Diversos

Lays Peace, garota de programa e influencer, apontada como a ‘Bruna Surfistinha’ atual, acumula milhões de seguidores e relata ter sofrido abuso

Lays Peace, de 21 anos, entrou no universo da prostituição aos 19 Foto: Guito Moreto

Em tempos de publiposts, hashtags e da famigerada influência digital, é inegável o quanto as redes sociais contribuem para um modelo de negócio promissor. Bolsas, batons, viagens, cursos. Não há produto ou serviço que não possa ser vendido pela internet. Nem o sexo, como percebeu a carioca Lays Paz Souza, de 21 anos.

Garota de programa desde os 19, Lays Peace, como é conhecida por sua clientela, soma dois milhões de seguidores no Instagram, mais de 400 mil no Twitter e adora “causar” nas madrugadas com dicas e performances virtuais para lá de calientes. Entre seus seguidores há nomes como Anitta, MC Rebecca e Camilla de Lucas. Ela é definitivamente o que se pode chamar de prostituta influencer.

Diariamente, posta looks do dia, dicas de sexo, brinquedos eróticos e flashes de uma vida que parece muito mais glamourosa do que de fato é. “Os haters dizem que eu romantizo a prostituição. Mostro um mundo de glamour, mas que é muito doído. Tem vezes em que me tranco e choro o dia inteiro”, diz Lays, que aifirma não desistir do ofício porque com ele conseguiu “um apartamento de frente para o mar e quase R$ 20 mil mensais”.

Não à toa, ela é considerada a Bruna Surfistinha dos tempos atuais — aliás, procurada pela reportagem, a garota de programa mais famosa do Brasil preferiu não comentar sobre o tema, alegando não querer mais associar sua imagem com a prostituição.

Filha única de um pastor e “uma dona de casa que ajudava na igreja”, Lays não teve uma infância traumática nem de privações. “Ao contrário de muitas das minhas colegas, não posso afirmar que entrei na prostituição por necessidade. Nunca passei fome nem deixei de estudar. Sempre tive uma vida modesta, mas com brinquedos e boas roupas. Passei parte da infância na Bahia e a adolescência em Acari (Zona Norte do Rio)”, conta.

Os pais se separaram dois anos após a mudança para o Rio. “Eles já tinham saído da igreja. Minha mãe passou a trabalhar em uma padaria e meu pai se ausentou, sumiu da minha vida”, recorda a moça. “Não sei o que ele faz hoje e nem se sabe que sou garota de programa. Às vezes, me procura, pergunta por que exponho tanto o meu corpo na internet, mas não faço questão de falar, me faz mal. Minha preferência por homens muito mais velhos vem dessa ausência de figura paterna. Foi minha forma de suprir a falta de segurança e afeto deixada por ele.”

A predilação pelo target maduro começou aos 12 anos, quando Lays diz ter engatado, com o consentimento da mãe, o namoro com um rapaz de 38. “Nos conhecemos pela internet e namoramos por quatro anos. Perdi minha virgindade com ele e gostei. Enquanto minhas amigas não tinham sequer um Ken para namorar suas Barbies, eu brincava de casinha de verdade”, compara. Depois de terminar o namoro, ela conheceu outros rapazes e chegou a sair com garotas. Até que se apaixonou por um homem casado e viveu o que afirma ter sido “uma das piores desilusões amorosas da vida”. “Entrei em depressão, perdi a vontade de viver. Me tornei prostituta para mostrar a ele que muitos homens não só iam me desejar, como pagariam para estar comigo. Tracei um plano: não seria apenas garota de programa. Seria uma garota de programa famosa”, conta.

