Jornalismo

Hotel Reis Magos. Quando os "aparicios" e "desocupados" se juntam para prejudicar a cidade

A Fundação José Augusto prestou um grande desserviço na data de ontem, sexta-feira (14) a toda população do RN.

A Fundação que de pratico não vem fazendo nada que preste para a cultura do RN nos últimos anos, que não toma conta nem do seu prédio ou dos seus projetos direito, resolveu atender o capricho do MP e fazer o tombamento temporário do esqueleto do Hotel Reis Magos.

O MP já tinha levado na cara da justiça por duas vezes que negou o tombamento daquela coisa horrível que se encontra na Praia do Meio, e no ultimo suspiro recorre a “finada” Fundação e consegue o tombamento.

Não sou hipócrita, estou usando palavras duras porque o sentimento de indignação contra todos esses que agora aparecem de “salvador da pátria” é grande.

O finado Hotel dos Reis Magos está naquele local sem serventia há muitos anos, sem utilidade nenhuma a não ser para atitudes que não são dignas de uma sociedade civilizada. Se qualquer um que tiver lendo essas palavras quiser conferir para quer serve aquele monstrengo, é só parar a noite por lá e descer, vão ver adolescente cheirando Crack, cenas de sexo ao vivo e até trombadinha se escondendo de assalto.

Mas de repente, depois de 20 anos sem utilidade, quando se falou em arrumar utilidade para o finado, ai aparece os “baluartes” do atraso para fazer graça.

Atenção Instituto de Patrimônio sem utilidade, MP dos holofotes e Fundação do faz de conta, vão arrumar uma lavagem de roupa que é o que vocês estão precisando.

 

Opinião dos leitores

  1. Acho lindo quando alguém “ocupado” se digna a escrever um texto com essa qualidade. Rs
    Continue assim BG, escrevendo mal, sem educação (principalmente a patrimonial) e comendo dinheiro dos seus parcos patrocinadores. Vai longeeeeeeeee!!!
    De toda forma é válida a diversidade de opinião.

  2. Ai do povo, se não fosse a existência do Ministério Público e a independência do Poder Judiciário!

    Ricardo Tersuliano – Presidente do IAPHACC.

  3. RIDÍCULA essa atitude do MP, o qual deveria prezar para o progresso da da cidade, dentro da legalidade. Mas pelo visto é um dos grandes responsáveis pelo ATRASO da cidade de Natal em relação aos seus vizinhos do Nordeste. Acorda Natal!!

  4. Não deve ser assim à toa que Isaura Rosado, dita "Cabelinho de Fogo", está sendo tão solícita para com o Ministério Público Estadual. Se um homem íntegro e acima de qualquer suspeita, como sempre foi François Silvestre (ex-presidente da FJA), sofreu horrores do MP, que nada provou contra ele, imagine o que deve temer a atual diretoria da Fundação José Augusto, que em suas "mágicas" nada tira da cartola que convença ninguém. É esperar para ver.

