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Henrique Alves (PMDB-RN) diz desconhecer US$ 833 mil depositados em sua conta; defesa cita mensalão para absolver ex-ministro

Por interino

O ex-ministro Henrique Eduardo Alves – Roberto Stuckert Filho/Agência O Globo/27-10-2009

O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) reconheceu, em defesa apresentada à Justiça Federal de Brasília, que usou um escritório de advocacia uruguaio para abrir uma conta na Suíça em 2008. Admitiu também que é formalmente o beneficiário da conta. Mas, argumentou que, por motivos burocráticos, não conseguiu movimentá-la e preferiu deixá-la inativa. Assim, alegou que os US$ 832.975,98 depositados na conta — e que segundo a Procuradoria Geral da República (PGR) era dinheiro de propina — foram movimentados por terceiros, sem seu conhecimento.

Após ser envolvido em uma série de acusações na Operação Lava-Jato, o então ministro do Turismo, pediu demissão em junho do ano passado.

Os valores — que equivalem a R$ 2.573.895 no câmbio de hoje — foram depositados em três datas diferentes: 5 de outubro, 18 de novembro e 8 de dezembro de 2011. Segundo a PGR, trata-se de propina paga pela empreiteira Carioca Engenharia com o objetivo de liberar recursos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal. O dinheiro serviria para o financiamento de obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.

“É importante ressaltar que a utilização indevida da citada conta bancária e os depósitos acima mencionados jamais foram de conhecimento do acusado”, diz trecho de um documento assinado pelos advogados Marcelo Leal e Luiz Eduardo Ruas do Monte e que integra uma ação penal na Justiça Federal de Brasília.

Outros dois depósitos foram feitos nos anos anteriores — um no valor de US$ 980, em 14 de setembro de 2009, e outro de US$ 10 mil, em 21 de junho de 2010. O primeiro, diz a defesa, “ao que tudo indica, foi realizado apenas para efetivar a abertura da mencionada conta, o que, vale repetir, foi realizado sem o seu conhecimento”. O segundo, “aparentemente para arcar com o pagamento de suas taxas bancárias e despesas operacionais”.

Os advogados afirmaram que o ex-ministro só descobriu o depósito depois de ajuizada a ação:

“Somente ao tomar conhecimento dos documentos que instruem a presente ação penal é que o acusado teve ciência de que, mais de um ano após a data em que teria assinado a procuração para abertura da mencionada conta, precisamente em 14 de setembro de 2009, foi realizado o depósito de sua abertura no valor de U$ 980,00”, dizem os advogados de Henrique Alves.

Nomeado ministro do Turismo por Dilma e reconduzido ao posto por Temer, Henrique Alves deixou o governo do peemedebista após ser citado pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado como recebedor de R$ 1,5 milhão em propina. O peemedebista é investigado ainda em inquérito na Justiça Federal do Rio Grande do Norte, que apura supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS.

DEFESA: HERANÇA MOTIVOU ABERTURA DE CONTA

A defesa argumenta que a conta foi aberta de forma lícita para proteger o dinheiro do espólio dos pais de Henrique Alves. Isso porque, em 2008, ele estava em processo de separação. Mas, em razão de problemas burocráticos, ele não conseguiu ter autorização para movimentar a conta. Em função desse e de outros problemas, a defesa argumenta que ele decidiu jamais mexer nela.

“Isto porque, ao contrário do que imaginava, a animosidade dos herdeiros fez com que o inventário dos bens deixados por seu pai se protraísse (prolongasse) no tempo de tal forma que, até a presente data, não foi ainda encerrado. Além disso, sua separação da segunda esposa foi tão traumática que optou por abrir mão de mais do que ele teria direito, a fim de romper por definitivo com os vínculos que os uniam”, argumentou a defesa.

Os advogados negam ainda que Alves tenha recebido propina da Carioca, lembrando, entre outras cosias, que a empresa jamais teve obras no Rio Grande do Norte. E conclui pedindo a absolvição do cliente.

