Quatro atletas do Jiu-Jitsu de Angicos, no RN, representaram a cidade durante o 3º Open Jiu Jitsu, no CE. A competição foi realizada neste domingo (29/03), na cidade de Banabuiú, situado na Mesorregião dos Sertões Cearenses, há 329 km de Angicos.
A cidade foi novamente destaque no jiu-jítsu fora do Estado. Representando a KIMURA ANGICOS, os quatro atletas subiram no pódio. O bom desempenho deixou os lutadores mais que satisfeitíssimos.
Zaquel Lucas, Arthur Ramos, Jailson Cunha e Damião Silva conquistaram seis medalhas, das quais sendo, quatro primeiros lugares em suas categorias, um primeiro e um terceiro lugar no absoluto. Cinco Ouros e um bronze.
A Prefeitura do Natal sancionou a Lei nº 8.044, que cria oficialmente o bairro Parque das Colinas, a partir do desmembramento de parte do bairro de Candelária, na zona Sul da capital. A nova divisão administrativa foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Município desta quinta-feira (29). De acordo com a lei, o novo bairro passa a existir formalmente no mapa urbano de Natal, com delimitação territorial definida e mapeamento próprio, que integra o anexo da norma.
Os limites do novo bairro são estabelecidos por importantes vias da zona Sul. Ao Norte, o Parque das Colinas faz divisa com a Avenida Governador Tarcísio de Vasconcelos Maia; ao Leste, com a via marginal da BR-101; ao Sul, com a Avenida Antoine de Saint’ Exupéry; e, a Oeste, com a Avenida Prefeito Omar O’Grady.
A lei também autoriza o Poder Executivo, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), a implantar a sinalização oficial de identificação do novo bairro, inclusive nas placas de logradouros públicos. A norma determina ainda que essa sinalização seja padronizada e mantida em bom estado de conservação.
O setor público consolidado — formado por União, Estados, municípios e estatais — registrou déficit primário de R$ 55 bilhões em 2025. O resultado consta no relatório “Estatísticas Fiscais”, divulgado pelo BC (Banco Central) nesta sexta-feira (30).
O resultado representa o maior déficit desde 2023. Veja a série histórica do setor público consolidado no acumulado do ano:
O Rio Grande do Norte encerrou 2025 com saldo positivo de 15.870 empregos formais, segundo dados do Novo Caged, resultado de 257.414 admissões e 241.544 demissões ao longo do ano. Apesar de manter o mercado de trabalho no campo positivo, o desempenho representa uma forte desaceleração na geração de vagas e configura o menor saldo anual desde a pandemia da covid-19, quando o estado terminou 2020 com resultado negativo de 3.146 desligamentos a mais que o número de contratações.
Em comparação com 2024, quando o RN havia registrado saldo de 34.156 postos, a queda foi de mais de 53%. O resultado de 2025 também ficou abaixo dos saldos observados em 2023 (22.496 vagas), 2022 (21.030) e 2021 (32.692), evidenciando um ritmo mais fraco de expansão do emprego formal no estado.
Ainda assim, o RN acompanhou a tendência nacional de crescimento do emprego ao longo do ano. Em 2025, o Brasil fechou o período com saldo positivo de 1.279.498 vagas com carteira assinada, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Todas as unidades da federação tiveram resultado positivo no acumulado do ano, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia em números absolutos, e Amapá, Paraíba e Piauí nas taxas proporcionais de crescimento.
Com a proximidade do calendário eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se prepara para uma ampla reformulação no primeiro escalão. A expectativa é que mais de 20 ministros deixem seus cargos até o fim de março para disputar as eleições de outubro. Para evitar descontinuidade administrativa neste último ano de mandato, Lula tem sinalizado que pretende recorrer a “soluções caseiras”, promovendo quadros que já integram os ministérios.
A orientação no Palácio do Planalto é priorizar secretários-executivos e auxiliares diretos, que conhecem a rotina das pastas e podem manter o ritmo das entregas. Um dos movimentos já definidos envolve a Casa Civil. A atual secretária-executiva, Miriam Belchior, deve assumir o ministério no lugar de Rui Costa, que deixará o cargo para concorrer ao Senado pela Bahia. A escolha já foi comunicada internamente e segue a lógica de continuidade defendida pelo presidente.
