Em seus últimos momentos de vida, a protética Michele Cardoso fez um apelo por socorro no Facebook quando o incêndio na boate Kiss começou, na madrugada deste domingo. A tragédia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, deixou mais de 200 pessoas mortas.
“Incêndio na KISS socorro”, escreveu Michele.
Em seguida, vários amigos da jovem começaram a perguntar se ela estava bem, mas não houve mais nenhuma atualização de Michele na rede social.
Segundo informações da sobrevivente Shelen Rossi, o namorado de Michele Cardoso, João Paulo Pozzobon, também morreu na tragédia da boate Kiss.
Qual a diferença entre crime doloso e culposo? Pois digo a todos, é uma linha tênue que vai da capacidade do interpretador da questão em reunir com qualidade a quantidade de informações que dispõe analizando metodicamente com a sua experiência de vida, fazendo analogias entre questões semelhantes, tendo em mente uma visão crítica constante de seu próprio raciocínio.
Qual seria a interpretação adequada, quando um ser humano dirigindo o seu veículo automotor sob o efeito de drogas ou álcool provoca acidente com vitima (s) fatal (is). Nesta situação específica, a mais correta interpretação é do motorista ter cometido crime doloso, pois dirigiu seu veículo sob o efeito de substâncias psicoativas, assumindo o risco de provocar um acidente.
Quando os donos da BOATE KISS assumiram o risco previsível de acidente com vitimas, inclusive fatais em caso de incêndio. Podemos igualmente enquadrá-los em prática de crime doloso por não tomaram as precauções adequadas para a prevenção de acidente:
1)Instalação da empresa numa edificação sem a ocorrência de saídas com trânsito livre para áreas abertas (descobertas) com tamanho três vezes superior a área interna; 2)Colocar uma única porta de entrada e saída da área coberta, sem qualquer saída de emergência, tendo esta única porta uma largura de uns 2 m, inferior a capacidade de desocupação rápida em caso de incêndio; 3)Colocar seguranças sem apetrechos eletrônicos de comunicação; 4)Colocação de biombo impedindo a visão interna da boate de quem está na parte da frente da edificação; 5)Utilizar nas instalações produtos inflamáveis (espuma p/isolamento acústico no teto); 6)Não colocação de CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLERS) no teto para o combate de incêndio; 7)Falta de sinalização da porta de saída, assim como, falta de treinamento de pessoal para atuação contra incêndios; 8)Falta de janelas com exaustores junto ao teto para ajudar na dissipação da fumaça; 9)Falta de delimitação da quantidades de pessoas presentes em sua instalação de acordo com estudos técnicos; 10)Contratação de bandas ou cantores sem avaliação dos riscos produzidos por espetáculos com produtos pirotécnicos.
Quanto aos integrantes da banda GURIZADA FANDANGUEIRA são igualmente enquadrados na prática de crime doloso por:
1)Utilizar produtos pirotécnicos em ambientes fechados e sem a completa avaliação dos riscos produzidos.
A palavra SEGURANÇA exprime a ideia de confiança, assim qualquer trabalhador que se proponha a atuar nesta área, deve estar preparado adequadamente para prevenção de acidentes com feridos e vitimas fatais em casos de tumulto generalizado, incêndio e outros. Desta forma, os funcionários da BOATES KISS que atuavam como SEGURANÇAS são igualmente culpados na pratica de crime doloso, pois aceitaram trabalhar sem apetrechos eletrônicos de comunicação, impedindo a saída dos ocupantes da referida boate sem o pagamento da MALDITA COMANDA causando maior mortandade, não impediram o acesso a zona sem saída (banheiros), assim como não tinham conhecimento da localização dos extintores de incêndio e de sua eficiência e eficácia, pois foi relatado que o extintor não teve qualquer funcionamento.
Quanto aos funcionários da Prefeitura Municipal de Santa Maria – RS que expediram o ALVARÁ DE LOCALIZAÇÃO e do Corpo de Bombeiros que expediram CERTIFICAÇÃO DE CONDIÇÕES APROPRIADAS sem o respeito e a avaliação premeditada aos riscos expostos acima com a exigência de medidas de segurança adequadas ao funcionamento deste tipo de estabelecimento são igualmente culpados na pratica de crime doloso.
