O ministro Gilmar Mendes já tinha declarado que pretendia levá-lo para análise em novembro. Mas só uma sessão será realizada na 2ª Turma na próxima semana. E nela os ministros devem seguir julgamento já iniciado de denúncia contra Renan Calheiros (PMDB-AL).
O caso poderia ser pautado para dezembro. O martelo ainda não está batido. Mas magistrados do STF acham que a hipótese é improvável.
O placar do STF (Supremo Tribunal Federal) na votação do compartilhamento de dados da Receita Federal e da UIF (Unidade de Inteligência Financeira) com o Ministério Público Federal pode ser amplamente desfavorável às teses do presidente da corte, Dias Toffoli.
Além de Alexandre de Moraes, que já votou no sentido contrário do proposto por Toffoli, outros seis ministros podem divergir dele.
Com o resultado, não apenas a liminar de Toffoli em favor do senador Flavio Bolsonaro, filho do presidente da República, deve cair. Outra decisão, de Gilmar Mendes, que confirmava a suspensão das investigações, perderá efeito.
Mônica Bérgamo/Folha de S.Paulo

MORO É SUSPEITO ATÉ O TUTANO, E AGORA VIROU ADVOGADO, CAPATAZ E CAPITÃO DO MATO DE MILICIANOS E DE SEUS LARANJAS FANTASMAGÓRICOS.
As provas clandestinas das contas bancárias da família gilmar obtida pelo coaf poderiam ser julgadas juntas a esse processo. Só que as contas podem ser periciadas , já as gravações clandestinas de moro e procuradores não tem como.