Por Jean Valério
Não analisei o conteúdo processual da investigação e as acusações contra as empresas frigoríficas. Mas já posso afirmar que é desproporcional a punição imputada às principais marcas brasileiras do segmento de carnes e derivados.
A máquina de moer reputações operou forte jogando na lama anos e anos, milhões e milhões de investimentos, valores tangíveis e intangíveis de grifes nacionais da carne, como Friboi, Sadia e Perdigão. Elas pagam um preço alto pelo conjunto de crimes e deslizes cometidos por executivos e operadores corruptos.
Neste momento, grandes escritórios e profissionais brasileiros que lidam com crises de reputação estão debruçados em solucionar mais uma missão impossível: Estancar a sangria da carne, diagnosticar as feridas e trabalhar para cicatriza-las.
Mesmo ainda não restando nada comprovado, empresas e marcas valiosas são motivo de achincalhe avassalador nas redes sociais. São vítimas da mistura inflamada dos crimes descortinados com a sanha inquisidora da opinião pública.
O estrago de imagem é irreparável. Nem mesmo uma vida inteira de investimentos maciços em marketing com dezenas de Tony Ramos, Roberto Carlos, Robert de Niro e Fátima Bernardes serão suficientes para reverter o jogo da reputação perdida.
E olhem que este artigo é limitado a tratar, superficialmente, da crise de reputação. Sem abordar prejuízos financeiros, retração do consumo e repercussão internacional com a possível redução das exportações de carne e o forte impacto na balança comercial brasileira.
O caso da carne transformado em espetáculo pela mídia e potencializado pelas indomáveis redes sociais, é mais um que merece reflexão profunda. E a primeira lição que surge é a famosa tese de que “O crime não compensa”.
O erro maior está na origem. É inadmissível que empresas de renome mundial como JBS e BRF, vistas pela sociedade e mercado como companhias éticas e responsáveis, se metam numa teia tão escandalosa de crimes graves contra os seus consumidores e o erário público.
Apesar de tudo, a análise e o julgamento dos fatos devem ser feitos com critérios e responsabilidade. É preciso separar o joio do trigo. E salvar o que for possível. As feridas são enormes, mas podem sarar. Apesar da enorme cicatriz em evidência, a vida segue seu curso.
Jean Valério – jornalista, especialista em marketing estratégico e em gestão pública com estudo sobre gerenciamento de crises de comunicação e imagem

Carne Fraca, governo Temer podre.
Comentar…amigo. discórdia de tudo que fala. no nosso pais é normal defender bandido. o anormal é defender os verdadeiros, asvitimas que são o povo.
Viva o desgoverno Petistas em qualquer lugar que mexe da M…
O Estado, com seus funcionários e operadores políticos, desfecha mais uma história da propina sobre o bem estar da população, mais uma façanha da fábrica de corruptos deste país junto aos seus chefes em cargos públicos sorteados pelo "bem político". Tudo aqui tem um preço para que se possa produzir e gerar riquezas, essa balela de mercado aqui no Brasil não existe porque tem sempre um grupo de indivíduos de "qualidade duvidosa" acima citada para atrapalhar o crescimento e vidas em prol do lucro exarcebado.
Bom será com o voto fechado lista onde os calhordas se esconderão por trás da legenda e serão reeleitos sem serem julgados.
Viva a nossa policia federal!!!! Que esses porcos brasileiros que brincam com as vidas dos brasileiros apodreçam na cadeia. …isso tem que acontecer em todos os setores!! Estamos agora vendo na prática e que sempre gerou desconfiança esses megas setores seja da indústria ou do comércio como passe de mágica se transformar em reinado inatingível. ..quando nós é que pagamos a conta….Cadeia neles!!! Temos que passar o Brasil a limpo!
É incrível como tem gente comendo papelão e jura que é "caviar". Tô besta!
No Brasil, primeiro vem a desconstrução da imagem para depois e com o tempo as reparações dos erros contidos nas enxurradas das operações realizadas de forma estabanadas e com a busca incessante pelos holofotes e dos louros da vitória, sendo que tais situações na maioria das vezes leva para a vala comum muitas empresas que nada tem haver com o embrolho, aqui é assim primeiro jogamos todos no lixo depois vamos fazer a reciclagem para separarmos o aproveitável do imprestável.
Assim como em outras ocasiões vão ser necessários muitos anos para a reposição da verdade e da recuperação do setor que foi construído a um custo muito alto e com investimentos do erário público, ou seja dinheiro do povo.
