Judiciário

"Guerra" na aquisição da Delphi pela BSPAR continua

A empresária Cintya Delfino, que fundou e dirigiu por 17 anos a construtora Delphi Engenharia S/A, empresa cujo controle acionário foi recentemente repassado ao grupo cearense BSPAR Incorporações Ltda., ingressou com Ação Cautelar – em curso na 9ª. Vara Cível da Comarca de Natal – acusando dirigentes e executivos do comprador da prática de “gestão fraudulenta”, “improbidade, ilegalidade e deslealdade”, atos que teriam resultado na “dilapidação da marca Delphi em favorecimento à BSPAR e demais empresas a ela coligadas”.
O processo tomou o número 0118340-14.2013.8.20.0001 e já resultou, dia 12 último, na concessão de liminar pelo juiz de direito Marcus Vinicius de Albuquerque Barreto, determinando o seguinte: “que os réus se abstenham de associar a imagem da Delphi à BSPAR através de toda e qualquer forma de divulgação”; que seja, no prazo de 15 dias, restabelecida a identidade visual da Delphi na sede da empresa, stands de vendas, empreendimentos e terrenos que compõem o seu ‘land bank’; e que o grupo BSPAR, no mesmo prazo, apresente relatório detalhado acerca da atual composição das sociedades de propósito específico (SPEs) constituídas entre a Delphi e outros parceiros.
Nominalmente, são citados como réus na ação as pessoas – físicas ou jurídicas – de Eduardo Meneleu Fiuza, Jorge Alberto Vieira Studart Gomes (Beto Studart), BSPAR Incorporações Ltda., Fábio Gomes de Albuquerque, Marcelo de Fiuza Miranda, Renata Paula de Medeiros Santiago, Alfredo Dias da Cruz Neto, Hanelore Hoppe e Francisca Vanimayre de Carvalho.
Deixaram de ser atendidos liminarmente pelo juiz os pedidos de afastamento imediato dos atuais administradores da Delphi e da BSPAR, e de decretação de intervenção judicial, com nomeação de interventores, para as duas empresas.
Também deixou de ser atendido o pedido para que o réu Eduardo Fiuza (administrador da Delphi) impeça a presença na empresa de pessoas ligadas à BSPAR, assim como do acesso delas a informações e aos trabalhos da construtora.
Informações extraoficiais dão conta de que, comprovadas as acusações de gestão fraudulenta, a empresária Cintya Delfino pleiteará indenizações por danos morais e materiais da ordem de R$ 50 milhões

Coluna de Marco Aurélio de Sá de hoje(17/06) no Jornal de Hoje

Opinião dos leitores

  1. A verdade é que a DELPHI ENGENHARIA estava muito ruim financeiramente, o motivo não sei, só sei que eu era cliente dela e minha obra edf SAINT JULIEN em tirol/Petrópolis que comecei a pagar em maio de 2008 estava parada na 4ª laje de um total de 20 andares quando da data prevista em contrato para a entrega, abril de 2011 . Sinceramente pensei que iria perder todo o dinheiro investido já que tinha pago mais de 58% do total . Falando como cliente acho que a melhor coisa que poderia ter acontecido foi a aquisição da DELPHI pela BSPAR, pelo menos para mim a negociação foi extremamente interessante(sou advogado) pois, houve uma repactuação sobre condições de pagamento ( juros e prazo) e novo prazo para entrega. A obra tá quase concluída (rua Maria Auxiliadora nº 817). Estou bem satisfeito com o atendimento da BSPAR, quanto a antiga DELPHI, quem conhece um pouco dos bastidores dos acontecimentos entende melhor como tudo se deu …