A julgar pelo feed de seu Instagram, o plano deu certo. Há closes em mansões luxuosas, brindes com bebidas caras e até passeios de helicóptero. O que dificilmente se vê — apesar da avalanche de poses sensuais — são posts com conteúdo obsceno. É à noite, quando a vigilância diminui, que a coisa esquenta e as lives bombam. Ainda que as redes sociais tentem impedir a disseminação de material erótico, derrubando o perfil da influencer. Procurado, o Instagram afirma que limita os usuários “quando o conteúdo das discussões facilita, incentiva ou coordena encontros ou serviços sexuais comerciais entre adultos”. Segundo o texto enviado pela assessoria de imprensa, a rede “é uma comunidade global, diversa tanto etária quando culturalmente, e queremos que seja um lugar onde as pessoas possam se expressar livremente, mas com segurança. Portanto, a exibição de imagens com nudez ou atividade sexual é restrita”.

Profissional do sexo desde 2009, ativista e autora do livro “Puta feminista”, Monique Prada afirma que, apesar do cerceamento, há um maior número de garotas de programa que produzem conteúdo erótico na internet. “São meninas que vêm tentando pegar seu quinhão de fama, conquistar espaço e uma possibilidade de monetizar conteúdo, ainda que com muitas dificuldades, porque algumas hashtags são proibidas”, diz.

Lays percebeu que podia ganhar dinheiro com sua audiência há menos de um ano. “Fiz uma live ensinando mulheres a sentar no colo do parceiro na hora do sexo e mais de 80 mil pessoas assistiram”, conta ela, que tem vários perfis diferentes com nomes parecidos para migrar de um para outro quando a denunciam ou a derrubam. No dia em que deu uma aula sobre beijo grego o alcance foi ainda maior. “Avisei aos seguidores que o vídeo era proibido para crianças e entrei de madrugada. Resultado: uma audiência de mais de 300 mil pessoas, com famosos e tudo. Ou seja, quanto mais eu focar na internet, mais posso reduzir os programas. Posso ter meu próprio portal erótico, com cursos e dicas de sexo. Isso faz parte de um futuro que não consigo medir agora, mas que vai me tirar da prostituição. Em breve, me aposento”, projeta.

Segundo Monique Prada, o cerco ao conteúdo erótico nas redes sociais se acirrou há pouco mais de dois anos, quando os Estados Unidos criaram leis e mecanismos de busca específicos. “Em tese, isso foi feito para evitar o tráfico de pessoas, mas acabou sendo usado para interferir nas postagens, o que dificulta a vida de qualquer um que trabalhe com sexualidade na internet, não só a das prostitutas”, explica.

Embora tenha usado o Tinder para conseguir clientes, o primeiro programa de Lays não aconteceu por meio das redes. “Foi com um médico que trabalhava em um hospital ao lado da lanchonete onde eu fazia uns bicos. Eu o vi e achei interessante. Arrumei o cabelo, fui atendê-lo e me chamou para sair. Senti que ele queria um programa, mas não tive certeza. Fomos direto para o motel. Transamos e não consegui cobrar”, conta. Ao voltar para casa, Lays repensou. “Deitei na minha cama e comecei a refletir se pedia o dinheiro ou não. Estava decidida a fazer programa. No dia seguinte, criei coragem, fui ao hospital e peguei com ele R$ 300. Dali em diante, foi um caminho sem volta. Saímos várias outras vezes.”

Nos meses que se seguiram, Lays se jogou no Tinder, onde afirma “nunca ter tido dificuldade para atrair homens”. “Sempre me diferenciei da concorrência. Se as outras cobravam por hora, eu estabelecia um preço único pelo programa. Dizia: ‘a gente vai sair, se conhecer melhor, não quero que você fale de dinheiro agora’”, conta. O marketing deu tão certo que a jovem chegou a fazer dez programas por dia. “Depois que comecei a ter visibilidade na internet, sou mais contratada por mulheres do que por homens. Elas não me chamam só pelo sexo, mas por me admirarem.”

