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Lays Peace, garota de programa e influencer, apontada como a ‘Bruna Surfistinha’ atual, acumula milhões de seguidores e relata ter sofrido abuso

Lays Peace, de 21 anos, entrou no universo da prostituição aos 19 Foto: Guito Moreto

Em tempos de publiposts, hashtags e da famigerada influência digital, é inegável o quanto as redes sociais contribuem para um modelo de negócio promissor. Bolsas, batons, viagens, cursos. Não há produto ou serviço que não possa ser vendido pela internet. Nem o sexo, como percebeu a carioca Lays Paz Souza, de 21 anos.

Garota de programa desde os 19, Lays Peace, como é conhecida por sua clientela, soma dois milhões de seguidores no Instagram, mais de 400 mil no Twitter e adora “causar” nas madrugadas com dicas e performances virtuais para lá de calientes. Entre seus seguidores há nomes como Anitta, MC Rebecca e Camilla de Lucas. Ela é definitivamente o que se pode chamar de prostituta influencer.

Diariamente, posta looks do dia, dicas de sexo, brinquedos eróticos e flashes de uma vida que parece muito mais glamourosa do que de fato é. “Os haters dizem que eu romantizo a prostituição. Mostro um mundo de glamour, mas que é muito doído. Tem vezes em que me tranco e choro o dia inteiro”, diz Lays, que aifirma não desistir do ofício porque com ele conseguiu “um apartamento de frente para o mar e quase R$ 20 mil mensais”.

Não à toa, ela é considerada a Bruna Surfistinha dos tempos atuais — aliás, procurada pela reportagem, a garota de programa mais famosa do Brasil preferiu não comentar sobre o tema, alegando não querer mais associar sua imagem com a prostituição.

Filha única de um pastor e “uma dona de casa que ajudava na igreja”, Lays não teve uma infância traumática nem de privações. “Ao contrário de muitas das minhas colegas, não posso afirmar que entrei na prostituição por necessidade. Nunca passei fome nem deixei de estudar. Sempre tive uma vida modesta, mas com brinquedos e boas roupas. Passei parte da infância na Bahia e a adolescência em Acari (Zona Norte do Rio)”, conta.

Os pais se separaram dois anos após a mudança para o Rio. “Eles já tinham saído da igreja. Minha mãe passou a trabalhar em uma padaria e meu pai se ausentou, sumiu da minha vida”, recorda a moça. “Não sei o que ele faz hoje e nem se sabe que sou garota de programa. Às vezes, me procura, pergunta por que exponho tanto o meu corpo na internet, mas não faço questão de falar, me faz mal. Minha preferência por homens muito mais velhos vem dessa ausência de figura paterna. Foi minha forma de suprir a falta de segurança e afeto deixada por ele.”

A predilação pelo target maduro começou aos 12 anos, quando Lays diz ter engatado, com o consentimento da mãe, o namoro com um rapaz de 38. “Nos conhecemos pela internet e namoramos por quatro anos. Perdi minha virgindade com ele e gostei. Enquanto minhas amigas não tinham sequer um Ken para namorar suas Barbies, eu brincava de casinha de verdade”, compara. Depois de terminar o namoro, ela conheceu outros rapazes e chegou a sair com garotas. Até que se apaixonou por um homem casado e viveu o que afirma ter sido “uma das piores desilusões amorosas da vida”. “Entrei em depressão, perdi a vontade de viver. Me tornei prostituta para mostrar a ele que muitos homens não só iam me desejar, como pagariam para estar comigo. Tracei um plano: não seria apenas garota de programa. Seria uma garota de programa famosa”, conta.

A julgar pelo feed de seu Instagram, o plano deu certo. Há closes em mansões luxuosas, brindes com bebidas caras e até passeios de helicóptero. O que dificilmente se vê — apesar da avalanche de poses sensuais — são posts com conteúdo obsceno. É à noite, quando a vigilância diminui, que a coisa esquenta e as lives bombam. Ainda que as redes sociais tentem impedir a disseminação de material erótico, derrubando o perfil da influencer. Procurado, o Instagram afirma que limita os usuários “quando o conteúdo das discussões facilita, incentiva ou coordena encontros ou serviços sexuais comerciais entre adultos”. Segundo o texto enviado pela assessoria de imprensa, a rede “é uma comunidade global, diversa tanto etária quando culturalmente, e queremos que seja um lugar onde as pessoas possam se expressar livremente, mas com segurança. Portanto, a exibição de imagens com nudez ou atividade sexual é restrita”.