Miriam Belchior integra o núcleo do governo desde o início do mandato e tem histórico de peso na gestão petista. Foi ministra do Planejamento no governo Dilma Rousseff e presidiu a Caixa Econômica Federal entre 2015 e 2016. A avaliação de aliados é de que o perfil técnico da futura ministra ajuda a blindar a Casa Civil de turbulências em um período de transição política.
Na área econômica, a tendência é semelhante. O atual secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, é o nome mais cotado para assumir o comando da pasta com a saída de Fernando Haddad, prevista para fevereiro. Haddad, que ainda não decidiu se disputará eleições ou atuará na articulação política da campanha de Lula, tem feito elogios públicos ao auxiliar e defendido sua trajetória em governos petistas. A eventual ascensão de Durigan é vista como um sinal de estabilidade ao mercado, sem mudanças bruscas na política fiscal.
Outra troca em andamento envolve a Secretaria de Relações Institucionais (SRI). Com a saída de Gleisi Hoffmann para disputar o Senado pelo Paraná, o nome mais forte para assumir a articulação política do governo é o de Olavo Noleto, atual presidente do Conselhão. Auxiliares do Planalto destacam sua experiência, a confiança de Gleisi e o bom trânsito com parlamentares como fatores decisivos para a escolha.
Com essas movimentações, Lula busca atravessar o ano eleitoral mantendo o funcionamento da máquina pública e evitando sobressaltos administrativos. A aposta em nomes da própria equipe reflete a estratégia de preservar a agenda do governo enquanto ministros deixam o Planalto para entrar de vez na disputa política.
O Senado Federal recusou um pedido feito via Lei de Acesso à Informação (LAI) para divulgar os registros de entrada e saída da advogada Viviane Barci de Moraes em suas dependências. Viviane é esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes e firmou, em janeiro de 2024, um contrato de R$ 130 milhões com o Banco Master, prevendo atuação junto a diferentes poderes da República, inclusive no Congresso Nacional, para o acompanhamento de projetos de interesse da instituição financeira.
A informação é da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Na resposta ao pedido, a Casa alegou que os dados solicitados têm caráter pessoal, por se referirem a pessoa física identificada. O Senado citou dispositivos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e um decreto de 2012 que regulamenta a LAI, segundo os quais informações ligadas à intimidade, vida privada, honra e imagem não podem ser divulgadas.
A negativa contrasta com respostas obtidas junto a outros órgãos. Solicitações semelhantes foram encaminhadas ao Banco Central, à Receita Federal, ao Cade e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que informaram não ter registros ou conhecimento de atuação de Viviane Barci de Moraes em suas dependências.
Para o procurador de Justiça de São Paulo e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, a justificativa apresentada pelo Senado não se sustenta. Segundo ele, não há fundamento legal para classificar como dado sensível a informação sobre a presença de alguém em um prédio público. Na avaliação do procurador, a negativa reforça uma cultura de falta de transparência e contraria o espírito da Lei de Acesso à Informação, cujo objetivo é assegurar publicidade aos atos da administração pública.
O professor Fabiano Angélico, da Universidade de Lugano e pesquisador da área de transparência, também criticou a decisão. Para ele, a resposta do Senado representa um desrespeito direto às diretrizes da LAI, que estabelece a divulgação como regra e o sigilo como exceção.
Desde que o contrato com o Banco Master entrou em vigor, o Senado analisou temas sensíveis aos interesses da instituição. Em agosto de 2024, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) rejeitou uma emenda à PEC da autonomia do Banco Central que previa ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. A proposta, apresentada por Ciro Nogueira (PP-PI), ficou conhecida nos bastidores do mercado financeiro como “emenda Master”. O mesmo senador também teria atuado para frear a instalação de uma CPI destinada a investigar o banco.
O acordo firmado com Viviane Barci de Moraes previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos ao escritório Barci de Moraes Associados, o que poderia totalizar cerca de R$ 130 milhões até 2027, ano em que Alexandre de Moraes deve assumir a presidência do STF. Procurado pela reportagem, o escritório informou que não estava autorizado a fornecer contato direto da advogada.
