Polícia

Homem é executado a tiros em São Paulo do Potengi

Por Interino

São Paulo do Potengi registrou o primeiro homicídio do ano de 2016. O crime ocorreu no bairro Nossa Senhora Aparecida e teve como vítima Francisco Nerivaldo Silvestre, de 28 anos de idade.

Segundo informações dadas a polícia, Nerivaldo, mais conhecido por Nino,  foi morto a tiros na madrugada deste sábado (2) por um homem ainda não identificado. Ainda não há informações sobre as motivações do crime.

Com informações de Assis Silva

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Governo fixa pagamento mensal de R$ 17,5 mil a Dilma Rousseff

Foto: Reprodução

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) teve fixado em R$ 17.562,80 o valor de uma prestação mensal, permanente e continuada decorrente de sua anistia política. O pagamento está relacionado à perseguição política e à demissão que sofreu durante a ditadura militar.

O valor tem como referência a remuneração que Dilma recebia na antiga Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, onde trabalhava antes de ser afastada por motivos políticos.

Em dezembro de 2025, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) determinou que a União pagasse à ex-presidente R$ 400 mil por danos morais, além da reparação mensal. A decisão reconheceu as violações sofridas por Dilma durante o regime militar.

O valor mensal de R$ 17.562,80 foi informado pela defesa da ex-presidente em pedido para implantação imediata do pagamento à Justiça Federal do Distrito Federal.

Com informações do Poder360

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Proibição das bets ameaça futebol brasileiro e projeta perdas de até 26% para Flamengo, Corinthians e Palmeiras


Wagner Meier/Getty Images

O veto à operação e publicidade das plataformas de apostas esportivas no Brasil provocará um forte impacto financeiro no futebol nacional. Um levantamento elaborado pelo economista Cesar Grafietti a pedido do UOL, com base nos dados do Relatório Convocados, aponta que Flamengo, Corinthians e Palmeiras figuram como os clubes mais afetados pela perda de patrocínios e de exposição em placas de publicidade nos estádios.

O estudo analisou as receitas recorrentes caracterizadas pela alta previsibilidade orçamentária, dos dez clubes da Série A com maiores contratos vinculados a casas de apostas. Por apresentarem caráter pontual ou incerto, movimentações com transferência de atletas e as premiações do Copa do Mundo de Clubes de 2025 foram excluídas das simulações.

No cenário de impacto integral, o Flamengo lidera a lista de perdas, registrando uma queda de 26% em sua arrecadação recorrente. O clube carioca, que projetava R$ 1,3 bilhão, teve a receita ajustada para R$ 967,2 milhões após deixar de arrecadar R$ 334,5 milhões. Em seguida surge o Corinthians, com redução de 23% (de R$ 879,4 milhões para R$ 681,4 milhões, o equivalente a R$ 198 milhões a menos), e o Palmeiras, com recuo de 22% (de R$ 733 milhões para R$ 570 milhões, após perder R$ 163 milhões em aportes).

Despreparo orçamentário e projeção de curto prazo

De acordo com Grafietti, os números evidenciam o despreparo dos clubes brasileiros para lidar com a repentina escassez dessas receitas, afetando inclusive as agremiações com menor grau de dependência dos patrocínios do setor.

O levantamento também projetou um segundo cenário, considerando os efeitos da medida no curto prazo — cobrindo o período de outubro a dezembro de 2026. Essa hipótese depende, contudo, de uma eventual derrubada ou alteração da Medida Provisória que proibiu a atividade das bets no Congresso Nacional.

Nesta segunda projeção, a retração na receita anual de 2026 seria de 6% para Flamengo, Corinthians e Palmeiras. O ranking de perdas no trimestre se completa com Vasco (5%), São Paulo (5%), Botafogo (4%), Atlético-MG (4%), Fluminense (4%), Santos (3%) e Cruzeiro (2%).

Com informações do UOL

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Bolsa tem maior queda pós-eleição desde 2002 e dólar dispara com reeleição de Lula


Foto: Shutterstock

A confirmação da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25) deflagrou a pior reação do mercado financeiro brasileiro em uma primeira sessão pós-eleição presidencial desde 2002. Nesta segunda-feira (26), o Ibovespa despencou quase 14%, enquanto o dólar registrou uma expressiva valorização de 8,2%, fechando cotado a R$ 5,40.

