Diversos

PAPELÃO: Em entrevista na internet, influencer conta intimidades com Juliette, com direito a motel e “beijo grego”

Foto: Reprodução

O dançarino paraibano Alê Oliveira afirmou em entrevista recente a um podcast que já ficou com a ex-bbb paraibana, Juliette Freire.

De acordo com o dançarino, eles trocaram intimidades em um encontro que aconteceu após uma live e no fim os dois foram parar em um motel.

O produtor do cantor afirmou que durante o encontro acabou rolando um “Beijo Grego”, o tão temido pelos homens.

Blog do BG PB

Opinião dos leitores

  1. Com essa BBB eu faria e recebia beijo grego, alemão, romano a mulesta dos beijos que existir. Entre 4 paredes vale quase tudo.
    Muitos aqui estão com inveja do boy ou apenas um disfarce pra dizer que é machão.

  2. Tai Zezin Tomaz e Mané fulero, com o molusco vcs dariam certo nesse negócio de beijo grego.

  3. Isso de beijo grego é nada, deve ter uns aqui que cutem de beijo grego, fio terra trifásico e fisting.
    Eita o BG agora atiçou os desejos mas ocultos do homem kkkkk

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Diversos

Lays Peace, garota de programa e influencer, apontada como a ‘Bruna Surfistinha’ atual, acumula milhões de seguidores e relata ter sofrido abuso

Lays Peace, de 21 anos, entrou no universo da prostituição aos 19 Foto: Guito Moreto

Em tempos de publiposts, hashtags e da famigerada influência digital, é inegável o quanto as redes sociais contribuem para um modelo de negócio promissor. Bolsas, batons, viagens, cursos. Não há produto ou serviço que não possa ser vendido pela internet. Nem o sexo, como percebeu a carioca Lays Paz Souza, de 21 anos.

Garota de programa desde os 19, Lays Peace, como é conhecida por sua clientela, soma dois milhões de seguidores no Instagram, mais de 400 mil no Twitter e adora “causar” nas madrugadas com dicas e performances virtuais para lá de calientes. Entre seus seguidores há nomes como Anitta, MC Rebecca e Camilla de Lucas. Ela é definitivamente o que se pode chamar de prostituta influencer.

Diariamente, posta looks do dia, dicas de sexo, brinquedos eróticos e flashes de uma vida que parece muito mais glamourosa do que de fato é. “Os haters dizem que eu romantizo a prostituição. Mostro um mundo de glamour, mas que é muito doído. Tem vezes em que me tranco e choro o dia inteiro”, diz Lays, que aifirma não desistir do ofício porque com ele conseguiu “um apartamento de frente para o mar e quase R$ 20 mil mensais”.

Não à toa, ela é considerada a Bruna Surfistinha dos tempos atuais — aliás, procurada pela reportagem, a garota de programa mais famosa do Brasil preferiu não comentar sobre o tema, alegando não querer mais associar sua imagem com a prostituição.

Filha única de um pastor e “uma dona de casa que ajudava na igreja”, Lays não teve uma infância traumática nem de privações. “Ao contrário de muitas das minhas colegas, não posso afirmar que entrei na prostituição por necessidade. Nunca passei fome nem deixei de estudar. Sempre tive uma vida modesta, mas com brinquedos e boas roupas. Passei parte da infância na Bahia e a adolescência em Acari (Zona Norte do Rio)”, conta.

Os pais se separaram dois anos após a mudança para o Rio. “Eles já tinham saído da igreja. Minha mãe passou a trabalhar em uma padaria e meu pai se ausentou, sumiu da minha vida”, recorda a moça. “Não sei o que ele faz hoje e nem se sabe que sou garota de programa. Às vezes, me procura, pergunta por que exponho tanto o meu corpo na internet, mas não faço questão de falar, me faz mal. Minha preferência por homens muito mais velhos vem dessa ausência de figura paterna. Foi minha forma de suprir a falta de segurança e afeto deixada por ele.”