No Brasil é necessário uma multidão para edificar e meia dúzia de servidores sem escrúpulos para destruir a imagem do País mundo afora.
Vc não sabe que o juiz só decreta a prisão depois de ter elementos que indiquem a autoria e a materialidade. O contrário, no Brasil o agente do dano e indenizado com Celeridade e a vítima amarga o trauma e a morosidade da reparação, e quando é contra o estado vc não conheço ninguém que está na fila dos precatórios
Varejistas e almoço
Jean Valério, muito bacana seu mi,mi,mi , vc é só mais um que tenta justificar o injustificável…. vc trabalha conheço seu trabalho , mais vc nunca produziu nada "acredito. Eu" nunca indústrialisou (não ofensivo a vc certo) .
A indústria tem como fonte principal da sua atividade o produto, existe várias formas de baratiar o produto é consegui conquistar mercado exige processos, automação, mais o mais potente é a adulteração do produto isso é o que dar lucro
Veja se duas empresas tem o mesmo preço que é o caso da carne , na venda a uma rede garagista considerando R$ 20,00 o valor da alcatra é uma empresa desta oferece sobre a outra :
01- desconto
02- propagandas a nível nascional
03- prazo de pagamento maior
04- e ainda tem a margem de oxigênio para compradores m
Lógico que o comprador vai fazer essa opção, agora como não existe aumoco grátis quem paga é o consumidor, o que essa empresa faz adicionar água por método moderno dentro da carne, aí a conta fica assim considerado um Killo de alcatra custe preço final R$ 25,00 é nessa carne foi injetado 40% de água, o consumidor pagou R$ 25,00 levou R$ 15,00 ficou R$ 10,00 de água coloque em apenas uma carreta de carne 20.000 X R$ 10.00 = 200.000,00 ( de lucro ilegal em apenas uma carreta) .
Agora a outra empresa já fechou, não acompanha o preço, é fiscalizada deslealmente ai se fode , fecha perde a vida é o sabidão vira rei.
Ou já esquecemos o caso da chapecoense, que a empresa LAMMIA ceifou vidas, em face do lucro da empresa.
veja só, os empresários cometem atentado contra a sáude pública de consumidores no país, expõem a vida e detrimento do lucro . Ai esse sujeito quer dizer que A imagem deve prevalecer em detrimento da Vida!!! o pior é que os caras são empresários milionários!!!! doutores formados nas melhores escolas do brasil!!! Perai, se aqui fosse um país sério vendiam tudo, pagariam os direitos trabalhistas dos trabalhadores e depois, decretavam a falência dessas organizações criminosas!!!!! pra pagar propina a politico sobrou dinheiro, mas pra preservar as vidas do povo, sobra maldade e mesquinhêz!!!
Quantas pessoas estão prejudicadas, doentes tudo por causa do alarmante intetesse dessas empresas que não medem seus limites anti-éticos vendendo produtos de fachadas contaminados e podres.
Tomara que as pessoas e os outros países boicotem mesmo essas carnes podres que já devem ter matado muitas pessoas e enriqueceram os empresários sujos do Brasil
Fiquei esperando aqueles que dizem BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO… quando é preto, pobre e morador da periferia, é culpado e condenado definitivamente por esta mesma opinião pública e sem direito aos advogados e escritórios milionários que cuidam de reputações… estou esperando o time de que grita BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO… ou talvez tenham se calado porque encontraram carnes de bandidos em suas carnes de grife… por isso que prefiro a carne da feira…
Que os responsáveis por vender comida, remédios e bebidas sejam fuzilados.
OU tenham as mãos e pés amputados e postos chiqueiros para comer lavagem.
Pronto. Acabou a sua espera.
Comida, remédio e bebidas estragados.
Tanto quem vendeu, como quem fez vista grossa, como quem
mandou fazer vista grossa.
Logo no início do texto nota-se que o jornalista gosta de linguiça Sadia. Ô Jean, quanto recebestes por este texto porco? (sem duplo sentido)…
No Brasil os órgãos (servidores ) público traz a dificuldade para vender a facilidade.
ConheSSe!
É por isso que se fala que a imprensa é o quarto poder no Brasil. Principalmente a rede bobo. Com essa avalange midiática, se derruba presidente, e grandes empresas. Arruinar grandes negócios é fichinha.
Você tá dizendo isso, porquê mecheu com os grandes, se fosse um pobre quê vende na feira das rocas, na feira do alecrim, você tava acabando com a vida dele palhaço.