
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta sexta (22) que colisões são naturais em um processo de mudança e que confia na aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso.
Nesta sexta, o mercado financeiro repercutiu negativamente discussão pública entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o clã Bolsonaro, que ampliaria dúvidas sobre a aprovação da reforma.
Em discurso durante cerimônia de posse da presidente da Susep (Superintendência de Seguros Privados), Solange Vieira, Guedes evitou referências explícitas, mas minimizou o que chamou de “susto”.
“De repente nós vamos levar um susto, porque o deputado tal deu um tiro em não sei quem, por que o filho de não sei quem pegou não sei quem lá. Esquece, tem um tema maior, tem um tema épico que está sendo escrito, que é o seguinte: o Brasil está cada vez mais robusto”, afirmou.
O ministro voltou a afirmar que tem confiança na aprovação da reforma e citou o apoio de lideranças dos três poderes, como o próprio Maia.
“Tenho certeza que o Congresso vai fazer a parte dele. Os principais agentes disso, presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o presidente da República, Jair Bolsonaro, o presidente do Supremo, Dias Toffoli, farão o que for necessário para que a conteça a reforma. Eles sabem da importância”.
Guedes defendeu novamente o texto apresentado ao Congresso, dizendo que a economia de R$ 1 trilhão é fundamental para a adoção do sistema de capitalização para as novas gerações.
Mas frisou que “mesmo se desidratar bastante, ainda é melhor que a reforma que foi apresentada lá atrás”. A nova presidente da Susep foi uma das autoras da proposta – ela trabalhou também na implantação do fator previdenciário, implantado no governo Fernando Henrique Cardoso.
Os choques políticos, comentou o ministro, são “dores do crescimento de uma democracia jovem”. “Temos que ter a capacidade de lidar com esses choques, a tranquilidade de saber que cada um faz o seu papel”, completou, antes de passar uma “mensagem de tranquilidade” à plateia.
“Não se assustem com os jornais, às vezes a bolsa cai, o sujeito fala uma coisa bonita a bolsa sobe, um xinga o outro a bolsa cai. Isso é só emoção, senão não tinha bolsa”, afirmou.
Em conversa com jornalistas após o evento, evitou fazer referências ao conflito entre Maia e a família Bolsonaro —o presidente da Câmara vem se queixando de ataques sofridos nas redes sociais por Carlos Bolsonaro e apoiadores do presidente.
“Eu estou cuidando da economia, da política cuidem vocês”, afirmou, quando perguntado especificamente sobre o tema.
Folhapress
Doido pra botar a mão no dinheiro do trabalhador brasileiro e entregar aos bancos.
"O governo é um deserto de ideias", declarou Maia. "Se tem propostas, eu não as conheço. Qual é o projeto do governo Bolsonaro fora a Previdência? Não se sabe". Na avaliação do presidente da Câmara, o ministro da Economia, Paulo Guedes, é "uma ilha" dentro do Executivo.
PENSE NUM PRESIDENTE DOIDO. TRISTE REALIDADE BRASILEIRA
Aí está pintado o quadro do país, só se vota algo se fizer concessões pessoais a membros do congresso, isso está explícito no posicionamento do presidente do congresso, que ao ser cobrado pelo Moro, para apreciação de projeto anti crime, se revoltou e praticamente se declarou contra projetos de interesse do país, ora, o país jamais conseguirá reduzir a corrupçao e a violência, se o projeto de Moro não for aprovado. Na verdade, o maia faz parte dos ratos continuarão fazendo a festa nesse país da impunidade.