A predilação pelo target maduro começou aos 12 anos, quando Lays diz ter engatado, com o consentimento da mãe, o namoro com um rapaz de 38. “Nos conhecemos pela internet e namoramos por quatro anos. Perdi minha virgindade com ele e gostei. Enquanto minhas amigas não tinham sequer um Ken para namorar suas Barbies, eu brincava de casinha de verdade”, compara. Depois de terminar o namoro, ela conheceu outros rapazes e chegou a sair com garotas. Até que se apaixonou por um homem casado e viveu o que afirma ter sido “uma das piores desilusões amorosas da vida”. “Entrei em depressão, perdi a vontade de viver. Me tornei prostituta para mostrar a ele que muitos homens não só iam me desejar, como pagariam para estar comigo. Tracei um plano: não seria apenas garota de programa. Seria uma garota de programa famosa”, conta.

A julgar pelo feed de seu Instagram, o plano deu certo. Há closes em mansões luxuosas, brindes com bebidas caras e até passeios de helicóptero. O que dificilmente se vê — apesar da avalanche de poses sensuais — são posts com conteúdo obsceno. É à noite, quando a vigilância diminui, que a coisa esquenta e as lives bombam. Ainda que as redes sociais tentem impedir a disseminação de material erótico, derrubando o perfil da influencer. Procurado, o Instagram afirma que limita os usuários “quando o conteúdo das discussões facilita, incentiva ou coordena encontros ou serviços sexuais comerciais entre adultos”. Segundo o texto enviado pela assessoria de imprensa, a rede “é uma comunidade global, diversa tanto etária quando culturalmente, e queremos que seja um lugar onde as pessoas possam se expressar livremente, mas com segurança. Portanto, a exibição de imagens com nudez ou atividade sexual é restrita”.

Profissional do sexo desde 2009, ativista e autora do livro “Puta feminista”, Monique Prada afirma que, apesar do cerceamento, há um maior número de garotas de programa que produzem conteúdo erótico na internet. “São meninas que vêm tentando pegar seu quinhão de fama, conquistar espaço e uma possibilidade de monetizar conteúdo, ainda que com muitas dificuldades, porque algumas hashtags são proibidas”, diz.

Lays percebeu que podia ganhar dinheiro com sua audiência há menos de um ano. “Fiz uma live ensinando mulheres a sentar no colo do parceiro na hora do sexo e mais de 80 mil pessoas assistiram”, conta ela, que tem vários perfis diferentes com nomes parecidos para migrar de um para outro quando a denunciam ou a derrubam. No dia em que deu uma aula sobre beijo grego o alcance foi ainda maior. “Avisei aos seguidores que o vídeo era proibido para crianças e entrei de madrugada. Resultado: uma audiência de mais de 300 mil pessoas, com famosos e tudo. Ou seja, quanto mais eu focar na internet, mais posso reduzir os programas. Posso ter meu próprio portal erótico, com cursos e dicas de sexo. Isso faz parte de um futuro que não consigo medir agora, mas que vai me tirar da prostituição. Em breve, me aposento”, projeta.

Segundo Monique Prada, o cerco ao conteúdo erótico nas redes sociais se acirrou há pouco mais de dois anos, quando os Estados Unidos criaram leis e mecanismos de busca específicos. “Em tese, isso foi feito para evitar o tráfico de pessoas, mas acabou sendo usado para interferir nas postagens, o que dificulta a vida de qualquer um que trabalhe com sexualidade na internet, não só a das prostitutas”, explica.

Embora tenha usado o Tinder para conseguir clientes, o primeiro programa de Lays não aconteceu por meio das redes. “Foi com um médico que trabalhava em um hospital ao lado da lanchonete onde eu fazia uns bicos. Eu o vi e achei interessante. Arrumei o cabelo, fui atendê-lo e me chamou para sair. Senti que ele queria um programa, mas não tive certeza. Fomos direto para o motel. Transamos e não consegui cobrar”, conta. Ao voltar para casa, Lays repensou. “Deitei na minha cama e comecei a refletir se pedia o dinheiro ou não. Estava decidida a fazer programa. No dia seguinte, criei coragem, fui ao hospital e peguei com ele R$ 300. Dali em diante, foi um caminho sem volta. Saímos várias outras vezes.”