Historicamente, o maior recuo da Bolsa em um pregão pós-segundo turno nos últimos 24 anos havia sido de 4,4%, registrado em 2002. Já a maior alta do dólar no mesmo tipo de ocasião havia atingido 2,16%, em 2014. De acordo com analistas econômicos, o ajuste de forte intensidade reflete a surpresa com a virada do resultado eleitoral em relação ao primeiro turno e a rápida desmontagem de posições investidoras que apostavam na vitória da oposição, somadas ao ceticismo do mercado quanto à condução da política fiscal no novo mandato.

A intensidade do movimento repercutiu de forma imediata nos mercados internacionais e no mercado futuro de juros. “Em toda a minha trajetória no mercado, de algumas décadas, não me recordo de uma reprecificação tão intensa em apenas um dia: o EWZ [principal fundo de índices de ações brasileiras negociados em Nova York] caiu 27% antes da abertura, o dólar abriu em alta de mais de 10% e os juros futuros subiram cerca de 220 pontos-base. É um ajuste extraordinário, que revela uma mudança significativa na percepção de risco”, avalia Ronaldo Guimarães, economista, sócio e conselheiro da KAT Investimentos.

O ponto central de atenção para investidores e agentes do mercado financeiro agora se volta para o comportamento dos ativos nos próximos dias. O debate concentra-se em determinar se o choque inicial representa um exagero temporário sujeito a correções técnicas de curto prazo ou se sinaliza uma revisão estrutural e permanente nas expectativas para a trajetória econômica do país.

Com informações do UOL

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MAPA DA VIRADA: Cadu vence em 118 cidades e interior derruba vantagem de Allyson nos grandes centros


Foto: Divulgação

A vitória de Cadu de Lula (PT) para o Governo do Rio Grande do Norte foi construída no interior. O petista venceu em 118 dos 167 municípios potiguares, enquanto Allyson Bezerra (União Brasil) ficou à frente em 49.

Cadu terminou o segundo turno com 1.073.024 votos, o equivalente a 50,77% dos válidos. Allyson recebeu 1.040.399 votos, ou 49,23%. A diferença foi de 32.625 votos.

Allyson venceu nos quatro maiores colégios eleitorais do estado — Natal, Mossoró, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante — e abriu uma vantagem de 95.387 votos nesse grupo. Nos outros 163 municípios, porém, Cadu colocou 128.012 votos de frente e virou a eleição.

O petista também tomou de Allyson a liderança em 31 cidades entre o primeiro e o segundo turnos. A lista inclui Areia Branca, São José de Mipibu, Governador Dix-Sept Rosado, Alto do Rodrigues, Santo Antônio e Cerro Corá. Nenhuma cidade anteriormente vencida por Cadu passou para Allyson.

Em Natal, Allyson recebeu 236.592 votos, contra 210.971 de Cadu, uma vantagem de 25.621. O resultado veio após o prefeito Paulinho Freire (União Brasil), que apoiou Álvaro Dias (PL) no primeiro turno, entrar na campanha do correligionário.

Cadu havia perdido o primeiro turno para Allyson por 15.509 votos. Na votação decisiva, virou o jogo e abriu 32.625 votos, uma mudança de 48.134 votos no saldo entre os dois candidatos.

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[VÍDEO] Lula cumpre promessa feita em debate: no dia seguinte à eleição, Flávio recebe intimação da PF a mando de Moraes


Vídeo: Reprodução/TV Band

Um vídeo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ameaçando o senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da Band voltou a circular nas redes sociais. No embate com o adversário, Lula avisou que os inquéritos iriam avançar assim que ele vencesse as eleições no dia 25 de outubro.

Na segunda-feira (26/), dia seguinte à realização do segundo turno das eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) informou ter sido intimado pela Polícia Federal para entregar seus passaportes e cumprir a proibição de se ausentar do país. A medida cautelar foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o parlamentar, a decisão judicial fundamentou-se em declarações de seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que sugeriu publicamente a possibilidade de Flávio deixar o Brasil em caso de derrota nas urnas. O senador classificou a determinação como desproporcional e informou que cumprirá a ordem enquanto sua defesa recorre do despacho.

A determinação do STF ocorre logo após a repercussão de embates diretos entre os candidatos durante o debate promovido pela Band. Na ocasião, ao abordar o andamento de apurações na Justiça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou a Flávio que os inquéritos que envolvem aliados e familiares teriam prosseguimento regular no âmbito das investigações oficiais.