Pesquisadora discente do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da Unicamp, Carolina Bonomi nota que as redes sociais têm ajudado as garotas de programa a conquistarem mais autonomia e, com isso, se distanciarem da figura do antigo cafetão. “É preciso eliminar o preconceito e a estigmatização. Há vários fatores que influenciam no surgimento de novos meios de consumo de sexo. Um deles é ver a mulher como protagonista do próprio desejo”, diz.

O tema divide as feministas, afinal, por mais que a mulher seja dona do próprio corpo e possa a fazer com ele o que quiser, raras são aquelas que, como Lays, estão na profissão por opção.

Vale lembrar que, no Brasil, a prostituição não é crime, mas sua exploração comercial, sim: “Somente a garota de programa pode ganhar dinheiro com isso, ninguém mais”, explica Flávia Nascimento, coordenadora dos Direitos da Mulher na Defensoria Pública do Estado do Rio. “A luta hoje é para que haja uma regulamentação da profissão que proteja as meninas em vez de marginalizá-las”, pontua Tatiava Bivar, coordenadora do Grupo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no âmbito do Ministério Publico do Trabalho. Lays, não incentiva meninas a entrarem para a profissão. “É um trabalho pesado. Já passei por muita coisa que não desejo a ninguém. Fui assediada e abusada, física e verbalmente. Um cliente me estuprou, fez sexo comigo sem meu consentimento, e não denunciei por medo, porque ele era perigoso.”

Enquanto o faturamento com as redes sociais não atinge o patamar da aposentadoria, ela faz planos. “Quando sair dessa vida, quero me apaixonar e namorar. Por incrível que pareça, sou careta, à moda antiga. Quero ser fiel, fazer tudo certinho”, diz. Não são só os contos de fada que merecem finais felizes.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Coitada dessa moça, coitados dos Pais dessa moça, coitada da nossa sociedade, onde fazer programas atinge um público de milhões de pessoas. Logo logo vai tá no ostracismo , drogada e depressiva.

  2. Pronto, mais uma pra conta das abusadas.. esse vitimismo atualmente presente na sociedade e sua necessidade de postar em redes sociais é uma das maiores tragédias comportamentais em curso

  3. É uma pobre coitada acéfala e ainda tem seguidores,tá tudo descendo ladeira abaixo,é a imprensa dar espaço pra isso.

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Geral

Michelle Bolsonaro reclama de intolerância religiosa após repercussão de vídeo em que fala ‘línguas’

Foto: Alan Santos / Planalto

A primeira-dama Michelle Bolsonaro usou sua conta oficial no Instagram para se manifestar a respeito da repercussão e piadas na internet sobre o vídeo em que aparece comemorando a aprovação do ex-ministro da Justiça e da AGU, André Mendonça, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em resposta, Michelle classificou os comentários que tem recebido como “intolerância religiosa” e “desamor”.

Junto à imagem de uma manchete que afirmava que Michelle virou “chacota na web”, a primeira-dama publicou um trecho bíblico: “Usarei 1 Coríntios 2:10-14 para responder à intolerância religiosa e o desamor de muitos a meu respeito, por celebrar a vitória do meu irmão em Cristo André Mendonça ‘Ora, o homem natural não compreende as coisas do espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”, escreveu.

Em vídeo que circula nas redes sociais, a primeira-dama comemora com entusiasmo a notícia sobre a conquista da cadeira de Mendonça, fala em línguas, diz “aleluia”, “glória a Deus” e repete gestos comuns em cultos pentecostais.

Estadão

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Saúde

Natal antecipa dose de reforço ao público de 18 anos e mais a partir desta terça-feira (07)

Foto:  Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil 

A Prefeitura do Natal vai ampliar o público em vacinação apto a receber a dose de reforço contra a Covid-19 nesta terça-feira (07) para 18 anos e mais. Qualquer morador de Natal que tenha completado cinco meses de intervalo a partir da segunda dose dos imunizantes Coronavac, Oxford ou Pfizer pode receber o imunizante. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal) disponibiliza a D3 em qualquer ponto de aplicação do município: unidades básicas de saúde, drives Nélio Dias e Via Direta, e o trailer de vacinação na árvore de Mirassol (de quinta a domingo das 18h às 22h).

