Economia

Governo do Estado afirma que falta de água no Seridó também é culpa de Henrique e Roberto Germano

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informa que o abastecimento das cidades de Caicó, Jardim de Piranhas e São Fernando está temporariamente suspenso em função da baixa do rio Piancó/Piranhas/Açu. Para minimizar os efeitos da crise hídrica, o Governo do Estado está envidando esforços para reestabelecer o abastecimento.

Uma das alternativas para o abastecimento do Seridó era a construção da adutora de emergencial de Caicó. Mas articulações políticas promovidas pelo prefeito de Caicó, Roberto Germano e o ex-deputado Henrique Alves, junto ao ministro do PMDB Helder Barbalho fizeram com que o Ministério da Integração Nacional retirasse a obra da Caern para o Departamento Nacional de Obras de Combate as Secas (DNOCS). Desde maio o projeto da adutora emergencial estava pronto, aguardando apenas o repasse da Defesa Civil Nacional para ser realizado. Com a mudança na gestão, o equipamento que iria contribuir para abastecer 100 mil potiguares voltou para a estaca zero.

Diante do colapso, uma das alternativas buscadas para amenizar o problema é a perfuração de poços. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH), já realizou mais trinta perfurações. Destes, conseguiu condições de exploração em 14 poços. Destes, sete poços já foram testados e outros sete terão vazão ainda nesta semana, como alternativa para a recuperação de parte do abastecimento.

O Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) também tem atuado permanentemente junto aos órgãos federais na tentativa de coibir o uso indevido da água, bem como, na gestão dos mananciais que se encontram em outro estado.

Uma das alternativas para o abastecimento do Seridó era a construção da adutora de emergencial. Mas articulações políticas fizeram com que o Ministério da Integração Nacional retirasse a obra da Caern para o Departamento Nacional de Obras de Combate as Secas (DNOCS). Desde maio o projeto da adutora emergencial estava pronto, aguardando apenas o repasse da Defesa Civil Nacional para ser realizado. Com a mudança na gestão, o equipamento que iria contribuir para abastecer 100 mil potiguares voltou para a estaca zero.

*ABASTECIMENTO FOI SUSPENSO POR COLAPSO DO MANANCIAL*

O fornecimento de água através da Caern parou no último sábado (19) em função do esgotamento do manancial do rio Piancó/ Piranhas/Açu, que traz água do complexo de barragens Curema/Mãe D’Água, localizado na Paraíba, e atende a adutora Manoel Torres que leva água para estas cidades.

A captação no rio ocorria na cidade de Jardim de Piranhas e, atualmente, não tem volume suficiente para bombear. A cidade de Caicó contava com outra fonte de abastecimento, que era o Açude Itans, mas, que agora se encontra seco. A Caern e o Instituto de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) estão em entendimento com a Agência Nacional de Águas (ANA) para solicitar apoio no aumento da vazão da água vinda da Paraíba.

No momento, não existem outras fontes de abastecimento para se manter o fornecimento regular de água. Em situações em que não existem mananciais, as cidades são inseridas na lista de colapso e o fornecimento de água passa a ser através das defesas civis municipais, estadual e federal. Sendo assim todos os outros usos estão suspensos por Resolução da ANA, IGARN e AESA, e devem ser paralisados imediatamente, caso não ocorram, o usuário será penalizado com multas e apreensão de equipamentos.

Opinião dos leitores

  1. Já está mais do que na hora de Robinson pagar a uma emissora de TV para denunciar tudo o que essas oligarquias fizeram e ainda fazem contra o estado do RN, mostrando que a atual situação pela qual passa o nosso estado. deve-se aos Alves e Maias e que agora está desaguando em seu governo.
    Chega de levar a culpa!!!!
    Diga abertamente ao povo do RN o que essas arcaicas oligarquias fizeram ao nosso estado.
    Eles quebraram o RN.

  2. Quantas diárias a ANA e IGARN gastaram com congressos, palestras e reuniões em vão. Desde do 15 de Raquel de Queiroz que se sabe a solução da seca. Ficam nesse palavreada besta, veborragia de empurra-empurra, pra agora pedir a Deus que chova.

  3. Em 45 anos esse politico nada fez pelo RN, sangrou o RN , até as ultimas gotas, e agora atrapalha o atual governo, esse mesmo Henrique trocou a refinaria que podderia ser construida aqui, pelo Aeroporto construido em São Gonçalo, prejudicou a população de Parnamirim , tirando variis empregos.

  4. Que essas desgraças paguem em dobro a tudo que eles fizeram de mal ao povo de longe já castigado nesses quatro anos.

  5. Essa situação tem por base no nepotismo e no desvio de finalidade para beneficiar os seus. Prática comum, inclusive, no PMDB de Caicó, pelo maestro da desgraça e seus pupilos.

