Política

José Agripino confirma afastamento com o grupo de Rosalba e entendimentos avançados com PMDB, PR e PROS

A Tribuna do Norte deste domingo publica entrevista com o Senador José Agripino, mais clara impossível a posição do Senador e do seu DEM. Confirma que a prioridade são as eleições proporcionais, deixa claro uma inviabilidade da candidatura de Rosalba a reeleição e que o Partido caminha para um parceria política com PMDB, PR, PROS e PSDB no estado. Sobre o tratamento dentário que gastou R$ 50 mil e foi pago pelo senado, o senador declarou que usou apenas um direito que tem.

A aliança com o PSDB nacional está consolidada? 
O deputado Ronaldo Caiado, que é uma das melhores expressões do nosso partido, manifestou desde 2013 o desejo ou colocou o nome dele para sondagem do partido como pré-candidato à presidência. Ele próprio teve oportunidade de conversar com os colegas deputados e de sentir a receptividade e perspectiva de viabilização do objetivo de candidatura presidencial. E ele percebeu que a candidatura prejudicava as alianças, porque imobilizava para as alianças possíveis nos Estados, que viabilizarão a eleição de 35 a 40 deputados federais e até seis ou oito senadores. Os mais simpáticos a candidatura de Ronaldo Caiado, na última reunião do partido, já afirmaram que ele (Ronaldo Caiado) pré-anunciava que seria candidato ao Senado pelo Estado de Goiás. Com o partido não tendo candidatura a presidente, o que se vislumbra é a aliança para o plano nacional.

O Democratas se encaminha para o palanque de Aécio Neves? 
Encaminha-se, sim, mas não está definido. Até porque eu coloquei como pré-condição para formação de aliança (com o PSDB) que vai dar o nosso tempo de rádio e televisão (para o PSDB) as alianças convenientes ao partido (DEM) nos Estados. Há uma série de demandas que estão em curso e, nesse momento, sinalizam sim para uma eleição com o PSDB, mas essas conversas
têm que ser concluídas para quea eleição se pragmatize.

Ou seja, a definição do Democratas nacional é priorizar a proporcional para reerguer o partido? 
Isso. Assim como esse fato acontece no plano nacional, ele remete ao plano estadual. São os mesmos modelos.

Nessa reunião, na qual foi definida a prioridade para eleiçãoproporcional, algum outro potiguar do DEM, além do senhor, participou? Eu e o ex-deputado Carlos Augusto Rosado, que é o presidente do diretório municipal do partido em Mossoró.

A prioridade do Democratas para proporcional colide com o projeto de reeleição da governadora Rosalba Ciarlini, que vem sendo já sinalizado por ela? 
Não sei se colide ou não colide. Até porque nas conversas que eu tinha com Rosalba há algum tempo atrás, ela me dizia que postularia a candidatura à reeleição se estivesse em condições reais de disputar. Não sou candidato a nada nessa eleição, mas tenho a responsabilidade de presidir o partido nacionalmente e estadualmente. E preciso da eleição dos nossos deputados. Tenho que pensar também neles. Então tenho a obrigação de entregar a decisão sobre candidatura própria ou aliança aos que são candidatos. Quem é candidato? José Adécio, Getúlio Rego, Leonardo Nogueira são candidatos à reeleição, Felipe Maia é candidato a reeleição. Se Rosalba quiser ser candidata coloque a postulação dela e a gente vai avaliar, consultando o partido, os prefeitos, os vice-prefeitos, as lideranças do partido sobre a conveniência, no diretório estadual, da candidatura ao Governo, que teria as mesmas conseqüências. Quem seriam os aliados? Qual seria aliança na proporcional para viabilizar a reeleição dos deputados federais e estaduais? Temos uma defecção, o deputado Betinho Rosado nos deixou. Temos só um deputado federal e precisamos manter nossa estrutura e crescer. Temos candidatos novos a deputado estadual com expressão eleitoral e temos a obrigação de oferecer condições de aliança, de soma de voto por coligação, que viabilize a eleição. Isso eles (os deputados) têm direito de opinar. Isso vai ocorrer na hora própria em uma reunião no diretório estadual, que vai definir. Se houver a pretensão de candidatura a reeleição (de Rosalba Ciarlini) o partido vai se reunir e pelo seu diretório estadual vai definir qual a melhor conveniência para o crescimento ou preservação do partido no Rio Grande do Norte, como no plano nacional.