Também são réus na ação o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba em razão da Lava-Jato e nega as acusações; o empresário Alexandre Margotto, que está colaborando com a Justiça; e o ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto, que também é delator.

ADVOGADO CITA MENSALÃO PARA TENTAR ABSOLVER ALVES

Marcelo Leal, um dos advogados de Henrique Alves, defendeu no processo do mensalão o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), hoje preso no Paraná pela Lava-Jato. Ironicamente, ele usa agora o julgamento que levou à condenação de 24 pessoas no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar livrar seu cliente. Até o momento, não obteve sucesso. O juiz Vallisney de Souza Oliveira, que cuida do caso na 10ª Vara Federal de Brasília, vem negando os pedidos.

No mesmo documento de 9 de janeiro, a defesa argumentou que a denúncia apontou o crime de corrupção passiva sem indicar “qualquer motivação para o recebimento de vantagem indevida”. Depois, citou o mensalão. Segundo os advogados de Alves, o STF disse que não é preciso comprovar que o agente público tenha praticado o chamado ato de ofício para que haja corrupção. Mas, ainda é necessário demonstrar que houve promessa ou oferta de vantagem.

“Como se vê, o que o STF entendeu no julgamento da AP 470 (mensalão) foi a desnecessidade da prática em si de ato de ofício para caracterização do crime de corrupção ativa ou passiva. Todavia, não há dúvida de que, para a caracterização do crime de corrupção ativa, é necessário que o agente ofereça ou prometa vantagem a funcionário público para que este pratique ou deixe de praticar ato de ofício inserido na esfera de suas atribuições, sendo certo que o crime se configura com o mero oferecimento, independentemente da efetiva prática do ato”, diz a defesa, acrescentando que “a denúncia não descreve qual teria sido o ato de ofício” de Alves.

Em 31 de janeiro, a defesa apresentou novo recurso, voltando a citar o julgamento do mensalão para dizer que Henrique Alves deve ser absolvido por corrupção passiva. E acrescentou que o mesmo deve ocorrer em relação ao crime de lavagem de dinheiro. Os advogados compararam ao caso de dois réus absolvidos pelo STF no mensalão: os publicitários Duda Mendonça e Zilmar Fernandes. Segundo a defesa, abrir conta em outro no país não é crime, sendo preciso demonstrar que ele ocultou os valores.

“Naquela oportunidade, a maioria dos Ministros do Supremo Tribunal Federal acompanhou o voto dos ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli no sentido de que, para a configuração do crime de lavagem de dinheiro seria imprescindível a ocultação do beneficiário final da conta e que o simples fato de receber recursos do exterior em conta titularizada por off shore não configuraria o delito em questão”, argumentaram os advogados de Henrique Alves no recurso, rejeitado em 15 de fevereiro pelo juiz Vallisney. O magistrado entendeu que o Ministério Público Federal (MPF) indicou elementos que justifiquem a investigação.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O BRASIL sempre vai ser mal visto pelos outros países lá fora, por causa dessa tremenda cara de madeira desses marginais engravatados que tem outros marginais bem pagos para fazer esse tipo de defesa. Para piorar tem um bando de doentes mentais que votam e estam sempre reelegendo esse tipo de verme. Que só traz danos à nação. E eles nunca conseguem enchergar o desastre com que eles causam votando nesses ratos – Pelo.

  2. E quase virou GOVERNADOR…
    A culpa dos problemas do Brasil é do povo, dos eleitores que votam de forma irresponsável e sem compromisso com a nação.
    Pobre desse país com eleitores assim.

  3. Coitado do ex-deputado, até acredito que ele é o último a saber!!!
    Até a justiça federal soube primeiro do que ele.
    Como é que fazem um negócio desse e não avisam ao pobre coitado!!!
    Vai ver depositaram este trocado só por maldade, e como não avisaram ao nobre ex-deputado ele nem percebeu!!!

  4. Não sei se devemos aplaudir a imaginação dos advogados ou ficarmos indignados pelo fato deles acharem que essa versão convence alguém.
    Minha nossa. É por essas e outras que a classe dos advogados anda tão desprestigiada. Quase uma fábula. HEA foi praticamente forçado a abrir uma conta secreta na Suíça onde apareceu perto de US$ 1,0 Mi.