“A gente havia divulgado um cronograma para chegar nessa faixa etária até o fim dessa semana, mas devido à baixa procura da população, decidimos ampliar os públicos em vacinação com dose de reforço já nesta terça-feira. Reforçamos que as pessoas devem se atentar aos prazos de segunda dose e terceira dose para que a gente possa garantir um esquema vacinal completo e eficiente”, comenta o secretário Municipal de Saúde, George Antunes.

Em Natal, qualquer pessoa a partir dos 12 anos pode se vacinar com a primeira dose. Os prazos de segunda dose variam conforme o imunizante recebido, estando apto para a segunda dose da Oxford qualquer munícipe que tenha tomado a D1 até 20 de setembro (ou 60 dias de intervalo); e a D2 de Pfizer disponibilizada para qualquer indivíduo que tenha recebido a primeira dose há 21 dias de intervalo.

A terceira dose será aplicada para população em geral com 18 anos e mais, há cinco meses de conclusão do esquema vacinal; e imunossuprimidos dentro da classificação do Ministério da Saúde ou fazendo uso de drogas imunossupressoras, que tenham completado o esquema de vacinação há pelo menos 28 dias. Para mais informações basta verificar a plataforma vacina.natal.rn.gov.br.

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Economia

CVM abre processo para investigar vazamento de informação na Petrobras

Foto: Agência Petrobras

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula o mercado de capitais no Brasil, deve abrir processo administrativo para apurar se houve algum tipo de vazamento de informação envolvendo futura divugação de preços dos combustíveis por parte da Petrobras.

Ontem, o presidente Jair Bolsonaro disse que a estatal iria fazer uma série de pequenas reduções no preço dos combustíveis a partir desta semana. A CVM, disse a fonte, quer analisar a conduta da União no caso envolvendo a divulgação de notícias por parte da estatal.

No ano, o preço do diesel nas refinarias acumula alta de 65,3%. Já no caso da gasolina, o aumento chega a 73% desde janeiro. O último aumento nos dois combustíveis ocorreu no dia 25 de outubro.

Na última semana começaram a surgir rumores de mudanças no patamar de preços por parte da estatal.

De forma a se precaver de um novo processo, a Petrobras decidiu, antes de receber um ofício da CVM, informar ao mercado que os “ajustes de preços de produtos são realizados no curso normal de seus negócios e seguem as suas políticas comerciais vigentes”.

O Globo

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Educação

Quase 25% dos estudantes potiguares não tiveram acesso a atividades escolares em 2020, diz IBGE

Foto: Reprodução / Inter TV Cabugi

Mais de 24% dos estudantes de 6 a 17 anos não tiveram atividades escolares disponibilizadas ao longo do ano de 2020, quando começou a pandemia da Covid-19, segundo levantou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Este foi o segundo maior percentual entre os estados do Nordeste, atrás apenas da Bahia (28,7%). Na região, a média foi de 15,8%.

No estado, as aulas foram suspensas em março de 2020 por causa da pandemia da Covid-19. Embora a rede privada tenha retomado aulas presenciais ainda no ano passado, as escolas públicas só voltaram às atividades presenciais em julho de 2021 e passaram a receber 100% dos alunos em outubro.

Os dados sobre o acesso às atividades escolares são da Síntese de Indicadores Sociais 2021 do IBGE, que analisa condições de vida da população brasileira a partir de dados e indicadores de pesquisas do Instituto e de outras instituições que produzem estatísticas oficiais.