Quem define o rumo do DEM é o diretório estadual? É uma espécie de prévia? 
Não é prévia. O diretório estadual, se aparecerem teses de candidatura própria ao Governo ou alianças com outras candidaturas, o diretório estadual decidirá, assim como a executiva nacional vai decidir sobre qual a tese prevalente. Entendendo que, em qualquer circunstância, você tem uma última instância que é a convenção estadual ou nacional.


Quem decidirá o destino do DEM no Estado será a Executiva estadual? Ela é que tem esse poder? 
Claro que tem. A executiva estadual tem poderes, só não tem poderes mais do que a convenção. Mas a executiva estadual tem poderes para deliberar, é ela quem fala pelo partido. A executiva traduz a expressão do partido.

Mas, ainda assim, poderá ir para a convenção duas teses a serem definidas? 

Nada impede. A executiva estadual sinaliza a vontade do partido. Se a executiva definir uma coisa que conflite com o interesse de alguns, a democracia reserva a instância da convenção.

O senhor disse que em uma das últimas conversas que teve com a governadora, ela afirmou que seria candidata se “estivesse condição de reeleição”. Na sua visão, Rosalba está em condição de reeleição? 
É muito difícil dizer isso. Não tenho, feita pelo partido, nenhuma pesquisa de opinião. Agora o grande instrumento de avaliação, de possibilidade, é pesquisa de opinião feita um pouquinho mais para frente e avaliar se a governadora estaria em condição de pleitear ou não. Pelos dados que foram exibidos por pesquisas divulgadas há pouco de tempo, a condição dela não é confortável.

O senhor tem conversado com a governadora ou com o ex-deputado Carlos Augusto? 
Não tenho.

Faz quanto tempo que o senhor não conversa com eles? 
Nada impede que conversemos a qualquer hora, mas não tem havido oportunidade de conversarmos.

Há, de fato, um distanciamento do senhor da governadora e do ex-deputado Carlos Augusto Rosado? 
Desde o começo do governo me coloquei o tempo todo à disposição dos interesses do Estado do Rio Grande do Norte através da interpretação da governadora e me mantenho nessa mesma disposição. Sempre que ela precisa de mim, sabe que encontra um guardião dos interesses do Estado. É só ser procurado.

O senhor concorda que a governadora tem sinalizado para um projeto de reeleição pela agenda que adota e pelo discurso?
Não sei, uns me dizem que sim  outros que não. Prefiro dizer que não sei. E se houver essa pretensão ela será remetida à executiva estadual. O papel que me cabe como dirigente estadual do partido é fazer a avaliação por aqueles que falam pelo partido e que têm interesse, os três deputados estaduais, o deputado federal haverão de colocar sua argumentação e tentar convencer em um rumo e outro. Democraticamente, quem vai decidir não é o presidente do partido. A lógica, o bom senso é quem conduz e remete a definições. Não sei o que pensarão os três deputados estaduais e um federal se uma candidatura ao governo engessaria de tal forma as alianças partidárias que poderia até inviabilizar suas próprias reeleições. Esse é um assunto que se for provocado pela tese da governadora de candidatura à reeleição será colocada para deliberação da executiva estadual.

O senhor tem conversado com o PMDB, com o PR. Essas conversas remetem à aliança do Democratas com esses dois partidos?

Quem levou, quem trabalhou, quem se esforçou para levar o apoio de pessoas que não votaram em Rosalba, mas apoiaram o seu governo? Fui eu, com João Maia, com Henrique (Eduardo Alves). Tenho uma proximidade com eles de muito tempo. Tenho uma relação muito positiva e muito robusta com o PMDB de Garibaldi Filho e Henrique, com o PR de João Maia, com o PSDB de Rogério Marinho e Aécio Neves, com o PROS de Ricardo Motta. Tenho uma relação com essas forças todas e tenho estado dentro das conversas desse grupo.

