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Impeachment e mais 3 “bombas” na mira do Congresso em 2016

Depois de um fim de ano tenso e de um mês de calmaria forçada pelo recesso parlamentar, o Congresso Nacional inicia nesta terça-feira os trabalhos de 2016, ano que tem tudo para ser explosivo em Brasília.

Na pauta, estão vários temas polêmicos que, por estarem diretamente ligados à atual crise política e econômica enfrentada pelo Brasil, devem dominar a discussão política e mobilizar a opinião pública nos próximos 11 meses.

Confira, a seguir, alguns dos assuntos que motivarão as principais e mais barulhentas disputas na Câmara dos Deputados e no Senado daqui para a frente.

1) Impeachment

Ameaça constante para a presidente Dilma Rousseff durante todo o ano passado, a análise de um pedido de impeachment pelos parlamentares se transformou em uma imprevisível realidade que se desenrolará a partir de agora.

Primeiro, o Supremo Tribunal Federal deverá se pronunciar à respeito de questionamentos do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a uma decisão da Corte.

Essa decisão invalidou a eleição secreta de uma chapa avulsa para ocupar boa parte das cadeiras da Comissão Especial que avaliará o pedido de afastamento da presidente. O STF também deu ao Senado o poder de rejeitar ou aceitar uma eventual decisão dos deputados pela abertura do processo.

O Senado é visto hoje como uma Casa mais simpática à petista.

Nesse xadrez, a força de vários personagens será colocada em xeque: a da própria Dilma, em manter base parlamentar suficiente para continuar no cargo, a do vice-presidente Michel Temer (PMDB), que assumiria a cadeira presidencial no lugar dela e tem adotado postura ambígua desde que o impeachment foi deflagrado, e o de Cunha, principal inimigo do governo e que também está com seu mandato ameaçado.

No pedido para tirar a presidente do cargo, os advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal a acusam de crimes de responsabilidade fiscal no mandato passado, com as chamadas “pedaladas fiscais”, e no atual, com o prosseguimento das manobras e a assinatura de decretos de abertura de crédito sem autorização do Congresso, além de ato contra a probidade na administração por omissão no caso de corrupção na Petrobras.

Em sua defesa ao Tribunal de Contas da União, em setembro passado, o Executivo negou irregularidades no atraso de repasses a bancos públicos e alegou que a manobra das pedaladas já fora realizada por governos prévios.

Em atos recentes, Dilma afirmo que “não há justificativa (para o impeachment) exceto para aqueles que acham que têm um atalho para chegar à Presidência”.

2) Eduardo Cunha

Ao mesmo tempo em que comanda a Câmara e deverá usar todo o seu poder para dificultar a vida do governo petista, a quem culpa publicamente pela escalada de denúncias que o atingiram no ano passado, o presidente da Casa enfrentará um processo que pode levar à cassação de seu mandato.

Trata-se de algo, no entanto, que pode voltar à estaca zero. Cunha tem vários parlamentares de sua “tropa de choque” na Conselho de Ética da Casa, que, com uma série de manobras regimentais, adiaram sucessivas vezes a votação que aceitou o processo contra a ele e agora esperam invalidá-la por meio de recurso à impetrado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), comandada por aliados do peemedebista.

Voltando ou não ao início, a análise deve consumir inúmeras sessões do Conselho de Ética. Caso, por fim, o grupo aprove um parecer pela cassação de Cunha, a decisão será levada ao plenário – onde a perda do mandato é declarada caso a maioria simples, ou seja, 257 votos entre os 513 deputados, assim decida.

O STF ainda se manifestará sobre pedido da Procuradoria-Geral da República para que Cunha seja afastado do comando da Casa sob a acusação de usar o cargo para atrapalhar investigações contra si.

Ele é acusado de quebra de decoro parlamentar por ter mentido à CPI da Petrobras sobre ter contas na Suíça. Meses depois da sua fala na comissão, o Ministério Público revelou que ele têm recursos em contas no país europeu que, para a instituição, são fruto de propina.

