O governador Robinson Faria participou nesta quinta-feira (1º), no Palácio do Planalto, em Brasília, de um encontro do Governo Federal com todos os governadores. A reunião, convocada pelo presidente Michel Temer teve como principal objetivo discutir a elaboração de uma agenda nacional voltada para o setor. O evento também serviu para a apresentação do Ministério Extraordinário da Segurança Pública, cujo titular é o ex-ministro da Defesa Raul Jungmann.
Entre os encaminhamentos da reunião com os governadores, o presidente Michel Temer anunciou uma linha de crédito de R$ 42 bilhões, disponível para investimento ainda neste ano. Serão R$ 5 bilhões já em 2018. Os R$ 37 bilhões restantes serão liberados entre 2019 e 2022.
INTEGRAÇÃO
No encontro, Robinson Faria destacou que a criação da nova pasta corrige uma omissão histórica. “Nunca tivemos no Brasil uma política nacional de segurança pública. Essa falha de décadas levou o país a amargar a violência que hoje enfrentamos”, afirmou.
Para o governador, o Ministério da Segurança Pública significa a possibilidade de colaboração entre os entes. “Sugeri no Fórum de Governadores e no Encontro de Governadores que tivéssemos uma integração entre União, estados e municípios. Os governadores não podem ser os únicos responsáveis por solucionar todos os problemas”, disse o chefe do Executivo potiguar, lembrando a sugestão dele da criação de um comitê nacional permanente de crise.
No evento, Robinson Faria destacou ainda que aguarda os próximos passos adotadas pelo mais novo ministério do Governo Federal. “Devemos celebrar a criação do Ministério, mas não é só isso. A questão prisional, por exemplo, integra a discussão sobre Segurança Pública, assim como a atuação dos setores de inteligência. Não podemos abordar a segurança pública de forma setorizada e isolada”, finalizou.

Estados e Municípios, pela sua natureza de politicagem, apadrinhamentos, nepotismo e baixíssima qualidade técnica dos servidores (em função dos salários irrisórios pagos pela maioria, em relação aos mesmos ou até cargos inferiores a nível federal); não tem competência para gerir alguns assuntos sem apoio do governo federal, tornando essa ineficiência um problema para todos. Uma vez que de fato só existe realmente os Municípios, pois os Estados e a União são meras convenções territoriais englobando as células que são os Municípios.
Federalizar assuntos essenciais e torná-los estratégicos, talvez possa vir a ser uma solução a ser experimentada. Assim, Educação, Saúde e Segurança seriam todas FEDERALIZADAS.
UM PADRÃO FEDERAL PARA TODAS AS ESCOLAS, POSTOS DE SAÚDE, DELEGACIAS E PRESÍDIOS DO PAÍS.
Mesmo padrão de estrutura física, equipamentos e condições de trabalho, salários, nível de profissional.
Será que poderíamos vislumbrar uma mudança a médio e longo prazo?
O despreparo é tão grande que não sabe nem o que pedir, não sabe nem o que precisa na segurança pública!! A questão é SÓ política e a babacao a TEMER é até ridícula, pois o Temer tá nem aí pro RN!!!
O próprio Robinson reconhece o fracasso de seu autoproclamada "Governo da Segurança":
— Tem que criar um comitê de crise, com representantes da União, dos estados e dos municípios. Hoje, as facções perderam o medo do Estado. Vamos deixar de hipocrisia.
Ó tempos bicudos, os atuais. Que falta faz ao RN o 'xerife' Maurílio Pinto e seus 'meninos de ouro'.
Tá vendo, Robinson continua pautando o presidente Temer.