
Há no Supremo Tribunal Federal 65 inquéritos que envolvem ao menos 92 parlamentares e autoridades com foro privilegiado, investigados na Operação Lava Jato. Todo esse trabalho vem sendo coordenado pelo ministro-relator Teori Zavascki, sob segredo de Justiça, e mostra que o maior escândalo de corrupção da História, iniciado no governo Lula, em 2004, e desbaratado no governo Dilma, em 2014, está longe de acabar. A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
São investigados no âmbito do STF políticos como os presidentes da Câmara, deputado Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros.
Eduardo Cunha soma oito inquéritos no STF, até agora, mas há quem aposte: em breve, ele ultrapassará Renan Calheiros, hoje com nove.
Na Câmara, 298 (58%) dos 513 deputados respondem a algum tipo de processo na Justiça; de ações eleitorais a ações penais.
No Senado, segundo o portal Excelências, 45 (55,5%) dos 81 senadores respondem a algum tipo de processo na Justiça.
Como bem disse a Professora Maria Cabral…
O Supremo piu
O Supremo Piu
O Supremo
Piu, piu, piu
O Supremo não dá um piu!
FORA O FORO PRIVILEGIADO !! FORA LADÕES DO MEU BRAZIL!!
Para ser um bom políticos hoje é necessario responder algum processo no STF, haja visto que não compromete a carreira de ninguém. É uma vergonha.
Estamos lascados com uma representação dessa,no Congresso Nacional….
Cri, cri, cri, cri, cri…
Só tem uma chance de alguém ser condenado pelo STF, TSE, TCU e demais órgãos de controle e fiscalização, e investigados com rapidez e celeridade com direito a vazamentos espetaculosos: SE FOR FILIADO AO PT!
O resto o Brasil já sabe e aqueles que perderam as eleições e veem o tapetão como forma de terceiro turno comemoram, enquanto o povão, principalmente nordestino, que sempre foi relegado a segundo e terceiro plano por todos os outros governos ante s de Lula e Dilma, vão voltar a comer o pão que o diabo amassou, distribuído por São Paulo, pelas mãos de Temer, Aécio, Serra, Cunha…
Processar políticos não basta.
O STF tem que ser célere.
Caso contrário se confirmará o que disse o jornalista José Nêumanne Pinto ao ministro Marco Aurélio Mello.