  5. Sem me referir ao fato noticiado acima e nem aos elementos citados, aproveito o ensejo para fazer a seguinte pergunta: qual será a origem do dinheiro utilizado para pagar os honorários dos advogados de políticos corruptos?
    Quem souber responda.

  6. Mas infelizmente como disse abaixo o escritor, sendo candidato a Deputado Federal, ganha fácil fácil, então a culpa é de quem mesmo? dos eleitores jumentos que votam nele…

  7. Henrique num tem nadazavê com isso não…
    Alguém fez depósito errado na conta dele…
    Ou os adversários fizeram isso para denegrir a imagem de um homem de bem…

  8. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. É uma piada, sempre enganou o povo do RN e agora vem com essa. Amigo de Eduardo Cunha só pode dá nisso.

  9. Interessante que até hoje ninguém depositou na minha conta nada, pq só na de Henrique Alves???

    1. Apois, noutro dia depositaram R$ 1,75 na minha conta corrente, e eu mandei um zap pro meu gerente perguntando o que era?, e o infeliz ainda disse que tinha sido erro e iria estornar. Ai eu choro!!!!

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Álvaro Dias, Styvenson Valentim e Coronel Hélio vão encerrar campanha neste sábado (3), em Mossoró, no Alto de São Manoel

Foto: Divulgação

Os candidatos ao governo do RN Álvaro Dias, e ao senado Styvenson Valentim e Coronel Hélio encerrarão a campanha eleitoral neste sábado (3), em Mossoró, com uma mobilização no tradicional bairro Alto de São Manoel.

A movimentação acontecerá na descida do Alto de São Manoel, um dos pontos mais conhecidos da cidade. O ato deve reunir apoiadores dos candidatos na reta final da campanha e marca o último compromisso público dos candidatos antes da votação, marcada para este domingo (4).

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28 PESQUISAS ANALISADAS: Média das pesquisas de setembro aponta reeleição de Zenaide e Styvenson ao Senado neste domingo

Foto: Divulgação

Por Dinarte Assunção -Blog do Dina

Em 26 das 28 pesquisas de setembro que divulgaram resultado para o Senado no Rio Grande do Norte, a senadora Zenaide Maia (PSD) aparece entre os dois primeiros colocados. São levantamentos de 15 institutos, registrados na Justiça Eleitoral, que somam 43.862 entrevistas feitas entre 29 de agosto e 30 de setembro. Em 24 deles ela é a segunda colocada, atrás de Styvenson Valentim (Podemos). Em dois, aparece em primeiro. Styvenson, que lidera 26 dos 28 levantamentos, está entre os dois primeiros em todos.

Na média ponderada pelo tamanho das amostras, Zenaide fecha o mês com 16,8%, numa escala que junta os dois votos do eleitor: a soma do primeiro e do segundo, dividida por dois. Styvenson tem 21,8%. Logo atrás deles estão Samanda de Lula (PT), com 9,9%, e Coronel Hélio (PL) e Rafael Motta (PDT), ambos com 8,4%. A senadora fica 6,9 pontos à frente da terceira colocada e 5,0 pontos atrás do primeiro.

Imagem: Reprodução/Blog do Dina

Em agosto, na mesma régua, o balanço do Blog do Dina apontou Zenaide com 14,4% e uma distância de 6,4 pontos para o terceiro lugar. As duas médias reúnem pesquisas diferentes e não medem o mesmo eleitor duas vezes. Ainda assim, nos dois meses o quadro tem os mesmos dois nomes na frente.

As duas exceções de setembro ficam no fim do mês. Na Ipsensus (23 a 27 de setembro), Zenaide é a terceira, com 31,78% na soma dos dois votos, atrás de Samanda, com 33,48%. Na Affare, contratada pela BG Mídias (26 a 28 de setembro), ela aparece em quarto, com 14,4%, atrás de Samanda (16,5%) e de Coronel Hélio (16,1%). Nas duas, a distância para o segundo lugar é menor que a margem de erro da própria pesquisa.