O presidente da Câmara nega: alega que é beneficiário de um trust (entidade criada para administrar bens), e não titular de contas, afirma que os valores são legais e refuta acusações feitas por delatores do caso de que ele recebeu dinheiro desviado no escândalo de corrupção na Petrobras.

Além do destino do mandato de Cunha, o ano será decisivo para entender a dimensão do poder do deputado sobre parte de seus colegas e se ele continuará ditando o ritmo dos trabalhos da Câmara.

3) Operação Lava Jato

Não são só o governo Dilma Rousseff e o deputado Eduardo Cunha que estão ameaçados pelo avanço das investigações sobre o escândalo de corrupção na Petrobras.

Vários outros congressistas são alvo das apurações autorizadas pelo STF – incluindo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e senadores como Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Fernando Collor (PTB-AL). Todos negam envolvimento.

Se os resultados das descobertas da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República implicarem parlamentares de forma mais contundente, novos pedidos de cassação podem ser apresentados e começar a tramitar nas duas Casas do Congresso.

Além de Cunha, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) também está ameaçado de perder o mandato. Ele está preso desde novembro, acusado de tentar interferir nas investigações ao estimular Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras e delator da Lava Jato, a fugir do país.

As conclusões da operação podem levar ainda a uma pressão popular por mudanças nas leis e endurecimento das penas para corruptos – na esteira dos trabalhos, o Ministério Público Federal promete entregar aos parlamentares uma lista com dez medidas anticorrupção apoiadas por entidades da sociedade civil e com assinaturas de mais de 1 milhão de pessoas.

4) Rumos da economia

Desde o ano passado, o governo adotou políticas de austeridade para tentar pôr ordem nas contas federais, cumprir as metas fiscais, baixar a inflação e recuperar a credibilidade do mercado quanto aos rumos da economia brasileira, hoje em recessão.

Mesmo com a saída de Joaquim Levy, então porta-voz dessas medidas no Ministério da Fazenda, o governo tem sinalizado que deverá dar sequência à linha de ação adotada em 2015, acusada por críticos de aprofundar o mau momento do país.

Entre as medidas que a equipe econômica do governo, agora comandada pelo ministro Nelson Barbosa, pretende aprovar neste ano no Congresso está a volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), conhecida como imposto do cheque, com uma alíquota de 0,38% sobre transações bancárias e arrecadação dividida entre os governos federal, estaduais e municipais.

Segundo estimativas, a volta do imposto traria aos cofres públicos cerca de R$ 70 bilhões em um ano.

Outra pretensão da gestão Dilma é colocar em discussão a Reforma da Previdência. Um dos objetivos é instituir uma idade mínima para a aposentadoria – entre as ideias discutidas estão a aposentadoria de 60 anos para mulheres e 65 para homens ou a igualdade nas idades dos dois gêneros – e, desta forma, reduzir a escalada dos valores destinados anualmente aos benefícios.

No ano passado, a estimativa era de que aposentadorias e afins consumissem R$ 438,9 bilhões, maior fatia de um pacote de despesas que somava cerca de R$ 1,1 trilhão.

O problema é que medidas como instituir impostos e mudanças na Previdência não encontram resistência apenas na oposição, mas também em partidos da base aliada, incluindo o PT.

Essas medidas são consideradas impopulares e desagradariam centrais sindicais e eleitores da legenda da presidente em pleno ano de eleições municipais – que, dizem políticos e analistas, já será de qualquer forma muito difícil para os petistas.

Terra, com BBC Brasil

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Senadores reclamam de ‘silêncio’ de Alcolumbre e querem convocar ministro da Justiça e chefe da PF para prestar esclarecimentos sobre relatórios usados contra Mendonça

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Senadores criticam o que consideram um “silêncio” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), diante da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal e o caso Banco Master. Enquanto Alcolumbre evita levar o tema ao plenário, parlamentares da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) preparam requerimentos para ouvir autoridades.

