Imagens: Reprodução/Instagram/Pádua Júnior
Um homem de 31 anos suspeito de participar de um roubo de joias avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões foi preso nesta quinta-feira (30) em Mossoró. Segundo a Polícia Civil, ele teria monitorado as vítimas com uso de GPS instalado em veículos antes de executar o crime. A prisão aconteceu durante a Operação Aurum, da Polícia Civil, que cumpriu mandados judiciais de prisão e busca e apreensão.
De acordo com a investigação, o suspeito detido foi localizado em um condomínio em Mossoró. No momento da abordagem, ele estaria armado e ainda tentou se desfazer de uma pistola e de um celular, jogando os objetos em um terreno próximo. Ambos foram recuperados pelos policiais.
O roubo ocorreu em novembro do ano passado, em um escritório no centro de Mossoró especializado na compra e venda de ouro e prata. Dois funcionários e uma cliente foram rendidos, amarrados e mantidos sob controle durante a ação criminosa.
Imagens de câmeras de segurança ajudaram a polícia a reconstruir a dinâmica do crime. Segundo o delegado responsável pelo caso, o investigado preso teria atuado de forma planejada, monitorando as vítimas dias antes da ação.
“Semanas antes, ele já estava monitorando as vítimas, colocou um GPS no carro delas. Ele acompanhou o deslocamento até Pau dos Ferros e Assú antes da execução do crime”, afirmou o delegado Paulo Torres, da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (Defur).
Do local, foram levadas joias e celulares. O prejuízo total estimado chega a cerca de R$ 2,5 milhões. A Justiça também determinou o bloqueio de valores em contas ligadas aos investigados, no mesmo montante do prejuízo, a pedido da Polícia Civil.
Apesar da prisão, outro suspeito ainda não foi localizado. Segundo a polícia, ele já foi identificado e segue sendo procurado. “Ele já está identificado e está em Mossoró. Estamos em contato para que se entregue. Caso contrário, vamos encontrá-lo”, disse o delegado.
As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e tentar recuperar as joias roubadas.
Qual o nome que se dá a um espaço que cuja propriedade é passada dentro da mesma família? Lembrei: capitania hereditária. E o povo, burro como só ele, acompanha. Por isso eu acho pouco hospitais lotados, escolas sem merenda e caindo aos pedaços, falta de iluminação, não votaram? Aguente!
João Maia vai bem entregar sua cadeira que já comprou ate o fim da vida para ninguém, ele não é burro não, o burro é o povo ele é o dono e bota quem quiser, mesmo desconhecida irmã, que nem tem nome é a mulher o prefeito Jaime de SGA, político que não faz nada pelo povo só busca esquema para se dar bem.
Mais esses eleições vai ter que gastar muito para comprar o voto do povão pois quem tem pelo menos o 1º grau não vota nessa chapa de acórdão não.
Ele vai dizer que ela, sua Irma, foi responsável por trazer a copa para Natal, as obras do PAC 2,e que atende todos os pacientes ate na madrugada. Pois a cadeira na câmara é dele , não quer largar esse osso ou melhor a teta farta de propinas e poder, sem fazer nada por ninguém, trata apenas de melhorar a saúde, a educação e a segurança. A saúde de sua família , a educação de seus filhos e contrata bons segurança para guardar seu patrimônio. Esse é representante sim da sua família e não do povo.
ACORDA RN