A Justiça Federal retirou na última sexta-feira, 17 de fevereiro, o sigilo referente à colaboração premiada do empresário Alexandre Margotto, firmada com o Ministério Público Federal (MPF/DF) no âmbito das operações Sépsis e Cui Bono. Margotto está entre as cinco pessoas que foram denunciadas, em outubro de 2016, por envolvimento em um esquema criminoso praticado no âmbito da Caixa Econômica Federal entre os anos de 2011 e 2015. No caso dele, a ação penal pede a condenação por corrupção, prevaricação, lavagem de dinheiro e violação de sigilo funcional.
Além de Alexandre Margotto, respondem à denúncia, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o ex-deputado federal e ex-ministro, Henrique Eduardo Alves, Lúcio Funaro e Fábio Cleto, que também firmou colaboração com os investigadores. Com a decisão do juiz da 10ª Vara Federal, Wallisney Oliveira, o depoimento, gravado em vídeo pelo MPF está sendo disponibilizado.
Alexandre Margotto prestou depoimento ao MPF no dia 31 de janeiro. Em seguida, a Força Tarefa que apura a prática de crimes na gestão dos recursos de fundos de pensão, do FGTS e de três diretorias da Caixa Econômica enviou o material à Justiça para que fosse anexado a ação penal em andamento. Já a homologação aconteceu na última quarta-feira, 15 de fevereiro.
No depoimento, o empresário relata o envolvimento no esquema de alguns personagens já denunciados – Eduardo Cunha e Fábio Cleto – e de outros que são alvos de investigações no âmbito das operações Greenfield e Cui Bono. Este é o caso do ex-ministro da Casa Civil, Geddel Vieira Lima e do empresário Joesley Batista, diretor da empresa Eldorado Celulose, que integra a holding J&F. Além de integrar a ação penal em tramitação na Justiça, as declarações de Alexandre Margotto poderão subsidiar as demais investigações conduzidas pela Força Tarefa interinstitucional.

Parabéns! Carlos Eduardo, pense em um apoio político de futuro o amigo vai ter em 2018. É melhor garantir seu mandato até 2020 com o apoio de Henrique, o sr. Não ganha nem para presidente de grêmio estudantil.
Henrique Eduardo Alves, homem forte da gestão do prefeito Carlos Eduardo. O PMDB indicou secretários para as mais importantes pastas do município de Natal. Mas, o resultado logo virá. Além do primo, o prefeito conta com auxiliar que responde ação civil pública por ato de improbidade administrativa (dano ao erário) e que tb está com ação ajuizada de execução fiscal por não pagar IPTU e ISS ao município de Natal.
Vejam senhores, o cidadão comum, caso não pague seu IPTU está passível de ter seu imóvel tomado. Já outros não pagam seus tributos, e são convidados para fazer parte e receber salários do governo do qual é devedor.
Essas nomeações de pessoas que responde processos que ainda não transitou em julgado, pode ser legal. Mas, não é moral. E sendo devedor de tributos do próprio município que recebe proventos, é pior ainda. É bom o prefeito fazer uma reanálise dessas nomeações. Pode ser que não seja um caso isolado, e possa ser que tenha mais pessoas nessa mesma situação ou até mais grave.