“Há um silêncio do Alcolumbre e o Senado está fechado até para discursos”, afirmou o senador Eduardo Girão (Novo-CE). “A quem interessa o Senado calado nesse momento? Só ao Alcolumbre”, acrescentou.

A CCAI deve analisar no início da semana a convocação do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o convite ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Os requerimentos foram preparados pelo senador Esperidião Amin (PP).

A ideia dos senadores é pedir que o ministro da Justiça preste esclarecimentos sobre o afastamento e a posterior recondução de Andrei ao comando da PF. Já o diretor-geral deverá ser ouvido sobre a produção de relatórios de inteligência usados pelo ministro Alexandre de Moraes para pedir uma investigação contra André Mendonça.

A movimentação ocorre em um contexto de pressão feita por congressistas para a abertura de um processo de impeachment contra Moraes após a divulgação de mensagens trocadas entre o ministro e Daniel Vorcaro. Alcolumbre já declarou ser contrário à iniciativa neste momento.

Com informações de Veja

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Fachin marca julgamento de relatório da PF sobre Mendonça para 23 de setembro

Foto: Alejandro Zambrana/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin marcou para 23 de setembro a sessão que vai analisar os relatórios da Polícia Federal envolvendo o ministro André Mendonça. Alexandre de Moraes havia solicitado que seu caso e o de Mendonça fossem analisados conjuntamente na próxima terça-feira (15), mas Fachin rejeitou o pedido.

A investigação envolvendo Mendonça ainda não teve a fase instrução concluída, alegou Fachin ao não marcar a sessão conjunta. O ministro destacou que foram solicitadas manifestações do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do próprio Mendonça antes da análise do caso. Fachin afirmou ainda que os dois procedimentos têm objetos distintos e, por isso, podem ser julgados em momentos diferentes.

A disputa entre Moraes e Mendonça começou após Mendonça determinar que a PF identificasse o interlocutor de Daniel Vorcaro em mensagens trocadas antes da prisão do banqueiro. Os investigadores apontaram Moraes como o interlocutor. O documento foi posteriormente tornado público por Mendonça e encaminhado a Fachin.

Após a divulgação, Moraes solicitou documentos da PF que mencionassem ministros do STF. Em resposta, a corporação encaminhou relatórios que questionam a atuação de Mendonça nos casos Banco Master e INSS.

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CASO DARK HORSE: Defesa de Flávio Bolsonaro pediu ao STF que investigação fosse transferida de Dino para Mendonça

Foto: Fabiano Rocha

A defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fez pedidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a investigação sobre o financiamento do filme “Dark Horse” fosse transferida do ministro Flávio Dino para André Mendonça.

A defesa diz que houve erro na distribuição do caso para Flávio Dino, que ficou com a investigação por sua relação com emendas parlamentares, suspeita também levantada no financiamento do filme.

A defesa afirma também que a distribuição para Dino criou uma espécie “prevenção artificial”, já que a relação entre os processos seria apenas indireta, não havendo conexões suficientes para justificar que Dino seja o relator da investigação.

Vale lembrar que Flávio Dino foi indicado ao cargo de ministro do STF pelo presidente Lula, enquanto Mendonça foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos trabalharam como ministros dos respectivos governos antes de chegar aos cargos de ministros da Suprema Corte.

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[VÍDEO] Prefeita de Pau dos Ferros pede namorada em casamento durante show de José Augusto na Finecap

Um pedido de casamento marcou a noite da Finecap (Feira Intermunicipal de Educação, Cultura, Turismo e Negócios do Alto Oeste Potiguar), em Pau dos Ferros. A prefeita da cidade Marianna Almeida surpreendeu a namorada Lunaria Cavalcante durante o show do cantor José Augusto e fez o pedido diante do público na noite de sexta-feira (11), em um ato que representou o enfrentamento ao preconceito e o respeito à diversidade. O momento foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais. Um bilhete escrito por Marianna com o pedido de casamento foi entregue por um drone a Lunaria que disse o “sim”.

