Saúde

Implante no braço tem potencial para prevenir infecção por HIV por um ano

Testes preliminares de um implante contendo um novo medicamento indicam que ele pode prevenir infecção por HIV durante um ano, no que pode vir a se tornar um novo marco na prevenção de infecções.

O novo implante, desenvolvido pela companhia farmacêutica Merck (no Brasil, MSD), foi testado em apenas uma dúzia de pacientes, por 12 semanas. Mas os especialistas estavam bastante empolgados com seu potencial para revolucionar a longa batalha contra o HIV.

A pesquisa foi descrita na terça-feira (23) em uma conferência internacional sobre a Aids realizada na Cidade do México.

Novos métodos de prevenção do HIV são desesperadamente necessários. Cerca de 75 milhões de pessoas contraíram o vírus letal desde que a epidemia da Aids começou. Hoje, 1,7 milhão de pessoas continuam a ser infectadas a cada ano —a despeito de décadas de promoção do uso de camisinhas e da abstinência, e de anos de esforços para convencer as pessoas a usarem uma pílula todos os dias para prevenir infecção.

“Se —e enfatizo o se— um teste mais amplo comprovar que o método ministra um nível de medicação que ofereça proteção por um ano, isso mudaria o jogo”, disse o médico Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos e um dos mais respeitados especialistas em Aids.

O médico Robert Grant, pesquisador da Universidade da Califórnia em San Francisco que comandou o teste histórico realizado em 2010 que comprovou que uma pílula de uso diário era capaz de bloquear a infecção por HIV, disse que previa que o novo e poderoso remédio usado no implante revolucionaria a prevenção.

O aparelho “parece ideal de muitas maneiras”, ele acrescentou. “Pode ser removido se houver efeitos colaterais ou infecção por HIV”.

A inovação da MSD é ministrar o novo medicamento de combate ao retrovírus, islatravir, por meio de uma tecnologia comprovada, usada há muito para o controle de natalidade: um bastão plástico do tamanho de um fósforo inserido logo abaixo da pele do antebraço, que lentamente libera doses minúsculas da medicação.

Muitas pessoas em risco de infecção por HIV, especialmente mulheres na África, estão desesperadas por métodos de prevenção mais fáceis de usar e de ocultar que um vidro de pílulas.

De acordo com a Unaids, mais de seis mil mulheres com idade inferior a 24 anos são infectadas a cada semana, e 80% dos adolescentes infectados na África são meninas.

Adolescentes africanas são muitas vezes vítimas de estupro ou sofrem pressão para fazer sexo com homens mais velhos em troca de comida, roupas ou dinheiro.

Outro estudo divulgado na terça na mesma conferência reforça a descrição da vulnerabilidade extrema das jovens africanas.

Nele, 427 mulheres e adolescentes da África do Sul e Zimbábue receberam pílulas de Truvada, uma forma de profilaxia pré-exposição (PrEP, na sigla em inglês) para prevenção da infecção por HIV, usada nos Estados Unidos.

Elas receberam lembretes regulares de que deveriam tomar as pílulas todos os dias, mas depois de um ano exames de sangue demonstraram que apenas um terço delas continuavam a usar o medicamento. Apenas 9% das mulheres e meninas participantes usaram o remédio com regularidade suficiente para manter níveis protetores do composto em sua corrente sanguínea.

Os autores do estudo continuam a entrevistar participantes sobre os motivos para que elas tenham abandonado o uso do remédio. Mas as mulheres africanas dizem que em muitos casos não podem manter remédios para HIV em casa por medo de que parentes, amigos e amantes as acusem de imoralidade ou de serem portadoras de HIV. Algumas temem ser ameaçadas ou espancadas.

(Testes clínicos entre mulheres africanas muitas vezes deixam de produzir resultados, ou produzem resultado de difícil interpretação, porque há participantes que se inscrevem para os testes mas raramente usam as intervenções em teste. Em entrevistas posteriores, algumas delas admitem que só aderiram porque os testes oferecem assistência médica gratuita e modestos pagamentos por participação.)

