Henrique Alves, José Agripino, Garibaldi Alves, Carlos Eduardo, Wilma de Faria e João Maia no palanque de Henrique em 2014 na aliança que foi denominada ACORDÃO
O senador José Agripino (Democratas) defendeu em entrevista nesta segunda-feira, 05, a aliança entre os partidos que ele denomina de “centro” no Rio Grande do Norte repetindo praticamente o acordão de 2014. Para ele, o consenso é necessário para fortalecer candidaturas às eleições majoritárias de outubro.
“Acho que devemos ter, em nome dos interesses do Rio Grande do Norte, um melhor entendimento das forças de centro. Isto envolve MDB, PSDB, PR, Democratas, PSB e PDT”, afirma José Agripino. O Senador também defendeu contratar uma pesquisa e dos nomes que estiverem melhor, Carlos Eduardo ou Fábio Dantas, sair o candidato do grupo.
O PSDB que tem no comando o atual presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, hoje é da base do Governado do Estado e o vice-governador Fábio Dantas rompeu com Robinson Faria para se candidatar ao governo.
Logicamente que essa engenharia política teria como candidatos a senadores o próprio José Agripino como o senador Garibaldi Alves.
Enquanto houver cachaça, samba, carnaval, mulata e campeonato de futebol, não haverá rebelião no Brasil. O coríntians segura mais o povo do que a Lei de Segurança Nacional.” Palavras do saudoso Ulysses Guimarães…
Taí a situação do RN hoje, por que tiveram que optar entre o acordão e o acordinho… melhor não repetir o erro… chega de aventuras… taí os exemplos de Micarla e agora Robinson!
Esses profissionais da política não querem largar as tetas. Esse cidadão tem que ir para casa colocar o pijama ou tomar conta das suas empresas que foram adquiridas durante o tempo que o mesmo atuou na política. Precisamos renovar o congresso nacional, pois essa velharada que se encontra lá e teima em continuar, tem que colocar na cabeça que o povo está cansado deles, pois o país está estagnado devido à eles, pois só pensam nos seus interesses e no próprio bolso.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), acelerou as articulações políticas com a base aliada e com a oposição para pavimentar sua reeleição ao comando da Casa em 1º de fevereiro de 2027. O movimento, no entanto, ocorre sob um ambiente de desconfiança generalizada: de um lado, governistas temem acenos a pautas sensíveis, como a eventual anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro; de outro, a direita exige entregas concretas antes de chancelar o apoio ao amapaense.
Mesmo com as fricções, aliados do parlamentar garantem que ele já dispõe de votos suficientes para consolidar a vitória. A estratégia de Alcolumbre baseia-se em atrair dissidências da oposição por meio de conversas diretas com parlamentares reeleitos e novatos, contornando a necessidade de um acordo formal com todo o bloco bolsonarista.
Atualmente, a candidatura de Alcolumbre soma o respaldo oficial de cinco legendas: MDB, PSD, PT, União Brasil e PP. Juntas, essas bancadas contabilizam 33 senadores para a próxima legislatura — faltam oito votos para alcançar a maioria absoluta de 41 necessária para a eleição. Como a votação é secreta e individual, o senador aposta na fidelidade dessas siglas e no avanço sobre parlamentares de partidos adversários.
O peso da bancada do PL e a disputa na oposição
A partir de 2027, o PL passará a ser a maior força do Senado, com 29 das 81 cadeiras — uma vantagem expressiva sobre a segunda maior bancada, a do PT, que contará com 10 senadores. A legenda tem reunião marcada para o início de novembro para definir se lançará candidatura própria, tendo como principais cotações o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), e a senadora Tereza Cristina (PP-MS).
A adesão formal do PP ao projeto de Alcolumbre colocou entraves à postulação de Tereza Cristina, mas parte da oposição ainda prega a unificação dos nomes para evitar o fracionamento dos votos conservadores.