  5. Caro amigo Bruno Giovani do Blog do BG, boa tarde, a Fundação José Augusto – FJA prestou um grande serviço, ela exerceu o seu papel como órgão que tem o dever de cuidar da cultura, do patrimônio do nosso Estado. As Entidades que estão envolvidas nesta luta tão importante, estão sim preocupados com o futuro de nossa cidade. Você tem todo direito de se manifestar com relação ao hotel, mas vc tem que ter calma porque vc pode ferir pessoas que inclusive gosta de vc, e de seu pai, falo aqui em meu nome. Não sou desocupado e dirijo um instituto a dez anos que tem como missão cuidar do nosso patrimônio. Nestes dez anos lutamos muito para devolver ao Rio Grande do Norte a Locomotiva Catita 3 e seu Reboque máquina a vapor de fabricação inglesa, que inaugurou a Ponte de Ferro de Igapó em 1916 e também a Ponte Presidente Costa e Silva, primeira de concreto sobre o Potengi inaugurada pelo Governador Walfredo Gurgel, muitos criticaram ao longo desta década, mais continuamos lutando por sermos diferentes dos que não acreditavam ou criticavam, nós tínhamos a certeza de que a catita de volta iria ser muito importante para enriquecer o nosso acervo patrimonial e para as futuras gerações (meus filhos, seus filhos e filhos de toda nossa sociedade, bem como os de nossos visitantes. a Locomotiva Catita foi o fio condutor do primeiro museu de trens da cidade do Natal e do Estado do Rio Grande do Norte, o Museu Ferroviário Manoel Tomé de Souza, que ficará pronto em 2015, num outro grande projeto de revitalização que esta acontecendo na Ribeira, Rocas, Cidade Alta, em todos aqueles bairros adjacentes. Não tenho nada contra ninguém nem inimigos apenas quero expressar a minha opinião e a missão do IAPHACC, em respostas a muitas opiniões que devem ser respeitadas cada um tem um ponto de vista. Com relação a decisão do Poder Judiciário eu respeito, mas temos que separar as coisas. Num primeiro ponto gostaria de informar que no mundo quando se fala em turismo as primeiras coisas que vem atreladas a esta atividade é o patrimônio e a história e no caso do Reis Magos temos que ver que no Hotel não entra ninguém, lá tem vigia e dois cachorros pittbus que impede a entrada de qualquer pessoa. se existe aglomeração de drogados e prostitutas como afirmou na sentença o ilustre magistrado este é um outro problema e nacional, temos na Roberto Freire, Estrada da Redinha, vários pontos da cidade e de nosso país. Agora o que tem o patrimônio com isso, ali é um problema público privado, em que o município e proprietário devem dividir a culpa. O Município por não ter a décadas cobrado deste proprietário as devidas providências sobre pena de sansões e o o Proprietário por ter sido o único construtor do mundrungo e mostrengo que ele construiu ao abandonar o prédio, aquela escuridão ali nas imediações é falta de iluminação pública. A questão dos drogados se resolve com hospitais psiquiátricos, suporte religioso, enfim tratamento não se demolindo um prédio com relevante importância Cultural, Histórica, Paisagística e Arquitetônica. Em nenhum momento vimos a SETUR se manifestar intercedendo junto ao proprietário para que o mesmo executasse um projeto requalificando, utilizando o reuso daquela estrutura tão bela e importante na história do desenvolvimento do turismo de nossa cidade, do nosso Estado, bem como de toda nossa Região Nordeste. Estamos preocupados com a SETUR recentemente foi publicizada uma matéria onde a Secretaria informava que Natal ganharia uma Marina e que esta marina seria construída no local do Cemitério dos Ingleses na praia da Redinha. Vemos isso como um desrespeito ao patrimônio, uma proposta que não poderia partir da SETUR. Os Campos Santos são protegidos pela Constituição Federal, inclusive ali também é um Sítio Arqueológico. Esta cultura de avançar sobre o patrimônio histórico, nós temos que por fim, temos que começar a preservar nossa história, mudar esta forma de fazer as coisas sem envolver as comunidades, em nenhum momento a SETUR perguntou para os moradores da cidade ou daquela região qual era a importância daquele prédio para eles, não é só chegar e derrubar não é assim, é tanto que todas as lideranças comunitárias daquelas comunidades adjacentes ao Hotel estão do nosso lado nesta luta por entenderem que o mundo esta vivendo um novo momento em relação a preservação e Natal já comprou esta idéia vejamos exemplos tão lindos:
    O prédio do IFRN na Av. Rio Branco; O prédio da antiga Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte na Av. Esplanada Silva Jardim, local onde hoje funciona o DNOCS; O prédio da Rotunda nas Rocas que tem suas obras a todo vapor local onde será o IFRN/Rocas e o Museu Ferroviário Manoel Tomé de Souza; A Rampa, enfim tantos lindos exemplos que devem ser seguidos. As pessoas quando tem problema com a justiça, procuram um Advogado porque o mesmo estudou direito e é quem tem propriedade para defendê-lo, o mesmo acontece com o que vai construir um prédio procuram um Engenheiro por entender que o mesmo estudou engenharia e é quem tem propriedade para falar ou executar qualquer coisa sobre. Pena que isso não acontece com quem cuida da história e do meio ambiente, ninguém quer respeitar estes estudiosos. No caso do Hotel Reis Magos o Departamento de História da UFRN e o Departamento de Arquitetura já se manifestaram com relação a importância Cultural, Histórica, Arquitetônica e Paisagística daquele prédio. O estado também errou em vender o prédio sem tombá-lo antes. O que queremos é uma solução sem a demolição. A verdade é que em todos esses anos ninguém se manifestou por saber que ali sempre foi um hotel, o proprietário é dono de uma rede de hotéis, então naturalmente todos sempre pensaram que o dono um dia iria revitalizar aquela estrutura tão bela e o hotel iria voltar a funcionar. Queremos aqui deixar um apelo ao Prefeito Carlos Eduardo que interceda pela manutenção do hotel, junto ao senhor José Pedrosa proprietário da rede de Hotéis Pernambuco.

