
A delegada Juliana Lopes Bussacos, da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), na Zona Sul de São Paulo, terá mais 30 dias para concluir o inquérito que apura a denúncia de estupro da modelo Najila de Souza contra o jogador Neymar. O processo está em segredo de Justiça.
A decisão foi tomada nesta sexta-feira (12) pela juíza Ana Paula Gomes Galvão Vieira de Moraes, da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Fórum de Santo Amaro.
As promotoras Estefânia Paulin e Flávia Merlini, destacadas para acompanhar o caso, também se manifestaram em concordância com o tempo maior de investigação. “O prazo passa a valer a partir do primeiro dia útil da decisão judicial, ou seja, a partir de segunda-feira (15)”. disse estefânia ao G1.
A juíza autorizou o cumprimento de diligências da delegada para obter as imagens de câmeras de segurança do hotel em Paris, onde Neymar se encontrou com Najila, e que ainda não foram acessadas pelos investigadores. As imagens já estão no Brasil mas as autoridades francesas entendem que só podem ceder os vídeos com autorização judicial.
O Ministério Público solicitou cópias dos inquéritos que apuram a suposta extorsão sofrida pelo pai de Neymar, do furto no apartamento de Najila e do que apura a divulgação de imagens íntimas dela e que é investigado pela polícia do Rio de Janeiro.
A promotora Estefânia Paulin disse ao G1 que a partir de agora, a polícia vai poder analisar informações provenientes de investigações que demandam autorização da juíza Ana Paula. “A delegada vai fazer as diligências que ela não fez porque dependem de ordem judicial para serem cumpridas.”
Estefânia explicou ao G1 que o novo prazo obtido pela delegada Juliana não significa obrigatoriamente que a investigação será concluída nos próximos 30 dias. “Ela pode pedir mais 30 dias de prazo quantas vezes ela entender, dentro da real necessidade real de conclusão da investigação, podendo ou não ser atendida pelo Ministério Público.”
G1
Todos já sabem que Neymar será inocentado nesse processo aqui no Brasil.
Na verdade o assunto já não é mais notícia e lentamente vai caindo no esquecimento. Bastam mais alguns dias e ninguém mais falará no "estupro".
Mas, o problema de Neymar neste caso é muito maior. Maior não; é enorme. Ocorre que em território francês – portanto em Paris – acusação de estupro é considerado crime gravíssimo e punido com prisão preventiva. Ou seja: o acusado é imediatamente recolhido ao xadrez.
É aí que está o problema. Neymar foi denunciado por uma organização de mulheres francesa e se pisar em território francês é preso e responde ao processo na cela.
É por isso que ele não se reapresentou ao PSG e está negociando mudar de time (com grandes prejuízos) para evitar uma prisão. Simples assim.
Pobre rico menino Neymar não poderá nem ir buscar suas roupas em Paris.