Profissional do sexo desde 2009, ativista e autora do livro “Puta feminista”, Monique Prada afirma que, apesar do cerceamento, há um maior número de garotas de programa que produzem conteúdo erótico na internet. “São meninas que vêm tentando pegar seu quinhão de fama, conquistar espaço e uma possibilidade de monetizar conteúdo, ainda que com muitas dificuldades, porque algumas hashtags são proibidas”, diz.

Lays percebeu que podia ganhar dinheiro com sua audiência há menos de um ano. “Fiz uma live ensinando mulheres a sentar no colo do parceiro na hora do sexo e mais de 80 mil pessoas assistiram”, conta ela, que tem vários perfis diferentes com nomes parecidos para migrar de um para outro quando a denunciam ou a derrubam. No dia em que deu uma aula sobre beijo grego o alcance foi ainda maior. “Avisei aos seguidores que o vídeo era proibido para crianças e entrei de madrugada. Resultado: uma audiência de mais de 300 mil pessoas, com famosos e tudo. Ou seja, quanto mais eu focar na internet, mais posso reduzir os programas. Posso ter meu próprio portal erótico, com cursos e dicas de sexo. Isso faz parte de um futuro que não consigo medir agora, mas que vai me tirar da prostituição. Em breve, me aposento”, projeta.

Segundo Monique Prada, o cerco ao conteúdo erótico nas redes sociais se acirrou há pouco mais de dois anos, quando os Estados Unidos criaram leis e mecanismos de busca específicos. “Em tese, isso foi feito para evitar o tráfico de pessoas, mas acabou sendo usado para interferir nas postagens, o que dificulta a vida de qualquer um que trabalhe com sexualidade na internet, não só a das prostitutas”, explica.

Embora tenha usado o Tinder para conseguir clientes, o primeiro programa de Lays não aconteceu por meio das redes. “Foi com um médico que trabalhava em um hospital ao lado da lanchonete onde eu fazia uns bicos. Eu o vi e achei interessante. Arrumei o cabelo, fui atendê-lo e me chamou para sair. Senti que ele queria um programa, mas não tive certeza. Fomos direto para o motel. Transamos e não consegui cobrar”, conta. Ao voltar para casa, Lays repensou. “Deitei na minha cama e comecei a refletir se pedia o dinheiro ou não. Estava decidida a fazer programa. No dia seguinte, criei coragem, fui ao hospital e peguei com ele R$ 300. Dali em diante, foi um caminho sem volta. Saímos várias outras vezes.”

Nos meses que se seguiram, Lays se jogou no Tinder, onde afirma “nunca ter tido dificuldade para atrair homens”. “Sempre me diferenciei da concorrência. Se as outras cobravam por hora, eu estabelecia um preço único pelo programa. Dizia: ‘a gente vai sair, se conhecer melhor, não quero que você fale de dinheiro agora’”, conta. O marketing deu tão certo que a jovem chegou a fazer dez programas por dia. “Depois que comecei a ter visibilidade na internet, sou mais contratada por mulheres do que por homens. Elas não me chamam só pelo sexo, mas por me admirarem.”

Pesquisadora discente do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da Unicamp, Carolina Bonomi nota que as redes sociais têm ajudado as garotas de programa a conquistarem mais autonomia e, com isso, se distanciarem da figura do antigo cafetão. “É preciso eliminar o preconceito e a estigmatização. Há vários fatores que influenciam no surgimento de novos meios de consumo de sexo. Um deles é ver a mulher como protagonista do próprio desejo”, diz.

O tema divide as feministas, afinal, por mais que a mulher seja dona do próprio corpo e possa a fazer com ele o que quiser, raras são aquelas que, como Lays, estão na profissão por opção.