Os parentes dos mortos e feridos tem o desejo engasgado de JUSTIÇA, com certeza, a maioria absoluta destes parentes desejaria a pena de morte de todos os culpados. Mas, num país que político comete diversos crimes com a certeza da impunidade, o máximo que podem conseguir é uma indenização monetária juntamente com o pagamento de indenização vitalícia penalizando os irresponsáveis culpados para que o consumidor brasileiro tenha esperança que os seus direitos sejam respeitados em todas as esferas da nossa sociedade.
As declarações de Imposto de Renda do Banco Master apontam pagamentos da empresa de Daniel Vorcaro para uma série de empresas e escritórios de advocacia de dirigentes partidários, ex-ministros e até do ex-presidente Michel Temer (MDB).
Os montantes, que compreendem R$ 65 milhões pagos entre 2023 e 2025, de acordo com informações obtidas pelo Estadão, estão discriminados em documentos da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado, do Senado.
No período, o escritório de Michel Temer recebeu R$ 10 milhões. Por nota, o ex-presidente confirmou que seu escritório de advocacia trabalhou para o Master, mas contestou o valor. “Como já declarei publicamente, não é segredo pra ninguém, meu escritório foi contratado nesse caso para uma atividade jurídica de mediação. O valor recebido pelo contrato foi de R$ 7,5 milhões”. disse, em nota.
As empresas dos ex-ministros da Fazenda Henrique Meirelles e Guido Mantega receberam R$ 18,5 milhões e R$ 14 milhões, cada. Já uma empresa de consultoria do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União) recebeu R$ 5,4 milhões.
Mantega disse, por nota, que prestou “consultoria econômica financeira” para o Banco Master em 2024 e parte de 2025. “Quando firmei o contrato não tinha conhecimento de nenhuma irregularidade eventualmente cometida por essa instituição financeira”, diz a nota do ex-ministro.
Meirelles também confirmou ter sido contratado pelo Master. “Mantive um contrato de serviços de consultoria sobre macroeconomia e mercado financeiro com o Banco Master, em caráter opinativo, entre março de 2024 e julho de 2025″, diz a nota.
ACM Neto diz que sua empresa de consultoria prestou serviços de maneira lícita ao Master, mas não quis tratar dos valores. “A referida relação comercial foi firmada sem que qualquer dos sócios da A&M ocupasse cargo público à época da formalização e execução do contrato. Imperativo relembrar que foi apresentada petição à PGR e ao STF na qual a A&M se coloca à disposição para prestar eventuais esclarecimentos e detalhes dos serviços prestados, assim como requereu que se apurasse o vazamento de dados fiscais sigilosos”, diz, em nota.
O Master pagou outros R$ 773 mil a Ronaldo Bento, ex-ministro da Cidadania do governo de Jair Bolsonaro, e R$ 3,8 milhões a Fabio Wajngarten, chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência no governo Bolsonaro.
Procurado pelo Estadão, Wajngarten diz que foi “apresentado ao Daniel no primeiro semestre de 2025 por meio dos advogados dele, passando a integrar a equipe de defesa dele, da qual faço parte até o presente momento”. “O contrato tem cláusulas de confidencialidade razão pela qual não pode ser publicizado. Além disso, não sou sequer mais politicamente exposto, já que sai de qualquer cargo público há mais de 5 anos”, complementa. Ronaldo Bento ainda não se manifestou.
O escritório usado por familiares de Ricardo Lewandowski recebeu outros R$ 6,1 milhões. Por nota, a equipe do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-ministro da Justiça do governo Lula afirma que, após deixar a Suprema Corte, em abril de 2023, ele “retornou às atividades de advocacia. Além de vários outros clientes, prestava serviços de consultoria jurídica ao Banco Master”.
“Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça de Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como determina a legislação vigente”, diz a nota.
Há registro, ainda, de pagamento de R$ 6,4 milhões ao escritório de Antonio Rueda, presidente do União Brasil. Em nota, a equipe de Rueda afirmou que não confirma “informações baseadas em dados fiscais supostamente vazados de forma ilícita”. “Declarações de imposto de renda são sigilosas por lei. Todos os serviços prestados pelos escritórios são legais, contratados regularmente e com plena conformidade tributária”, diz o texto.