    Ricardo Tersuliano
    Presidente do IAPHACC

    Nesta década então temos trabalhado muito, estamos trabalhando a preservação da parte que nos restou da Ponte de ferro de Igapó, Tombamento do Parque Ferroviário de Natal e do Rio Grande do Norte, Trapiche da Redinha, obelisco e canhão da Av. Tavares de Lira e muitas outras ações estão sendo desenvolvidas.

  6. Hipocrisia barata, deveria haver fiscalização nesses incompetentes que em não ter o que fazer, ou até tem, mais se ocupam em criar polêmica para o que conseguiram, aparecer, recebendo as nossas custas, mais com a finalidade de expor suas revoltas ou anseios!

  7. Será q ninguém consegue ver o óbvio, que o dono do Hotel quer mudar a lei municipal que limita a altura dos prédios alí? Por que ele nao reforma o hotel seguindo a lei municipal com limite de altura dos prédios naquela área? Será que ninguém observa que ele quer erguer um (2 ou 3, nao sei) espigão tirando boa parte da bela vista que se tem da de toda orla a partir da ladeira do sol? Não, não e nao! Parabéns FJA e MP!

  8. Deixem os twitteiros de plantão ter seus 15 min de fama, mas eles mesmo deverão encampar uma bandeira para não demolirem casas espetaculares, bonitas e uma arquitetura impar, dos bairros de Petrópolis e Tirol, todo dia uma ou mais casas são demolidas para dar espaço a um prédio, triste mas nossa história local esta se acabando aos poucos e os twitteiros fecham os olhos para tal agressão. Coisas da nossa província.

  9. Parabéns BG!!! Esse nosso MP está perdido, não sabem mais onde arranjar holofotes para aparecer. Muitos empresários não querem investir no RN devido a a má fama do nosso MP que agem de maneira radical.

  10. Além de concordar com você, eu quero lembrar que quando viajamos sempre encontramos outra situação nas orlas urbanas das cidades costeiras.
    É assim em João Pessoa, em Recife, em Fortaleza, em Rio de Jeneiro, em Maceió.. ou seja, a cidade preserva e prestigia a orla litorânea da parte urbana.
    Logicamente não é o caso da cidade de Natal.
    São raros os pontos que possa estimular a ida dos moradores na orla leste da cidade.
    Do meu circulo de convivio, não conheço ninguém que ande, vá se divertir, comprar, passear, fazer qualquer atividade na orla leste da cidade.
    Ou seja, a cidade não investe em espaços que atraia a população naquela região.
    A venda do predio do Hotel Reis Magos é uma tentativa de revitalizar a area.
    Porem, pelo que os fatos mostram, existe um interesse em manter a população fora da área.
    A quem interessa mesmo isso?
    Será que permaneceremos a nos maravilhar com a urbanidade das outras cidades e nos sentirmos incapazes de fazer algo semelhante na nossa própria cidade?
    E olha que nem usei exemplos de fora da região e do país .. Senão a disparidade seria mais gritante… é isso …
    Quando estudamos sobre o patrimonio cultural de uma região, os espaços de convivencia tem um papel fundamental na organização da sociedade, na preservação da cultura imaterial, nos costumes, na sociabilidade…
    Pelo que percebo, continuaremos mais desorganizados por um bom tempo a frente ainda …
    Lamentável,

  11. Realmente um absurdo! Tem mais é que vir abaixo para dar lugar a algo que embeleze nossa cidade e traga bons fluxos de gente e capital para a praia-do-meio.