Nos meses que se seguiram, Lays se jogou no Tinder, onde afirma “nunca ter tido dificuldade para atrair homens”. “Sempre me diferenciei da concorrência. Se as outras cobravam por hora, eu estabelecia um preço único pelo programa. Dizia: ‘a gente vai sair, se conhecer melhor, não quero que você fale de dinheiro agora’”, conta. O marketing deu tão certo que a jovem chegou a fazer dez programas por dia. “Depois que comecei a ter visibilidade na internet, sou mais contratada por mulheres do que por homens. Elas não me chamam só pelo sexo, mas por me admirarem.”

Pesquisadora discente do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da Unicamp, Carolina Bonomi nota que as redes sociais têm ajudado as garotas de programa a conquistarem mais autonomia e, com isso, se distanciarem da figura do antigo cafetão. “É preciso eliminar o preconceito e a estigmatização. Há vários fatores que influenciam no surgimento de novos meios de consumo de sexo. Um deles é ver a mulher como protagonista do próprio desejo”, diz.

O tema divide as feministas, afinal, por mais que a mulher seja dona do próprio corpo e possa a fazer com ele o que quiser, raras são aquelas que, como Lays, estão na profissão por opção.

Vale lembrar que, no Brasil, a prostituição não é crime, mas sua exploração comercial, sim: “Somente a garota de programa pode ganhar dinheiro com isso, ninguém mais”, explica Flávia Nascimento, coordenadora dos Direitos da Mulher na Defensoria Pública do Estado do Rio. “A luta hoje é para que haja uma regulamentação da profissão que proteja as meninas em vez de marginalizá-las”, pontua Tatiava Bivar, coordenadora do Grupo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no âmbito do Ministério Publico do Trabalho. Lays, não incentiva meninas a entrarem para a profissão. “É um trabalho pesado. Já passei por muita coisa que não desejo a ninguém. Fui assediada e abusada, física e verbalmente. Um cliente me estuprou, fez sexo comigo sem meu consentimento, e não denunciei por medo, porque ele era perigoso.”

Enquanto o faturamento com as redes sociais não atinge o patamar da aposentadoria, ela faz planos. “Quando sair dessa vida, quero me apaixonar e namorar. Por incrível que pareça, sou careta, à moda antiga. Quero ser fiel, fazer tudo certinho”, diz. Não são só os contos de fada que merecem finais felizes.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Coitada dessa moça, coitados dos Pais dessa moça, coitada da nossa sociedade, onde fazer programas atinge um público de milhões de pessoas. Logo logo vai tá no ostracismo , drogada e depressiva.

  2. Pronto, mais uma pra conta das abusadas.. esse vitimismo atualmente presente na sociedade e sua necessidade de postar em redes sociais é uma das maiores tragédias comportamentais em curso

  3. É uma pobre coitada acéfala e ainda tem seguidores,tá tudo descendo ladeira abaixo,é a imprensa dar espaço pra isso.

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Diversos

Influencer do Ceará é internada em estado grave na UTI após lipoaspiração

Liliam Amorim (Fotos: Reprodução/Instagram)

A digital influencer Liliane Amorim está internada em estado grave na UTI após se submeter a uma lipoaspiração. As informações viralizaram na manhã desta quinta-feira (21) pela web após os familiares da jovem revelarem o caso e pedirem orações e apoio para a influencer.

De acordo com o comunicado oficial da família. Liliane passou pela cirurgia plástica no último 9 de janeiro, mas alguns dias depois, com complicações após a intervenção, ela teve que ser operada novamente. A influencer é de Juazeiro do Norte, no Ceará.

“Desde domingo, 17/01, ela está na UTI. Seu quadro é grave, mas estável. Entendemos e agradecemos a preocupação de todos, mas pedimos que tenham mais cautela com as informações que estão passando. A família não está acostumada com essa exposição”, dizia a nota.

Os seguidores de Liliane se comoveram e mandaram uma série de mensagens de apoio para a influencer. Quem também se manifestou foi Thayse Teixeira: “Desde que fiquei sabendo dessa situação, estamos em oração. Deus não vai abandoná-la e tudo ficará bem”.

Influencer Liliane Amorim está internada em estado grave após lipoaspiração (Foto: Reprodução / Instagram)

Globo, via Quem

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Diversos

Neto de Che Guevara troca Cuba por Brasil e vira influencer

Foto: Portal Minas 1

As voltas (ideológicas) que o mundo dá – com outras gerações. Um neto do revolucionário argentino Che Guevara fixou residência na paradisíaca praia de Porto de Galinhas (PE) após desembarcar no Brasil no programa Mais Médicos. Não quer voltar para Cuba. Fez amigos e agora faz negócios. E tornou-se influencer digital.