O remédio usado nos novos implantes é o islatravir, que até a semana passada era conhecido como EFdA ou MK-8591. É o primeiro de uma nova classe de medicamentos conhecidos como “nucleoside reverse transcriptase translocation inhibitors”, que bloqueiam os movimentos da enzima responsável por clonar o DNA do vírus para que este possa infectar novas células.

“O islatravir tem alguns atributos notáveis”, disse o médico Roy Baynes, diretor de medicina da MSD.

Ele é dez vezes mais potente que qualquer remédio anterior contra o HIV, e por isso quantidades minúsculas são efetivas, o que reduz o risco de efeitos colaterais. O medicamento persiste no corpo por tempo relativamente longo —depois de cinco dias, metade da dose permanece— e por isso pode ser ministrado com menos frequência do que outros remédios contra o HIV.

Ao contrário de alguns medicamentos para o HIV, o islatravir é absorvido pelos tecidos anais e genitais, onde a maioria das infecções começam. E porque ataca um passo diferente do processo infeccioso, o medicamento parece não dar origem a variantes virais com resistência cruzada a outros remédios contra o HIV.

Outras companhias farmacêuticas reportaram sucessos recentes com formas mais duradouras de prevenção do HIV. Por exemplo, injeções de cabotegravir ou rilpivirine nos tecidos glúteos profundos protegeram participantes de estudos por um mês.

Mas injeções intramusculares mensais são inconvenientes e ocasionalmente dolorosas. E implantes podem ser removidos. A meia-vida do cabotegravir injetável, por exemplo, é de cerca de 40 dias. Se o usuário desenvolver uma infecção por HIV apesar da injeção, a droga persistente pode levar o vírus a mudar para uma forma resistente.

Ainda que os cientistas estejam empolgados com as possibilidades do implante da MSD, alertam que o método continua a precisar de comprovação.

O medicamento protegeu ratos e macacos contra tentativas múltiplas e deliberadas de infectá-los, mas testes humanos até agora só levaram em conta a segurança: determinar se algumas pessoas eram capazes de tolerar o implante por três meses sem efeitos colaterais perigosos.

A suposição de que o implante poderia proteger contra o HIV por um ano foi desenvolvida quando pesquisadores estimaram o grau de proteção da droga e a capacidade de carga do implante. Um teste em condições reais envolveria usar o implante em milhares de pessoas sexualmente ativas ou usuárias de drogas, e rastrear quantas delas terminam infectadas.

Um teste como esse seria longo e dispendioso, disse Mitchell Warren, diretor executivo da AVAC, uma organização de prevenção da Aids.

Os participantes não podem receber o implante e ser instruídos a fazer sexo ou usar drogas. A ética requer que lhes sejam oferecidos os melhores métodos possíveis de prevenção, entre os quais PrEP oral, camisinhas, seringas limpas e aconselhamento intensivo sobre sexo seguro e uso seguro de drogas.

Isso significa que muitos participantes teriam de ser acompanhados por anos, para ver se os implantes funcionam melhor que outros métodos.

Baynes, da MSD, se recusou a discutir como o próximo teste seria desenvolvido ou quanto duraria. Ele disse que a empresa estava estudando realizá-lo tanto nos Estados Unidos, onde a maior parte das transmissões de HIV acontecem entre homens gays, e na África, onde o vírus costuma ser transmitido entre homens e mulheres.

Ele tampouco quis discutir o custo, limitando-se a dizer que “temos o compromisso de oferecer um preço responsável”.

O preço é uma questão altamente contenciosa quanto à PrEP. As grandes esperanças quanto a um fim rápido da epidemia de Aids despertadas pelo estudo de Grant em 2010 desapareceram depois que número relativamente baixo de americanos começou a usar o Truvada —em parte porque a Gilead, detentora da patente sobre o remédio, elevou o preço do tratamento a US$ 20 mil por ano e processou todos os concorrentes que tentaram colocar versões genéricas no mercado.

Outras organizações de pesquisa começaram a testar implantes subdérmicos semelhantes para prevenção de HIV, por exemplo um que contém uma nova forma de tenofovir, o principal princípio ativo do Truvada.

Os preços altos dos métodos de prevenção vem sendo uma decepção constante, disse Grant. “Sempre surge um novo objeto reluzente, e as pessoas comentam que o custo não importa”.