  12. Assino embaixo! A Fundação "folioduto" José Augusto deve ter atendido a uma RECOMENDAÇÃO do Ministério "holofote" Público!

  13. Concordo com vc! Texto perfeito! É de se indgnar com tanta gente q nao tem o que fazer nessa cidade! Se preocupar com um prédio abandonado que so faz servir "guarda" de marginal e droga! Mas isso é retrato de um DESgoverno que governador Carlos Augusto vem fazendo no nosso estado!!!!

  14. Confesso que achava seu blog péssimo no inicio, cheguei a fazer varias criticas a vc aqui mesmo nesse espaço e para minha surpresa vc publicava.
    Hoje em dia virei fá, vc é o único que vejo que publica tudo, não tem amarras com grupinho político nenhum, critica e principalmente tem coragem, é macho para falar as coisas.
    Essa caso do hotel reis magos é uma aberração. Vc disse tudo.

  15. Essa "fundação" não era nem para existir, afinal não passa de um cabide de emprego.
    Afinal agora devem contratar mais pelegos para tomar conta dos focos de dengue do hotel.

  16. Amigo, concordo com voce sobre todos os aspectos. Nao vejo razão para aquele esqueleto ser tombado. Como voce diz, so se for os holofotes

    1. É isso mesmo Bruno.
      Esse povo quer se meter no patrimônio alheio, evitar o progresso e tirar onda as custas do suor dos outros.
      Esse hotel passou anos em litígio e nenhum órgão fez nada, agora que se quer empreender e buscar o progresso, fica esse lenga, lenga.
      Vão procurar fazer algo que valha a pena fazer para revitalizar nossa orla e deixem de botar o bedelho no alheio.

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Política

De Brasília, Prefeita Aize Bezerra inicia articulação para garantir escrituras de milhares de imóveis em João Câmara

Foto: Divulgação

Poucos sabem, mas quase 50% da área urbana e parte da zona rural de João Câmara pertencem oficialmente à União, uma situação que se arrasta há mais de um século e impede que milhares de famílias obtenham a escritura pública de seus imóveis. Sem esse documento, muitos proprietários enfrentam dificuldades para financiar, vender, regularizar ou valorizar seus imóveis.

Para enfrentar esse problema histórico, a prefeita Aize Bezerra, acompanhada da secretária de Planejamento, Karolina Assunção, da Procuradoria do Município e do deputado federal Benes Leocádio, cumpre agenda na Superintendência do Patrimônio da União (SPU), em Brasília.

A reunião marca o início de uma articulação que poderá resultar no maior projeto de regularização fundiária da história de João Câmara.

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Judiciário

TSE bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro

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Foto: Reprodução 

A Justiça Eleitoral determinou o bloqueio de R$ 227 mil, em valores atualizados após correção monetária, de Ana Cristina Valle, segunda esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O motivo é falha na prestação de contas de campanha.

Ana Cristina foi candidata a deputada distrital pelo partido Progressistas em 2022, obteve apenas 1.485 votos na capital e não se elegeu.

Segundo o TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal), os gastos da campanha totalizaram R$ 303.488,96 e não houve comprovação referente ao montante de R$ 134,4 mil – valor antes da correção monetária. Ana Cristina falhou em apresentar documentação correspondentes a 44,31% das despesas de campanha.

O tribunal apontou diversas inconsistências em despesas custeadas com recursos do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha). Entre elas, ausência de notas fiscais, de contratos e de comprovantes de prestação de serviços. Também foi verificada a falta de documentos que demonstrassem a efetiva realização de gastos com militância, alimentação, combustível, locação de bens e impulsionamento de conteúdo na internet.

Entre as inconsistências, segundo a Justiça Eleitoral, houve um pagamento de R$ 35.150 destinado a atividades de militância sem documentação comprovando a efetiva prestação dos serviços. Ainda foram identificados R$ 3 mil em despesas com combustível sem comprovação da vinculação dos abastecimentos a veículos utilizados na campanha. Por fim, houve um gasto com aluguel de imóvel pago por período posterior ao encerramento das eleições.

