O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez um apelo a um grupo de senadores com quem esteve reunido na noite da última quinta-feira (9) para que barrem o projeto que será votado pela Câmara em socorro aos estados durante a pandemia do coronavírus.
A proposta, encabeçada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prevê que a União destine R$ 35 bilhões para neutralizar a queda de arrecadação de ICMS (imposto estadual) por três meses, além de R$ 5 bilhões para o ISS (municipal). O governo já se manifestou contrário ao projeto, que depois de aprovado pela Câmara ainda precisa do crivo dos senadores.
“Ele (Paulo Guedes) foi muito crítico ao Rodrigo Maia, ao caminho que a Câmara está seguindo. Ele chegou a falar com todas as letras: ‘Se aprovarem isso (projeto) na Câmara, eu vou pedir para vocês salvarem a República. Vou pedir aos meus amigos do Senado para que salvem a República’”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), um dos parlamentares que participou do encontro virtual.
Negociado entre o presidente da Câmara e os governadores, o texto permite ainda que os estados possam contratar empréstimos e financiamentos, limitados a 8% da receita corrente líquida do ano passado, para bancar medidas de enfrentamento ao novo coronavírus e para estabilizar a arrecadação em 2020.
A estimativa é que estados possam contratar R$ 50 bilhões. Embora construído pelo próprio presidente da Casa, a proposta não conseguiu ainda consenso entre os partidos.
“O governo vende a coisa como ele quer, da forma como ele quer. O pano de fundo dessa polêmica é um debate que não queremos entrar. Por que não querem uma solução para o ICMS? Há um enfrentamento político por trás de uma falsa disputa de um projeto que vai garantir a sustentação aos estados”, afirmou Maia, na quinta.
Maia enfrenta resistência dentro da própria Casa que comanda. A votação, que seria na quinta, foi adiada para a próxima semana, ainda sem data definida. Para Maia, se Guedes avaliar que o melhor é reduzir a fatia (de 8% da receita corrente líquida) e vincular o acesso a esses recursos a obras e investimentos, daqui três ou quatro meses, para estimular a recuperação econômica, o texto poderá ser adequado.
O presidente da Câmara também sinalizou aceitar essa redução na medida de crédito se o governo compensar a queda de ICMS e ISS por mais tempo (além dos três meses já previstos). Isso reduziria o impacto do pacote nos próximos anos. O presidente da Casa, contudo, criticou o que chama de “enfrentamento político” travado pelo governo.
“Temos convicção no que estamos fazendo. Estamos abertos a uma proposta. Quatro, cinco meses de ICMS, estamos abertos ao debate. O que não estamos abertos é um debate cinzento. Não podemos misturar temas, estratégias, temos de ter paciência. Queremos encontrar uma solução para que todos possam continuar trabalhando”, disse.
FOLHAPRESS

Dr. Paulo Guedes foi inábil mas profundamente correto e sincero. O Sr. Rodrigo Maia, é uma excrescência política, junto com Alcolumbre e parte do Congresso e do STF.
E agora, bobões da briga esquerdistas-direitistas? Vão brigar contra quem? O fundo eleitoral não vai para estados e municípios graças ao apoio dele. Os 150 milhões que "liberou", é micharia para a Câmara. Recupera rapidinho. Os políticos agradecem essa briga. Continuem, otários.
Os hipócritas gado revoltados com as pautas bom do Maia são os mesmos que vibraram com as pautas bombas do Cunha contra Dilma.
Esse Rodrigo Maia é um mau caráter, ele que quebrar o Brasil, presidente que governar tranquilo tá na hora de fechar esse congresso
Os estados entraram num poço sem fundo. Muitos já em dificuldades, entraram nessa sandice de parar tudo e quebrar a economia. Agora, vai começar a faltar dinheiro até para pagar os salários. Segurem-se. Foram votar em Fatão, aguentem.
É como agem a maioria dos políticos brasileiros, se aproveitam da desgraça para galgar vantagens. Esse MAIA é um dos maiores aproveitadores do BRASIL . Não escapa UM. CORRUPTOS .
Pense num engodo grande além do COVID19, o pirão tá começando a escaldar, vai virar grude. Aguardem as atitudes republicanas…
BG.
Esse presidente da Câmara é um mau caráter contumaz. Ele quer sair distribuindo dinheiro ao Bel prazer, por trás disto está a candidatura dele a presidente. Estão se aproveitando da catástrofe para se fazerem política e economicamente visando projetos futuros. E a Nação que se lasque. Canalha.