Analistas políticos apontam que a sequência dos acontecimentos marca o imediato deslocamento da disputa eleitoral para o campo das decisões judiciais. Por correrem sob sigilo no Supremo Tribunal Federal, as investigações e os desdobramentos das medidas cautelares continuam sob acompanhamento das equipes jurídicas dos envolvidos.

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Deputado eleito em SC propõe plebiscito sobre separação da região Sul após eleição de Lula


Foto: Reprodução/Redes Sociais

O deputado estadual eleito Bruno Souza (PL-SC) anunciou, nesta segunda-feira (26), a intenção de convocar um plebiscito para consultar os eleitores de Santa Catarina sobre a possibilidade de separação do estado em relação ao restante do Brasil. A declaração ocorreu um dia após o segundo turno das eleições presidenciais, no qual Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL).

Em publicação nas redes sociais, o parlamentar criticou a centralização política federal e questionou a submissão dos estados do Sul a decisões tomadas por maiorias de outras regiões. Souza informou que pretende dialogar com deputados do Rio Grande do Sul e do Paraná para expandir a consulta aos três estados da região, onde Flávio Bolsonaro obteve maioria expressiva de votos no primeiro e no segundo turnos.

Em Santa Catarina, o candidato do PL alcançou 69,42% dos votos válidos no segundo turno, contra 30,58% de Lula, a segunda maior votação proporcional do eleito em todo o país. Nos três estados sulistas, a aliança conservadora também garantiu os governos estaduais com as eleições de Jorginho Mello (SC), Sergio Moro (PR) e Luciano Zucco (RS).

Com informações da Folha de São Paulo

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Empresas e entidades anunciam paralisação de ações sociais


Foto: Divulgação

Várias empresas e entidades anunciaram nesta segunda-feira (27) que irão paralisar as ações sociais motivados pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em uma das publicações, a marca de produtos da roça “Velho Roy”, sediada em Goiânia (GO) revelou que está ‘cansada’ de ajudar quem não quer ser ajudado.

“Informamos que a partir de hoje 26/10/2026, não mais promoveremos qualquer tipo de ação que envolva doação de cestas básicas, brinquedos e qualquer tipo de ajuda aos que se dizem mais necessitados. Estamos cansados de ajudar quem não quer ser ajudado, preferindo viver de auxílios. Aos desinformados, ao longo de 6 anos de história do Velho Roy contribuímos com mais de 3000 cestas básicas e 5000 brinquedos”, comentou a empresa em seu post.

A empresa ICE CREAM MIX, sediada em Ribeirão Preto, São Paulo, também informou que não irá mais promover qualquer tipo de ação que envolva doação de cestas básicas, brinquedo ou qualquer tipo de ajuda aos mais ‘necessitados’.


Também aderiram ao movimento o médico cirurgião plástico Dr. André Miolo e o grupo ‘Caminhoneiros Solidários’, confira abaixo:

Opinião dos leitores

  1. diante mais uma vez do mau caratismo de empresas e pessoas, será de bom alvitre o governo e a justiça comecar a investigar se estão todos com o pagamento de impostos em dias tanto os juridicos como os fisicos e se for o caso tomar as atitudes juridicas que o RIGOR DAS LEIS REQUER.

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PT do Paraná publica “você é o próximo” para Dallagnol


Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Uma publicação do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) no Paraná direcionada ao senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) abriu uma nova frente de embate político no estado. Em imagem divulgada nas redes sociais nesta segunda-feira (26), o partido escreveu: “Deltan, você é o próximo”.

 

Ver esse post no Instagram

 

Um post compartilhado por PT Paraná (@ptparana)

O ex-procurador da Lava Jato reaiu prontamente à mensagem. “Não deu nem 24 horas depois da eleição, o PT já ameaça os 3 milhões de votos que o Paraná confiou a mim”, declarou Dallagnol em seus perfis oficiais. O PT-PR, por sua vez, sustentou que sua atuação ocorre estritamente dentro da legalidade e por meio dos canais da Justiça Eleitoral.