De acordo com o estudo, o Ceará foi o estado nordestino com o percentual mais baixo de não disponibilização de atividades durante o período não presencial (3,3%).

g1 RN

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Geral

Startup de recrutamento e seleção oferece diversas vagas nas áreas comerciais para o fim do ano em Natal

O comércio está passando por uma fase de reaquecimento e as expectativas para as vendas de fim de ano em 2021 são altas. Com isso, muitas empresas estão disponibilizando vagas temporárias e efetivas para contratação imediata, visando atender esse aumento do volume de demandas sem prejudicar a qualidade de seu serviço.

É aí que entra a atuação da Qvende, uma startup potiguar que atua no ramo de recrutamento e seleção, que facilita o trabalho dos empresários e funciona como um departamento de RH, automatizando processos e conectando mais rapidamente as empresas e os profissionais que buscam por uma nova oportunidade de trabalho.

A plataforma totalmente online reúne currículos e classificados de oportunidades de emprego na área comercial, como vendas, marketing e atendimento. Ela funciona como uma ponte que faz a conexão entre empresas e os melhores profissionais, a fim de contribuir com o desenvolvimento de todos os envolvidos.

Para se candidatar às vagas disponíveis, basta acessar o site https://quevende.com.br/ e cadastrar seu currículo em poucos minutos. O cadastro é totalmente gratuito e coloca o indivíduo automaticamente no radar de empresas dos mais diversos segmentos.

O cadastro na plataforma também dá direito a um teste comportamental e através das redes sociais oferece dicas práticas que podem auxiliar nas próximas etapas no processo de seleção, bem como no sucesso do

A Startup Qvende é uma iniciativa de Leonardo Galvão e Marcelo Bandiera, consultores especialistas em gestão de pessoas e vendas que possuem ampla vivência no mercado potiguar.

Eles contam que um de seus objetivos é valorizar o potencial dos candidatos para além dos currículos, montando times mais humanos e comprometidos com resultados.

Ressalta também que é muito comum que vagas temporárias se tornem efetivas e isso depende do relacionamento criado entre funcionário e empregador, que pode render frutos a longo prazo.

Saiba mais sobre a Qvende através do instagram https://www.instagram.com/sigaqvende/ e no site https://quevende.com.br/.

Contatos:

Marcelo Bandiera – 84 98873-4257
Leonardo Galvão – 84 99634-7999

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Meio Dia RN

VÍDEO MEIO-DIA RN: Confira o programa desta segunda em RESENHA com Pedro Ratts, Breno Perruci e Walter Fonseca

Confira programa desta segunda-feira (06). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, debateu os principais assuntos no Estado, pelo país e no mundo. Clique abaixo e assista via YouTube.

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Cidades

Caicó cancela festa de emancipação política; Carnaval ainda é incerto

Foto: Google Maps

A tradicional festa na Ilha de Santana, que acontece em Caicó, foi cancelada pela prefeitura. A confirmação partiu do próprio gestor Dr.Tadeu (PSDB) em um programa de rádio local, nesta segunda-feira (06). O evento estava previsto para o dia 15 de dezembro. Já a realização do Carnaval no próximo ano ainda é incerta. O gestor explicou o motivo do cancelamento diante do cenário de incertezas causadas pela novo variante da covid Ômicron.

“A vida está em primeiro lugar. Ainda não é hora dessa festa acontecer. Veja que 15 capitais brasileiras, e outras cidades importantes, cancelam festas de fim de ano. Caicó é uma das cidades onde há maior índice de cobertura de vacinação e controle de casos de covid no Rio Grande do Norte. Não podemos retroceder. Os nossos amigos que iam bancar a Banda Saia Rodada deixaram a data em aberto para quando tivermos segurança, aí sim, faremos a festa”, explica o prefeito de Caicó.

O evento seria com as Bandas Raí Saia Rodada, Calcinha Preta e Samira Show e seriam comemorados no Complexo Turístico Ilha de Santana.

O político disse ainda que o Carnaval de Caicó também está com uma indefinição. ““Eu acredito que o Comitê Científico do Estado, deve se pronunciar no sentido de orientar sobre isso. A gente não pode ser intempestivo de cancelar um evento desse porte e daqui a 30 dias se verificar que a variante ela é tranquila, que não causa internações graves e com isso, prejudicar a coletividade. A gente precisa esperar, aguardar, para ver como vai se comportar”, finalizou.