Quem repetiu a pesquisa

Separadas pela data de campo, as pesquisas dão à senadora 17,4% de média nas dez concluídas até 15 de setembro e 16,4% nas 16 seguintes. Essa conta mistura institutos diferentes em cada metade do mês. A forma mais segura de medir movimento é comparar cada instituto com ele mesmo. Nove institutos têm pesquisa divulgada em agosto e em setembro. Comparando a última rodada localizada de cada mês, Zenaide sobe em oito: Metadata (de 13,6% para 16,23%), Consult/Tribuna do Norte (de 11,38% para 15,41%), Item (de 17,1% para 22,3%), Seta (de 20,0% para 22,4%), Quaest (de 10% para 12%), Media (de 12,15% para 13,75%), Data Capital (de 25,0% para 26,5%) e Perfil/BG (de 13,44% para 14,50%). Cai em uma, a DataVero, de 15,45% para 13,4%.


Em três desses casos, Metadata, Consult e Item, a alta é maior que a margem de erro das pesquisas. Nas outras seis variações, a diferença fica dentro dela. A Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN, fez cinco rodadas só em setembro: a senadora foi de 13,57% na primeira para 17,73% na última, e ficou em segundo lugar em todas.

A alta não foi só dela. Styvenson também cresceu em sete desses nove institutos. Na média geral de cada mês, a distância entre os dois primeiros foi de 5,6 pontos em agosto para 5,0 em setembro.

A segunda linha da cédula

Vinte das 28 pesquisas divulgaram em separado o segundo voto dos principais candidatos, a segunda linha da cédula do Senado. Zenaide lidera essa pergunta em 15 delas. Nas outras cinco, o primeiro lugar no segundo voto ficou com Rafael Motta (nas duas da Item), com Coronel Hélio (Quaest e Consult) e com Styvenson (Media de 21 a 25 de setembro). Nenhum outro nome liderou o segundo voto mais de duas vezes no mês.

Onde ela aparece na frente

As duas pesquisas que colocam Zenaide em primeiro usam bases diferentes, e isso precisa ficar claro. Na Data Census, contratada pelo Mega Portal RN (23 a 26 de setembro), ela tem 30,2% contra 29,0% de Styvenson, num cálculo sobre votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos. Na Data Capital, contratada pelo Sistema Potiguar de Notícias (9 a 12 de setembro), o instituto divulgou os dois votos separados. Zenaide tem 26% no primeiro voto e 27% no segundo. Styvenson tem 30% e 16%. Na média dos dois votos, ela fica com 26,5% e ele com 23%.

Como a conta foi feita

Para o Senado, cada eleitor vota duas vezes, e os institutos divulgam o resultado de formas diferentes. Alguns somam as duas escolhas numa base que chega a 200%. Outros dividem essa soma por dois e apresentam o resultado em base 100%. Para pôr todas as pesquisas na mesma régua, os percentuais em base 200% foram divididos por dois. Quando o instituto divulgou só o primeiro e o segundo voto, a média dos dois foi calculada. A ponderação usa o número de entrevistas de cada levantamento. O critério é o mesmo de agosto.

Entraram as pesquisas estaduais com campo encerrado em setembro, registradas no TSE e com resultado de Senado divulgado. O registro do TSE tem 44 pesquisas no RN com esse período. Ficaram de fora seis pesquisas municipais e a da Real Time Big Data (5 a 9 de setembro), cuja divulgação foi suspensa pelo TRE-RN em representação da senadora, decisão confirmada pelo plenário do tribunal em 29 de setembro. Também ficou fora a segunda rodada do Instituto Pitágoras para a Via Certa, cuja divulgação cita um número de registro que não aparece na base do TSE. Em outros oito registros, de Veritá, Data Capital, Affare, AtlasIntel e Qualittá, não localizamos divulgação de números para o Senado.

A média de 16,8% considera as 26 pesquisas que apresentam o resultado sobre o total de entrevistados. Com as duas que usam votos válidos, Data Census e TS2, a média da senadora vai a 17,7%, e a de Styvenson, a 22,7%.