A publicação do diretório petista ocorreu um dia após a confirmação do resultado eleitoral e não detalhou formalmente ao que se referia. Apesar de ter sido votado e conquistado a vaga ao Senado pelo Paraná, a consolidação do mandato de Dallagnol permanece dependente do julgamento de seu registro de candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O imbróglio jurídico remonta a 2022, quando Dallagnol foi eleito deputado federal. Seu registro de candidatura foi cassado por unanimidade pelo TSE em 2023. Na ocasião, a Corte entendeu que ele pediu exoneração do Ministério Público Federal (MPF) para burlar eventuais inelegibilidades decorrentes de procedimentos administrativos disciplinares enquadrados na Lei da Ficha Limpa.

Nas eleições de 2026, a discussão central reside em saber se os efeitos do indeferimento de 2023 ainda alcançam o novo pleito. Em 3 de outubro, o ministro Floriano de Azevedo Marques indeferiu individualmente o registro de candidatura do ex-procurador. Ao recorrer da decisão, Dallagnol conseguiu manter sua campanha e figurar nas urnas, mas a palavra final caberá ao plenário do TSE.

Com informações do Metrópoles

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Silêncio de Milei após vitória de Lula aprofunda crise diplomática entre Brasil e Argentina


Foto: Ricardo Stuckert

A ausência de um posicionamento oficial do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prolonga e intensifica o desgaste diplomático entre os dois países. A relação entre Brasília e Buenos Aires já vinha enfrentando momentos de tensão, com o rebaixamento das representações diplomáticas após sucessivos ataques verbais do mandatário argentino a autoridades brasileiras.

Lula garantiu a vitória no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25/10), ao alcançar 51,79% dos votos válidos. Ele derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), apoiado abertamente por Milei, que obteve 48,21%.

Logo após a apuração, Flávio Bolsonaro chegou a sinalizar que contestaria o resultado na Justiça Eleitoral. No entanto, o parlamentar recuou no dia seguinte. Após consultas a aliados e à sua equipe jurídica, a hipótese de anulação do pleito foi descartada. Segundo o próprio senador, a nova estratégia da oposição será acionar a Justiça para pedir a cassação da chapa vitoriosa, composta por Lula e Geraldo Alckmin (PSB).

De acordo com veículos da imprensa argentina, diplomatas e integrantes do governo de Milei chegaram a elaborar uma nota oficial de felicitações pela vitória do presidente brasileiro. A iniciativa, contudo, foi aborted assim que a campanha derrotada no Brasil começou a questionar o resultado.

Sem se pronunciar publicamente sobre o motivo da decisão, o líder argentino limitou-se a compartilhar, em suas redes sociais, a publicação de um aliado com críticas a Lula e ao eleitorado brasileiro.

Para o professor de Relações Internacionais da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Maurício Fronzaglia, a postura do presidente argentino reflete um cálculo deliberado, e não um descuido institucional. “É claro que é uma decisão política. Isso é óbvio, não é uma falha de comunicação”, destaca o especialista.

Fronzaglia avalia que o episódio demonstra como a polarização política atravessou as fronteiras e passou a orientar as diretrizes da política externa na região. “Já que o candidato que eu apoiei não ganhou, eu não cumprimento aquele ganhador. É uma infantilização das relações diplomáticas”, conclui.

Com informações do Metrópoles

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Política

PL CONTRARIA FLÁVIO: Valdemar reconhece vitória de Lula, mas cobra explicações sobre votação estendida

Reprodução

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reconheceu nesta segunda-feira (26) a vitória de Lula (PT), contrariando Flávio Bolsonaro (PL), que ainda contesta o resultado do segundo turno. A legenda, porém, afirmou que continuará buscando esclarecimentos sobre a decisão que prorrogou a votação no domingo (25).

“Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo TSE, mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos”, afirmou Valdemar em nota.

O presidente do PL também criticou medidas adotadas pelo governo Lula às vésperas da eleição, como antecipação de benefícios sociais e ações para conter o preço dos combustíveis. Segundo ele, o uso de recursos públicos durante a campanha levanta dúvidas sobre o equilíbrio da disputa.

A votação foi prorrogada até as 19h por decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, após relatos de problemas no transporte de eleitores. A medida valeu apenas para seções que ainda estavam abertas. Dados do TSE mostram que 34,3 mil votos foram registrados depois das 17h, enquanto Lula venceu Flávio por uma diferença superior a 4 milhões de votos.

As duas campanhas pediram extensão do horário. O PT solicitou a medida em todo o país, enquanto o PL fez o pedido para municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Com informações do UOL

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