Durante a tramitação do processo, a candidata foi intimada em duas oportunidades para apresentar esclarecimentos ou documentos complementares, mas não deu retorno à Justiça Eleitoral. Para o relator do caso, a ausência de manifestação reforçou a gravidade das irregularidades. A prestação de contas final da campanha também foi apresentada fora do prazo formal.

Caso o bloqueio das contas não seja suficiente, a medida do TSE pode afetar imóveis e veículos de Ana Cristina.

CNN

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Jornalismo

VÍDEO: Natalense registra encontro com Neymar em parque da Disney

Um vídeo gravado por um natalense durante visita a um dos parques da Disney mostra o momento em que Neymar passa pelo local cercado por algumas pessoas.

Enquanto registra a cena, o potiguar chama pelo jogador e repete diversas vezes: “Te amo, Neymar! Obrigado, te amo!”.

O atleta segue caminhando, acena rapidamente para o grupo e continua o trajeto, em um registro que repercutiu nas redes sociais.

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Judiciário

Defesa de Virginia diz que influencer não quis prejudicar consumidores

Foto: Reprodução 

Após o MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) ajuizar uma Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência contra a influenciadora Virginia Fonseca, a defesa da influencer afirmou que ela não teve “intenção de causar prejuízo aos consumidores”.

O MP acusa a influenciadora e a plataforma de apostas Blaze de adotarem práticas publicitárias abusivas para atrair consumidores às apostas esportivas durante a Copa do Mundo.

A ação sustenta que a empresa utilizou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (9), a defesa de Virginia Fonseca refutou a ação do Ministério Público e alegou que a responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em “presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora”.

Veja o posicionamento da defesa na íntegra

“A defesa de Virginia Fonseca tomou conhecimento, por meio da imprensa, nesta quinta-feira (9), da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). As alegações serão respondidas tecnicamente nos autos.

Contudo, cabe destacar que a própria petição inicial reconhece a existência de diligências ainda pendentes, incluindo a requisição de contratos e outras informações relevantes. Esses documentos são essenciais para o completo esclarecimento dos fatos, especialmente quanto à natureza do vínculo, à forma de remuneração e aos limites da atuação publicitária de Virginia Fonseca.

A defesa entende que o MPDFT poderia ter aguardado a conclusão das apurações instauradas pelo próprio órgão, o que certamente daria outro rumo à demanda. A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores. A responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora. A defesa reafirma sua confiança nas instituições e no Poder Judiciário e prestará todos os esclarecimentos nos autos, oportunidade em que demonstrará, de forma técnica e documentada, a improcedência dos pedidos formulados contra Virginia Fonseca.”

CNN

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Marketing

Ratts Ratis: a agência que aprova campanha por dado, não por feeling

Foto: Reprodução

Aprovar uma campanha porque “ficou bonita” é apostar dinheiro no escuro. Às vezes dá certo. Mas “às vezes” não paga boleto no fim do mês, e construir um negócio em cima de sorte é o caminho mais caro que existe. Durante anos, foi assim que o mercado funcionou: criava-se, publicava-se e torcia-se.

A Ratts Ratis trabalha de outro jeito. Antes de investir pesado, a gente usa IA para testar título, imagem, público e oferta com pouco orçamento. Descobrimos o que realmente engaja e o que faz a pessoa comprar — e só então direcionamos a verba para onde o retorno já foi comprovado. Menos achismo, mais previsibilidade.

Na prática, isso significa que você para de financiar tentativa e erro. Cada real entra numa decisão sustentada por dado, não por opinião. E quando a campanha sobe, ela já passou por um filtro que a maioria das agências sequer aplica.

→ Se você cansou de torcer para a campanha dar certo, a Ratts Ratis te mostra como ter mais controle sobre o resultado. Chama no @rattscom ou no 99215-9781.

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Geral

Vorcaro pagou até R$ 2 milhões para influenciadores atacarem Banco Central

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Foto: Reprodução 

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, enviou pagamentos de até R$ 2 milhões para influenciadores digitais atacarem o BC (Banco Central) nas redes sociais, segundo investigação da PF (Polícia Federal).