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CRISE NO STF: Fachin nega pedido de Moraes para julgamento conjunto com Mendonça na próxima terça-feira (15)

Fotos: Gustavo Moreno/STF/; Cristiano Mariz/Agência O Globo; Antonio Augusto/STF

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que o pedido de investigação contra André Mendonça será julgado em 23 de setembro. A decisão foi comunicada neste sábado (12), em resposta a uma solicitação de Alexandre de Moraes.

Segundo Fachin, manter os julgamentos em sessões separadas permite o adequado andamento dos trabalhos do STF.

O pedido contra Moraes envolve sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Já Mendonça é acusado de usurpação da direção das investigações, condução irregular de tratativas de delação premiada e direcionamento de apuração contra Moraes.

Moraes havia pedido que o caso contra Mendonça fosse analisado na próxima terça-feira (15), junto com o processo que envolve sua própria atuação. Fachin, porém, afirmou que o pedido contra Mendonça ainda está em fase de instrução e que o prazo para o ministro apresentar informações termina apenas na segunda-feira (14).

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Em mensagens, Vorcaro se gabou de proximidade com governo Lula: ‘Igual irmãos Batista’

Imagem: Reprodução

O banqueiro Daniel Vorcaro se gabou, em julho de 2024, de sua proximidade com o governo Lula e se comparou aos irmãos Joesley e Wesley Batista, da J&F.

A declaração ocorreu após um diretor do Banco Master enviar um vídeo com críticas à instituição, feito pelo apresentador de televisão Tiago Pavinatto.

“Temos que notificar”, defendeu Fernando de Goes Mascarenhas Filho, que era o diretor comercial do Master.

Vorcaro, contudo, minimizou o conteúdo e afirmou que o trecho sobre a proximidade com o Executivo era real.

“Cara. Nao sei nao. Falaram nada demais. Mais do mesmo. Nao pode dar palco pra esse tipo de blog sem expeessao nenhuma. Unica coisa que falaram que somos proximos do governo, igual irmaos batista sao. O que é verdade rsrd”, ironizou.

Em seguida, o banqueiro afirmou que a fala servia de “marketing” para eles e sugeriu apresentar a Lula e a aliados do preside: “Isso ai é mkt pra nos. Manda pro lula e pra base aliada.”

Fernando, disse que iria “mandar então pra tio guiga e Jaques”, em referência ao senador Jaques Wagner (PT-BA), na época líder do governo Lula no Senado, e a Guilherme Sodré, pai do enteado do parlamentar e pessoa de sua confiança.

O diálogo foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo e está em um dos documentos da investigação sobre o Master que perdeu o sigilo na sexta-feira, por decisão do relator, André Mendonça.

Radar – Veja

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  1. FLÁVIO BOLSONARO não cometeu CORRUPÇÃO.
    FLÁVIO BOLSONARO não cometeu LAVAGEM DE DINHEIRO.
    FLÁVIO BOLSONARO não cometeu EVASÃO DE DIVISAS.
    É tudo MENTIRA!

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Detento que fugiu de penitenciária estadual em Mossoró é recapturado pela PM

Foto: PMRN/Divulgação

O detento Bartogaleno Alves Saldanha foi recapturado na manhã deste sábado (12), um dia após fugir do Complexo Penal Estadual Agrícola Mário Negócio (CPEAMN), em Mossoró.

A prisão foi realizada por equipes da Força Tática do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), no bairro Bom Pastor, também em Mossoró.

Ele havia escapado na sexta-feira (11) enquanto realizava um trabalho dentro da unidade. Mesmo sob escolta, ele pediu para ir ao banheiro e aproveitou o momento para fugir.

O detento já havia rompido uma tornozeleira eletrônica em 2025, um dia após ser condenado a 18 anos de prisão por um homicídio em Campo Grande.

