
O Ministério do Meio Ambiente só deve apresentar um posicionamento sobre a cobrança da taxa para visitação de praias do parque marinho de Fernando de Noronha em quatro meses. Até lá, pelo menos, os preços praticados pela empresa Econoronha seguem os mesmos.
Neste período, o governo vai analisar o contrato firmado com a concessionária e tentar negociar um acordo para garantir valores mais baixos e serviço de melhor qualidade para os visitantes.
Uma das ideias ventiladas nos bastidores é de que a empresa passe a cobrar apenas pelos dias em que o turista efetivamente estiver na ilha.
Hoje, o valor cobrado pelo ingresso vale por um pacote de dez dias. Quem passa apenas um dia, por exemplo, é obrigado a pagar exatamente a mesma quantia.
A polêmica em torno da cobrança da taxa teve início no sábado passado (13). Em vídeo publicado em redes sociais, o presidente citou o valor dos ingressos para turistas brasileiros (R$ 106) e estrangeiros (R$ 212) visitarem o parque —o bilhete vale por dez dias. “Isso explica porque quase inexiste turismo no Brasil”, disse.
A EcoNoronha é a empresa responsável pela administração do parque marinho desde 2012. Até agora, após vencer a licitação, foram investidos R$ 15 milhões no parque. Só no ano passado, a empresa arrecadou R$ 9,6 milhões. Neste ano, a Econoronha apresenta um faturamento de R$ 900 mil por mês.
Deste total, 14,7% fica com o ICMBio e 85,3% com a concessionária, que aplica o recurso em manutenção das praias e gestão.
Procurada pela Folha, a Econoronha não se posicionou.
Folhapress
GRANDE PROJETO PRA PREOCUPAR UM CHEFE DE ESTADO!!! PARECE ATÉ BIRRA JUVENIL…!!!
Esse modelo de cobrança só favorece quem é rico com cacife para passar 10 dias em Noronha, gastando com hotel e restaurantes a preço de euro.
Os outros mortais podem no máximo um fim de semana ou até 5 dias e olhe lá, tendo que pagar o mesmo valor de quem fica 10 . Absurdo.
Bote quente Presidente. Procure que tem roubalheira nesse meio. No Brasil nada funciona sem corrupção. Fora que a ilha está um caos de sujeira e falta de investimentos.