The New York Times/Folhapress

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Mais um restaurante anuncia encerramento das atividades na Grande Natal em 2026: o Mirante do Mar, em Tabatinga

Imagem: reprodução

O Mirante do Mar, um dos mais tradicionais bares e restaurantes de Tabatinga, em Nísia Floresta, anunciou neste domingo (12) o encerramento das atividades em publicação nas redes sociais. O estabelecimento funcionará até 26 de julho.

“Agradecemos de coração a todos os clientes e amigos que fizeram parte da nossa história”, diz a publicação que também comunicou que o Point Arituba, que funciona na Lagoa de Arituba seguirá funcionando.

O Mirante do Mar é mais um restaurante na Grande Natal que encerra as atividades em 2026. Desde o início do ano, tradicionais estabelecimentos também fecharam suas portas. Entre os casos mais emblemáticos estão o Santa Maria, um ícone da gastronomia portuguesa em Natal, que em fevereiro anunciou o fechamento após mais de 20 anos de funcionamento; O Duma Cozinha, que encerrou as atividades em abril; E ainda o Restaurante Caicoense, que funcionava na praça de alimentação do Natal Shopping desde 2012 e fechou em junho deste ano.

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COLUNA DO ESTADÃO: Temer revela que Trump perguntou a ele: ‘Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?’

Foto: Felipe Rau/Estadão

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

Se pudesse dar um conselho ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a relação com Donald Trump, Michel Temer recomendaria ao petista “amenizar as palavras”. Mas, desde o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, Temer e Lula não conversaram mais.

Em entrevista ao Estadão, o ex-presidente lembrou uma passagem que teve com Trump, pouco mais de um ano após a deposição de Dilma, para descrever as idas e vindas do americano.

A sopa de cenoura com gengibre e carneiro ainda estava fumegando naquele jantar de gala, em Nova York, quando o presidente dos Estados Unidos, à época em seu primeiro mandato, fez uma pergunta que deixou os interlocutores desconcertados. “Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?”, disparou Trump, sem rodeios nem meias-palavras.

A cena ocorreu em 18 de setembro de 2017, na véspera da abertura da Assembleia-Geral da ONU. A indagação de Trump foi dirigida a Temer e a seus colegas da Argentina, da Colômbia e do Panamá. O americano parecia nervoso.

“Foi a primeira pergunta que ele fez”, contou Temer. “Houve um certo constrangimento, mas cada um disse: ‘Olha, presidente, nós estamos tomando providências de natureza diplomática’”.

Trump foi ouvindo um a um. À mesa, muitos destacaram o bom relacionamento com a Venezuela e o povo venezuelano, embora não admitissem o regime de Nicolás Maduro. Argumentaram que, por isso mesmo, a Venezuela havia sido suspensa do Mercosul.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, disse Temer.

No discurso para todos os convidados, Trump afirmou que os EUA estavam prontos para adotar “ações adicionais” contra a ditadura de Maduro. Na conversa com os presidentes latino-americanos, porém, ele concordou que o melhor era agir pela via diplomática, e não fazer uma intervenção militar.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, insistiu Temer ao ser questionado sobre o risco de Trump usar a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas para também intervir no Brasil.

Na prática, porém, o tom cada vez mais inflamado do governo contra as investidas de Trump – da ameaça de novo “tarifaço” ao carimbo do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas – serve sob medida à campanha de Lula. Tanto é assim que a defesa da soberania entrou até no programa de governo do PT.

De qualquer forma, como o que Trump fala não se escreve, quase nove anos depois daquele jantar de sinais trocados em Nova York, a invasão da Venezuela saiu do papel.

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

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Geral

PEDIDO DE PAZ: Papa Leão XIV pede diálogo para fim de guerras no Oriente Médio e na Ucrânia

Foto: Mídia do Vaticano/ via Reuters

O papa Leão XIV fez neste domingo (12), em Castel Gandolfo, um novo apelo pela paz diante dos conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e em outras regiões do mundo. O pontífice defendeu o diálogo e a diplomacia para conter a escalada da violência.

