Esporte

Hernán Crespo deixa o comando do São Paulo

Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Hernán Crespo não é mais o técnico do São Paulo. Nesta quarta-feira, a diretoria do clube e o treinador encerraram a parceria firmada em fevereiro deste ano. Os resultados ruins recentes e a queda de desempenho no Brasileirão foram determinantes para a saída do argentino.

A comissão técnica argentina, composta por Juan Branda (auxiliar técnico), Alejandro Kohan e Gustavo Sato (preparadores físicos), Gustavo Nepote (preparador de goleiros) e Tobías Kohan (analista de desempenho), também deixa o clube.

Sob o comando de Crespo, foram 53 partidas, com 24 vitórias, 19 empates e dez derrotas, aproveitamento de 57,23% dos pontos.

O anúncio foi feito pelo São Paulo em seu site oficial na tarde desta quarta-feira. O comunicado ainda diz que o “clube abrirá um processo de busca no mercado pelo novo treinador”.

Aos 46 anos, Crespo deixa o São Paulo com um título no currículo. No primeiro semestre, o argentino levou o Tricolor ao topo do Paulistão, encerrando um jejum do clube de quase nove anos sem troféus no futebol profissional.

Leia a matéria na íntegra acessando AQUI.

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Política

[VÍDEO] POLÊMICA: “Eu te chuparia toda”, diz “bruxa feminista” à vereadora cristã, que denuncia assédio sexual

Imagens: Reprodução/Gustavo Negreiros

A vereadora de Praia Grande (SP) Eduarda Campopiano (PL), de 22 anos, afirmou ter sido alvo de assédio sexual durante um debate exibido no Podcast RedCast, que reuniu mulheres cristãs e participantes ligadas ao feminismo e à espiritualidade.

Durante a discussão, Savani Shakti, que se apresenta como “bruxa feminista”, dirigiu à parlamentar a frase: “Eu te chuparia toda, garota”. O trecho repercutiu nas redes sociais após a divulgação do vídeo, segundo informações do Blog Gustavo Negreiros.

Após o episódio, Eduarda afirmou ter ficado indignada com a declaração e disse que a reação seria diferente caso a mesma fala tivesse sido feita por um homem.

“Se fosse um homem falando isso para mim na frente das câmeras, teria saído preso por assédio”, escreveu a vereadora em suas redes sociais.

A parlamentar também afirmou que pretende adotar medidas legais. Segundo ela, “a maldade não tem sexo” e mulheres também podem praticar assédio e agressões.

 

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Geral

[VÍDEO] VIRALIZOU: “Não vou ficar com pobre”, diz influenciadora que exige homem com renda de “R$ 6 milhões por mês”

Imagens: Reprodução/Luiz Bacci

A influenciadora Ana Paula Saad chamou atenção nas redes após afirmar que só aceita se relacionar com homens de altíssimo poder financeiro.

Conhecida por participações em programas de TV e ensaios nos anos 2000, Saad atualmente atua com projetos voltados para espiritualidade, autoestima e lifestyle, segundo informações do perfil Luiz Bacci.

Em entrevista ao repórter Stefan Gabriel, ela declarou que o parceiro ideal precisa faturar “tipo seis milhões” por mês para acompanhar o padrão de vida que deseja manter.

Questionada sobre o que ofereceria em uma relação, Ana Paula respondeu: “lealdade, amor, carinho, atenção e sabedoria”. E reforçou sua posição: “não vou ficar com pobre”.

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Política

Novo marqueteiro de Flávio Bolsonaro já foi processado por Lulinha

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

O jornalista Alexandre Oltramari, anunciado nesta segunda-feira (25) como novo coordenador de comunicação e marketing da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), já respondeu a processo movido por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A ação também teve como alvos a Editora Abril e o lobista Alexandre Paes dos Santos. O filho do presidente Lula pedia indenização por danos morais ligados a reportagens publicadas pela revista Veja, segundo informações do Metrópoles.

O caso teve origem em matérias sobre os negócios de Lulinha e sua relação com Alexandre Santos durante a campanha presidencial de 2006, ano da primeira reeleição de Lula.

Nos autos, a defesa da Editora Abril anexou a transcrição de entrevista feita por Oltramari com o lobista. Na conversa, Alexandre Santos fez declarações ofensivas contra Lulinha, chamando-o de “idiota”, “uma decepção” e afirmando que ele teria uma “disfunção”.

O recurso foi analisado em 2013 pelo TJSP. O relator, desembargador Alcides Leopoldo e Silva Júnior, concluiu que as declarações do lobista configuraram ofensa à honra de Lulinha, embora feitas em ambiente privado.

O magistrado, porém, entendeu que não ficou comprovada participação de Oltramari nas ofensas. O jornalista assume o posto deixado por Marcello Lopes, o “Marcelão”, em meio à crise envolvendo Flávio Bolsonaro e sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o PL, o publicitário Eduardo Fischer atuará como consultor estratégico da pré-campanha.

