A empresária Cintya Delfino, que fundou e dirigiu por 17 anos a construtora Delphi Engenharia S/A, empresa cujo controle acionário foi recentemente repassado ao grupo cearense BSPAR Incorporações Ltda., ingressou com Ação Cautelar – em curso na 9ª. Vara Cível da Comarca de Natal – acusando dirigentes e executivos do comprador da prática de “gestão fraudulenta”, “improbidade, ilegalidade e deslealdade”, atos que teriam resultado na “dilapidação da marca Delphi em favorecimento à BSPAR e demais empresas a ela coligadas”.
O processo tomou o número 0118340-14.2013.8.20.0001 e já resultou, dia 12 último, na concessão de liminar pelo juiz de direito Marcus Vinicius de Albuquerque Barreto, determinando o seguinte: “que os réus se abstenham de associar a imagem da Delphi à BSPAR através de toda e qualquer forma de divulgação”; que seja, no prazo de 15 dias, restabelecida a identidade visual da Delphi na sede da empresa, stands de vendas, empreendimentos e terrenos que compõem o seu ‘land bank’; e que o grupo BSPAR, no mesmo prazo, apresente relatório detalhado acerca da atual composição das sociedades de propósito específico (SPEs) constituídas entre a Delphi e outros parceiros.
Nominalmente, são citados como réus na ação as pessoas – físicas ou jurídicas – de Eduardo Meneleu Fiuza, Jorge Alberto Vieira Studart Gomes (Beto Studart), BSPAR Incorporações Ltda., Fábio Gomes de Albuquerque, Marcelo de Fiuza Miranda, Renata Paula de Medeiros Santiago, Alfredo Dias da Cruz Neto, Hanelore Hoppe e Francisca Vanimayre de Carvalho.
Deixaram de ser atendidos liminarmente pelo juiz os pedidos de afastamento imediato dos atuais administradores da Delphi e da BSPAR, e de decretação de intervenção judicial, com nomeação de interventores, para as duas empresas.
Também deixou de ser atendido o pedido para que o réu Eduardo Fiuza (administrador da Delphi) impeça a presença na empresa de pessoas ligadas à BSPAR, assim como do acesso delas a informações e aos trabalhos da construtora.
Informações extraoficiais dão conta de que, comprovadas as acusações de gestão fraudulenta, a empresária Cintya Delfino pleiteará indenizações por danos morais e materiais da ordem de R$ 50 milhões
Coluna de Marco Aurélio de Sá de hoje(17/06) no Jornal de Hoje

A verdade é que a DELPHI ENGENHARIA estava muito ruim financeiramente, o motivo não sei, só sei que eu era cliente dela e minha obra edf SAINT JULIEN em tirol/Petrópolis que comecei a pagar em maio de 2008 estava parada na 4ª laje de um total de 20 andares quando da data prevista em contrato para a entrega, abril de 2011 . Sinceramente pensei que iria perder todo o dinheiro investido já que tinha pago mais de 58% do total . Falando como cliente acho que a melhor coisa que poderia ter acontecido foi a aquisição da DELPHI pela BSPAR, pelo menos para mim a negociação foi extremamente interessante(sou advogado) pois, houve uma repactuação sobre condições de pagamento ( juros e prazo) e novo prazo para entrega. A obra tá quase concluída (rua Maria Auxiliadora nº 817). Estou bem satisfeito com o atendimento da BSPAR, quanto a antiga DELPHI, quem conhece um pouco dos bastidores dos acontecimentos entende melhor como tudo se deu …
Muita gente não sabe, e certamente ficarão surpresos com o que direi. Embora a BSPar tenha ficado com os ativos financeiros e com as obras da Delphi, EM NENHUM MOMENTO a BSPar ou o Sr. Beto Studart foram ou são sócios da Delphi Engenharia. É isso mesmo, nenhum e nem outro jamais fizeram parte da sociedade. Embora toda a negociação tenha sido feita com o Sr. Beto Studart, na hora de efetivamente se associar a Delphi, em vez de ele próprio ou a BSPar fazer parte daquela empresa, preferiu ele colocar os 80% da Delphi que lhe foram entregues pelo patrimônio da empresa, em nome de um Sr. chamado Eduardo Meneleu Fiuza, que até hoje ninguém sabe quem é. Ou seja, se em algum momento o Sr. Beto Studart visse que o barco ia afundar junto com o barco afundaria todos os compradores, insclusive eu, mais o Sr. Eduardo Meneleu Fiuza, que é de fato e de direito o dono de 80% das cotas daquela empresa entregues por R$ 1,00 para salvá-la. Nesse meio tempo o que o Sr. Beto tem feito é através de sua financeira emprestar dinheiro a Delphi com juros nada barato, dilapidando ainda mais seu patrimônio, sacrificando seu caixa e matando aquela empresa, o que desde o início era o seu objetivo. Prova maior disso é que mesmo ele sendo um bilionário e grande investidor, não participa ou participou do quadro societário da Delphi. Se alguém duvidar do que digo, ou até mesmo a BSPar quiser me contradizer, fica desde já desafiada a mostrar o seu contrato social e todos os aditivos, inclusive o que permitiu a saída dos antigos sócios para a entrada dos novos. No mais, continuo dizendo É HISTÓRIA DA CAROCHINHA.