A eleição é neste domingo (4). Cada eleitor vota em dois candidatos ao Senado, e os dois mais votados ficam com as vagas.

Por Dinarte Assunção -Blog do Dina

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Mais três pesquisas colocam Zenaide como reeleita para o Senado

Três pesquisas divulgadas na reta final da campanha colocam Dra. Zenaide entre os dois primeiros colocados na disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado. Ou seja, como reeleita. Os levantamentos da DataCapital, Metadata e Seta apresentam resultados consolidados considerando a soma do primeiro e do segundo voto.

Na DataCapital, considerando a média dos dois votos, Zenaide aparece com 19%, reeleita junto a Styvenson, que registrou 23%. Samanda tem 10,5%, Rafael Motta, 8%, e Coronel Hélio, 7,5%. Na Metadata, Zenaide registra 16,23%, também se reelegendo junto a Styvenson, com 22,06%. Depois, o estudo registra 12,58% de Samanda, 9,45% de Coronel Hélio e 8,80% de Rafael Motta. Já na Seta, Zenaide chega a 22,4% e Styvenson a 25,6%. Fora do grupo de eleitos, aparecem Samanda, com 11,7%, Coronel Hélio, com 10,4%, e Rafael Motta, com 6,5%.

Os três levantamentos foram realizados pela DataCapital, entre 22 e 26 de setembro, com 2.300 entrevistados e registros RN-02599/2026 e BR-06680/2026; pela Metadata, entre 28 e 30 de setembro, com 1.536 entrevistas presenciais em 63 municípios, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-07217/2026 e BR-01974/2026; e pelo Instituto Seta, entre 27 e 30 de setembro, com 1.500 entrevistados, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-03891/2026 e BR-07902/2026.

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Ivanilson encerra campanha com recorde de público nas ruas de Baraúna e mostra força na reta final

Candidato à reeleição para deputado estadual, Ivanilson Oliveira encerrou sua agenda de campanha em Baraúna, município onde construiu uma das principais bases eleitorais de sua trajetória política.

Baraúna foi palco, nesta sexta-feira (2), do encerramento da campanha de Ivanilson Oliveira para deputado estadual. O evento reuniu apoiadores, lideranças políticas e moradores em uma grande mobilização pelas ruas do município, marcando o último ato público do candidato antes das eleições deste domingo (4).

Para este ano, a campanha trabalha com a expectativa de ampliar esse resultado e superar a marca de 10 mil votos em Baraúna, diante da mobilização registrada ao longo das últimas semanas e do apoio declarado por diferentes lideranças ao projeto de reeleição.

Ao longo da campanha, Ivanilson também ampliou sua presença em diferentes municípios do Rio Grande do Norte, reunindo apoios políticos e participando de atos e mobilizações em diversas regiões do Estado.

O encerramento em Baraúna simbolizou, assim, o fim de uma campanha marcada pela presença do candidato em suas bases e pelo contato direto com eleitores e lideranças. Agora, a definição do resultado ficará para as urnas, neste domingo.

Ivanilson Oliveira disputa a reeleição para deputado estadual pelo PV, com o número 43333. Sua candidatura está registrada e deferida pela Justiça Eleitoral.

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[VÍDEO] Ciro Gomes critica tempo extra de TV para Elmano (PT) mesmo após fim do horário eleitoral gratuito e diz que decisão de Toffoli é “sem pé nem cabeça”

O candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), criticou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou tempo extra de propaganda para o candidato à reeleição Elmano de Freitas (PT), mesmo após o fim do período do horário eleitoral gratuito.

O candidato do PSDB chamou a decisão de “sem pé nem cabeça” e concluiu com uma crítica ao STF: “Se depender desse tipo de gente que o PT botou no Supremo Tribunal Federal, o Brasil não é mais uma democracia”.

Ciro classificou a medida como “absolutamente inacreditável” e afirmou nunca ter visto algo semelhante em seus 40 anos de vida pública.