“Não permitamos que esses ventos extingam a chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parecer frágil e vacilante”, afirmou o papa, ao renovar seu pedido por negociações entre as partes.

O pronunciamento ocorre em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio, após a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã, e ao aumento da ofensiva russa contra a Ucrânia. Nas últimas semanas, Kiev também intensificou ataques contra a logística militar russa em áreas ocupadas.

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Geral

APARECEU O COITADO: Autor de perfil criado para defender Allyson e atacar adversários tenta se vitimizar, mas não explica ligações com ex-prefeito de Mossoró

Foto: reprodução/pngtree

João Carlos Medeiros, autor do perfil @rncomallyson, criado para fazer propaganda da pré-candidatura de Allyson Bezerra e detonar seus adversários na disputa pelo Governo do Estado, publicou um vídeo se vitimizando, dizendo que está sendo atacado e afirmando que é alvo de “mentiras orquestradas por gente que se acha muito poderosa”.

Ele disse que o perfil que administra “não é fake, não é anônimo e nem apócrifo”, que foi feito com seu número de telefone e e-mail pessoal e que não precisaria sequer de decisão judicial para identificá-lo. Em seguida, João Carlos confirmou que a página foi criada para defender Allyson Bezerra, mas omitiu que também promove ataques sistemáticos contra os adversários do ex-prefeito de Mossoró.

Apesar de dizer que não precisaria de decisão judicial para identificá-lo, João Carlos só esqueceu de explicar que a autoria do perfil só foi revelada após a Meta enviar ao TRE as informações sobre o endereço IP vinculado à conta @rncomallyson. Não fosse isso, até hoje ninguém saberia quem administra a página no Instagram.

Ele também não explicou suas muitas ligações com o pré-candidato ao Governo do Estado. João Carlos é vice-presidente estadual e presidente da Juventude do União Brasil em Mossoró. Além disso, ele é noivo da ex-secretária de Comunicação da Prefeitura de Mossoró e braço direito de Allyson Bezerra.

As ligações não param por aí. O Blog do BG revelou nesta semana que João Carlos também era sócio de outro blog, chamado “Toda Hora Mossoró”, junto com sua prima Jaiane Carla da Silva Medeiros, que recebeu R$ 46.905,00 da Prefeitura de Mossoró entre 2021 e 2024.

João Carlos quer dar uma de coitado para esconder que, apesar de garantir que “fazia tudo por conta própria”, ele na verdade sempre foi remunerado pela estrutura de Allyson Bezerra. Essa estratégia de dizer que está “sendo perseguido pelos poderosos”, além de não ser original, não resiste aos fatos.

Opinião dos leitores

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Guerra

VÍDEO: EUA concluem nova rodada de ataques ao Irã e dizem ter atingido 140 alvos militares

Imagens: CENTCOM/EUA

Os Estados Unidos anunciaram a conclusão da terceira rodada de ataques contra o Irã. Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), a operação atingiu cerca de 140 alvos militares, incluindo instalações de mísseis e drones, equipamentos navais, depósitos de munição, redes de comunicação e sistemas de vigilância costeira.

Com a nova ofensiva na noite de sábado (11) , o número de alvos atingidos pelos EUA no Irã na última semana ultrapassa 300. De acordo com o governo norte-americano, a ação busca reduzir a capacidade iraniana de atacar embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz.

O Centcom afirmou, em comunicado:

“Durante três noites de ataques nesta semana, o CENTCOM atingiu mais de 300 alvos sob as ordens do Comandante-em-Chefe, com o objetivo de prejudicar a capacidade do Irã de atacar marinheiros civis e navios comerciais que transitam livremente pelo estreito. O trânsito de navios comerciais por este importante corredor marítimo internacional continua.”

Também neste sábado, a Marinha iraniana anunciou o bloqueio por tempo indeterminado do Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte mundial de petróleo. A medida ocorre após o rompimento do cessar-fogo entre os dois países e a retomada das hostilidades.

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VÍDEO: Manifestantes protestam contra situação precária da RN-269, bloqueiam trecho da rodovia e cobram ação do governo Fátima

Moradores da região Agreste Potiguar bloquearam um trecho da RN-269, que liga Nova Cruz às cidades de Montanhas e Pedro Velho, em protesto pelas más condições da rodovia, na manhã deste domingo (12). Eles utilizaram galhos e atearam fogo.