  2. Muita gente não sabe, e certamente ficarão surpresos com o que direi. Embora a BSPar tenha ficado com os ativos financeiros e com as obras da Delphi, EM NENHUM MOMENTO a BSPar ou o Sr. Beto Studart foram ou são sócios da Delphi Engenharia. É isso mesmo, nenhum e nem outro jamais fizeram parte da sociedade. Embora toda a negociação tenha sido feita com o Sr. Beto Studart, na hora de efetivamente se associar a Delphi, em vez de ele próprio ou a BSPar fazer parte daquela empresa, preferiu ele colocar os 80% da Delphi que lhe foram entregues pelo patrimônio da empresa, em nome de um Sr. chamado Eduardo Meneleu Fiuza, que até hoje ninguém sabe quem é. Ou seja, se em algum momento o Sr. Beto Studart visse que o barco ia afundar junto com o barco afundaria todos os compradores, insclusive eu, mais o Sr. Eduardo Meneleu Fiuza, que é de fato e de direito o dono de 80% das cotas daquela empresa entregues por R$ 1,00 para salvá-la. Nesse meio tempo o que o Sr. Beto tem feito é através de sua financeira emprestar dinheiro a Delphi com juros nada barato, dilapidando ainda mais seu patrimônio, sacrificando seu caixa e matando aquela empresa, o que desde o início era o seu objetivo. Prova maior disso é que mesmo ele sendo um bilionário e grande investidor, não participa ou participou do quadro societário da Delphi. Se alguém duvidar do que digo, ou até mesmo a BSPar quiser me contradizer, fica desde já desafiada a mostrar o seu contrato social e todos os aditivos, inclusive o que permitiu a saída dos antigos sócios para a entrada dos novos. No mais, continuo dizendo É HISTÓRIA DA CAROCHINHA.

  3. Comprei um empreendimento a Delphi engenharia cujo slogan na época era: "Delphi você além do padrão", pois bem a construtora não conseguiu nem entregar o empreendimento quem dirá "além do padrão"!!!! A Delphi nunca tratou o cliente como tal (exceto no ato da compra estourando espumante), a Delphi nunca foi transparente com seus clientes, a Delphi nunca teve o mínimo de respeito e consideração comigo e com meu esposo que sempre cumprimos com nossos deveres! Aí vem a Bspar com papo de "tudo mudou, vamos cumprir com todas as obrigações " (rarara), mais uma que também não teve respeito por nós clientes (eu e meu marido)!!! Ela apenas entregou o empreendimento e Ponto ( o que pra mim é mera obrigação afinal estamos pagando e muito por ele)!!! E em quais condições esse empreendimento foi entregue?! E quantas e quantas vezes também não foram transparentes conosco?! E quantas e quantas vezes nos fizeram d besta?! Então a pergunta é: quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?!

  4. Pessoal, de todos que fizeram seu relato, penso , que só um ou dois, de fato, vivenciaram algo, e ainda apenas como clientes. Importante antes de passar adiante informações, estudar e pesquisar a respeito. Só quem sabe quem está falando a verdade é quem está dentro da BSPAR e da DELPHI. Sugiro a todos analisarem os fatos com bastante cautela, pois as coisas não são o que parecem.

  5. Para esse Gilberto Bezerra defender está BSPAR só pode ser fake dessa construtora. Eu concordo com esse Paulo Melo. Fomos obrigados a aceitar acordo com a BSPAR por valor muito abaixo do que já tínhamos pago por medo de não perder tudo. Agora lendo a materia aqui e no Jornal de Hoje fiquei sem saber se quem comprou a Delphi foi o tal Beto Studart ou o Eduardo Meneleu Fiúza, já que quem faz a propaganda é o dono da Bspar. Isso tá com cheiro de enxofre. Fiquei mais na dúvida ainda de que é o responsável pelas obras da Delphi já que a Bspar parece que não consta como compradora da Delphi. Olha, tenho parentes que compraram Imoveis e nao receberam apesar das promessas em entregar.

  6. Essa BSPAR tem que explicar muita coisa. Vive atrasando a entrega de apartamentos e quando disse que havia comprado a Delphi era para sanar os problemas da construtora. Sem falar que quando chamou os compradores de Imoveis que estavam sem receber o que haviam comprado, negociou com estes proprietários "matando", ou seja, pagando um preço vil. Vergonhoso. Davam dinheiro em troca de acordos leoninos onde as pessoas abriam mão de tudo, em troca de migalhas. As pessoas com medo da justica que não anda, acabaram cedendo a este forasteiros cearenses que chegaram aqui com uma conversa boa e depois, nada. Enquanto isso….. Agora, que vem a tona está estória da Delphi, aí é que fica tudo mais estranho.