Vale lembrar que, no Brasil, a prostituição não é crime, mas sua exploração comercial, sim: “Somente a garota de programa pode ganhar dinheiro com isso, ninguém mais”, explica Flávia Nascimento, coordenadora dos Direitos da Mulher na Defensoria Pública do Estado do Rio. “A luta hoje é para que haja uma regulamentação da profissão que proteja as meninas em vez de marginalizá-las”, pontua Tatiava Bivar, coordenadora do Grupo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no âmbito do Ministério Publico do Trabalho. Lays, não incentiva meninas a entrarem para a profissão. “É um trabalho pesado. Já passei por muita coisa que não desejo a ninguém. Fui assediada e abusada, física e verbalmente. Um cliente me estuprou, fez sexo comigo sem meu consentimento, e não denunciei por medo, porque ele era perigoso.”

Enquanto o faturamento com as redes sociais não atinge o patamar da aposentadoria, ela faz planos. “Quando sair dessa vida, quero me apaixonar e namorar. Por incrível que pareça, sou careta, à moda antiga. Quero ser fiel, fazer tudo certinho”, diz. Não são só os contos de fada que merecem finais felizes.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Coitada dessa moça, coitados dos Pais dessa moça, coitada da nossa sociedade, onde fazer programas atinge um público de milhões de pessoas. Logo logo vai tá no ostracismo , drogada e depressiva.

  2. Pronto, mais uma pra conta das abusadas.. esse vitimismo atualmente presente na sociedade e sua necessidade de postar em redes sociais é uma das maiores tragédias comportamentais em curso

  3. É uma pobre coitada acéfala e ainda tem seguidores,tá tudo descendo ladeira abaixo,é a imprensa dar espaço pra isso.

    1. Vai logo ganhar teu salário mínimo,enquanto ela tá ganhando milhões q vc nunca conseguirá

    2. Kkkkkkkkkkkkkkkkkk tá mais pra ladeira a cima kkkkkkkkk a gata tá rica 😂 tendo relação sexual aaah que delícia

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Geral

Banco Central prepara novidades para o Pix em meio à polêmica entre Brasil e EUA

Foto: Reprodução/Redes sociais

O Banco Central prepara novidades para o Pix. O meio de pagamento, que já faz parte do dia a dia dos brasileiros, está no centro de uma polêmica internacional entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos.

O gesto já é automático: para pagar o cafezinho ou fechar um negócio, o brasileiro faz um Pix. Em cinco anos, a ferramenta revolucionou a economia e, no ano passado, atingiu a marca de R$ 35 trilhões movimentados.

O sucesso gerou críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que o sistema prejudica empresas de cartões. Em resposta, o presidente Lula disse que o Brasil não vai recuar.

Novidades

Mesmo com a disputa, o Banco Central trabalha em melhorias. Ainda este ano, o “Pix cobrança”, que une QR Code ao boleto, se tornará obrigatório. Outra novidade é a “duplicata”, que permitirá a empresários antecipar recebíveis com custos menores.

Até o fim do ano, o sistema deve ganhar o “split”, que divide automaticamente impostos no momento da compra. Também estão em estudo o Pix internacional, pagamentos por aproximação, uso sem internet, Pix em garantia e o parcelamento, com expectativa de ampliar a concorrência e reduzir juros.

R7

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OPERAÇÃO ZERO ÁLCOOL: quatro condutores embriagados são presos no fim de semana na Grande Natal

Foto: Divulgação PRE

O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) prendeu quatro pessoas por dirigir sob efeito de álcool no fim de semana, durante a Operação Zero Álcool, na Grande Natal.

Em São José de Mipibu, dois motociclistas, de 41 e 43 anos, foram flagrados com 0,43 mg/l e 1,01 mg/l de álcool no sangue. Em Macaíba, um homem de 41 anos também foi preso após registrar 0,95 mg/l no teste do etilômetro.

Já em Extremoz, um motorista de 39 anos foi detido após se recusar a fazer o teste, mas apresentar sinais evidentes de embriaguez.

Todos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais.

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Janja acumula 170 dias fora do Brasil desde 2023; são 23 dias a mais que Lula

Foto: Reprodução/Redes sociais

A primeira-dama Rosângela da Silva acumula 170 dias fora do Brasil desde 2023, período em que passou a acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, totalizando 23 dias a mais que o chefe do Executivo. No total, Janja fez 36 viagens ao exterior e visitou 38 países, de acordo com o levantamento feito pelo Poder 360.