Ajuste de rota com o Planalto
Paralelamente às negociações na oposição, Alcolumbre articula uma nova agenda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é alinhar a relação institucional entre o Palácio do Planalto e o Congresso a partir do próximo ano, priorizando uma pauta legislativa pragmática e mitigando pontos de conflito direto entre o Poder Executivo, o Legislativo e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Fotos: Aaron Schwartz/EFE/EPA/POOL; Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que a recusa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras coloca o líder americano em uma posição de isolamento diplomático.
Integrantes do Executivo federal apontam que não há margem para contestar a lisura do pleito. A vitória de Lula no último domingo, selada com 64 milhões de votos contra 59,8 milhões dados ao senador Flávio Bolsonaro (PL) foi chancelada de forma célere por líderes globais, representantes do Legislativo e Judiciário brasileiros e pelo próprio PL, partido da oposição.
A postura de Trump é acompanhada por um grupo restrito de governos alinhados, como Israel e Argentina. O presidente argentino, Javier Milei, tornou-se o único chefe de Estado sul-americano a não cumprimentar Lula pela reeleição. Em contraste, outros nomes de destaque da direita na região — entre eles Santiago Peña (Paraguai), Daniel Noboa (Equador), José Antonio Kast (Chile) e Abelardo de la Espriella (Colômbia) — reconheceram prontamente o resultado das urnas.
Cenário político e fortalecimento interno
A leitura no Palácio do Planalto é de que o governo entra nesta nova etapa em posição consideravelmente mais forte do que no ano passado, período marcado pelas tensões diplomáticas e comerciais geradas pela “crise do tarifaço”. Naquela ocasião, a pressão sobre o Brasil se intensificou após o julgamento de Jair Bolsonaro por envolvimento em tentativas de golpe e pelas articulações do ex-deputado Eduardo Bolsonaro junto a Washington para incentivar sanções econômicas contra o país.
Com o respaldo institucional doméstico e a aceitação majoritária da comunidade internacional, o Planalto avalia que as tentativas da oposição de buscar apoio externo para questionar as eleições perderam substância política.
O Santander confirmou nesta quinta-feira (29) que também vai elevar as taxas do crédito imobiliário, seguindo o movimento iniciado pelo Bradesco e seguido pelo Itaú. A partir desta sexta-feira (30), os financiamentos terão taxas a partir de 12,49% ao ano, mais Taxa Referencial (TR).
O reajuste ocorre em meio à alta dos juros futuros após a reeleição do presidente Lula (PT), encarecendo as condições de financiamento para quem pretende comprar um imóvel.
Na prática, o valor final dos imóveis financiados sofre um salto astronômico, encarecendo o valor de cada parcela mensal e exigindo uma renda familiar muito maior para conseguir a aprovação do crédito junto aos bancos.
O encarecimento das linhas habitacionais também trava o setor da construção civil, diminui a oferta de empregos na ponta e desacelera o mercado imobiliário em todo o país.
A dívida bruta do setor público consolidado do Brasil manteve a tendência de alta e fechou o mês de setembro atingindo o montante de R$ 11,1 trilhões, o equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto, segundo dados do Banco Central. O indicador, que serve como o principal termômetro da capacidade do país de honrar seus compromissos financeiros, atingiu o seu pior patamar desde março de 2021 e acumula uma alta expressiva de 11,2 pontos percentuais desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando o índice marcava 71,7% do PIB ao final da gestão anterior.
O avanço contínuo do endividamento reflete o descompasso das contas públicas, puxado pelo aumento das despesas do governo e pelos déficits acumulados no setor público. Apenas no acumulado do ano, a dívida bruta subiu mais de 6 pontos percentuais em relação ao PIB, enquanto a dívida líquida do setor público saltou para 70% da riqueza produzida no país. O resultado fiscal de setembro reforçou a pressão sobre as finanças do Estado ao registrar um déficit primário de R$ 5,5 bilhões, evidenciando o desafio permanente do país para equilibrar arrecadação e gastos estruturais.