  7. O mais estranho dessa estória era que quem tinha comprado a Delphi era o tal do Beto Studart, que é o bacana dono da Bspar. Agora aparece a notícia que ele não comprou, mas sim um tal de Eduardo Meneleu. Que coisa. Esse cara é o que ou quem? É um laranja? Será que vou receber meu apartamento desse laranja? Ai meu Deus. Alguém em Natal já ouviu falar em Eduardo Meneleu? Cadê o Ministério Público para investigar isso?

  8. Pergunta que não quer calar:Esse grupo Chamado BSPAR(que até então,não se conhecia no RN,que usou a credibilidade da empresa DELPHI e de seus Diretores para entrar no Rn,)Empresa essaDELPHI, que pelo que me consta , sempre honrou seus compromisso, que tinha a frente a Dra. Cintya Delfino , agora chega pessoas sem Raízes no nosso estado querer difamar e se aproveitar de pessoas do BEM.Quem não se lembra do Depoimento do Dono da BSPAR, na televisão , quando era só elogios , a pessoa de Dra Cintya Delfino com a Construtora Delphi…respeito e bom …….e todos nós gostamos…a verdade tem que ser dita , doa a quem doer!!!!

  9. Quem não conhece de perto o início dessa história, assim como o Sr. Marcelo, acredita em coisas do tipo "conto da carochinha". O que de fato aconteceu foi que a Delphi por uma série de contingência veio a ter problemas de caixa e isso a fez ficar em dificuldades, embora os seu patrimônio, leia-se terrenos e créditos a receber, além de outros ativos e sua marca fossem suficientes para cobrir o valor dos seus débitos. Estando com dificuldades de caixa, e exatamente para não protagonizar o calote que o Sr. Marcelo se refere, a direção da Delphi entregou de graça, sem que a BSPar desembolsa-se um real, mais de 80% de suas quota para aquela empresa, que por sinal , antes da compra auditou a vida financeira da Delphi. Efetivamente, hoje a Delphi não existe mais, e embora atualmente não mais conhecendo detalhes do seu dia a dia, o que dizem é que a BSPar tem se desfeito de grande parte do patrimônio da Delphi, e a preço de banana. Essa é a verdade que tem que ser dita, isso sem ofender ou sem pender para A ou B, apenas ser justo.

  10. Interessante, quando a Delphi estava em apuros financeiros, a qualquer momento iria protagonizar um dos maiores calotes imobiliários do estado, a BSPar passou a ser o Santo Salvador, depois de salvar os empreendimentos em puros, atrasados, responder por ações das mais diversas, estão querendo plantar que sao demônios e aproveitadores.
    Como cliente da Ex-Delphi, também iria levar esse calote e a BSPar cumpriu o contrato da falida!

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Carlos Eduardo desiste de pré-candidatura a deputado estadual para coordenar campanha de Allyson Bezerra em Natal

Foto: reprodução

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo anunciou nesta quarta-feira (15) que desistiu de sua pré-candidatura a deputado estadual para assumir a coordenação da campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte na capital.

Em publicação nas redes sociais, Carlos Eduardo afirmou que aceitou o convite de Allyson por considerar a missão importante para o partido e para o estado. Segundo ele, a decisão foi tomada para que possa dedicar integralmente seus esforços à coordenação da campanha em Natal.

Leia íntegra da publicação de Carlos Eduardo:

Recebi com muita honra o convite do nosso candidato ao Governo do Estado pelo União Brasil, Alysson Bezerra, para coordenar sua campanha em Natal.

Por entender a importância dessa missão para o partido e para o Rio Grande do Norte, decidi abrir mão da minha pré-candidatura a deputado estadual para dedicar meus esforços integralmente a esse projeto.

Agradeço, de coração, a todos os amigos, lideranças e apoiadores que já haviam declarado apoio ao nosso projeto. Cada demonstração de confiança fortalece ainda mais o meu compromisso com a vida pública.

Seguimos firmes e confiantes no futuro, agora na coordenação de uma das campanhas mais disputadas dos últimos anos, trabalhando pelo pelo desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Agora Alysson arrumou o chapéu da viagem, não sei dos 02 quem é mais arrogante ou coronel.