“Isso é uma vergonha para a governadora. As estradas esburacadas, os carros quebrados. É uma vergonha para ela não ajeitar a estrada. Ajeitou até perto de Pedro Velho e não ajeitou o resto porque o prefeito de Nova Cruz não apoia ela”, reclamou um cidadão presente na manifestação.

Opinião dos leitores

  1. Foram esses mesmos idiotas que elegeram esse lixo , façam uma pesquisa no WALFREDO GURGEL , as dezenas que estão no corredor esperando a morte , votaram no PT , então MERECEM , povo burro

  2. É revoltante essa buraqueira nas estradas do RN.
    Agora é repugnante, imoral o que acontece no trecho Nisia Floresta a praia de Barreta.
    O governo gastou milhões do contribuinte e a estrada já acabou, lembrando que essa obra foi entregue no final de 2025 e não aguentou hum inverno o de 2026.
    Isso é sacanagem com o dinheiro do povo, asfalto Sonrisal não pode ver água que desmancha.
    Não tem o menor cabimento isso.
    Quem quiser ver é só ir até Barreta e comprovar com as proprias vistas.

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Geral

Ministério diz que hacker que enviou alerta de Defesa Civil aprendeu a mandar alarme falso em curso do governo

Foto: Ilusrativa/Gerada por IA via Inpainting/ChatGPT

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional informou à Câmara dos Deputados que o hacker responsável pelo envio de alertas falsos da Defesa Civil, em 19 de junho, aprendeu a operar o sistema por meio de um curso disponível na plataforma do governo.

Segundo a pasta, o invasor, que se identifica como “Misantropi4”, utilizou credenciais válidas de usuários da plataforma IDAP, obtidas após vazamento em um grupo no Telegram, e explorou uma vulnerabilidade no sistema para disparar mensagens falsas, incluindo alertas sobre um suposto “ataque alienígena”. A Polícia Federal investiga o caso.

O ministério afirmou que os problemas já foram corrigidos e que não houve comprometimento da infraestrutura do órgão. Entre as medidas adotadas estão o bloqueio das contas utilizadas, a implantação de autenticação em dois fatores, restrição de acesso ao sistema à rede interna do ministério e uso obrigatório de VPN pelas Defesas Civis autorizadas.

Opinião dos leitores

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A ingratidão de Allyson Bezerra com o amigo e aliado Kelps Lima

Foto: reprodução

O pior defeito do ser humano é ser ingrato. A ingratidão é uma faca nas costas que diz mais a respeito do autor da facada do que sobre quem sofre o golpe. O agora pré-candidato a governador Allyson Bezerra foi lançado na política pelo ex-deputado estadual Kelps Lima em 2018, que lhe abriu as portas do Solidariedade, viabilizou sua vitoriosa candidatura à Assembleia Legislativa e o ajudou a se defender dos ataques que vinham do grupo rosalbista de Mossoró.

Kelps apostou em Allyson, defendeu seu nome junto à classe política, inclusive de acusações daqueles que hoje, oportunamente, estão ao lado do ex-prefeito de Mossoró. Quando Allyson foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal na Operação Mederi, no final de janeiro, Kelps foi o primeiro a manifestar apoio a ele. No mesmo dia, publicou um vídeo dizendo ser seu “amigo pessoal”, afirmando que não poderia se omitir e enfatizando que não faria “pré-julgamentos” nem “condenação antecipada” do pré-candidato ao Governo do Estado.

Allyson, no entanto, até agora não retribuiu a solidariedade que recebeu de Kelps. Depois de 72h de Kelps ter anunciado em entrevista exclusiva ao “Meio Dia RN” a retirada de sua pré-candidatura a deputado federal pelo União Brasil, Allyson ainda não fez nenhuma declaração pública de apoio ao amigo e correligionário que foi leal a ele no momento mais difícil da sua vida política.