“Os serviços jurídicos prestados ao conglomerado Master tiveram caráter estritamente técnico, com atuação relevante e devidamente documentada: dezenas de pareceres, centenas de reuniões, mais de 1.000 audiências, cerca de 20 mil manifestações nos autos e aproximadamente 400 acordos realizados ao longo do período. Trata-se de atividade profissional legítima, regular e plenamente compatível com o exercício da advocacia no País, sem qualquer interferência da atuação pública de Antonio Rueda em relações privadas de natureza jurídica”, complementa.
Na noite desta quarta-feira (8), o auditório do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) sediou a formatura do curso de Pacote Office, ofertado na modalidade Formação Inicial e Continuada (FIC). A capacitação é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, por meio da Secretaria para Assuntos Extraordinários e o IFRN.
Entre os concluintes, a servidora Leandra Maria destacou a realização de um objetivo pessoal. “Eu sempre sonhei com um diploma do IFRN, e agora, por meio dessa ação da Prefeitura, estou realizando esse sonho”, afirmou.
A gestora de unidade de saúde Maria Rita ressaltou o impacto da qualificação na rotina de trabalho. “Sem dúvida, minhas atividades serão aprimoradas. Eu já tinha noções de informática, mas agora estou certificada”, disse.
Representando o prefeito Jaime Calado, a secretária Mada Calado enfatizou a relevância do certificado emitido pela instituição federal. “É um diploma reconhecido em qualquer lugar do Brasil, respeitado pela qualidade e pela formação oferecida”, declarou.
O diretor-geral em exercício do IFRN Campus São Gonçalo do Amarante, Everson Misael, destacou a parceria institucional. “Sempre vi o prefeito sensibilizado com a educação. Ele tem sido um parceiro do Instituto Federal”, afirmou.
Além da entrega dos certificados, a solenidade marcou o início de novas turmas, que também atenderão à população em geral.
Participaram do evento os vereadores Márcia Soares, Ulisses Costa, Valda Siqueira, Nazareno Tavares, Léo Medeiros e Aninha Siqueira.
Integrantes do governo manifestaram nos bastidores irritação com o fato de o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não ter apontado responsabilidade de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no escândalo do Banco Master, durante depoimento à CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira.
A ida de Galípolo à comissão foi debatida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com auxiliares. A avaliação na conversa foi que valeria Galípolo atender ao convite da CPI para depor se fosse para falar de Campos Neto.
O Planalto e o PT têm propagado que o escândalo Master é resultado da falta de ação do chefe da autoridade monetária indicado para o cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Mas ao ser perguntado nesta quarta-feira sobre a responsabilidade do antecessor, Galípolo respondeu:
“Não há nenhum processo de auditoria ou sindicância, nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos Neto.”
Em outro momento, o presidente da CPI, o petista Fabiano Contarato (ES), insistiu se Galípolo tinha algum conhecimento de que Campos Neto tenha atuado para evitar a liquidação ou intervenção no Master ao longo de 2024.
“A sindicância que foi feita não encontrou nada nesse sentido”, respondeu.
Também nesta quarta-feira, em entrevista ao ICL Notícias, Lula voltou a culpar o antecessor de Galípolo pelo escândalo do Banco Master.
“Sabe, qual a serpente que colocou o ovo? O senhor Roberto Campos.”
Foto: Câmara dos Deputados / Isabella Cêpa – acervo pessoa
A deputada Erika Hilton (PSOL) virou alvo de uma queixa-crime por calúnia e injúria apresentada pela designer gráfica Isabella Alves Cêpa, militante de um movimento feminista. A ação foi motivada por declarações públicas em que a parlamentar classificou a ativista como “criminosa”, “fracassada” e fez comparações com figuras ligadas ao nazismo.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. O embate entre as duas teve origem ainda em 2020, quando Isabella criticou o PSOL e questionou o resultado das eleições municipais em São Paulo. Desde então, o conflito escalou para o campo judicial, com trocas de acusações e processos entre as partes. A defesa da designer sustenta que as falas recentes de Erika não têm relação com o exercício do mandato parlamentar, o que justificaria a tramitação do caso na Justiça comum.
Na denúncia, Isabella argumenta que não possui condenações ou processos em andamento que justifiquem ser chamada de criminosa. Segundo a peça, decisões anteriores já teriam reconhecido a legalidade de suas manifestações, o que tornaria as declarações da deputada ofensivas e sem respaldo jurídico.