A 10ª fase da Operação Compliance Zero, realizada na última quinta-feira (9) e autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), investigou indícios de atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade da atuação do BC, instituição que determinou a liquidação do Master em novembro do ano passado.

O magistrado emitiu dois mandados de busca e apreensão em Brasília. Na determinação, Mendonça destaca que os investigadores apontaram que Vorcaro utilizou fundos das fraudes do banco liquidado para realizar uma campanha de desinformação na mídia, chamada de “Projeto DV”.

De acordo com as investigações da PF, Vorcaro haveria intimidado e coagido influenciadores que recusaram as ofertas. Além disso, jornalistas e pessoas ligadas a autoridades públicas também foram ilicitamente monitoradas

A operação ainda analisou a atuação da possível organização criminosa para a obtenção indevida de informações sigilosas e a adoção de medidas destinadas a interferir em investigações criminais.

Alvos da operação

Segundo apuração da CNN Brasil, um dos alvos da operação da PF foi Thiago Miranda, dono da Miranda Comunicação, também conhecida como Agência MiThi. Na decisão, foi autorizada a busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito.

Na decisão, Mendonça destacou o caráter urgente da medida no intuito de evitar a perda de provas digitais e a gravidade de condutas que poderiam interferir nas investigações do caso.

Mensagens trocadas entre Miranda e Vorcaro mencionam formas de buscar informações privadas sobre a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, na tentativa de impedir a produção de novas reportagens sobre o Banco Master.

CNN

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Judiciário

Virginia: servidores do MP se infiltraram entre clientes para investigação

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Foto: Reprodução

Servidores do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) se “infiltraram” entre clientes da Blaze para levantar provas para compor a ação civil pública apresentada pelo órgão contra a casa de apostas e a influenciadora e empresária Virginia Fonseca.

O processo de 855 páginas obtido pela CNN Brasil detalha como foi a ação da Promotoria do Consumidor.

“O objetivo foi monitorar as comunicações promocionais e de marketing da operadora, garantindo a preservação da cadeia de custódia digital dos documentos obtidos. Foram incorporados aos autos e-mails publicitários enviados pela Blaze, capturados em formato PDF a partir da interface web do serviço Gmail. A extração preservou os metadados verificáveis, incluindo endereços de remetente e destinatário, data, hora, conteúdo integral e a identificação da operadora no rodapé”, aponta o promotor Paulo Binicheski, responsável pela peça.

Cadeia de custódia é o caminho documentado de uma prova. Ela registra o histórico de uma evidência desde o momento em que é encontrada no local de um crime até o seu descarte final. Isso garante que a prova não foi trocada ou alterada.

O MP diz que os documentos evidenciam que a Blaze adota uma estratégia sistemática de envio ostensivo e direcionado de e-mails aos consumidores cadastrados. “A prática incentiva ativamente a realização de apostas por meio de ofertas com linguagem persuasiva, senso de urgência artificial e promessas de benefícios com elevado apelo comercial”, explica.

A Promotoria também aponta que em todos os casos analisados as condições essenciais de elegibilidade e ativação das ofertas foram relegadas ao rodapé das mensagens, em tipografia “visivelmente inferior”. Para o MP, essa prática configura, em tese, publicidade enganosa por omissão, nos termos do art. 37, § 3º, do Código de Defesa do Consumidor.

A ação do MP

O MPDFT ajuizou nesta quinta-feira (9) uma Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência contra a plataforma de apostas Blaze e a influenciadora Virginia Fonseca e pede uma indenização de R$ 120 milhões.

O MP acusa ambos de adotar práticas publicitárias abusivas para atrair consumidores às apostas esportivas durante a Copa do Mundo. A ação sustenta que a empresa utilizou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

CNN

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Polícia

Funcionário com salário de R$ 1,9 mil tinha imóvel de R$ 2,5 milhões, diz MPRN em denúncia por lavagem de dinheiro e sonegação

Foto: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do RN denunciou dois investigados na Operação Emirados, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado a empresas distribuidoras de alimentos e bebidas.

