Não foram apenas as notícias de que 61% dos eleitores paulistanos afirmam que não votariam “de jeito nenhum” na presidente Dilma Rousseff ou que Aécio e Campos a derrotariam em um eventual segundo turno em São Paulo que chamaram a atenção dos brasileiros na última pesquisa Datafolha. Segundo o último levantamento, feito entre os dias 3 e 5 de junho, outro a perder surpreendentemente seu poder de influência no maior colégio eleitoral do País foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Conhecido como o presidente mais popular do País desde o período de redemocratização, Lula foi superado pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, na capacidade de angariar votos a candidatos no estado de São Paulo. De acordo com os dados do Datafolha, 29% dos eleitores paulistas votariam “com certeza” em quem Barbosa apoiasse, enquanto 24% fariam o mesmo com o petista.
Vale lembrar que o presidente do STF ficou popularmente conhecido pela liderança sobre o julgamento do escândalo do Mensalão, ocorrido durante a gestão de Lula, mas que não se associou a acusações formais ao ex-presidente. No entanto, o ocorrido pode ser um dos principais fatores a limitar ganhos de popularidade do político no estado de São Paulo, onde a oposição formada pelo PSDB tem significativa força.

Lula, Dilma e o PT são as aberrações que já surgiram na política. Conquistaram o apoio e a confiança popular na base de muita mentira e enganação.
Hoje a população brasileira já sabe que foi vítima de engodo e de estelionato político-eleitoral.
Lula da Silva, com a sua conversa mole, já não consegue enganar as pessoas com a mesma facilidade de antigamente.
Joaquim Barbosa pode causar mais estrago no sonho de poder eterno do PT que muita raposa velha na política.
Outro dia vi uma frase atribuída a Joaquim Barbosa que dizia: "Se a população quer me fazer uma homenagem, basta não votar no PT". Vem mais por aí!
Em qualquer ambiente sadio, ético e honesto Joaquim Barbosa deve ter mais influência que Lula. Aliás essa influência já poderia ser utilizada como medidor de salubridade moral dos ambientes.
PORQUE BARBOSA NÃO RESPONDEU?
Em entrevista ao programa "Manhattan Connection", ex-presidente FHC disse ser "difícil imaginar Joaquim Barbosa na vida partidária"; sobre eventual candidatura à Presidência do ministro, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, o tucano afirmou que ele não tem as "características necessárias para conduzir o Brasil de maneira a não provocar grandes crises"; Barbosa ficou contrariado com as declarações.