Desde o início do terceiro mandato de Lula, Janja mantém presença frequente em viagens internacionais, com foco em fóruns multilaterais, padrão que segue em 2026, com destaque para agendas na ONU.

Em 2026, foram 13 dias no exterior distribuídos em três viagens para Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos. A principal agenda ocorreu em março, em Nova York, onde participou de compromissos da Organização das Nações Unidas, incluindo a Comissão sobre a Situação da Mulher, além de eventos voltados a pautas sociais e de gênero.

Antes disso, esteve na Ásia entre 17 e 25 de fevereiro, com compromissos na Coreia do Sul e em Abu Dhabi, onde cumpriu agenda paralela à do presidente e se reuniu com a primeira-dama Kim Hea-Kyung.

Mesmo sem ocupar cargo formal, Janja tem atuado em eventos com caráter representativo e diplomático. A seis meses das eleições de 2026, sua agenda tem priorizado temas ligados às mulheres: entre outubro de 2025 e abril de 2026, foram 31 compromissos nessa área, incluindo articulação de ações como o Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio.

A atuação internacional da primeira-dama é alvo de críticas da oposição, principalmente por ela não ocupar cargo público. Em 2024, a Advocacia-Geral da União reconheceu que cônjuges do presidente podem exercer funções de natureza simbólica, social, cultural e diplomática, o que respalda sua participação em missões oficiais.

Opinião dos leitores

  1. Essa é a primeira dama do país, representando o presidente em algumas ocasiões. Fizemos a escolha mais correta em colocar Lula na presidência.

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Geral

Frei Gilson reúne milhões de fiéis em lives durante a Quaresma

Foto: Reprodução/Instagram @freigilson_somdomonte

O encerramento da Páscoa neste domingo foi marcado por forte mobilização de fiéis nas transmissões ao vivo do Frei Gilson no YouTube. Ao longo da Quaresma, as lives diárias do Santo Rosário reuniram milhões de pessoas.

Nos últimos dias do período religioso, os números cresceram ainda mais. A transmissão do 37º dia da Quaresma alcançou 2,9 milhões de visualizações. Já as lives seguintes, durante o Tríduo Pascal, registraram 2,5 milhões (dias 38 e 39) e 2,2 milhões (dia 40).

No domingo de Páscoa, a transmissão do 41º dia somava cerca de 1,6 milhão de visualizações.

Natural da cidade de São Paulo, Gilson da Silva Pupo Azevedo começou a tocar violão aos 14 anos e aos 18 entrou para a vida religiosa, sendo ordenado sacerdote por dom Fernando Figueiredo em dezembro de 2013.

O frei faz parte da congregação Carmelitas Mensageiros do Espírito Santo, que faz parte da Ordem Carmelita e prega votos de austeridade, obediência e oração. Com perfil ativo nas principais redes sociais, o líder religioso acumula mais de 18 milhões de seguidores.

CNN Brasil

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Rússia pede que EUA parem com ultimatos contra o Irã

Explosão no Irã após ataque dos EUA e de Israel. — Foto: ATTA KENARE / AFP

O governo da Rússia pediu neste domingo (5) que os Estados Unidos parem de dar ultimatos contra o Irã, em uma aparente reação às ameaças feitas pelo presidente Donald Trump.

Segundo Moscou, “os EUA contribuiriam para os esforços de desescalada do conflito com o Irã ao abandonar os ultimatos”.
A fala ocorreu em uma ligação telefônica entre os ministros das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, e iraniano, Abbas Araqchi.

Trump voltou a ameaçar bombardear infraestrutura vital do Irã, o que pode configurar uma escalada maior ainda na guerra.

g1

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Trump diz ‘considerar explodir tudo’ no Irã e ‘assumir o petróleo’

Foto: Saul Loeb/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar atacar o Irã se as negociações para a liberação do Estreito de Hormuz não forem bem-sucedidas. Ele afirma que o prazo limite para a reabertura do canal será às 20h de terça-feira na costa leste dos EUA (21h de Brasília).