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MINORIAS FORA: Secretarias do PT ligadas às Mulheres, LGBTQIA+ e Combate ao Racismo acusam legenda de exclusão do debate sobre fundo eleitoral milionário do partido

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Secretários nacionais do PT ligados às áreas de Mulheres, Juventude, LGBTQIA+ e Combate ao Racismo denunciaram terem sido excluídos das reuniões que discutem a divisão do fundo eleitoral da legenda, segundo reportagem da coluna do jornalista Carlos Madeiro, do UOL.

A exclusão gerou críticas internas por atingir justamente secretarias responsáveis por pautas que o PT historicamente afirma defender e priorizar.

Grupo foi retirado da sala quando começou o debate sobre distribuiçãoo do fundo eleitoral estimado em R$ 615 milhões

De acordo com a publicação, os representantes participaram normalmente das reuniões do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), em Brasília, mas foram retirados da sala quando começou o debate sobre a distribuição dos recursos do partido, estimados em R$ 615,4 milhões pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em mensagem enviada ao grupo do Diretório Nacional, os quatro secretários afirmaram que a medida enfraquece a participação democrática, desconsidera a diversidade e contraria decisão anterior da direção nacional que garantia a presença dos setoriais nas discussões.

Segundo o UOL, integrantes da direção do partido divergiram sobre a exclusão. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, e outros dirigentes votaram contra a medida, mas foram derrotados pela maioria. Os secretários informaram que entregarão uma carta à presidência da legenda pedindo a reversão da decisão. Procurado pelo UOL, o Diretório Nacional do PT não havia se manifestado até a publicação da reportagem.

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Ezequiel emite nota informando que comunicou a Fátima decisão de apoiar Álvaro: “vamos ter caminhos distintos na parte política”

Foto: João Gilberto/ALRN

O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, emitiu uma nota oficial informando que conversou com a governadora Fátima Bezerra e comunicou a ela sua decisão de apoiar a pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias.

Na nota, Ezequiel ressalta que tem “relação de amizade e respeito” com Fátima, mas explicou que, por decisão majoritária do PSDB, seguirá “caminhos distintos na política”.

Lei a íntegra nota de Ezequiel Ferreira:

Antes de tomar nossas decisões políticas, conversei com a governadora Fátima, a quem tenho relação de amizade e respeito.

Expliquei que por decisão majoritária do grupo e do PSDB, vamos ter caminhos distintos na parte política.

Nossa relação em defesa dos interesses do Rio Grande do Norte e do povo potiguar continua acima de qualquer questão política.

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Governo Lula avalia que tarifaço só será negociado após as eleições, caso taxa seja confirmada pelos EUA

Foto: Agência Brasil

Integrantes do governo Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que, confirmada a tarifa dos EUA de 25% sobre produtos brasileiros, uma eventual negociação para reverter a medida poderá ficar para depois das eleições de outubro.

Segundo auxiliares do presidente, o governo trabalha com a possibilidade de a gestão de Donald Trump aguardar o resultado da disputa presidencial antes de definir os próximos passos, diante das diferenças entre as posições de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a relação comercial com os EUA.

No Palácio do Planalto, a avaliação é de que um eventual governo Flávio Bolsonaro poderia facilitar negociações com Washington, enquanto uma vitória de Lula manteria a atual política comercial e a resistência a concessões em temas como o Pix e a redução da tarifa de importação do etanol americano.

O governo brasileiro aguarda a decisão do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), prevista a partir desta quarta-feira (15), para definir sua estratégia. A possibilidade de medidas de reciprocidade dependerá dos produtos brasileiros que forem atingidos pelas novas tarifas.

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FALTA DE APOIO: Por descaso do Governo do Estado e da Prefeitura de Tibau do Sul, Fest Bossa & Jazz 2026 não vai acontecer em Pipa

Foto: reprodução

A produtora Juçara Figueiredo, organizadora do tradicional Fest Bossa & Jazz, confirmou que o festival não vai acontecer em Pipa em 2026. O motivo é simples: faltou apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Tibau do Sul. Em nota, a organização foi direta ao afirmar que a ausência do patrocínio e do apoio do poder público necessários inviabilizou a realização da edição neste ano em Pipa.