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Política

PF faz buscas contra Cláudio Castro por investigação sobre quase R$ 1 bilhão do RioPrevidência no Banco Master

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é alvo de uma nova operação da Polícia Federal (PF) que investiga investimentos bilionários do RioPrevidência no Banco Master, conforme informações do Metrópoles.

Nesta terça-feira (26), agentes cumpriram 10 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF.

A PF apura aplicações de cerca de R$ 970 milhões feitas pelo fundo previdenciário dos servidores estaduais em letras financeiras emitidas pelo Banco Master. Segundo as investigações, os aportes ocorreram entre novembro de 2023 e julho de 2024.

Os investigadores buscam esclarecer quem autorizou os investimentos, quais critérios técnicos foram adotados e se recursos ligados a aposentadorias e pensões foram direcionados a operações consideradas de alto risco.

Foto: Reprodução

De acordo com a apuração, além dos quase R$ 1 bilhão em letras financeiras, o RioPrevidência também teria aplicado aproximadamente R$ 1,5 bilhão em fundos administrados pela instituição financeira.

Batizada de Operação Barco de Papel, a ação investiga possíveis casos de gestão temerária, favorecimento indevido ou outras irregularidades envolvendo recursos públicos.

O RioPrevidência afirma que os investimentos seguiram as normas legais e que os valores estariam protegidos por mecanismos ligados a receitas de crédito consignado. Mesmo assim, a PF apura se alertas de risco foram ignorados e quem participou das decisões sobre os aportes.

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Economia

Flávio Rocha critica fim da escala 6×1 e diz que mudança pode subir preços e afetar empregos

Foto: Divulgação

O empresário Flávio Rocha fez um alerta grave sobre a proposta de fim da escala 6×1 que tramita no Congresso Nacional com o apoio do governo federal. Segundo projeções da companhia, a medida vai forçar um aumento geral de até 13% nos preços dos produtos para o consumidor.

“No caso do varejo, o impacto é maior, porque o setor é mais dependente de mão de obra. Então, imaginamos que o custo vá subir na casa de 18% a 20%”, declarou Flávio durante o Fórum Brasil 2026.

Segundo informações do InfoMoney, o herdeiro do Grupo Guararapes e dono da Riachuelo avisou que o comércio será obrigado a repassar esse rombo para os preços ou iniciar uma onda de demissões para preservar as margens.

Segundo ele, o maior perigo recai sobre as pequenas e médias empresas, que hoje são as maiores geradoras de empregos no país e não suportarão o impacto financeiro. Flávio apontou que a mudança engessa setores vitais que dependem de flexibilidade, como a indústria, restaurantes e salões de beleza.

Flávio disse que o tema está sendo conduzido puramente por “populismo” em ano eleitoral. Para ele, a esquerda ignora os impactos reais sobre a capacidade de contratação e a sobrevivência dos empresários que sustentam a economia.

O cerco contra o setor produtivo avançou após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciar o cronograma de transição para forçar a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e desestruturar o modelo atual de escalas.

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Política

ANÁLISE: Cláudio Humberto diz que ‘decretos do PT sufocam redes sociais e Alcolumbre e Hugo Motta se omitem’

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Decretos assinados pelo presidente Lula (PT) fixando o controle do governo sobre o conteúdo das redes sociais e retirando prerrogativas do Congresso Nacional acenderam o alerta na política nacional. Segundo análise do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, a medida reforça a grave omissão dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

De acordo com o colunista, a falta de reação das lideranças do Legislativo enfraquece o parlamento frente ao Executivo. “Eles poderiam reagir à inciativa autoritária de Lula com instrumentos democráticos em defesa das instituições, anulando a norma, mas mantêm acovardado silêncio”, cravou.

O avanço sobre as redes sociais também foi alvo de duras críticas técnicas. O advogado Luiz Augusto D’Urso, especialista em direito digital, advertiu durante participação no programa Pânico que o novo decreto presidencial representa um grave risco à liberdade de expressão no país.

Em sua análise sobre o atual cenário político em Brasília, o colunista do Diário do Poder apontou uma estratégia contínua para enfraquecer o poder dos parlamentares. Ele destacou que “Tem sido recorrente no regime (Lula e aliados no STF) desqualificar e neutralizar o Legislativo como se a ideia fosse torná-lo dispensável”.

Para Humberto, a postura passiva de Alcolumbre e Motta cobra um preço alto para a democracia brasileira. “Essa paralisia sistemática de dignidade esvazia o papel do Legislativo, eleito pela população, reduzindo-o a coadjuvante do Planalto e do STF”, afirmou o analista político.

Especialistas alertam que o decreto obriga as plataformas digitais a estabelecerem uma barreira de autocensura, sufocando o debate público. A medida “fere de morte a internet livre”, conforme advertência feita por professor e especialista do MBA da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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Política

[VÍDEO] BIG TECHS: Juristas veem risco de censura em decreto do governo Lula

Imagens: Reprodução/CNN

O debate sobre a liberdade de expressão e o controle das redes sociais voltou a ganhar destaque com a repercussão de um novo decreto do governo Lula (PT). A medida altera diretamente as regras de responsabilização das plataformas digitais, que entram em vigor a tempo das próximas eleições gerais, segundo informações da CNN.