Um relatório publicado pela Controladoria-Geral da União apontou R$ 49 milhões em sobrepreço e inconsistências orçamentárias nas obras de adequação do Terminal Portuário de Outeiro, em Belém. O projeto foi contratado pela Companhia Docas do Pará por R$ 233,8 milhões, sob modalidade de dispensa de licitação, para adequar o local ao recebimento de navios de cruzeiro durante a conferência COP30. Segundo o órgão de controle, o montante contratado superou em 29% o orçamento inicial previsto no plano de trabalho, que era de R$ 181,3 milhões, sem alteração no escopo dos serviços.
A principal irregularidade apontada foi a cobrança duplicada de serviços de içamento e cravação de estruturas metálicas, no valor de R$ 22,7 milhões. A auditoria também identificou preços acima das referências de mercado, acréscimos indevidos na quantidade de aço e outras despesas questionadas.
A Companhia Docas do Pará reconheceu R$ 10,54 milhões dos valores questionados e contestou os R$ 38,53 milhões restantes. A CGU também apontou falhas na supervisão, já que a mesma empresa participou da elaboração do projeto e do orçamento e depois assumiu a fiscalização da obra.
Um laudo pericial encomendado pela defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, identificou inconsistências nos registros extraídos do celular do empresário. O documento técnico apontou que centenas de arquivos sofreram modificações e criações de dados após a data da prisão de Vorcaro, incluindo quase mil registros alterados posteriormente.
Segundo o laudo, 657 arquivos tiveram registros de modificação em 18 de novembro de 2025, dia da prisão de Vorcaro. Outros 999 arquivos teriam sido alterados em datas posteriores, incluindo 340 registros de maio de 2026.
A perícia também identificou 207 ativações de tela, 33 acionamentos da câmera frontal e três conexões USB após a apreensão. A defesa questiona a preservação da cadeia de custódia e afirma que não recebeu os arquivos brutos necessários para verificar a integridade dos dados.
O questionamento pode afetar o uso de mensagens atribuídas a Vorcaro e ao ministro Alexandre de Moraes, cujo nome aparece no contexto da investigação sobre os contatos com o empresário e os contratos do Banco Master com o escritório de advocacia de sua esposa.
Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirmou ter repassado R$ 40 milhões em dinheiro vivo ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em operações relacionadas às eleições de 2022 e 2024.
Segundo o relato apresentado em uma tentativa de negociar colaboração premiada, R$ 20 milhões teriam sido entregues nas eleições de 2022, quando Silveira disputou o Senado, e outros R$ 20 milhões em 2024, para campanhas municipais de candidatos apoiados pelo PSD em Minas Gerais.
Vorcaro afirmou que os valores não foram declarados à Justiça Eleitoral e que os repasses ocorreram de forma fracionada, em espécie. Ele também apontou o pastor Fabiano Zettel, seu cunhado, como responsável por disponibilizar o dinheiro.
O jornal norte-americano The Washington Post publicou um editorial nesta quarta-feira (28) no qual critica a atuação do Judiciário brasileiro no caso de Flávio Bolsonaro (PL). O texto fala em “perseguição” à família Bolsonaro e questiona a concentração de poderes no Supremo Tribunal Federal (STF).
Com o título “Quando juízes se tornam promotores”, o editorial afirma que investigações contra Flávio podem ser legítimas, mas alerta para possíveis excessos na atuação da Corte, especialmente do ministro Alexandre de Moraes.
O jornal também critica a possibilidade de juízes acumularem funções de investigadores, acusadores e julgadores. Ao mesmo tempo, faz ressalvas à postura de Flávio, afirmando que ele deveria se preparar para liderar a oposição, em vez de se instalar no sul da Flórida.
O editorial conclui que uma democracia saudável depende tanto de adversários que aceitem o resultado das urnas quanto de um sistema de Justiça no qual possam confiar.