“A lei brasileira é muito clara, ela diz que a campanha acaba na antevéspera e dá ao eleitor 48 horas de silêncio”, afirmou.

Segundo Ciro, Toffoli teria concedido a Elmano o direito de fazer “uma massa violenta de propaganda”, além de “quebrar a grade das televisões” e impor multas às emissoras.

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[VÍDEO] DESESPERO BATEU NA ESQUERDA: Guga Noblat revela preocupação nos bastidores da campanha de Lula com avanço de Flávio

O jornalista Guga Noblat afirmou, durante participação no canal ICL Notícias, que o clima nos bastidores da campanha presidencial estaria mais otimista entre parlamentares do PL e mais preocupante entre integrantes do PT e de partidos de esquerda.

Noblat relatou conversas que teve com parlamentares, pessoas ligadas às campanhas e integrantes dos bastidores que apontaram uma mudança no cenário eleitoral. Ele afirmou ter tido contato com informações de dois institutos contratados pelo PT para realizar pesquisas de tracking diárias.

Também mencionou que o deputado Chico Alencar (PSOL) já admite nos bastidores um cenário extremo em que Flávio Bolsonaro poderia vencer a eleição presidencial ainda no primeiro turno.

De acordo com o jornalista, a situação seria especialmente preocupante em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, ele relatou que integrantes da esquerda já trabalham com a possibilidade de Flávio Bolsonaro terminar o primeiro turno com vantagem de oito a nove pontos à frente do petista.

Noblat também afirmou que, na avaliação que teria ouvido nos bastidores, o PT corre risco de perder as duas cadeiras em disputa para o Senado em São Paulo, citando Marina Silva e Simone Tebet como nomes ameaçados.

No Rio de Janeiro, segundo o jornalista, o cenário também teria se deteriorado para a esquerda. Ele afirmou que há uma avaliação de que a direita pode conquistar as duas vagas ao Senado e que até uma vitória de Douglas Ruas, que seria considerada improvável um mês atrás, passou a ser tratada como possibilidade.

 

Opinião dos leitores

  1. O resultado será Flávio 56% e a esquerda 40% ou menos para aqueles que apoiam a corrupção e vão ao mundo dizer que o PCC e o CV não são terroristas.

  2. Dito isso tenho mais certeza. Presidente Flávio 22, Governador Álvaro 22, Senadores Styvenson 200 e Coronel Hélio 222. Vamos a vitória!

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MEDIA/OPOTENGI: Pesquisa mostra 2° turno entre Allyson, que tem 40,7% e Álvaro com 32,6%

Fotos: Reprodução/Instagram

A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte apresenta Allyson (União Brasil) na liderança das intenções de voto, registrando 40,7% da preferência do eleitorado na pesquisa estimulada do Instituto Media. Álvaro Dias (PL) aparece logo atrás, com 32,6 % e deve ir ao segundo turno com o ex-prefeito de Mossoró.

Na sequência aparece Cadu de Lula, com 26%. A pesquisa ainda conta com os nomes de Professor Robério Paulino (Psol), que pontua com 0,6%, e Rodrigo Bolsonaro (Agir), com 0,4%. Os dois, no entanto, já desistiram de suas candidaturas. Os números de todos os candidatos representam os votos válidos.

O levantamento revela também um percentual expressivo de eleitores indecisos ou que optaram pelo silêncio: os que não sabem ou não responderam somam 13,0%, enquanto os votos em branco ou nulo representam 6,0%.

Foram realizadas 2.000 entrevistas entre 27 de setembro e 1º de outubro. Margem de erro total: ±2,2 pontos percentuais, com 95% de confiança. Registro: RN-01543/2026.

Com informações de O Potengi

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Ministra do TSE que interferiu em debate da Globo foi assessora no governo Lula, atuou no PL das Fake News e defendeu regulação das redes sociais

Foto: Luiz Roberto/TSE

Antes de integrar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Estela Aranha ocupou funções no governo Luiz Inácio Lula da Silva relacionadas à regulação do ambiente digital. Durante a gestão de Flávio Dino no Ministério da Justiça, atuou como secretária de Direitos Digitais e participou das discussões sobre o chamado PL das Fake News, proposta que previa regras para plataformas e redes sociais.

