
Os controladores da JBS venderam R$ 9,9 milhões em ações um dia antes do vazamento da delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da empresa. Segundo formulário da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), foram vendidas 984.900 ações ordinárias (com voto) da companhia em 16 de maio ao preço de R$ 10,11. Em 17 de maio, o colunista do GLOBO Lauro Jardim revelou detalhes da delação. No dia seguinte, os papéis fecharam em queda de quase 10% na Bolsa.
Os controladores da JBS são a FB Participações e o Banco Original, que pertencem à família Batista. A venda de ações do dia 16 foi a primeira do mês feita pelos controladores, seguida por outras nos dias seguintes. No total, foram seis operações de venda, totalizando R$ 55,5 milhões.
— Isso (a venda de ações na véspera do vazamento da delação) pode ser um indício de que eles tinham informação privilegiada sobre a delação — avalia Norma Parente, ex-diretora da CVM e professora da PUC-Rio.
Para Aurelio Valporto, vice-presidente da Associação de Investidores Minoritários do Brasil, a operação caracteriza crime de insider trading. Na última sexta-feira, a Polícia Federal deflagrou operação, em ação coordenada com a CVM, para investigar se houve uso de informação privilegiada por JBS e FB Participações em transações de mercado financeiro ocorridas entre abril e maio deste ano.
A JBS disse que “todas as operações de compra e venda de moedas, ações e títulos realizados pela J&F, suas subsidiárias e seus controladores seguem as leis que regulamentam tais transações”.
Em abril, O GLOBO antecipou, a partir de consultas de formulários na CVM que pessoas ligadas aos controladores do grupo venderam R$ 328,5 milhões em ações da companhia no período em que Joesley Batista negociava a delação com a Procuradoria.
O GLOBO
Essa delação da JBS é SUSPEITA em todos os sentidos, da forma como ocorreu e foi executada, como as situações foram montadas e as delações.
O PERDÃO IRRESTRITO dado por FACHIN é pra lá de questionável, afinal o volume de recursos envolvido é maior que da odebrecht, envolve muito mais políticos e os irmãos Batistas saíram sem qualquer punição. Foi imoral ver tamanho "perdão" enquanto a turma da odebrecht foi condenada em anos e anos de prisão.
FACHIN NÃO DEVERIA, NEM PODERIA ESTÁ A FRENTE DA DELAÇÃO da JBS, a empresa e seus proprietários FORAM CABO ELEITORAL PARA FACHIN ENTRAR NO STF.
As operações financeiras da JBS dias antes da delação fica evidenciado que eles estavam com tudo articulado e além do "perdão" geral, se beneficiaram de toda situação.
Essa delação parece ter SIDO PENSADA, PLANEJADA e PREPARADA PARA PEGAR TEMER e deixar livre os irmãos Batista. Tendo o PT e Lula como os MAIORES BENEFICIADOS, pois saíram da mídia com as atenções voltadas a derrubar Temer.
E pensar que esses dois irmãos ladrões estão rindo da nossa cara em Nova York autorizados pela justiça brasileira! Como acreditar em um país desse? Aqui a aposta é para saber qual dos 3 poderes é mais corrupto. Quem souber a resposta informe?