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Política

Bolsonaro sugere que, se reeleito, indicará mais dois evangélicos ao STF

Foto: Alan Santos / PR

Em conversa com apoiadores do governo hoje cedo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) deu a entender que, caso reeleito, pretende indicar mais dois nomes evangélicos para ocupar o posto de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). “Se eu for candidato e se eu for reeleito, a gente coloca dois no início de 2023 lá [no STF]”, disse, após ser questionado sobre a aprovação do nome de André Mendonça na semana passada. A conversa foi gravada e veiculada por um canal bolsonarista no YouTube.

Na última quarta-feira, Bolsonaro conseguiu emplacar André Mendonça, sua segunda indicação ao STF. O primeiro ministro indicado pelo presidente foi Kassio Nunes Marques. Ex-advogado-geral da União e ex-ministro da Justiça, Mendonça foi aprovado pelo Senado com um placar de 47 a 32 votos, resultado abaixo das expectativas dos aliados, com apenas seis votos a mais do mínimo necessário.

Após a aprovação de Mendonça, Bolsonaro afirmou que agora passa a ter 20% daquilo que gostaria dentro da Corte. “Não mando nos votos no Supremo, mas são dois ministros que representam, em tese, 20% daquilo que nós gostaríamos que fosse decidido e votado”, disse. O presidente ainda aproveitou o momento para defender a ideia de renovação política das instituições.

Estadão

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Política

Comissão deve votar amanhã (7) projeto que promete baixar gasolina para R$ 5

Foto: Reprodução / Fábio Rossi

Está prevista para a pauta desta terça-feira, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, a apreciação do Projeto de Lei nº 1472, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT/SE) e relatoria do senador Jean Paul Prates (PT-RN), que estabelece diretrizes para a políticas de preços de venda da gasolina, diesel e GLP.

Os articuladores do projeto afirmam que, caso aprovado, ele teria potencial para reduzir o valor do litro da gasolina ao consumidor final para a casa de R$ 5.

A matéria estava prevista para ser avaliada já na semana passada, mas um pedido de vistas protelou o processo. O projeto é polêmico e ainda deverá enfrentar resistência nas casas legislativas.

Caso avance na Comissão, o projeto deve ser pautado no plenário do Senado e, em seguida, encaminhado para a Câmara dos Deputados.

Diário do Nordeste

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Polêmica

Universidade aplica prova com frase “Fora Bolsonaro” formada em caracteres em negrito

Foto: Reprodução / Redes sociais

A inscrição “fora Bolsonaro” formada com caracteres em negrito foi identificada em uma prova da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Sul do Rio Grande do Sul, no sábado (4). A mensagem aparecia nas instruções do Programa de Avaliação da Vida Escolar (PAVE).

Em nota, a UFPel afirmou que a pessoa responsável pela mensagem já foi identificada e que um processo administrativo foi aberto para apurar o caso. Segundo a instituição, a integridade do exame não foi prejudicada.

O PAVE é uma modalidade alternativa de seleção para os cursos de graduação da UFPel, que acontece ao longo do ensino médio.

Nota da UFPel:

A administração da Universidade tomou conhecimento, no último domingo (5), de inclusão em sua prova do Programa de Avaliação da Vida Escolar (PAVE) de formatação de caracteres em negrito compondo mensagem de cunho político na folha de instruções.

Cumpre informar à comunidade que a autoria da iniciativa já foi identificada, que não há qualquer indício de ofensa à integridade da prova e que já foi instaurado processo administrativo destinado à plena apuração dos fatos e responsabilidades.

A UFPel reitera seu compromisso com a comunidade universitária e regional com a transparência, integridade e regularidade de todos seus processos.

g1

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