“Para que o Fest Bossa & Jazz aconteça com a qualidade e a estrutura que o público merece, é indispensável contar com o apoio financeiro e institucional de empresas patrocinadoras e do poder público. Neste ano, a ausência do patrocínio e do apoio do poder público necessários inviabilizou a realização da edição de Pipa”, diz trecho da nota.

Em 2026, o Fest Bossa & Jazz completa 17 anos de existência, somando 32 edições realizadas nos mais belos destinos do Rio Grande do Norte, sempre com acesso totalmente gratuito ao público. Ao longo desse tempo, o festival se firmou como referência de música e cultura no estado, mas agora fica sem uma de suas praças mais tradicionais por falta de investimento público.

Leia a íntegra da nota da produtora:

A Juçara Figueiredo Produções vem, por meio desta nota, informar ao público, parceiros, artistas e a todos que acompanham a trajetória do Fest Bossa & Jazz que, infelizmente, não será possível realizar a edição do festival em Pipa neste ano.

Por respeito ao público que, ao longo dos anos, tem prestigiado e ajudado a construir a história do evento, entendemos que é importante comunicar essa decisão de forma clara e transparente.

Em 2026, o Fest Bossa & Jazz completa 17 anos de existência, somando 32 edições realizadas nos mais belos destinos do Rio Grande do Norte, sempre com acesso totalmente gratuito ao público.

Para que o Fest Bossa & Jazz aconteça com a qualidade e a estrutura que o público merece, é indispensável contar com o apoio financeiro e institucional de empresas patrocinadoras e do poder público. Neste ano, a ausência do patrocínio e do apoio do poder público necessários inviabilizou a realização da edição de Pipa.

Recebemos essa notícia com tristeza, mas também com a certeza de que o festival construiu um legado importante para a cultura, o turismo e a economia criativa do nosso Estado. Ao longo desses 17 anos, o Fest Bossa & Jazz levou música, formação cultural, inclusão e desenvolvimento para milhares de pessoas, consolidando-se como um dos mais importantes festivais no gênero gratuitos do Brasil.

Agradecemos a todos que fizeram e fazem parte dessa história.

Seguimos acreditando na força da cultura e trabalhando para que o Fest Bossa & Jazz continue escrevendo novos capítulos nos próximos anos no RN.

Juçara Figueiredo Produções

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Quem é Nelson Wilians, advogado alvo da ‘Operação Distrato’ sobre esquema que teria sonegado R$ 3,8 bilhões em ICMS

Jatinho e charuto: O advogado Nelson Wilians tem mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram é tem um dos maiores escritórios de advocacia da América Latina. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram e fundador de um dos maiores escritórios de advocacia da América Latina, Nelson Wilians é um dos alvos da Operação Distrato, deflagrada nesta quarta-feira (15) pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA/SP).

A investigação

A investigação apura um esquema de venda de créditos falsos de ICMS que teria causado prejuízo de R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos. O escritório de Wilians é apontado como um dos principais núcleos da organização investigada. Ao todo, a operação cumpre 38 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e do Paraná. Não há mandados de prisão.

LEIA MAIS: OPERAÇÃO DISTRATO: Investigação contra fraude de R$ 3,8 bilhões em ICMS mira grupos econômicos com advogados em SP e PR.

Segundo a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada para criar créditos tributários inexistentes, vendidos principalmente a pequenas e médias empresas para reduzir ilegalmente o pagamento de ICMS. Escritórios de advocacia e consultorias teriam participado da elaboração de contratos e pareceres para dar aparência de legalidade às operações.

Suposta participação no esquema de fraudes do INSS

Em setembro do ano passado, Wilians já tinha sido alvo da Polícia Federal (PF) por suposta participação no esquema de fraudes do INSS.

Nelson Wilians

Natural de uma família de pequenos agricultores, Nelson Wilians é formado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (ITE), em Bauru (SP), e fundador do Nelson Wilians Advogados (NWADV).

Ele foi advogado de Rose Miriam, mãe dos filhos do Gugu Liberato, na disputa judicial pela herança do apresentador.

