Sem citar nomes, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta terça-feira, 11, que “juiz não pode ser chefe de força-tarefa”, ao criticar os métodos de investigação no âmbito da Operação Lava Jato.
O comentário de Gilmar Mendes foi feito no julgamento em que a Segunda Turma do STF discutia se recebe ou se rejeita uma denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o líder da maioria na Câmara, Agnaldo Ribeiro (PP-PB), os deputados Arthur Lira (PP-AL) e Eduardo da Fonte (PP-PE) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI).
Os quatro são acusados pelo crime de organização criminosa. A denúncia foi apresentada na época em que Rodrigo Janot comandava a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o então juiz federal Sergio Moro cuidava de casos da Lava Jato na primeira instância.
“Este é um caso singular, porque se oferece denúncia contra integrantes da cúpula de um partido político. Quem oferece é o procurador-geral da República, mas ele não tomou a iniciativa de eventualmente pedir a extinção do partido de acordo com a legislação dos partidos perante o TSE. Isso era recomendável”, criticou Gilmar Mendes.
“O caso é mais grave e mostra essa confusão processual, procedimental, em que estamos enredados”, frisou Gilmar Mendes. Durante a leitura do voto, o ministro destacou o caso da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), em que a Segunda Turma recebeu a denúncia, mas depois absolveu a petista na Lava Jato.
“Recebeu-se a denúncia e se viu que as provas eram as mesmas e que eram imprestáveis para condenação. Pelo menos enquanto se tratar de Corte de Justiça. A não ser que haja tribunais destinados a condenar, nesse modelo de colaboração que se está a desenvolver, em que juiz chefia procurador. Não é o caso desta Corte, não é o caso deste colegiado. Juiz não pode ser chefe de força-tarefa”, afirmou Gilmar.
Mensagens
A fala do ministro vem à tona depois de o site The Intercept Brasil publicar o conteúdo vazado de supostas mensagens trocadas por Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol.
Estadão Conteúdo
O ar fica uma irrespirável quando Gilmar Mendes fala. Não à toa o Supremo virou a sucursal do inferno.
Esse Gilmar Mendes conversa muito, agora Ministro do STF pode colocar uma quadrilha completa de Políticos brandidos cariocas na rua por varias vezes, durma-se com um barulho desse.
Tambem nao gosto dele, mas nao mentiu, vcs so estao um tanto quanto cegos de odio e rancor! Pois um erro nao justifica outro, isso e fato!!! Juiz julga!!!!!!!
Gilmar falou com Aécio réu num processo no dia do julgamento dele. Dá pra levar a sério um cara desses?
Segurem nas cadeiras…o que vem por aí é chumbo grosso…kkkkkk
Vai faltar fralda geriátrica …
Acunha Glenn…kkkkk
Bem imparcial esse ministro do STF.
Esse crápula corrupto já deveria estar fazendo companhia ao condenado 9dedos, companheiro de quadrilha.
Kkkkkkkk……esse ridículo e um imbecil de primeira linha. Devia ter vergonha das surras que já levou de Joaquim Barbosa; Fux; Barroso e fachin. Tem cara e forma de pilantra, deveria ganhar um lugar no ostracismo, ficar liso e lavar o apelido de beiçola.
Que moral tem esse Gilmar Mendes, pergunte a Kajuru…
Boca de suvela, cuida dos teus passos que tu ta na fila pra entrar na cadeia!
Soltador de corruptos
Esse Gilmar aí tem coragem de censurar quem quer que seja?
Não era esse senhor idoso que visitava o Temeroso na calada da noite no palácio em pleno escândalo do "tem que manter isso, viu"?
Só muito óleo de peroba….
Esse ministro, sabe que na Ponta de cada arco-íris, existe um pote de dinheiro. É isso o que ele procura.