Falando em hipótese, o Democratas, partindo para candidatura majoritária com Rosalba Ciarlini, quais seriam os prováveis partidos aliados?
Infelizmente, não vejo. Não vejo parceiros de expressão para eleição majoritária.

A governadora Rosalba, sua aliada, vem enfrentando dificuldades na administração. Em que ou onde ela está errando?
Eu preferia olhar outro lado, qual o papel dela? Vejo nela uma mulher esforçadíssima, dedicada, trabalhadora, incansável, mas ela tem cometido equívocos. A perda do apoio do PR, do PMDB, por mais recomendação foi uma coisa negativa para o governo dela. O que está faltando a ela? É difícil entender porque, para mim, Rosalba tinha tudo para ser uma grande governadora. Ela foi uma grande prefeita, uma senadora que se destacou, ganhou eleição no primeiro turno, tinha suportes muito bons. Mas, infelizmente, falhou. Não sei, exatamente, a que atribuir. Agora sei sim que a aposta que fizemos no nome dela era respaldada no caminho só de sucessos. Infelizmente, não tenho um raciocínio pronto para justificar porque a governadora não vai bem como eu gostaria que ela estivesse indo bem.

O senhor já foi aliado e oposição à vice-prefeita Wima de Faria. Haveria hoje reaproximação com a vice-prefeita?
Não tenho conversado com Wilma. Cumprimento quando me encontro com ela em evento.

Mas o PMDB conversa e negocia com ela uma aliança. O Democratas, em caso de aliança com o PMDB, apoiaria Wilma de Faria para o Senado?
Vejo com naturalidade.

O DEM poderia apoiá-la para o Senado?
Na hora em que a tese da aliança for colocada para avaliação dos que vão decidir, claro que vai ser colocada a hipótese de candidatura própria, se for colocada, e aliança com A, B e C. A decisão não será de José Agripino, mas dos protagonistas que são do partido e se submeterão a voto agora em 2014.

De todos os partidos que o senhor tem conversado, o único que já definiu candidatura própria é o PMDB. Como o senhor avalia essa pretensão? Quem seria o potencial nome do PMDB?
Essa definição cabe ao PMDB, não cabe a mim dizer que o candidato ideal é A, B ou C. O PMDB aspirar a candidatura própria ao Governo é legítima porque o partido cresceu bastante no Estado. O PMDB, pelas funções que ocupa — Garibaldi ministro e Henrique presidente da Câmara — conseguiu fazer um bocado por aquilo que é interesse do Estado. Isso fortaleceu Garibaldi e Henrique e ao partido PMDB. Em função disso, dessa conjugação de fatores, o PMDB tem legitimidade para pleitear candidatura própria.

E quem seria o candidato?
Tem que sair da dupla Garibaldi ou Henrique.

E o ex-senador Fernando Bezerra?
É um nome bom, mas entre ser um nome bom e ter condição de ganhar a eleição tem uma distância. O candidato tem que ter elementos políticos e eleitorais importantes. Tenho com ele (Fernando Bezerra) relação confortável. Se ele for o candidato terá que mostrar condição política, que é o mais fácil, e condição eleitoral, que é mais complicada, para ganhar a eleição. O PMDB não vai entrar na disputa sem avaliar muito bem as chances de vitória.

O deputado Henrique Eduardo Alves é o nome?
O deputado Henrique tem o direito de pensar em ser candidato a governador, por toda sua história, pelo espírito público que tem demonstrado com as causas do Estado. Ele tem o direito de pensar nisso.

Algum desgaste pela reportagem veiculada no jornal O Estado de São Paulo, que mostrou gastos do senhor, de R$ 50 mil, no plano de saúde do Senado para um tratamento dentário?
Nenhum. Até porque o que houve foi o uso de um direito. Eu tenho uma cota anual para tratamento médico ou dentário. Não houve reparação estética. O que houve foi reparação estrutural. Eu tive um problema sério de recomposição de toda base dentária que foi ao longo de quase dois anos refeita. Todo trabalho que foi feito foi para recuperação de um trabalho mal feito que não foi feito por dentista do Estado. Quando fiz com dentista do Estado foi tudo muito bem feito, mas quando eu fiz em Brasília foi mal feito e me levou anos depois a ter que recompor. Usei o que o Senado dá direito, desde que tenha problema de ordem médica.