Nas redes sociais, o advogado exibe sua rotina em palestras e ostenta viagens de luxo com a família.

Os advogados Nelson e Anne Wilians, casal alvo da Operação Distrato nesta quarta-feira (15). — Foto: Reprodução/Redes SociaisOs advogados Nelson e Anne Wilians, casal alvo da Operação Distrato nesta quarta-feira (15). — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Além da vida de luxo, Wilians era colecionador de obras de arte. Na operação de setembro de 2025, a PF encontrou esculturas eróticas e quadros que podem pertencer a Portinari e Di Cavalcanti em endereços ligados a ele e outros empresários alvo da operação contra fraudes no INSS.

O acervo apreendido também incluia estátuas de bronze, entre elas uma reprodução de “O Pensador”, de Auguste Rodin. Há ainda peças de caráter sensual e erótico, assinadas pelo escultor austríaco Bruno Zach.

Estátuas apreendidas pela Polícia Federal durante operação. — Foto: Reprodução/PF

Estátuas apreendidas pela Polícia Federal durante operação. — Foto: Reprodução/PF

Veículos de luxo: Ferrari, Porsche e um Rolls-Royce com banco de couro, teto estrelado e é avaliado R$ 11 milhões, também foram apreendidos.

Rolls Royce apreendido — Foto: Reprodução

Rolls Royce apreendido — Foto: Reprodução

Capa da revista Forbes

O advogado já estampou a capa da revista Forbes e costuma compartilhar nas redes sociais viagens, palestras e sua rotina empresarial.

Advogado com a capa da Forbes, ele foi o primeiro do meio a estampar a revista. — Foto: Reprodução/ InstagramAdvogado com a capa da Forbes, ele foi o primeiro do meio a estampar a revista. — Foto: Reprodução/ Instagram

A operação também tem como alvo a advogada Anne Wilians, sócia e esposa de Nelson Wilians. Até a publicação desta reportagem, a defesa do advogado e de seu escritório não havia se manifestado sobre as acusações.

Opinião dos leitores

  1. Alguém tem que bancar esses luxos, nós já bancamos o do Luladrão, um a mais não vai fazer assim tanta diferença…

  2. Será que vão atrás de uma advogada esposa de Ministro também, envolvida em contratos milionários e escândalo bilionário?

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OPERAÇÃO DISTRATO: Investigação contra fraude de R$ 3,8 bilhões em ICMS mira grupos econômicos com advogados em SP e PR

Foto: Divulgação/Secretaria da Fazenda de SP

A Operação Distrato, deflagrada nesta quarta-feira (15), mira um esquema de fraude de R$ 3,8 bilhões em créditos de ICMS. A ação cumpre 38 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e do Paraná.

Entre os alvos da operação deflagrada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA/SP) está um grupo econômico ligado ao advogado Nelson Wilians. Em setembro do ano passado, Wilians já havia sido alvo da Polícia Federal por suposta participação em esquema de fraudes do INSS. Na época, na casa dele foram apreendidas esculturas eróticas, arma e carros de luxo.

Em Londrina (PR), também é alvo a advogada Mayra de Paula, apontada pela investigação como integrante do esquema. Não há mandados de prisão.

Segundo as investigações, a organização utilizava empresas de fachada para criar créditos tributários falsos, vendidos principalmente a pequenas e médias empresas para reduzir ilegalmente o pagamento de ICMS. Escritórios de advocacia e consultorias teriam elaborado contratos e pareceres para dar aparência de legalidade às operações.

A investigação envolve cerca de 850 empresas, das quais 752 já foram autuadas pela Secretaria da Fazenda de São Paulo. Até a publicação da reportagem, as defesas de Nelson Wilians e Mayra de Paula não haviam se manifestado.

Opinião dos leitores

  1. O que move a imprensa nacional de alto coturno, não falar, criticar, alardear, trombetear, alguma coisa sobre um certo contrato, mal esclarecido, de certa advogada e um certo banco, de R$ 129 Mi, eita brasil velho e desmantelado.