A nova legislação atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet. Segundo o texto, o objetivo oficial da mudança é fortalecer a prevenção e o enfrentamento de fraudes, golpes e atos considerados criminosos dentro das plataformas virtuais.

O decreto possibilita a punição das empresas de tecnologia e atribui competência à ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados). O órgão do governo passa a ter o poder de regular, fiscalizar e apurar as infrações cometidas no ambiente digital.

Juristas e especialistas apontam riscos de censura na nova determinação federal. As plataformas agora passam a ser obrigadas a agir de forma preventiva para impedir a circulação de conteúdos que o governo enquadre como crimes graves.

As restrições envolvem publicações relacionadas a terrorismo, exploração sexual de crianças e adolescentes, tráfico de pessoas, incentivo à automutilação e violência contra mulheres. As empresas do setor de tecnologia da informação seguem em estado de alerta.

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Política

[VÍDEO] Erika Hilton comemora avanço da escala 5×2 e fala em “36 horas” no futuro

Imagens: Reprodução/Jovem Pan News

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) afirmou que o avanço do debate sobre o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2 representa uma mudança importante nas regras trabalhistas em discussão no Congresso.

Em entrevista à Jovem Pan, a parlamentar disse que o tema ganhou força no Legislativo e passou a integrar a pauta de revisão da jornada de trabalho no país.

Erika Hilton também defendeu que o debate pode evoluir para novos modelos de escala no futuro, incluindo a possibilidade de redução ainda maior da carga horária.

Segundo ela, a perspectiva é que, em etapas posteriores, possa ser discutida uma jornada de até 36 horas semanais para os trabalhadores brasileiros.

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Política

Fim da escala 6×1: Veja o que pode mudar se a redução de jornada for aprovada

Foto: Reprodução

O relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) sobre a proposta que altera a jornada de trabalho e acaba com a escala 6×1 deve ser votado na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27), conforme informações do Estadão.

A proposta prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário, além da substituição da escala 6×1 por dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um preferencialmente aos domingos.

Segundo articulação apresentada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), haverá uma transição: 60 dias após a promulgação, a jornada cairia para 42 horas semanais. Após 12 meses, seria reduzida novamente até chegar a 40 horas.

Para ser aprovada, a PEC precisa de pelo menos 308 votos no plenário da Câmara, em dois turnos, e depois segue para o Senado, onde são necessários no mínimo 49 votos.

O texto também prevê que acordos ou convenções coletivas poderão definir regimes compensatórios, desde que respeitado o limite de jornada e garantido ao menos um dia de descanso dentro da semana de trabalho.

O relator incluiu ainda regras sobre trabalhadores com atuação como pessoa jurídica (PJ), estabelecendo exceções para quem recebe acima de dois tetos e meio do INSS — R$ 21.188,87 — além de prever ajustes em contratos públicos e possíveis medidas de transição para micro e pequenas empresas.

Saiba as principais mudanças da proposta

  • Fim da escala 6×1 (6 dias de trabalho e 1 de descanso)
  • Redução da jornada semanal de 44h para 40h, sem redução salarial
  • Dois dias de repouso semanal remunerado (um preferencialmente no domingo)
  • Transição gradual: 42h após 60 dias e 40h após 12 meses
  • Possibilidade de acordos coletivos para compensação de jornada
  • Exceção para alguns trabalhadores PJ com renda acima de R$ 21.188,87
  • Ajustes previstos em contratos públicos já em vigor
  • Possíveis medidas de transição para micro e pequenas empresas

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Política

Ex-ministra de Lula chama escolas cívico-militares de “fascistas” e ataca governadores de direita

Foto: Agência Senado

Ex-ministra do Governo Lula e pré-candidata ao Senado por SP, Simone Tebet (PSB), chamou o programa Escola Cívico-Militar de “método fascista” nesta segunda-feira (25). O programa é uma das principais bandeiras da gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“Esse é o método fascista de se fazer política”, afirmou Tebet ao criticar o modelo. Ela destacou que não é contra escolas militares específicas, mas criticou a adoção do formato nas escolas públicas.

Ex-ministra do Planejamento no governo Lula, Tebet também direcionou críticas à oposição e afirmou que o presidente é o único candidato “verdadeiramente democrático” na disputa presidencial.

Tebet ainda defendeu a atuação do presidente na articulação com governadores para o combate à violência e criticou a falta de adesão de gestores de estados governados pela direita, segundo ela.

“Quem quer combater a violência é o presidente Lula, que procurou parceria com os governadores. Quem se recusou? Todos os governadores de direita, de extrema direita, se recusaram a essa parceria”, afirmou.

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