O assessor de comunicação da Casa Branca, Jason Miller, confirmou ao Metrópoles que atuou diretamente na organização do jato particular que transportou o senador Flávio Bolsonaro e sua família da Argentina para os Estados Unidos.
A operação logística, realizada a bordo de uma aeronave executiva Gulfstream G400, viabilizou o deslocamento do parlamentar após o encerramento do processo eleitoral, em um plano articulado nos bastidores da diplomacia americana.
A entrada do senador em solo norte-americano foi formalizada sob o mecanismo de admissão condicional por razões humanitárias, que concede visto temporário para permanência no país.
O governo brasileiro está lutando para não prejudicar as negociações comerciais com os Estados Unidos. A ordem no Palácio do Planalto e no Itamaraty é não esticar a corda nem transformar a ida do senador Flávio Bolsonaro para Miami em um incidente diplomático com a gestão de Donald Trump, mantendo as conversas econômicas e os acordos bilaterais em ritmo normal.
A avaliação de diplomatas e técnicos da área econômica é de que o episódio envolvendo o parlamentar é um assunto estritamente judicial e não deve interferir na pauta de exportações e investimentos do país. O próprio ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, cumpre agenda nos Estados Unidos para encontros de trabalho, sinalizando que a prioridade do Brasil é garantir a estabilidade do comércio exterior e o canal aberto com Washington.
Esse povo é sabido,na hora de salvar a pele faz qualquer negócio, o povo é que não aprende tão preocupado com o dedinho de Neymar.
Nada pode ser tão ruim que não posso ser piorado…
Enquanto houver cachaça, samba, carnaval, mulata e campeonato de futebol, não haverá rebelião no Brasil. O coríntians segura mais o povo do que a Lei de Segurança Nacional.” Palavras do saudoso Ulysses Guimarães…
É verdade
É o futuro repetindo o passado e um museu de grandes novidades, só falta Geraldo Melo para fechar a chapa.
Ele ainda não percebeu q tá sozinho!!! AHCOITCHADO?
Taí a situação do RN hoje, por que tiveram que optar entre o acordão e o acordinho… melhor não repetir o erro… chega de aventuras… taí os exemplos de Micarla e agora Robinson!
Vai levar fumo, dessa vez o povo está mordido, vai saber votar.
Vão levar fumo dinovo!
Só lembrando, Onde houve acórdão, houve derrota, foi com Fátima para prefeita e Henrique para governo
Maia e Alves , novamente e cada vez o estado do RN se acabando, lamentável.
Homens completamente despreparados em administração de carrinho de lanches.
O GOVERNADOR DEVERÁ SER ALGUÉM FORMADO PRATICANTE DE ADMINISTRAÇÃO E ECONIMIA GLOBAL. E NÃO ESSES RAPAZES GULOSOS POR DINHEIRO, PODER E FAMA…
Palanque pesado e povo do rn poderá derruba-los.Só depende do povo
Olhando essa foto podemos concluir rapidamente porque o estado do RN não prospera.
Esses profissionais da política não querem largar as tetas. Esse cidadão tem que ir para casa colocar o pijama ou tomar conta das suas empresas que foram adquiridas durante o tempo que o mesmo atuou na política. Precisamos renovar o congresso nacional, pois essa velharada que se encontra lá e teima em continuar, tem que colocar na cabeça que o povo está cansado deles, pois o país está estagnado devido à eles, pois só pensam nos seus interesses e no próprio bolso.
Só sem futuros para o RN.
É impressionante quanto essa turma se rebaixa para não perder o poder ou para conseguir o poder sem gastar muito… Serão ser derrotados de novo!!!!
Falta combinar com o povo.Será também que o Rei do Melão,que quer ser candidato a Senador,com muito dinheiro,vai ficar de fora.?
O importante para eles não é o RN, e sim se perpetuarem no poder.
Igual ao PT que sao os mesmo ha decadas se perpetuando no poder, usando titulos profissionais que nao atuam ha decadas…
verdade amigo!
pena que os potiguares irão votar sempre nos mesmos.
Pura verdade…