A publicitária Danielle Miranda Fonteles associou o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, a uma empresa de consultoria investigada por movimentações financeiras atípicas e indícios de ser usada como fachada. Trata-se da Spyder Consultoria, que, mesmo sem presença digital e registrada em nome de um jovem de 25 anos, auxiliar de serviços gerais, movimentou R$ 371 milhões em apenas seis meses, chamando a atenção da CPMI do INSS, que determinou a quebra de sigilo da empresa.
A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. Relatório do Coaf encaminhado à comissão aponta uma transferência de R$ 200 mil da Spyder para Danielle Fonteles. Em nota, a publicitária afirmou que não tinha conhecimento da existência da empresa e que o pagamento foi feito a mando do Careca do INSS, como parte de uma negociação imobiliária envolvendo a venda de um imóvel em Trancoso, no sul da Bahia. A defesa de Antônio Antunes, por sua vez, informou que ele não irá se manifestar sobre o caso.
Danielle Fonteles é figura conhecida no meio político por ter atuado em campanhas do PT, incluindo a de Dilma Rousseff em 2010. Segundo a Polícia Federal, ela também aparece como sócia de Antunes na Cannabis World, empresa de cannabis medicinal com atuação em Portugal. Mensagens obtidas pela imprensa indicam que a publicitária coordenava a operação do negócio no país europeu, acompanhando de perto projetos ligados à área.
A Spyder entrou no radar da CPMI após receber recursos da Dinar S/A Participações, empresa usada pelo Careca do INSS e que, por sua vez, recebeu valores de outras companhias e entidades investigadas no esquema conhecido como “Farra do INSS”. Apesar de ter capital social declarado de apenas R$ 120 mil e ter sido registrada em dezembro de 2024, a consultoria apresentou, já em janeiro de 2025, uma movimentação milionária. Para os investigadores, o contraste entre a estrutura formal da empresa e o volume financeiro reforça suspeitas de irregularidades, que agora serão aprofundadas no âmbito da comissão parlamentar.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (29) uma ordem executiva declarando emergência nacional em relação a Cuba e abrindo caminho para a aplicação de tarifas sobre países que vendam ou forneçam petróleo à ilha caribenha. A medida representa uma escalada nas pressões econômicas de Washington sobre o regime cubano, intensificando ações para isolar a economia da nação governada por Miguel Díaz-Canel.
Pelo texto, os Estados Unidos poderão impor aranceles adicionais às importações de bens de países que, direta ou indiretamente, exportem petróleo ou derivados a Cuba. A ordem não estabelece automaticamente valores ou uma lista de nações afetadas: cabe ao secretário de Comércio identificar fornecedores de petróleo à ilha e, com base nesse diagnóstico, o secretário de Estado — em consulta com outras agências — decidir se e quanta tarifa será aplicada, com o presidente finalizando o processo.
A Casa Branca justifica a ação argumentando que as políticas e práticas do governo cubano representam uma “ameaça extraordinária e incomum” à segurança nacional e à política externa dos EUA, acusando Havana de manter laços com países e grupos considerados hostis por Washington, como Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah. O documento também faz referência a violações de direitos humanos e à suposta presença de atividades de inteligência estrangeira na ilha.
Especialistas internacionais destacam que a medida ampliada de pressões coincide com um quadro de crise energética em Cuba, agravado pela interrupção de remessas de petróleo da Venezuela após ações militares norte-americanas naquele país e pela redução de envios do México. Em resposta, autoridades cubanas classificaram a ordem como um ato de agressão que visa aprofundar o sofrimento da população e debilitar ainda mais a economia da ilha.
Em pleno ano eleitoral, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem dado sinais claros de prioridade ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto temas caros à oposição ficam em segundo plano. Nos primeiros movimentos de 2026, o comando da Casa tem buscado evitar embates e manter uma agenda alinhada às pautas do Executivo.
Na primeira reunião de líderes do ano, realizada na quarta-feira (28), ficou acordado que a Câmara não deve iniciar os trabalhos com propostas polêmicas. A expectativa é de um ritmo mais lento até o Carnaval, período em que o Congresso tradicionalmente esvazia. Ainda assim, Motta afirmou que pretende votar já na próxima semana a Medida Provisória do Gás do Povo e o projeto que cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano, ambos de interesse do governo.
