O Tribunal de Nova York que julga a ação coletiva contra a Petrobras pediu colaboração da Justiça brasileira para interrogar delatores na operação Lava Jato como o doleiro Alberto Youssef, os ex-funcionários da companhia Nestor Cerveró, Paulo Roberto Costa e Pedro José Barusco Filho e o dono da UTC, Ricardo Pessoa.
Nos requerimentos, o juiz Jed Rakoff afirma que os depoimentos ajudariam a acusação a comprovar suas alegações de que o prejuízo causado por esquemas de corrupção e a publicação de informações incorretas é maior que o calculado pela Petrobras e foi feito com anuência da direção.
Os autores da ação coletiva, liderados pelo fundo britânico USS, já citavam notícias de jornais brasileiros e informações da Lava Jato para sustentar as alegações.
A Petrobras aponta perdas de R$ 6,2 bilhões, e a acusação indica desvios na ordem de US$ 30 bilhões.
“Especificamente, de acordo com a acusação, Cerveró, ex-executivo da Petrobras, admitiu ter conspirado com Renato Souza Duque, Barusco e Paulo Roberto Costa no esquema alegado de licitações fraudulentas e propinas e forneceu declarações detalhadas sobre as supostas propinas em conexão com contratos de larga escala da Petrobras”, afirma o magistrado no pedido quanto ao ex-diretor da Petrobras.
Foram solicitados ainda depoimentos do ex-diretor da companhia Jorge Luiz Zelada, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, dono da Setal, Dalton Avancini, ex-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite, ex-vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Musa, ex-gerente da Petrobras, o lobista Fernando Baiano, Fernando de Castro Sá, ex-gerente da Petrobras, Julio Faerman, representante da holandesa SBM Offshore, e Sergio Araújo Costa, ex-funcionário da Petrobras.
O tribunal nova-iorquino apresentará questões como se os envolvidos reportaram os esquemas à direção da Petrobras e se a companhia é vítima.
Em sua defesa no processo, a Petrobras argumenta que desvios e práticas ilícitas foram feitas à revelia da direção.
A ação coletiva engloba todo investidor que tiver comprado determinados papeis da companhia entre 22 de janeiro de 2010 e 28 de julho de 2015 na Bolsa de Nova York, salvo por aqueles que pedirem para serem excluídos da classe.
Folha Press

Quero ver isso acontecer porque os EUA é um país que a justiça funciona sem interferências !!! Espero e rezarei para que o Brasil coopere!!!
Vai ter suco de mortadela pra tudo quanto e petista
Os otários brasileiros vão abrir as pernas para os Estados Unidos, como de costume?
Deveriam…
Com certeza Macgyver de esquerda!!!
Se os EUA tomarem conta da lava jato vamos ver ladrões se borrando de medo da justiça de um país verdadeiramente democrático,não nesta merda em que transformaram o nosso.
Falou mais um vira lata
A justiça de lá e de primeiro mundo lá não tem bolsa vagabundo não