Aos poucos a área onde funcionava o kartódromo de Natal vai sendo desocupado.
Quem visitou o local, encontrou apenas os mecânicos que prestavam serviço aos pilotos na manutenção dos veículos. No local onde funcionava o bar Kurt-Kart apenas um freezer vazio foi deixado para tráz. Os pneus que faziam a proteção da pista continuam por lá e, de acordo com os mecânicos, ninguém deverá buscá-los. Muitos veículos utilizados nos treinos pelos pilotos profissionais ainda estão no local. “Eu acho que cada piloto deve mandar buscar o seu”, disse o mecânico Francisco Aurélio, de 43 anos.
Em junho do ano passado, a Secopa oficializou a Federação Potiguar de Automobilismo sobre a necessidade de desocupação do terreno, envolvido na área que será ocupada pelo estádio Arena das Dunas.
Tribuna do Norte

Nas capitais menos subdesenvolvidas do Brasil, os governos firmam convênios com o âmbito privado para a construção e manutenção de kartódromos, autódromos, pistas de arrancada e derivados (o exemplo mais próximo é o Autódromo Virgílio Távora, no Ceará), visando evitar que os indivíduos pratiquem competições em via pública. Todos saem ganhando: o Estado, com o convênio; o setor privado, com o lucro e a população, com o entretenimento.
Mas do governo de Rosalba Ciarlini, nada podemos esperar, haja vista que a adminsitração que mais arrecada, na história do Rio Grande do Norte, é a mesmo que abandona o Estado. Sobram flores e espinhos, mas falta um fio de aço.