As falas que motivaram a ação ocorreram durante uma entrevista ao programa “20 minutos”, do canal Opera Mundi, em março deste ano. Na ocasião, Erika Hilton afirmou que declarações consideradas transfóbicas configuram crime e comparou esse tipo de posicionamento a ideologias discriminatórias históricas, reforçando que tais condutas seriam passíveis de responsabilização judicial.
A militante também relembra que já enfrentou ameaças após a repercussão do caso e que deixou o Brasil em 2025, quando obteve asilo político em um país europeu. Agora, busca na Justiça uma reparação pelas declarações da deputada, em mais um capítulo de uma disputa que mistura política, ativismo e liberdade de expressão.
O Banco Master repassou R$ 1,1 milhão para uma empresa vinculada ao pai do ex-ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. As informações constam em dados enviados pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado no Senado.
A informação é do colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles. A quantia foi destinada à RI Consulting, que tem como sócio o ex-deputado federal Silvio Costa, pai do ex-ministro. A administração da empresa está sob responsabilidade do empresário Carlos Antônio da Costa Cavalcanti Neto.
De acordo com os registros, os pagamentos foram realizados ao longo de 2025, em meio ao avanço das investigações que envolvem o banco e seus vínculos com agentes públicos e privados.
A empresa é registrada como atuante em diversas áreas, incluindo consultoria em tecnologia da informação, publicidade, organização de eventos e captação de recursos.
O caso reforça a ampliação do cerco sobre as operações do Banco Master, que já é alvo de apurações em diferentes frentes no Congresso Nacional.
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sofreu mais um revés na Justiça dos Estados Unidos. Em decisão recente, o juiz federal Alvin K. Hellerstein proibiu que os advogados do venezuelano compartilhem provas do processo com outros investigados que seguem foragidos.
A medida atende a um pedido da promotoria, que alegou riscos à investigação e à segurança de testemunhas. Na prática, a decisão restringe a atuação da defesa e dificulta a articulação conjunta entre os acusados no caso, que envolve suspeitas graves ligadas ao sistema financeiro e ao crime internacional.
O magistrado foi direto ao afirmar que o material “não pode ser compartilhado com nenhum réu que ainda não tenha sido preso”, reforçando que o acesso às provas não é necessário para garantir o direito de defesa neste momento do processo.
Preso em Nova York desde janeiro após uma operação dos Estados Unidos, Maduro responde a acusações como narcotráfico, lavagem de dinheiro e corrupção. Ele nega todas as acusações e já se declarou inocente perante a Justiça americana, enquanto sua defesa tenta derrubar o processo ou ao menos reduzir seus impactos.
Essa é mais uma derrota recente do líder venezuelano nos tribunais dos EUA, que vêm rejeitando sucessivos pedidos da defesa e endurecendo o andamento do caso, considerado um dos mais sensíveis da política internacional atual.
Um confronto verbal marcou a reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (8), após declarações da deputada Rosana Valle (PL-SP) direcionadas à presidente do colegiado, Erika Hilton (PSOL-SP). O episódio elevou o tom do debate e provocou reações imediatas no plenário.
Durante a discussão, Rosana afirmou que, em caso de confronto físico, recorreria à Lei Maria da Penha, alegando que Erika “tem a força de um homem”.
O embate teve início após críticas de Rosana à condução dos trabalhos na comissão. Segundo ela, as reuniões estariam sendo transformadas em espaço de “militância ideológica”, além de apontar a falta de votação de pautas, como um requerimento sobre endometriose e a ausência da ministra das Mulheres em debates considerados relevantes.
Em resposta, Erika Hilton rebateu as críticas e acusou a colega de buscar visibilidade nas redes sociais. A parlamentar também afirmou que, caso fosse alvo de agressão, recorreria aos mecanismos legais de proteção, destacando que não se sente afetada pelas opiniões da adversária.
Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelou que uma empresa ligada ao jornalista Leo Dias recebeu ao menos R$ 9,9 milhões diretamente do Banco Master, ampliando a lista de conexões financeiras envolvendo o conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os repasses ocorreram entre fevereiro de 2024 e maio de 2025, em seis pagamentos identificados pelo órgão.