Kelps foi praticamente expulso da nominata do União Brasil, mesmo partido de Allyson Bezerra. Em linguagem popular, ele sofreu uma verdadeira puxada de tapete que inviabilizou sua candidatura. Não lhe restou alternativa a não ser se retirar da disputa eleitoral. Allyson, porém, não fez nenhum gesto público de solidariedade a Kelps. Não manifestou apoio ao amigo e aliado de tantos anos.

Kelps, mesmo arrasado, magoado e triste com o golpe sofrido, se resignou, isentou Allyson de responsabilidade e reiterou publicamente seu apoio à pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Mossoró.

Allyson escolheu o silêncio conivente, confirmado que ele de fato nunca vestiu a camisa da candidatura de Kelps Lima. A política é dura, bruta, uma verdadeira máquina de moer gente. Allyson demonstrou que, para chegar ao poder, é capaz de deixar aqueles que foram mais fiéis a ele serem moídos sozinhos. Esse episódio mostrou que o RN tem um novo ingrato: Alysson Bezerra, o “coronel” que passa por cima de tudo e todos para atingir seus objetivos. Quem pratica ingratidão é capaz de tudo.

TENHO DITO.

BG

Opinião dos leitores

  1. BG, esse Alison é mais falço do que uma nota de trinta reais, num tá vendo que esse chapeuzinho de couro não combina mais com ele!!.
    Vai enganar a trouxas a mim não.
    Tú é doido?!!!!!!!!!!!!!!!!!!!,

  2. Esse chapéuzinho de couro é o símbolo artístico utilizado pelo político para enganar os bestas… Esse aí nunca me enganou !

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CazéTV bate novo recorde de audiência no YouTube com 21,2 milhões de aparelhos conectados e atinge 40 milhões de inscritos

Foto: Rorion Carvalho/Cazé TV/Reprodução

A CazéTV voltou a bater o recorde mundial de audiência simultânea no YouTube durante a transmissão de Inglaterra x Noruega, no sábado (11), pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.

A partida registrou 21,2 milhões de aparelhos conectados ao mesmo tempo, no primeiro tempo da prorrogação, logo após o segundo gol da seleção inglesa.

O canal superou a própria marca anterior, de 21 milhões de aparelhos simultâneos, alcançada na transmissão de Brasil x Japão.

40 milhões de inscritos

Durante a cobertura do Mundial, a CazéTV também chegou à marca de 40 milhões de inscritos, atingida no jogo entre Argentina e Suíça.

Nos últimos 30 dias, a CazéTV ganhou mais de 11 milhões de inscritos e acumulou cerca de 3 bilhões de visualizações, segundo o Social Blade.

Atualmente, é o 10º maior canal do YouTube em número de inscritos, tendo ultrapassado a Galinha Pintadinha e ficando atrás da GR6 Explode entre os canais brasileiros mais populares. O canal do Bispo Bruno Leonardo, que publica conteúdos religiosos, lidera.

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ALERTA: Afogamento é a segunda maior causa de morte entre crianças de 1 a 4 anos no Brasil

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Os afogamentos estão entre as principais causas de morte de crianças no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), quatro crianças morrem por dia vítimas desse tipo de acidente. Entre crianças de 1 a 4 anos, o afogamento é a segunda principal causa de morte. Dos 5 aos 9 anos, ocupa a terceira posição, e entre 10 e 24 anos, a quarta.

De acordo com a Sobrasa, até 95% dos afogamentos podem ser evitados com informação e medidas de prevenção. Metade dos casos envolvendo crianças acontece dentro de casa, em locais como piscinas, banheiras, caixas d’água, máquinas de lavar e vasos sanitários. A orientação é manter supervisão constante de um adulto, instalar barreiras de proteção em piscinas e isolar reservatórios de água.

No Brasil, uma pessoa morre afogada a cada 90 minutos, totalizando 5.742 mortes por ano. Quatro em cada dez vítimas têm menos de 29 anos, e cerca de dois terços dos afogamentos ocorrem em rios, lagos e represas.

Em alusão ao Dia Mundial de Prevenção do Afogamento, celebrado em 25 de julho, a Sobrasa promoverá uma campanha nacional com 10 mil voluntários, além de palestras, cursos e ações educativas para conscientizar a população sobre a prevenção desses acidentes.

Com informções de Agência Brasil

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