  6. A perseguição política ao povo de Caicó e cidades vizinhas pelo PMDB deixa uma região inteira a língua de papagaio, essa situação por causa da benefícios e prejuízos com a gestão do dinheiro público.

  7. O Governador deveria ser destemido e mostrar para a população do Seridó e para todo o RN em Horário nobre na TV o desserviço prestado pela oligarquias ALVES ao povo desta região potiguar. Um verdadeiro absurdo o crime que foi cometido contra a população e principalmente os mais humildes que são mais carentes. VERGONHA DESSAS OLIGARQUIAS QUE ESCRAVIZAM O NOSSO POVO!!

  8. O povo de Caicó e cidades vizinhas não podem estar passando por essa situação por causa da mesquinhez do senhor Henrique Eduardo Alves e demais gestores do PMDB.

  9. Henrique tem que ser preso logo na #LavaJato está fazendo de tudo pra prejudicar o governo de Robinson Faria. Não aceitou até hoje a derrota nas urnas! Safadeza grande ter tirado a obra da CAERN e ter levado para o DNOCS! O MP tem que ficar de olho nessa obra.

    1. Ele tem que entender não é culpa de Robinson ele tem perdido a eleições foi o povo potiguar não quis.

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Brasil

“A ELEIÇÃO ACABOU”: Tarcísio diz que entendo “o sentimento de Flávio”, mas pede para “respeitar o resultado das urnas”

Foto: Fábio Tito/g1

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se distanciou da contestação de Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou nesta quarta-feira (28) que o resultado das eleições precisa ser respeitado.

“A eleição acabou e agora é preciso olhar para a frente. Entendo o sentimento de Flávio, entendo sua indignação e sua revolta, e esse sentimento é o de muitos brasileiros também. Mas o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente”, declarou Tarcísio ao Estadão.

A manifestação ocorreu após Flávio divulgar uma carta na qual se declarou o “verdadeiro presidente eleito” e chamou o resultado do segundo turno de fraude, sem apresentar provas. Posteriormente, o senador apagou a primeira versão e substituiu a expressão por “líder do Brasil”.

Tarcísio defendeu uma oposição forte, mas atuando dentro das instituições. Segundo ele, o momento exige “responsabilidade, serenidade” e respeito ao processo democrático.

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Mundo

[VÍDEO] “NÃO VOU ME ENVOLVER”: Trump evita apoiar Flávio como “verdadeiro presidente” do Brasil


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou apoiar nesta quarta-feira (28) a declaração de Flávio Bolsonaro (PL) de que seria o “verdadeiro presidente” do Brasil.

Questionado por um jornalista se concordava com a afirmação, Trump respondeu: “Não vou comentar isso. Nós demos a ele uma autorização para entrar no país. Mas não vou me envolver”.

Apesar de se afastar da autoproclamação, Trump voltou a classificar as eleições brasileiras como “muito estranhas”, sem apresentar provas de irregularidades.

Flávio utilizou as expressões “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito” na primeira versão de uma carta divulgada nas redes sociais. Posteriormente, apagou a publicação e substituiu os termos por “líder do Brasil”.

 

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Política

Em nova versão da carta divulgada após chegar aos EUA, Flávio retira trecho em que se autoproclamava o “verdadeiro presidente” e afirma que é o “líder do Brasil”

Wagner Meier/Getty Image

O senador Flávio Bolsonaro recuou e alterou o texto de uma carta divulgada nesta quarta-feira (28), retirando o trecho em que se autoproclamava “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Na nova versão do documento, o parlamentar passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

A primeira versão do manifesto havia sido divulgada logo após o desembarque do senador nos Estados Unidos acompanhado de sua família. No texto original direcionado à comunidade internacional e aos seus eleitores, o candidato derrotado no segundo turno usava a expressão de autoproclamação para questionar o resultado das urnas, em um movimento alinhado ao discurso do ideólogo Steve Bannon.

O recuo na carta ocorre no momento em que o próprio Partido Liberal e o candidato a vice na sua chapa, deputado Alfredo Gaspar, já reconheceram formalmente a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chancelada pelo Tribunal Superior Eleitoral e por diversos chefes de Estado ao redor do mundo.

Alfredo no entanto, atribuiu ao que chamou de “sistema” a derrota para o presidente Lula. Ele afirmou que o grupo enfrentou perseguições e defendeu a continuidade da atuação política no Congresso.

