O deputado Henrique Eduardo Alves não quis dar entrevista. Por meio da assessoria, negou irregularidade e disse que só acompanha o processo político na indicação das emendas. A assessoria disse ainda que as explicações deveriam ser dadas pelo assessor.
Aluizio Dutra de Almeida afirmou que não há conflito de interesse em ter uma empresa que recebe recursos de emendas do próprio chefe.
Alega que participou de concorrências, a tomada de preço, que é um modelo mais simplificado de licitação.
“Uma coisa dentro da legalidade não depende de outra. É atividade da empresa participar de licitação. É um objetivo dela”, disse. “Onde a gente acha que as planilhas são viáveis, a gente luta para ganhar”, ressaltou Almeida.
Ele, que tem 50% do capital da empresa, afirmou que não é “gerente” dela. “Quando vim trabalhar com o deputado, analisei sair da empresa, mas isso geraria outras preocupações”, afirmou.
O prefeito de Campo Grande disse que conhece Almeida por causa do PMDB, mas negou favorecimento. “Fizemos licitação e essa empresa ganhou”, disse Bibi de Nenca.
A assessoria da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante disse que o contrato foi feito na gestão anterior, do ex-prefeito Jarbas Cavalcanti, que não foi localizado. A assessoria da Prefeitura de Brejinho (RN) não respondeu.
Fonte: Estado de Minas

Essa empresa tem como sócio o irmão do deputado Hermano Moraes que recebeu R$ 9 milhões do diretório do PMDB para financiar sua campanha conforme o site do TSE. Era Henrique apostando no mercado futuro.
Com esse povo não é sempre assim. Negam por negar e fica tudo por isso mesmo. Quanto pior gente como Henrique estiver, melhor para o RN.
Esse elemento mantém sua esposa Ângela Tonelli infiltrada dentro do TRE, órgão do Poder Judiciário que deveria estar isento de interferência política, como a do Dep. Henrique. Se a empresa desse Aloísio ganhar imagem licitação no TRE será mera coincidência.