Além dos valores diretos, o documento indica que a Leo Dias Comunicação também recebeu outros R$ 2 milhões de uma empresa abastecida majoritariamente com recursos do próprio Master. Somados, os montantes reforçam a dependência financeira da empresa em relação ao banco, representando cerca de 28% de todo o faturamento no período analisado.
Em manifestação, Leo Dias afirmou que os valores têm origem em contrato publicitário firmado com o Will Bank, instituição que integrava o grupo do Master. Segundo o jornalista, o acordo foi realizado entre outubro de 2024 e outubro de 2025 e se limitou à veiculação de publicidade, sem qualquer tipo de investimento ou participação societária.
Apesar da justificativa, o Coaf aponta movimentações consideradas atípicas nas contas da empresa. O relatório destaca saídas financeiras superiores às entradas, pagamento de boletos em nome de terceiros e transações incompatíveis com a capacidade financeira declarada, além de registros de créditos seguidos de débitos imediatos sem explicação aparente.
Outro ponto que chamou atenção foi a ligação indireta com empresas e empresários próximos ao núcleo do Banco Master. Parte dos recursos recebidos pela Leo Dias Comunicação teria origem em uma firma que, por sua vez, teve 90% de suas receitas vindas do banco, o que levanta suspeitas sobre a circulação e o destino final desses valores.
Uma análise do jornalista William Waack da CNN, aponta que o Supremo Tribunal Federal (STF) passou a representar um problema político para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), especialmente diante do cenário eleitoral. Segundo o comentário, o próprio Lula já teria sinalizado preocupação com o impacto da atuação da Corte na sua imagem pública.
De acordo com Waack, o presidente teria feito críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, sugerindo que ele não comprometa sua trajetória por conta das polêmicas envolvendo o caso do Banco Master. A avaliação é de que a condução do episódio pode afetar não apenas o Judiciário, mas também o ambiente político.
O ponto central da tensão envolve a relação entre o banco e o escritório de advocacia ligado à esposa de Moraes, que teria recebido valores expressivos em contratos. O caso ganhou repercussão e ampliou questionamentos sobre a atuação de integrantes do Supremo.
Ainda conforme a análise, decisões recentes de Moraes também contribuíram para aumentar a desconfiança. Entre elas, a liberação para julgamento de uma ação sobre limites em acordos de delação premiada — tema que estava parado há anos e voltou à pauta em meio a possíveis desdobramentos envolvendo o sistema financeiro.
Para Waack, o cenário reforça a percepção de desgaste institucional, com reflexos diretos no campo político. A leitura é de que, diante desse contexto, o STF pode acabar influenciando o ambiente eleitoral, inclusive para o próprio Lula em uma eventual nova disputa presidencial.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, utilizou uma aeronave operada por empresa ligada ao empresário Daniel Vorcaro no retorno de uma viagem a Diamantino. O deslocamento ocorreu em 1º de janeiro de 2025, após a posse do irmão do magistrado como prefeito do município.
Segundo registros de voo, o avião partiu da cidade mato-grossense com destino a Brasília no período da tarde. A aeronave, um modelo Phenom 300 da Embraer, é operada pela Prime You, que teve como sócio o dono do Banco Master.
Procurado, Gilmar afirmou não ter conhecimento da ligação da aeronave com Vorcaro. O ministro disse que apenas aceitou uma carona oferecida pelo empresário Marcos Molina, ligado ao grupo MBRF. A empresa confirmou a viagem, mas negou qualquer relação entre Molina e o banqueiro.
A viagem ocorreu após a participação do ministro na posse de seu irmão, Chico Mendes, eleito prefeito de Diamantino em 2024. A cidade é reduto político da família, que mantém histórico de atuação na gestão municipal ao longo das últimas décadas.
Levantamento aponta ainda que outros ministros do STF também utilizaram aeronaves vinculadas a Vorcaro. Entre eles estão Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, em ao menos 11 deslocamentos registrados, conforme cruzamento de dados de voos e acessos ao terminal executivo de Brasília.
É essa a cidade que será chamada “Gilmarlândia” em Mato Grosso, para homenagear o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes? Esses caras perderam totalmente a noção. É muito poder na caneta.
E quem não está envolvido com esse criminoso do Master, no stf tem mais da metade. Desse jeito fica fácil ser bandido e roubar bilhões e bilhões, pois sabe que a retaguarda sempre estará protegida.