A Entrevista completa está neste link da Tribuna: http://tribunadonorte.com.br/noticia/prioridade-do-dem-e-a-eleicao-proporcional/276788

Opinião dos leitores

  1. Temos um ministro e o presidente da Cãmara e pergunto,Qual os passos que o RN deu rumo ao desenvolvimento nos últimos dois anos?
    Quando olho pra classe política que aí está sinto dó do nosso pequeno RN!

  2. É recomendável e ético que também os cargos do DEM no Governo Rosa também sejam entregues, seguindo o mesmo caminho do PMBD que "roeu o osso até o final". Se procurar ainda tem gente com o DNA BACURAU ocupando cargos no Governo….e como tem!

  3. O senador José Agripino é um orgulho para o nosso estado, revistaram toda a sua trajetória política e o que encontraram foi um tratamento dentário? rss faz-me rir. O senador está de parabéns pela entrevista lúcida e sensata, mostrou q tem experiência e que a governadora só está nessa situação de penúria porque o ignorou. Quem pensar em costurar uma aliança nesse Estado sem José Agripino poderá sofrer um revés.

  4. Serah q alguehm tem coragem de votar em quem esse senhor apoia e indica? Jah nao basta Rosinha e Borboleta? Imaginem senhores uma chapa com Rosinha, Henriquinho, Wilminha, Garibaldezinho, Zezinho,Ney Lopes Juninho, Luiz Almirzinho…. o cream de la creme da polihtica potiguar para nao dizer o contrahrio.

  5. Como é que pode um presidente de um partido afastar-se de sua governadora….Dá pra confiar?

    1. Jaja está preocupado com sua eleição em 2018, vai costurando alianças para isso e é capaz de vender a alma ao diabo para se eleger, já vendeu a alma à ditadura e foi prefeito biônico iniciando sua trajetória política em favor do interesses de poucos em detrimento do povo.
      Apadrinhou Micarla e Rosalba, descartou Micarla e vai fazer pior com Rosalba, resta saber se o povo de Mossoró vai continuar idolatrando esse Senador.

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Avião que levou Flávio Bolsonaro aos EUA é ligado a empresário investigado por lavagem de dinheiro na gestão Milei

Fotos: Reprodução

O avião que transportou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) da Argentina para o Equador e, posteriormente, para os Estados Unidos pertence à empresa Baires Fly, ligada ao empresário argentino Sergio Daniel Mastropietro, investigado por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos durante o governo de Javier Milei.

Segundo a coluna de Malu Gaspar, em O Globo, as suspeitas envolvem desvios de mais de 7,8 bilhões de pesos argentinos, o equivalente a cerca de R$ 27 milhões, na Agência Nacional de Deficiência (Andis), órgão público argentino. O caso também envolve acusações relacionadas à secretária-geral da Presidência argentina, Karina Milei, irmã do presidente. As suspeitas contra os envolvidos estão sob investigação.

Mastropietro também mantém ligações empresariais com o ex-presidente argentino Mauricio Macri, que governou o país entre 2015 e 2019. Ele é investigado em outros casos por suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro, incluindo uma suposta associação com Fred Machado, apontado como traficante.

De acordo com informações da imprensa argentina citadas pela reportagem, empresas ligadas a Mastropietro teriam sido utilizadas para dar aparência de legalidade a recursos desviados. As autoridades identificaram repasses superiores a 95 milhões de pesos argentinos para contas da Baires Fly.

O avião utilizado por Flávio Bolsonaro é um jato Gulfstream G400, de prefixo LV-JQW. A aeronave permaneceu na pista do aeroporto de Puerto Iguazú, na Argentina, antes de seguir viagem. A Polícia Federal brasileira monitorou a movimentação, após obter informações sobre o deslocamento do senador pela região de fronteira entre Brasil e Argentina.

Segundo dados do serviço de imigração argentino citados por O Globo, o primeiro destino informado para Flávio era Guayaquil, no Equador. De lá, ele seguiria para os Estados Unidos, onde seu irmão, Eduardo Bolsonaro, reside desde 2025.