Com informações do Metrópoles

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Política

Dos EUA, Flávio lança candidatura de Rogério Marinho para a Presidência do Senado

Carlos Moura/Agência Senado/Waldemir Barreto/Agência Senado

Flávio Bolsonaro (PL) lançou o senador Rogério Marinho (PL-RN) como seu candidato à Presidência do Senado. O anúncio aparece na carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador após a sua chegada aos Estados Unidos.

No documento, Flávio se dirige aos parlamentares e governadores ligados ao seu grupo político e cita diretamente o senador potiguar: “Em especial ao meu candidato à Presidência do Senado, Rogério Marinho”.

Flávio também afirma que pretende liderar dos Estados Unidos a oposição ao quarto governo Lula. “Liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr”, escreveu.

Rogério coordenou a campanha presidencial de Flávio e ocupa posição central na articulação nacional do PL. A candidatura à Presidência do Senado, porém, ainda precisará ser oficializada e submetida à votação dos senadores.

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Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

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Política

Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em nota divulgada inicialmente pelo comentarista Paulo Figueiredo e depois publicada nas redes sociais do ex-presidenciável, que recebeu apoio após deixar o Brasil com a família rumo aos Estados Unidos. O senador agradeceu diretamente aos presidentes Javier Milei da Argentina e Donald Trump dos EUA.

“Queria agradecer ao presidente Milei pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher”, declarou.

Flávio não detalhou no documento como Milei teria ajudado em sua saída. Em relação aos Estados Unidos, o senador foi mais direto. Ele agradeceu “ao presidente Trump e ao governo americano” por receberem sua família e oferecerem, segundo suas palavras, a “segurança jurídica que não temos mais no Brasil”.

Trump declarou que aprovou a entrada de Flávio no país. Autoridades americanas também informaram que o governo emitiria vistos para o senador, a esposa e as duas filhas.

Flávio atravessou a fronteira com a Argentina na noite de terça-feira (27), embarcou para o Equador e chegou a Miami na manhã desta quarta-feira (28). A viagem ocorreu após ele deixar de entregar seus passaportes à Polícia Federal e descumprir a proibição judicial de sair do Brasil.

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Golpe

URGENTE: Após chegar aos EUA, Flávio se autoproclama “presidente eleito”, diz que foi perseguido e que não fugiu, mas saiu do país para lutar pela democracia

Foto: Ricardo Arduengo/AFP

O comentarista Paulo Figueiredo divulgou nesta quarta-feira (28) uma nota de três páginas atribuída a Flávio Bolsonaro (PL). No documento, o senador contesta o resultado das eleições, chama-se de “verdadeiro presidente eleito do Brasil” e afirma que permanecerá nos Estados Unidos para comandar a oposição.

Flávio agradece aos presidentes Donald Trump e Javier Milei pelo suposto apoio e acusa o Judiciário de perseguição política. Ele também sustenta que houve fraude eleitoral e abuso de poder político e econômico em favor da chapa Lula-Alckmin.

“Quero dizer […] que eu sou o presidente eleito”, diz um trecho. Em outro, Flávio afirma: “Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil”. Ele também confirma que levou a família para os Estados Unidos. O texto ainda cita Rogério Marinho como candidato à Presidência do Senado e promete liderar a oposição do exterior.

A nota questiona ainda a prorrogação do horário de votação no último domingo (25), mas oficiais do TSE mostram que 34.393 votos foram registrados depois das 17h, o equivalente a 0,03% do total, número insuficiente para alterar o resultado.

O PL já reconheceu formalmente a vitória de Lula. Divulgada inicialmente pelo comentarista Paulo Figueiredo, a nota foi posteriormente publicada pelo próprio Flávio Bolsonaro em suas redes sociais.

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Geral

PF suspeita que Flávio Bolsonaro tenha entrado na Argentina por outro caminho

famiFoto: Eva Marie Uzcategui/Reuters

A Polícia Federal investiga se o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na eleição presidencial, viajou de Brasília para a Argentina em um avião privado antes de embarcar com a família para os Estados Unidos. A suspeita é de que ele tenha entrado no país vizinho antes do horário registrado pelas autoridades migratórias argentinas.

De acordo com informações divulgadas pela colunista Malu Gaspar, de O Globo, um jato Cessna Citation Excel, prefixo PR-AAA, pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio, saiu de Brasília às 5h de terça-feira (27) e pousou em San Fernando, nos arredores de Buenos Aires, às 8h40.

A PF apura se a aeronave foi usada para levar o senador à Argentina, de onde ele teria seguido para Puerto Iguazú. O deslocamento terrestre entre San Fernando e a cidade fronteiriça supera 1.200 quilômetros e pode levar pelo menos 13 horas. De avião, o percurso dura cerca de duas horas.