A Justiça potiguar aceitou a denúncia, e Marcello Brunno Moreno Moreira e Abraão Lourenço de Queiroz passaram a responder como réus por lavagem de dinheiro.

Segundo o MPRN, a investigação identificou um patrimônio de cerca de R$ 3,5 milhões em nome de Abraão, que atuava como auxiliar de contabilidade e contador.

Ainda conforme o Ministério Público, o funcionário tinha salário declarado de R$ 1.954 e teria registrado bens em seu nome para ocultar patrimônio que, segundo a apuração, pertenceria ao empresário investigado.

Entre os bens apontados está um imóvel em um condomínio de luxo em Parnamirim, avaliado em R$ 2,5 milhões, além de um veículo estimado em aproximadamente R$ 800 mil.

O MPRN afirma que o grupo investigado teria causado prejuízo superior a R$ 15 milhões ao Estado em tributos inscritos em dívida ativa. A denúncia pede a condenação dos réus e a perda dos bens apontados na investigação.

Patrimônio milionário

A Operação Emirados, deflagrada pelo MPRN e pela Polícia Civil no dia 23 de junho passado, investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, associação criminosa e falsidade ideológica que teria causado prejuízos superiores a R$ 72 milhões aos cofres públicos.

Segundo o MPRN, o grupo investigado teria usado empresas de fachada e bens registrados em nome de terceiros para ocultar patrimônio. A Justiça determinou o bloqueio de quase R$ 73 milhões em bens, incluindo 18 imóveis e uma lancha.

Durante a operação, foram apreendidos mais de R$ 90 mil em espécie, além de moedas estrangeiras, joias e equipamentos eletrônicos. A investigação também aponta veículos e imóveis de luxo, como um carro de cerca de R$ 800 mil e um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões, registrados em nome de terceiros.

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Política

R$ 409 MIL: Deputado do PT usa verba do gabinete para pagar aluguel de imóvel de assessora

Foto: Larissa Navarro/Alesp

O deputado estadual de São Paulo Luiz Fernando Teixeira (PT) já destinou R$ 409,5 mil da verba da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para pagar o aluguel de um imóvel pertencente a uma assessora do próprio gabinete.

Segundo levantamento divulgado pelo Metrópoles, o gabinete do parlamentar aluga o imóvel de Ana Paula Rossetto desde março de 2019. Em janeiro de 2025, Ana Paula passou a integrar a equipe do deputado em um cargo comissionado, com salário mensal de R$ 8,3 mil.

Somando os valores de aluguel e remuneração até maio de 2026, último registro disponível no Portal da Transparência, os pagamentos chegam a R$ 550,8 mil destinados à assessora.

Ana Paula é filha da vereadora de São Bernardo do Campo Ana do Carmo (PT), ex-deputada estadual por quatro mandatos. Em 2025, ela foi homenageada na Alesp em uma sessão presidida pelo próprio Luiz Fernando Teixeira.

Ao Metrópoles, o gabinete do deputado afirmou que a contratação da assessora ocorreu mais de cinco anos após o início do aluguel e declarou que “não há nenhuma relação entre os dois casos”.

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Geral

[VÍDEO] Carne a R$ 70 revolta consumidora em mercado: “no tempo do Bolsonaro era R$ 30”

Imagens: Reprodução/Luiz Bacci

Um vídeo publicado nas redes sociais mostrando uma consumidora reclamando dos preços encontrados durante uma compra em um supermercado viralizou na internet.

Na gravação, a mulher mostra uma porção de carne avaliada em R$ 70 e compara o valor com preços que afirma ter encontrado em outros períodos. Segundo ela, “no tempo do Bolsonaro era R$ 30”.

Além da carne, a consumidora também exibe tomates e outros produtos, enquanto questiona o aumento dos gastos no supermercado.

Durante o vídeo, ela faz críticas ao presidente Lula (PT) e afirma que os preços dos alimentos são motivo de insatisfação para os consumidores.

Opinião dos leitores

  1. Parece que quem fez o L levou foi um L… Kkkkkkk faz o L denovo pra ver no que dá 😂🤡

  2. Só se fosse 30 mil no tempo do sujo e mal lavado. Essa aí tava hibernando ou vivendo em Nárnia?

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