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Lula perde 10,8 pontos no Nordeste, enquanto Flávio supera desempenho de Jair Bolsonaro em comparação com resultado de 2022, mostra pesquisa PoderData/Aya

Fotos: Maria Isabel Oliveira e Brenno Carvalho / Agência O Globo

O desempenho de Lula (PT) no Nordeste caiu em 2026 na comparação com o resultado obtido por ele no segundo turno de 2022, aponta pesquisa PoderData/Aya realizada entre 6 e 9 de setembro.

Em 2022, Lula conquistou 69,3% dos votos válidos na região contra Jair Bolsonaro (PL) (30,7%). Agora, no cenário de disputa direta com Flávio Bolsonaro (PL), de acordo com o levantamento mais recente do PoderData/Aya, o petista aparece com 58,5% dos votos válidos, uma queda de 10,8 pontos percentuais.

Enquanto isso, Flávio apresenta desempenho superior ao obtido pelo pai na região Nordeste nas eleições de 2022, reduzindo a vantagem de Lula. Em 2022, Jair Bolsonaro totalizou 30,7% dos votos válidos. Agora, Flávio marca 41,5% na pesquisa PoderData/Aya, o equivalente a 39% dos votos válidos.

A margem de erro da pesquisa PoderData/Aya (BR-04914/2026) para o Nordeste é de 3,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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RN registra três tremores de terra em um único dia; eventos sísmicos ocorreram em Bento Fernandes e Poço Branco

Imagem: LabSis/UFRN

Três tremores de terra foram registrados no Rio Grande do Norte, segundo o Laboratório Sismológico da UFRN (LabSis/UFRN). Os eventos ocorreram nas cidades de cidades de Bento Fernandes e Poço Branco.

O primeiro tremor foi registrado às 2h03 da sexta-feira (11), em Bento Fernandes, com magnitude preliminar de 1,6 mR. Às 4h55, houve outro, em Poço Branco, de 1,8 mR. Já às 11h08, Bento Fernandes voltou a registrar um tremor, também de 1,8 mR. Até o momento, não há relatos de que os tremores tenham sido sentidos pela população.

Bento Fernandes e Poço Branco são vizinhos à cidade de João Câmara, conhecida como ‘Terra dos Abalos’. Os três municípios estão situados sobre a ‘Falha de Samambaia’, uma grande fratura nas rochas abaixo do solo e considerada a maior estrutura geológica ativa conhecida no Brasil.

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CORTE NA EDUCAÇÃO: Governo Lula prevê redução de R$ 424 milhões no Orçamento e diminuição de 182 mil vagas para bolsas de estudo e pesquisa em 2027

Foto: Angelo Miguel/MEC

A proposta do Orçamento do governo Lula para 2027 prevê uma redução de R$ 424,6 milhões nos recursos destinados aos programas da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e um corte de 181.958 bolsas para professores e pesquisadores. Os números ainda podem ser alterados pelo Congresso durante a tramitação do projeto.

O PLOA 2027 (Projeto de Lei Orçamentária Anual) prevê R$ 3,7 bilhões para ações de formação e pesquisa da Capes, contra quase R$ 4,2 bilhões previstos no orçamento de 2026, uma queda de 10,2%. O número de bolsas projetado também cai de 357.583 para 175.625.

A maior redução está nas bolsas para o ensino superior, que passam de R$ 3,15 bilhões para R$ 2,88 bilhões. Na educação básica, os recursos caem de R$ 1,02 bilhão para R$ 862,4 milhões. Enquanto isso, as despesas administrativas da Capes devem subir de R$ 287,9 milhões para R$ 322 milhões, alta de 11,85%.

O Ministério da Educação afirmou que trabalha para evitar uma redução efetiva dos recursos destinados à Capes e destacou que o orçamento do órgão passou de R$ 3,5 bilhões em 2022 para R$ 5,58 bilhões em 2025.

Com informações de R7

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