Trump prevê formalizar um acordo pelo fim da guerra amanhã. Em entrevista à rede de TV Fox News, ele afirmou que há ‘boas chances’ de alcançar um acordo com Teerã mas alertou que, caso não seja concluído, os EUA vão ampliar os bombardeios contra Teerã.

“Se não fecharem um acordo, e rápido, estou considerando explodir tudo e assumir o controle do petróleo”,
Donald Trump, à Fox News.

O republicano prometeu ataques coordenados a alvos de infraestrutura iranianos. Ele condicionou a manutenção do bloqueio aos bombardeios e disse que terça-feira será o “Dia da Usina Elétrica e o Dia da Ponte” no país. “Tudo junto, no Irã. Não haverá nada igual”, escreveu na rede social Truth Social.

“Abram o maldito Estreito, seus bastardos loucos, ou vocês vão viver no inferno. Aguardem para ver!”, Donald Trump, no Truth Social.

Presidente dos EUA já havia estabelecido prazos anteriores para o Irã. Ontem (4), ele deu 48 horas para um acordo sobre Hormuz, após um prazo prévio de dez dias para a liberação do corredor marítimo. Agora, ele definiu que o limite para a reabertura será às 20h da próxima terça-feira.

UOL

Opinião dos leitores

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ABC: Dudu Machado virou unanimidade

Foto: Adriano Abreu

O presidente do ABC, Dudu Machado, o pior da história, conseguiu o inimaginável.

Agora não são só os conselheiros, os ex-presidentes, os proprietários de camarotes e cadeiras, as torcidas organizadas que o apoiaram e já soltaram notas defendendo a renúncia.

Até os familiares de Dudu estão defendendo abertamente que ele renuncie.

Mas Dudu não deverá renunciar, ele é ‘fodástico‘.

Só vai sossegar quando nem as cinzas de Vicente Farache esteiverem mais no lugar.

No sábado, o ABC amargou mais uma derrota, desta vez na estreia pela Série D para o Maguary-PE, que não era o ‘Kibon’.

Opinião dos leitores

  1. Este “menino” procura fama deste jovem. Querendo ser “Cegonha”, campanhas políticas perdidas, procurando sogro “importante” ou opiniões abalizadas. Um PERDEDOR!!!

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Dezenas de aviões e participação da CIA com fake news proposital: como foi o resgate do piloto de caça americano abatido no Irã

Operação de resgate contou com dezenas de aviões e centenas de militares americanos. — Foto: Reuters via BBC

Os Estados Unidos detalharam a operação que resgatou o piloto do caça F-15 americano abatido na sexta-feira (3/4) enquanto sobrevoava o sul do Irã.

O presidente Donald Trump confirmou o resgate nas redes sociais na manhã de domingo (5/4), após as forças armadas americanas terem “realizado uma das operações de busca e resgate mais ousadas” de sua história. O piloto está agora “são e salvo”, acrescentou.

Dois tripulantes estavam a bordo e ambos ejetaram da aeronave. Um deles já havia sido resgatado, ainda na sexta-feira. Autoridades iranianas disseram que o caça foi abatido por seu sistema de defesa aérea. Detalhes sobre a operação de resgate e como ela se desenrolou ainda estão sendo divulgados.

Aqui está o que se sabe até agora:

Os EUA e o Irã estavam em uma corrida para localizar o piloto. O Irã queria encontrar o americano com vida e ofereceu uma recompensa por qualquer ajuda na busca.

As circunstâncias exatas do resgate permanecem incertas, mas uma pessoa envolvida na operação a descreveu como uma missão “enorme”.

A BBC apurou que houve um confronto entre as forças americanas e iranianas durante o resgate, e o piloto ainda se feriu durante a ejeção da aeronave. Trump inclusive confirmou que o piloto resgatado estava gravemente ferido.

Autoridades disseram à CBS News, parceira da BBC, que o oficial passou mais de 24 horas sozinho, escondido nas montanhas com uma pistola.

A CBS apurou que a CIA, a Agência Central de Inteligência americana, desempenhou um papel crucial na missão de resgate, rastreando o militar em uma fenda na montanha e repassando sua localização exata ao Pentágono.