A reportagem também informa que Flávio foi intimado pela Polícia Federal, na segunda-feira (26), a entregar seus passaportes até a manhã de terça-feira (27), por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo o relato, a ordem não foi cumprida no prazo estabelecido.

Moraes apontou risco de fuga ao analisar o pedido da Polícia Federal.

Com informações do O Globo

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IAP inicia preparação para concurso da Polícia Civil de Pernambuco, que oferece 1.200 vagas para Agente de Polícia

Foto: Divulgação

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Flávio Bolsonaro entrou na Argentina com passaporte italiano; veja declaração do voo

Foto: Eva Marie Uzcategui/Reuters

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria utilizado um passaporte italiano para entrar na Argentina na noite de terça-feira (27), segundo uma fonte policial ouvida pela CNN Brasil sob condição de anonimato.

De acordo com a fonte, o senador apresentou o documento ao cruzar a fronteira por Puerto Iguazú, cidade argentina vizinha a Foz do Iguaçu (PR). A esposa, Fernanda Bolsonaro, e uma das filhas teriam utilizado passaportes brasileiros, enquanto a outra filha entrou com carteira de identidade.

A informação ganha relevância porque o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia determinado o cancelamento dos passaportes brasileiros de Flávio e a entrega de eventuais documentos estrangeiros, além de proibir sua saída do país.

A Direção Nacional de Migrações da Argentina confirmou que Flávio e os familiares entraram no país por volta das 22h50 e não tinham impedimentos legais para cruzar a fronteira. O comunicado oficial, porém, não especificou qual documento foi apresentado pelo senador.

Após a entrada na Argentina, a família embarcou em um avião particular com destino declarado a Guayaquil, no Equador, antes de seguir viagem para os Estados Unidos.

A deputada argentina Marcela Pagano apresentou uma denúncia à Justiça para que sejam apuradas as circunstâncias da entrada do senador no país. Ela solicitou a preservação de imagens de câmeras, registros de voo e listas de passageiros.

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro deixa aeroporto em Miami sob proteção de guarda-chuvas

 

Imagens mostram o senador Flávio Bolsonaro (PL) saindo do aeroporto em Miami, nos Estados Unidos, e entrando em um carro. Durante o deslocamento, ele aparece cercado por pessoas que usam guarda-chuvas para cobri-lo, dificultando a visualização do parlamentar.

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BELA MEGALE: Plano para saída de Flávio Bolsonaro dos EUA teria sido articulado semanas antes da derrota

Foto: Charles Vieira

O plano para Flávio Bolsonaro (PL) deixar o Brasil com a família teria sido organizado semanas antes do resultado das eleições, segundo informações publicadas pela coluna de Bela Megale no jornal O Globo. A possibilidade de seguir para os Estados Unidos era considerada caso o senador perdesse a disputa presidencial.

De acordo com a reportagem, Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos, teria sido o principal articulador da operação, em conversas com o jornalista Paulo Figueiredo e autoridades do governo de Donald Trump. A estratégia teria sido discutida diante da possibilidade de derrota eleitoral.

A rota inicialmente cogitada seria pela Venezuela, mas esse trajeto não foi confirmado. A Polícia Federal ainda buscava esclarecer o percurso feito pelo senador para deixar o Brasil e chegar aos Estados Unidos.

Segundo o jornal, pessoas próximas à família afirmaram que Eduardo viajou com a esposa e os filhos para a Flórida para receber o irmão. O Departamento de Estado americano confirmou que Flávio e seus familiares receberão vistos de permanência no país.

A reportagem também informa que Flávio pretendia fazer uma transmissão ao vivo para explicar os motivos de sua saída do Brasil. Em vídeo, o senador havia negado que planejasse deixar o país.

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Marinha e instituições se reúnem no Setai Grupo GP para fortalecer a proteção ao meio ambiente marítimo

Fotos: Divulgação

O Setai Grupo GP reuniu importantes instituições em torno da preservação do ambiente marítimo paraibano, no showroom da empresa, em João Pessoa, nesta terça-feira (27). Articulada pela Marinha do Brasil, a reunião contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) da Paraíba, da Polícia Militar do Estado (PMPB), da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), da Fundação Mamíferos Aquáticos e da Sociedade Amigos da Marinha (SOAMAR-PB).