Comprei um empreendimento a Delphi engenharia cujo slogan na época era: "Delphi você além do padrão", pois bem a construtora não conseguiu nem entregar o empreendimento quem dirá "além do padrão"!!!! A Delphi nunca tratou o cliente como tal (exceto no ato da compra estourando espumante), a Delphi nunca foi transparente com seus clientes, a Delphi nunca teve o mínimo de respeito e consideração comigo e com meu esposo que sempre cumprimos com nossos deveres! Aí vem a Bspar com papo de "tudo mudou, vamos cumprir com todas as obrigações " (rarara), mais uma que também não teve respeito por nós clientes (eu e meu marido)!!! Ela apenas entregou o empreendimento e Ponto ( o que pra mim é mera obrigação afinal estamos pagando e muito por ele)!!! E em quais condições esse empreendimento foi entregue?! E quantas e quantas vezes também não foram transparentes conosco?! E quantas e quantas vezes nos fizeram d besta?! Então a pergunta é: quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?!
Pessoal, de todos que fizeram seu relato, penso , que só um ou dois, de fato, vivenciaram algo, e ainda apenas como clientes. Importante antes de passar adiante informações, estudar e pesquisar a respeito. Só quem sabe quem está falando a verdade é quem está dentro da BSPAR e da DELPHI. Sugiro a todos analisarem os fatos com bastante cautela, pois as coisas não são o que parecem.
Para esse Gilberto Bezerra defender está BSPAR só pode ser fake dessa construtora. Eu concordo com esse Paulo Melo. Fomos obrigados a aceitar acordo com a BSPAR por valor muito abaixo do que já tínhamos pago por medo de não perder tudo. Agora lendo a materia aqui e no Jornal de Hoje fiquei sem saber se quem comprou a Delphi foi o tal Beto Studart ou o Eduardo Meneleu Fiúza, já que quem faz a propaganda é o dono da Bspar. Isso tá com cheiro de enxofre. Fiquei mais na dúvida ainda de que é o responsável pelas obras da Delphi já que a Bspar parece que não consta como compradora da Delphi. Olha, tenho parentes que compraram Imoveis e nao receberam apesar das promessas em entregar.
Essa BSPAR tem que explicar muita coisa. Vive atrasando a entrega de apartamentos e quando disse que havia comprado a Delphi era para sanar os problemas da construtora. Sem falar que quando chamou os compradores de Imoveis que estavam sem receber o que haviam comprado, negociou com estes proprietários "matando", ou seja, pagando um preço vil. Vergonhoso. Davam dinheiro em troca de acordos leoninos onde as pessoas abriam mão de tudo, em troca de migalhas. As pessoas com medo da justica que não anda, acabaram cedendo a este forasteiros cearenses que chegaram aqui com uma conversa boa e depois, nada. Enquanto isso….. Agora, que vem a tona está estória da Delphi, aí é que fica tudo mais estranho.
O mais estranho dessa estória era que quem tinha comprado a Delphi era o tal do Beto Studart, que é o bacana dono da Bspar. Agora aparece a notícia que ele não comprou, mas sim um tal de Eduardo Meneleu. Que coisa. Esse cara é o que ou quem? É um laranja? Será que vou receber meu apartamento desse laranja? Ai meu Deus. Alguém em Natal já ouviu falar em Eduardo Meneleu? Cadê o Ministério Público para investigar isso?
Pergunta que não quer calar:Esse grupo Chamado BSPAR(que até então,não se conhecia no RN,que usou a credibilidade da empresa DELPHI e de seus Diretores para entrar no Rn,)Empresa essaDELPHI, que pelo que me consta , sempre honrou seus compromisso, que tinha a frente a Dra. Cintya Delfino , agora chega pessoas sem Raízes no nosso estado querer difamar e se aproveitar de pessoas do BEM.Quem não se lembra do Depoimento do Dono da BSPAR, na televisão , quando era só elogios , a pessoa de Dra Cintya Delfino com a Construtora Delphi…respeito e bom …….e todos nós gostamos…a verdade tem que ser dita , doa a quem doer!!!!
Quem não conhece de perto o início dessa história, assim como o Sr. Marcelo, acredita em coisas do tipo "conto da carochinha". O que de fato aconteceu foi que a Delphi por uma série de contingência veio a ter problemas de caixa e isso a fez ficar em dificuldades, embora os seu patrimônio, leia-se terrenos e créditos a receber, além de outros ativos e sua marca fossem suficientes para cobrir o valor dos seus débitos. Estando com dificuldades de caixa, e exatamente para não protagonizar o calote que o Sr. Marcelo se refere, a direção da Delphi entregou de graça, sem que a BSPar desembolsa-se um real, mais de 80% de suas quota para aquela empresa, que por sinal , antes da compra auditou a vida financeira da Delphi. Efetivamente, hoje a Delphi não existe mais, e embora atualmente não mais conhecendo detalhes do seu dia a dia, o que dizem é que a BSPar tem se desfeito de grande parte do patrimônio da Delphi, e a preço de banana. Essa é a verdade que tem que ser dita, isso sem ofender ou sem pender para A ou B, apenas ser justo.
Interessante, quando a Delphi estava em apuros financeiros, a qualquer momento iria protagonizar um dos maiores calotes imobiliários do estado, a BSPar passou a ser o Santo Salvador, depois de salvar os empreendimentos em puros, atrasados, responder por ações das mais diversas, estão querendo plantar que sao demônios e aproveitadores.
Como cliente da Ex-Delphi, também iria levar esse calote e a BSPar cumpriu o contrato da falida!