O fogo começou às 2:30 e o post foi às 3:20. Ninguém conseguiria sobreviver tanto tempo lá dentro. Não foi a Michele quem postou.
Qual a diferença entre crime doloso e culposo? Pois digo a todos, é uma linha tênue que vai da capacidade do interpretador da questão em reunir com qualidade a quantidade de informações que dispõe analizando metodicamente com a sua experiência de vida, fazendo analogias entre questões semelhantes, tendo em mente uma visão crítica constante de seu próprio raciocínio.
Qual seria a interpretação adequada, quando um ser humano dirigindo o seu veículo automotor sob o efeito de drogas ou álcool provoca acidente com vitima (s) fatal (is). Nesta situação específica, a mais correta interpretação é do motorista ter cometido crime doloso, pois dirigiu seu veículo sob o efeito de substâncias psicoativas, assumindo o risco de provocar um acidente.
Quando os donos da BOATE KISS assumiram o risco previsível de acidente com vitimas, inclusive fatais em caso de incêndio. Podemos igualmente enquadrá-los em prática de crime doloso por não tomaram as precauções adequadas para a prevenção de acidente:
1)Instalação da empresa numa edificação sem a ocorrência de saídas com trânsito livre para áreas abertas (descobertas) com tamanho três vezes superior a área interna; 2)Colocar uma única porta de entrada e saída da área coberta, sem qualquer saída de emergência, tendo esta única porta uma largura de uns 2 m, inferior a capacidade de desocupação rápida em caso de incêndio; 3)Colocar seguranças sem apetrechos eletrônicos de comunicação; 4)Colocação de biombo impedindo a visão interna da boate de quem está na parte da frente da edificação; 5)Utilizar nas instalações produtos inflamáveis (espuma p/isolamento acústico no teto); 6)Não colocação de CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLERS) no teto para o combate de incêndio; 7)Falta de sinalização da porta de saída, assim como, falta de treinamento de pessoal para atuação contra incêndios; 8)Falta de janelas com exaustores junto ao teto para ajudar na dissipação da fumaça; 9)Falta de delimitação da quantidades de pessoas presentes em sua instalação de acordo com estudos técnicos; 10)Contratação de bandas ou cantores sem avaliação dos riscos produzidos por espetáculos com produtos pirotécnicos.
Quanto aos integrantes da banda GURIZADA FANDANGUEIRA são igualmente enquadrados na prática de crime doloso por:
1)Utilizar produtos pirotécnicos em ambientes fechados e sem a completa avaliação dos riscos produzidos.
A palavra SEGURANÇA exprime a ideia de confiança, assim qualquer trabalhador que se proponha a atuar nesta área, deve estar preparado adequadamente para prevenção de acidentes com feridos e vitimas fatais em casos de tumulto generalizado, incêndio e outros. Desta forma, os funcionários da BOATES KISS que atuavam como SEGURANÇAS são igualmente culpados na pratica de crime doloso, pois aceitaram trabalhar sem apetrechos eletrônicos de comunicação, impedindo a saída dos ocupantes da referida boate sem o pagamento da MALDITA COMANDA causando maior mortandade, não impediram o acesso a zona sem saída (banheiros), assim como não tinham conhecimento da localização dos extintores de incêndio e de sua eficiência e eficácia, pois foi relatado que o extintor não teve qualquer funcionamento.
Quanto aos funcionários da Prefeitura Municipal de Santa Maria – RS que expediram o ALVARÁ DE LOCALIZAÇÃO e do Corpo de Bombeiros que expediram CERTIFICAÇÃO DE CONDIÇÕES APROPRIADAS sem o respeito e a avaliação premeditada aos riscos expostos acima com a exigência de medidas de segurança adequadas ao funcionamento deste tipo de estabelecimento são igualmente culpados na pratica de crime doloso.
Os parentes dos mortos e feridos tem o desejo engasgado de JUSTIÇA, com certeza, a maioria absoluta destes parentes desejaria a pena de morte de todos os culpados. Mas, num país que político comete diversos crimes com a certeza da impunidade, o máximo que podem conseguir é uma indenização monetária juntamente com o pagamento de indenização vitalícia penalizando os irresponsáveis culpados para que o consumidor brasileiro tenha esperança que os seus direitos sejam respeitados em todas as esferas da nossa sociedade.