O governo interino de Michel Temer negocia com a base aliada na Câmara dos Deputados o afrouxamento da chamada Lei de Responsabilidade das Estatais, que estabelece a necessidade de perfil qualificado para a nomeação de presidentes e diretores de companhias públicas.
Na última segunda-feira (6), porém, em discurso à imprensa, o presidente interino havia defendido a proposta e prometido, inclusive, paralisar a nomeação para diretorias ou presidências de empresas estatais e fundos de pensão até sua aprovação.
Segundo assessores e auxiliares presidenciais, o Palácio do Planalto pretende alterar pelo menos dois pontos da proposta. Um deles é o que determina comprovação de experiência mínima de dez anos na área de atuação da companhia estatal para cargos de direção e gerência.
O receio do governo federal é que as novas regras limitem tanto as indicações de nomes de confiança do presidente interino como de partidos da base aliada, que têm feito sugestões ao Palácio do Planalto.
Pelo critério da exigência de dez anos, por exemplo, nem Pedro Parente nem Guilherme Campos poderiam ter sido nomeados para o comando da Petrobras e dos Correios, respectivamente.
O segundo ponto é a determinação de que, no mínimo, 25% dos membros do conselho de administração sejam independentes, ou seja, que não tenham vínculo com a empresa estatal ou com a sociedade de economia mista.
A preocupação é de que a regra possa retardar a composição completa dos conselhos de administração e levar à nomeação de pessoas sem qualificação ou conhecimento técnico da estrutura e do funcionamento da estatal.
Para evitar conflitos com o Senado Federal, que já aprovou a proposta, o governo interino discutirá as mudanças primeiro com o líder do governo, Aloysio Nunes Ferreira, antes de apresentá-las à Câmara dos Deputados.
A ideia é que as alterações sejam feitas ou por meio de emenda parlamentar ou por projeto substitutivo até o início da semana que vem, uma vez que a expectativa é que a Câmara dos Deputados vote a proposta na próxima quarta-feira (15).
Apesar da promessa feita pelo presidente interino de paralisação das nomeações, o governo federal não descarta que novas designações sejam feitas até a semana que vem.
“Não mudamos de opinião. Agora, empresas públicas não podem ficar acéfalas. Tínhamos a previsão de que essa matéria seria votada na Câmara dos Deputados na quarta-feira. Acontece que, no debate que eu tive com os líderes da base aliada, surgiram dúvidas de mérito. Nós vamos mudar algumas coisas na Câmara dos Deputados combinadas com o Senado Federal”, reconheceu o ministro Geddel Vieira Lima (Governo).
Folha
Foto: Reprodução
Cambada de …
Cito aqui, esse é frouxo meeeeeeesmo…
Acharam e chamaram o PT de quadrilha e expulsaram o partido através do golpe. Hoje sabemos que o PT era inocente e a quadrilha assumiu tudo. A globo vira e mexe e engana vocês. Seus fdp.
Em que país você vive, caro militante?
Afrouxar o parafuso , para o sabido entrar
O espeto está pronto para cadeira assentar
A indicação precisa do mão boba espertalhão
O BRASIL caminhando desenfreado na contra mão .
Para domar esde tigres, chamado Brasil , só cedendo aos políticos sempre por uma coisa vil
A esperança demora , não tem nada perfeito
Mas a cada dia concluo
Que o Brasil não tem jeito .
Que o Brasil não tem jeito, todos somos sabedor
Basta vem são Michel e seus carregadores do andor
Com tanta fome, que são de capazes de tudo e sem nenhum pudor
Querem de todo jeito e no salve-se quem puder, a sua fome saciar
Não tenho mais esperança, apenas muita tristeza com toda essa situação
Pois pelo andar da situação o Brasil não tem jeito não.
Bons de verso e de papo furado. Espero que também sejam bons de trabalho pois é o que precisarão fazer de agora em diante. Claro que podem ser professores de universidades públicas ou "aspones" de algum parlamentar de esquerda. Nesses casos, continuarão mamando do suado dinheiro dos contribuintes e pouco ou quase nada contribuindo para o progresso do nosso Brasil e para o bem da nossa sociedade. É vergonhoso ver como os esquerdistas têm pouco apego à pátria, em detrimento de uma ideologia retrógrada e corrupta, que destrói todos os países por onde passa.