A agência também conduziu uma campanha de desinformação dentro do Irã. Enquanto a operação de resgate estava em andamento, a CIA espalhou a notícia de que o militar já havia sido encontrado e estava sendo retirado do Irã.

O resgate de tripulantes de um jato abatido é uma das operações mais complexas e urgentes — conhecida como Busca e Resgate em Combate (CSAR, na sigla em inglês) — para as quais as forças armadas americanas e seus aliados se preparam.

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PF suspeita que provas sumiram com vazamento de operações no caso Master

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Investigadores da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) apuram possível vazamento de informações na operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro.

A suspeita surgiu após episódios considerados atípicos nas três fases da operação, realizadas em novembro de 2025, janeiro e março de 2026. O foco é identificar se dados sigilosos foram antecipados, comprometendo ações policiais e a coleta de provas.

Primeira fase levanta suspeitas iniciais

Na primeira etapa, em novembro de 2025, a PF investigava a venda de carteiras de crédito sem lastro e negociações envolvendo o banco.

Vorcaro foi preso no Aeroporto de Guarulhos ao tentar embarcar para os Emirados Árabes. Para investigadores, a coincidência levantou suspeita de possível aviso prévio. A defesa afirma que a viagem era a trabalho.

O caso estava sob relatoria do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.

Segunda fase teve ações frustradas

Os indícios se intensificaram na segunda fase, em janeiro de 2026.

A PF cumpriu 42 mandados e bloqueou R$ 5,7 bilhões, mas encontrou dificuldades:

  • imóveis vazios ou esvaziados às pressas
  • ausência de equipamentos eletrônicos
  • investigados fora dos locais

Houve ainda casos de investigados em aeroportos na véspera das ações, como: Fabiano Campos Zettel e
Nelson Tanure.

Outro ponto que chamou atenção foi a presença antecipada de advogados em endereços antes da chegada da polícia.

Mudança no STF e terceira fase

Em fevereiro de 2026, Dias Toffoli deixou a relatoria após questionamentos sobre conflito de interesse. O caso passou para o ministro André Mendonça.

A terceira fase ocorreu em março, mesmo com posição contrária da PGR. Houve novas prisões, incluindo Vorcaro, além de bloqueio de mais de R$ 22 bilhões e afastamento de servidores do Banco Central.

Novas frentes: lavagem e monitoramento ilegal

As investigações avançaram para suspeitas de:

  • lavagem de dinheiro
  • corrupção
  • invasão de sistemas
  • monitoramento ilegal de autoridades e jornalistas

A PF identificou um grupo chamado “A Turma”, ligado a Vorcaro, que atuaria com vigilância, coleta de informações e pressão sobre alvos.

Também há indícios de acesso irregular a dados da PF, PGR, Justiça e até da Interpol. Um policial federal aposentado foi preso.

Com informações de Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Se até a morte do Sicário ocorreu dentro da PF, quanto mais provas kkk Brasil véio sem jeito.

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Geral

VÍDEO: Flávio Bolsonaro pede união da direita após confusão entre Eduardo e Nikolas Ferreira


Vídeo: Reprodução Instagram/FlavioBolsonaro

Pré-candidato do Partido Liberal à Presidência de República, Flávio Bolsonaro usou suas redes sociais neste sábado (04) para pedir união à direita após trocas de acusações entre seu irmão, Eduardo Bolsonaro, e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). De acordo com Flávio, a separação não ajuda e é necessário identificar que o “inimigo está do outro lado”.

“Vamos olhar para frente. O que mais importa, agora, é o futuro do nosso Brasil”, escreveu. Nikolas compartilhou o vídeo de Flávio, já o chamando de presidente. “Concordo, presidente. Cada um fazendo sua parte, chegaremos lá”. Eduardo não se pronunciou.

Opinião dos leitores

  1. Oa caras estão igual a Sthiverson Valentim aqui no RN.
    Eleitos e dando um jeito de perderem pra eles mesmo.
    Parem!!
    Vão botar a caçada no mato?

    1. Boa o LULUNHA para falar. É o novo ídolo de vocês da esquerda.

    1. Esperto é o James Bond Lulinha. Embolsou 39 bilhões? E para quem? Perda Total. PT.

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