A Direção Nacional de Migrações da Argentina informou que Flávio, a mulher e as duas filhas entraram no país por terra às 22h50 de terça-feira. Menos de uma hora depois, às 23h30, embarcaram em um Gulfstream G400 com destino aos Estados Unidos. O avião fez escala em Guayaquil, no Equador, e seguiu para Miami, onde a família chegou nesta quarta-feira (28).

A aeronave evitou o espaço aéreo brasileiro, sobrevoando Paraguai, Bolívia e Peru. A PF ainda investiga como Flávio chegou a Puerto Iguazú e se o registro de entrada na Argentina ocorreu depois de sua chegada ao país.

Flávio e Willer Tomaz são investigados em um inquérito sobre suspeita de lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A investigação inclui e-mails que indicariam o cadastro do senador como usuário master de uma conta bancária de uma empresa do advogado.

No âmbito desse caso, Moraes determinou que Flávio entregasse seus passaportes, ordem que, segundo as informações divulgadas, não foi cumprida. A PF ainda apura as circunstâncias da viagem e não descarta outras hipóteses para o deslocamento do senador.

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Geral

[VÍDEO] “Desculpa, pai, a gente falhou”, diz Carlos a Jair Bolsonaro, que responde: “Levanta a cabeça! Muita coisa pra fazer pelo Brasil”

Carlos Bolsonaro se emocionou durante uma visita ao pai Jair Bolsonaro, com quem passou cerca de duas horas conversando. Em vídeo publicado no Instagram, ele relatou o encontro e reproduziu o diálogo em que pediu desculpas após a derrota de Flávio para Lula no 2º turno das eleições presidenciais.

“Eu falei: desculpa, pai, a gente falhou”, contou. Segundo ele, o pai respondeu com uma mensagem de incentivo: “Levanta a cabeça, vambora. Muita coisa pra fazer pelo Brasil ainda”.

Os dois conversaram sobre política e futebol e compartilharam um café. Carlos Bolsonaro afirmou que pretende continuar a mobilização pela liberdade de pessoas que considera presas políticas e declarou: “Meu pai é um preso político”.

Ao encerrar o relato, destacou o apoio recebido durante a visita. “Inacreditavelmente, ele que me deu suporte hoje mais uma vez”, afirmou.

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Geral

João Câmara celebra 98 anos com grande festa nesta quarta-feira

João Câmara completa nesta quarta-feira (28) 98 anos de Emancipação Política e a data será celebrada com uma grande programação festiva na Arena do Povo, a partir das 21h.

Para marcar o aniversário da cidade, a Prefeitura preparou uma noite de muita música e celebração, reunindo Rey Vaqueiro, Circuito Musical, Daniel Donato e Roberto Filho em uma programação especial para toda a população.

A festa encerra a programação comemorativa dos 98 anos de João Câmara, que teve início com uma noite de fé e bênçãos, seguida pela programação católica, reunindo a população em momentos de celebração, espiritualidade e confraternização.

A prefeita Aize Bezerra convida toda a população para participar desse momento especial e comemorar mais um ano da história de João Câmara.

É dia de celebrar João Câmara, sua história, seu povo e tudo o que ainda está por vir.

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Geral

Nunes Marques dá 10 dias para PGR se manifestar sobre novo pedido de revisão da condenação de Jair Bolsonaro

Foto: Ton Molina/STF

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou uma segunda revisão criminal para tentar anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão. Nesta quarta-feira (28), o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 10 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido.

Protocolado em 25 de setembro, o recurso apresenta como suposta prova nova um parecer técnico que aponta limitações na verificação da origem e do processamento de parte das provas digitais usadas no processo. O documento, porém, não afirma que houve adulteração do material.

A defesa também cita discussões recentes no STF sobre o acesso à íntegra de provas digitais no caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Os advogados alegam que pedidos semelhantes de acesso ao material foram tratados de forma diferente no processo de Bolsonaro.

Esta é a segunda revisão criminal apresentada pelo ex-presidente. Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a rejeição do primeiro pedido, por entender que não havia fatos ou elementos novos capazes de justificar a anulação da condenação.

A revisão criminal é um instrumento excepcional que permite contestar condenações definitivas em situações previstas em lei, como o surgimento de novas provas ou a constatação de que a decisão se baseou em documentos, exames ou depoimentos falsos. O novo pedido ainda será analisado, e a manifestação da PGR não representa uma decisão sobre o mérito do recurso.

Opinião dos leitores

  1. Ou ainda quando são detectados vícios ou erros processuais insanaveis, o que convenhamos, parece transbordar.

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