Aranha esteve entre os integrantes do governo que defenderam uma regulamentação mais rígida das plataformas. A posição gerou críticas de setores da oposição, que passaram a associar sua atuação ao chamado “PL da Censura”. O governo, por sua vez, afirmava que a proposta buscava aumentar a segurança no ambiente digital e responsabilizar plataformas pela circulação de conteúdos violentos.

Ela também participou da interlocução do governo com empresas de tecnologia sobre políticas de moderação de conteúdo e medidas relacionadas à violência nas redes.

Em 2025, Lula nomeou Aranha para uma das vagas destinadas a juristas no TSE, após escolha a partir de lista tríplice encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela tomou posse como ministra efetiva em 1º de agosto daquele ano, para um mandato de dois anos.

Nas eleições de 2026, Aranha foi designada pelo TSE para atuar como juíza auxiliar em reclamações e representações relacionadas à legislação eleitoral, especialmente em questões envolvendo a disputa presidencial.

A ministra também já havia trabalhado como assessora especial da Presidência da República e como assessora no gabinete da Presidência do próprio TSE. Sua trajetória inclui ainda participação em debates sobre inteligência artificial e proteção de dados.

Opinião dos leitores

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PODERDATA/AYA: Na véspera da eleição, Lula tem 45% e Flávio Bolsonaro, 43% dos votos válidos


Fotos: Ricardo Stuckert/Reprodução Redes Sociais

A mais recente pesquisa do instituto PoderData/Aya, realizada entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, aponta um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo primeiro turno da eleição presidencial de outubro.

No recorte de votos válidos, que exclui os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos, o petista aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o senador do PL registra 43%. A diferença entre os dois principais concorrentes apresentou um acréscimo de 1 ponto percentual em comparação com a rodada anterior do levantamento.

Atrás da dupla líder, o segundo pelotão é encabeçado por Augusto Cury (Avante), com 4%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), que somam 3% cada. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) pontuaram com 1% cada. Os candidatos Clariana Barão (Democracia Cristã), Edmilson Costa (PCB), Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram. No total, os nomes deste grupo acumulam 13% dos votos válidos.

Cenário de votos totais

Considerando a base de votos totais, que engloba também os eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou anular, a disputa permanece estreita: Lula registra 42% das intenções de voto, ao passo que Flávio Bolsonaro marca 41%.

Ambos os candidatos apresentaram oscilação positiva em relação à pesquisa anterior, realizada entre 20 e 23 de setembro, quando o atual presidente pontuava com 41% e o senador com 39%.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah, a maior e mais completa banca digital do Brasil.

Os dados foram coletados de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 4.000 entrevistas em 786 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-03519/2026.

Para chegar a 4.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData/Aya faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Com informações do Poder360

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PF aponta que R$ 400 mil apreendidos em Mossoró pertenciam a Jorge do Rosário


Foto: Reprodução/Blog do Barreto

Os R$ 400 mil em dinheiro vivo que a Polícia Federal apreendeu na última quinta-feira (1), em Mossoró, pertence ao empresário e candidato a Deputado Estadual (PL), Jorge do Rosário, é o que aponta a investigação. A PF descobriu também que o montante foi sacado pelo irmão dele, identificado como José Ferreira do Rosário Neto.

De acordo com o inquérito, a apuração foi instaurada para investigar suspeitas de corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro. O caso teve origem em uma comunicação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre uma movimentação atípica, que apontou o provisionamento de um saque em espécie de R$ 400 mil na conta da empresa Repav Rosário Edificações e Pavimentação Ltda, da qual Jorge do Rosário é sócio majoritário e administrador. O irmão, José Ferreira também tem participação na empresa, mas como sócio minoritário. 

A retirada foi executada por José Ferreira, mas ainda não há informações se a quantia apreendida pela PF corresponde integralmente ao valor provisionado. A investigação busca esclarecer a fundo essa movimentação financeira e sua eventual relação com crimes eleitorais.

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