Ele é José Angel Lima Guevara, e diz gostar de turismo. No instagram, dá dicas de passeios a mais de 130 mil seguidores. As informações são do parceiro portal Minas1.

Coluna Esplanada

Opinião dos leitores

  1. Na verdade, é inconteste que ele veio ser médico em um lugar que paga melhor que em Cuba, mas principalmente porque vai morar na paradisíaca Porto de Galinhas. Não está morando aqui por causa das “boas condições atuais” do nosso País. Se fosse por isso, passava direto pro Uruguai.

  2. E pensar que o neto de Guevara, médico num país avançadíssimo na área de saúde, um país que vide uma felicidade plena, deserta, larga tudo e fica morando num outro que é uma ditadura fascista, genocida, misógina, homofóbica, esferográfica e porque não dizer, estroboscópica.
    Eita mundão velho cheio de curvas…

    1. Kkkkkkkkkk

      Quero ver a mídia dar ibope pra essa notícia… Comunista virando capitalista? Nunquinha!

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Polícia

Influencer morre baleada após encenar sequestro nas redes sociais

 (Foto: Reprodução Instagram)

A influencer Areline Martínez, de 21 anos, morreu baleada, no último fim de semana, no bairro de Rigoberto Quiroz, na cidade de Chihuahua, no México.

De acordo com o jornal local Proceso, a jovem brincava com os amigos de encenar um sequestro para postar no TikTok quando foi morta a tiros, em uma fazenda.

A polícia trabalha com a hipótese de que os disparos tenham sido acidentais. Ainda de acordo com a publicação, Areline estava na companhia de dez amigos, que a ajudavam a encenar o rapto.

No vídeo, ela aparece com os olhos vendados e com as mãos e tornozelos amarrados, ao lado de um rapaz que também finge ser sequestrado. Os dois aparecem sentados no sofá com armas apontadas para suas cabeças.

Vídeo do falso sequestro (Foto: Reprodução )

“Uma das hipóteses é que eles [os amigos da influencer] estavam mexendo em uma arma pensando que não estava carregada e atiraram na mulher”, afirmou César Augusto Peniche Espejel, procurador-geral do estado de Chihuahua. “Se alguém tem uma responsabilidade criminal, eles terão que responder. Há vários fatos a investigar: a infeliz morte da jovem e a origem daquela arma e como ela chegou a suas mãos”, completou.

Areline era mãe de uma menininha de um ano de idade. Após os disparos, os amigos fugiram da fazenda. O corpo da jovem foi encontrado pelo caseiro da fazenda na segunda-feira (05).

Globo, via Glamour

Opinião dos leitores

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Diversos

Humorista e influencer Carlinhos Maia assume que faz doações com intuito de aparecer

Foto: Divulgação

Carlinhos Maia já foi bastante criticado por divulgar as ações filantrópicas que faz para ajudar fãs e pessoas necessitadas.  Humorista e influencer contou que gosta de expôr para todo mundo o que fez

Mas, aparentemente, ele não se importa com a repercussão negativa que esse tipo de comportamento gera. Em entrevista ao programa Pânico, na tarde do dia 11 de março, ele comentou que existe mesmo o intuito de aparecer com essas ações. “Quero me aparecer mesmo. Eu trabalho me aparecendo. Não quero ser hipócrita. Mas eu não estou fingindo, eu ajudo de verdade”, declarou.

Publicamente, Carlinhos já doou R$ 25 mil para um fã comprar um carro novo e também ajudou a mãe biológica, com quem ele nem teve contato durante a vida por ser adotado. “Eu a procurei quando era criança. E um vizinho me contou que ela passava na rua da minha casa todo dia com outros filhos. Não julgo porque ela me entregou, cada um sabe da sua história. Mas eu a procurei, quando encontrei pedi a bênção. Ela me deu a bênção, mas nunca mais reapareceu”, contou, reforçando que a ajuda com dinheiro mensalmente.

R7

Opinião dos leitores

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