O presidente da Câmara também se reuniu com o ministro da Justiça, Wellington César, e sinalizou apoio à votação da PEC da Segurança Pública após o Carnaval, uma das principais prioridades do Planalto e que tramita no Congresso desde 2024. Além disso, Motta tem acompanhado Lula em eventos oficiais, como a sanção da segunda lei que regulamenta a reforma tributária, reforçando a aproximação institucional com o Executivo.
Em contraste, o deputado tem evitado se posicionar sobre assuntos ligados à oposição. Motta não comentou, por exemplo, a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o presídio da Papuda, nem a decisão de Bolsonaro de não apoiar uma eventual candidatura presidencial de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e filiado ao Republicanos. O silêncio reforça a leitura, nos bastidores, de que a presidência da Câmara aposta em uma relação mais estável com o Planalto neste início de ano legislativo.
Tanto o presidente do senador, como o da Câmara, são foi-se vendidos, devem ter recebido gordas propinas e resolveram se calar, LULADRAO usa essa tática a anos, pois sabe como tratar corruptos , os alimentando com dinheiro. Todos do mesmo nipe.
A Comissão Executiva Nacional do PT avaliou que a eleição presidencial de 2026 será marcada por um embate direto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o bolsonarismo, tratado pelo partido como a expressão de projetos opostos para o país. Em resolução política divulgada nesta quinta-feira (29), a legenda afirma que o pleito vai além da escolha entre nomes e representará uma decisão entre a defesa da democracia e um modelo classificado como autoritário.
No documento, o PT sustenta que a disputa colocará frente a frente um projeto “democrático, popular e soberano”, liderado por Lula, e outro que atribui ao bolsonarismo, descrito como excludente e alinhado a interesses do capital financeiro e da extrema direita internacional, independentemente de quem seja o candidato. O partido trabalha com a possibilidade de enfrentar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato do campo bolsonarista.
A resolução faz um balanço positivo do atual governo e usa indicadores econômicos e sociais para defender a continuidade do projeto petista. O texto cita crescimento econômico acima de 3%, queda do desemprego a níveis históricos, valorização real do salário mínimo, redução da desigualdade e inflação controlada. Também destaca medidas como a ampliação da isenção do Imposto de Renda e uma política tributária mais progressiva como sinais de justiça social.
Além do cenário interno, o PT ressalta a retomada do protagonismo internacional do Brasil, com ênfase na agenda ambiental e no fortalecimento do papel do Estado. Ao mesmo tempo, critica pressões do Congresso e do mercado, cita crises financeiras recentes e aponta riscos à democracia, como a disseminação de desinformação e discursos de endurecimento na segurança pública. Ao final, a legenda reafirma a reeleição de Lula como prioridade e defende a formação de maioria no Congresso para sustentar o projeto político em 2026.
O controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, admitiu ao STF que a instituição atravessava uma crise de liquidez. A declaração foi feita durante depoimento prestado no dia 30 de dezembro, no qual o banqueiro atribuiu as dificuldades financeiras a mudanças nas regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), base central do modelo de negócios do banco.
Segundo Vorcaro, o Master sempre manteve solvência e cumpriu suas obrigações até meados de novembro, mas passou a enfrentar problemas após alterações regulatórias que, segundo ele, reduziram a capacidade de captação da instituição. O empresário afirmou que o plano de negócios apresentado ao Banco Central desde 2018 era totalmente estruturado com base no FGC e que essa estratégia estava dentro das normas vigentes à época.
“O plano do Banco Master era 100% atrelado ao fundo, e isso nunca foi irregular. Era o que a regulação permitia”, disse Vorcaro, ao sustentar que as mudanças no FGC ocorreram após pressão de grandes bancos, o que teria afetado diretamente o funcionamento da instituição.
Durante o depoimento, o banqueiro também explicou por que o Banco Master não ressarciu cerca de R$ 12 bilhões ao Banco de Brasília (BRB). De acordo com ele, a situação foi agravada pelo desfazimento em larga escala de créditos bancários originados pela empresa Tirreno, o que teria surpreendido a direção do banco e contribuído para o agravamento da crise financeira.
Essa turma é composta só de bandidos mesmo, falam de 12 bilhões, como se fossem 12 reais, que ficou devendo no mercearia do vizinho. Agora um cidadão de bem deva 100 reais a um banco, fica com nome sujo, perde o crédito e vai parar na justiça.
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