ele possa fazer um excelente trabalho aqui no RN
Um currículo impecável.