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OFICIAL: Ezequiel e PSDB farão evento no sábado para anunciar apoio a Álvaro e Babá

O PSDB vai realizar o evento ‘PSDB é + RN’. A reunião vai acontecer a partir das 9h deste sábado (18), no Olimpo Recepções.

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) vai anunciar sua posição para a eleição de governador.

Por decisão majoritária dos pré-candidatos a deputado, o PSDB ficará com Álvaro e Babá.

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Operação desarticula esquema que movimentou mais de R$ 100 milhões do tráfico e apura ligação do CV e PCC com a Al-Qaeda

Foto: reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público estadual deflagraram, nesta quarta-feira (15), a Operação Hawala para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou pelo menos R$ 100 milhões para as facções criminosas Terceiro Comando Puro (TCP), Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ligação com organização terrorista Al-Qaeda

As investigações também apuram uma possível ligação da rede com um integrante da estrutura de financiamento da organização terrorista Al-Qaeda. Segundo a Polícia Civil, uma das empresas investigadas mantinha relação comercial com um indivíduo sancionado pelo governo dos Estados Unidos por integrar uma estrutura de financiamento da Al-Qaeda. A corporação informou que a possível conexão será aprofundada com a análise do material apreendido durante a operação. 

Dez pessoas foram presas

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão e 37 de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Foz do Iguaçu. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.

Presos:

  1. Ali Alfakih
  2. Barbara de Oliveira Rosa
  3. Bárbara Luzia Souza de Carvalho
  4. Kassem Zayoun
  5. Lucas Gabriel Vidal
  6. Reda Zayoun
  7. Samuel Morais da Hora
  8. Thierry Martins Lourenço Ribeiro
  9. Yago Jorge de Souza Daniel
  10. Yasser Zayoun

A investigação começou após a identificação de uma empresa de fachada ligada ao TCP, que comercializava produtos falsificados e receptava eletrônicos roubados. A apuração revelou uma rede de empresas usada para lavar dinheiro por meio de depósitos fracionados e outras operações financeiras.

Opinião dos leitores

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PESQUISA GENIAL QUAEST: Para 62%, investigação envolvendo Jaques Wagner e o Banco Master impacta negativamente a campanha de Lula

Foto: reprodução/Facebook/Jaques Wagner

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 62% dos brasileiros acreditam que a investigação envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o Banco Master prejudica a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição.

Desse total, 37% avaliam o impacto como ‘muito negativo’ e 25% como ‘negativo’. Outros 22% afirmam que o caso ‘não afeta’ a candidatura de Lula, enquanto 16% ‘não souberam ou não responderam’.

O levantamento também aponta que 61% consideram que Jaques Wagner agiu de forma errada em sua relação com o Banco Master, contra 11% que não veem irregularidades.

Para 43% dos entrevistados, o caso representa um problema do governo Lula, enquanto 35% o veem como uma questão pessoal de Jaques Wagner. Apesar da repercussão, 54% disseram não conhecer as investigações, 31% afirmaram estar bem informados e 15% disseram ter ouvido falar do caso, mas sem conhecer os detalhes.

Investigação contra Jaques Wagner

Segundo a investigação da Polícia Federal, o senador teria recebido vantagens indevidas, como uso de aeronaves privadas, ingressos para shows, um apartamento de luxo e pagamentos a empresas ligadas à sua família, em troca de atuação parlamentar favorável aos interesses do banco.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR-07181/2026.

Opinião dos leitores

  1. O sistema, segundo a globo lixo, na vida voz do Merval Pereira, já está tratando de arrumar um crime que vai inviabilizar a candidatura do Flávio Bolsonaro. Inclusive, o Merval afirma, categoricamente, que o Flávio é o chefe. O sistema é bruto, moçada!!! Ainda deu a opção de Michele de vice do candidato a ser indicado pelo sistema.

  2. Teve esse escândalo de corrupção? A esquerda NEGA e diz que foi Bolsonaro.
    O governo federal aumentou e criou 30 impostos? A esquerda NEGA.
    Existiu o petróleo?
    Existiu o Mensalão?
    Existiu a lava jato?
    Sabe quais são as DUAS MAIORES OBRAS DO GOVERNO FEDERAL?
    Ser CONTRA a classificação do PCC e CV como terroristas.

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