O senador Nelson Trad (PSD-MS), que preside a Comissão de Relações Exteriores, onde Eduardo será sabatinado, fez um levantamento de todas as pessoas que já foram indicadas para embaixadas e não eram diplomatas de carreira. Encontrou 13 nomes.
Na lista estão o banqueiro Walther Moreira Salles, que foi embaixador em Washington no governo de Getúlio Vargas, o ex-governador do Rio Amaral Peixoto, que ocupou o mesmo cargo no governo de Juscelino Kubitscheck, e Lutero Vargas, filho de Getúlio, que foi embaixador em Honduras no governo de João Goulart.
Ele listou também casos da história recente: Delfim Netto foi embaixador em Paris no governo de Ernesto Geisel; o ex-governador do DF José Aparecido foi embaixador em Lisboa no governo de Itamar Franco —que, por sua vez, representou o Brasil na OEA na gestão de Fernando Henrique Cardoso e foi embaixador em Roma no governo Lula.
Lula nomeou ainda o ex-deputado Paes de Andrade para a embaixada de Lisboa e Tilden Santiago para Cuba.
O senador não encontrou, no entanto, caso de pai que tenha nomeado o próprio filho para uma representação diplomática.
A oposição também se arma. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)apresenta na sexta relatório favorável ao projeto que exige que apenas diplomatas de carreira possam ser indicados ao cargo de embaixador. A proposta foi apresentada pelo senador Álvaro Dias (Podemos-PR).
A Câmara dos Deputados também entrou no debate da indicação e já discute um projeto de lei que proíbe a indicação de pessoas de fora da carreira diplomática para representações do país no estrangeiro.
Apesar da expectativa, Bolsonaro ainda não enviou a indicação do filho para o Senado. “A mensagem dele, que é bom, não chega”, diz Nelson Trad.
MÔNICA BERGAMO

É uma inveja dos diabos de muitos frustados , derrotados, defenestrados e derrocados da vida pública no Brasil pela avassaladora vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018. Ele mudou o jeito de governar o Brasil , sem protocolos, sem frescuras e abraçando o povo por onde passa. É assim e vai continuar sendo assim. E foi com seu jeito peculiar que conquistou os corações de milhões e milhões de brasileiros. Diz Ele a verdade que dói na mente do supostos "cultos" da ciência política . Quem votou em Bolsonaro em 2018, quase 95% de seus eleitores repetirão Nele o voto em 2022 quando da reeleição. E quem não votou nele dos 100%, com certeza, hoje, 40% hoje ou amanha votaria. Será Ele, o Bolsonaro , queiram ou não os despeitados, reeleito com folga em 2022, mesmo com iminentes e criminosas ameaças de todo tipo torpe e inimaginável, como por exemplo, de um possível 2º atentado pelos malucos codificados como "Bispos" dos hospícios, quando se sabe que essa ardilosa trama surge em laboratórios engendrados por "cientistas" da política da famigerada "canhota" .
Pense numa nomeação importante, Palocci denuncia, mostra quem recebeu os 270 milhões em propina, mas o ban ban ban do ano é a nomeação de um embaixador.