Os convidados foram recepcionados por André Penazzi, CEO do Setai Grupo GP, e por Fábio Fiori, gestor de Marketing da empresa. Durante o encontro, os participantes debateram a importância da fiscalização, a atuação de cada órgão e a união entre os setores público e privado em favor da conscientização e da sensibilização sobre o meio ambiente marítimo, especialmente no verão, quando crescem a prática de esportes náuticos, o turismo e o fluxo de pessoas no litoral.

André ressaltou que o Setai Grupo GP tem orgulho de abrir suas portas para iniciativas que fortalecem o desenvolvimento da nossa cidade e a qualidade de vida dos paraibanos. “Foi uma oportunidade de reunir instituições que realizam um trabalho excelente em defesa do crescimento sustentável, sem perder de vista o legado de natureza abundante que a Paraíba tem. Nosso propósito é, juntos, proporcionar um verão de conhecimento e cuidado com o meio ambiente, tanto para os moradores locais quanto para os turistas”, antecipou o CEO.

O encontro marca o início de um pacto de colaboração entre as instituições, que preparam ações conjuntas para o verão, a serem divulgadas em breve.

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[VÍDEO] “Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, questiona Malafaia

 

O pastor Silas Malafaia defendeu a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nesta quarta-feira (28), Malafaia afirmou que o parlamentar está “certíssimo” e criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a apreensão dos passaportes.

“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso? Sem o devido processo legal?”, questionou o pastor. Ele também acusou Moraes de agir como “agente político no STF”.

Flávio deixou o Brasil na terça-feira (27), acompanhado da esposa e das duas filhas, e desembarcou nos Estados Unidos na manhã desta quarta-feira (28).

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] URGENTE: Flávio Bolsonaro desembarca nos Estados Unidos com a mulher e as duas filhas

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) desembarcou nos Estados Unidos acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e das duas filhas, após deixar o Brasil e passar pela Argentina. A chegada ocorre após a derrota na eleição presidencial e em meio à repercussão sobre sua saída do país.

Opinião dos leitores

  1. Se a repórter diz que ele fugiu, porque não manda a PF ir buscar? Segundo a repórter ele fugiu! Não seria mas coerente dizer que ele foi resgatado.

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Flávio Bolsonaro anuncia coletiva em Miami após deixar o Brasil

Foto: Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) dará uma coletiva de imprensa em Miami, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (29). A informação foi divulgada pelo jornalista Paulo Figueiredo, aliado de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

Em mensagem enviada à imprensa, Figueiredo afirmou que Flávio está “bem, em segurança e descansando com a família”. Segundo ele, a coletiva será realizada à tarde, mas o horário e o local ainda serão divulgados.

O jornalista também criticou a circulação de informações sobre o senador e afirmou haver “muitas notícias falsas e desencontradas” sobre o caso nas últimas horas.

De acordo com a Direção Nacional de Migrações da Argentina, Flávio entrou no país na noite de terça-feira (27), acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e das duas filhas. A família cruzou a Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu (PR) e Puerto Iguazú, por volta das 22h50.

O órgão informou que os quatro apresentaram documentos válidos e não tinham impedimentos legais para entrar na Argentina. Cerca de 40 minutos depois, embarcaram em um avião particular com destino declarado a Guayaquil, no Equador.

Com informações da CNN Brasil

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[VÍDEO] “Tomada de Passaporte de Flávio já estava definida antes do fim das eleições”, diz comentarista político

Durante participação no Jornal da Manhã, na Jovem Pan News, o comentarista Cristiano Beraldo afirmou que o pedido de retenção dos passaportes do senador Flávio Bolsonaro (PL) teria sido preparado antes da divulgação oficial do resultado eleitoral.

Beraldo chamou a atenção para o intervalo de apenas sete minutos entre a confirmação do resultado e o protocolo do pedido pela Polícia Federal. Para o comentarista, a rapidez indica que a medida já estaria pronta no sistema para ser executada.

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