A secretária-adjunta da Administração Penitenciária (Seap), Arméli Brennand, teria conversado com lideranças de detentos do Pavilhão Rogério Coutinho Madruga, no Presídio Estadual de Alcaçuz, durante visita ocorrida no dia 26 de agosto de 2026, quando ela supostamente negociou com os detentos a implantação da visita íntima no sistema prisional a partir do próximo ano.
De acordo com relatos recebidos pelo Blog do BG, Arméli permaneceu na unidade das 9h às 17h30, acompanhada da ouvidora da Seap, identificada como Carla. Ainda de acordo com o relato, as conversas teriam envolvido supostos pedidos para que as lideranças pressionassem familiares e comunidades sob sua influência a votar em candidatos do PT.
As conversas, segundo as informações, foram registradas pelas câmeras corporais dos policiais que acompanhavam as servidoras. As imagens podem esclarecer se houve de fato promessa de benefícios ou utilização da estrutura pública para articulação político-eleitoral dentro de um presídio.
A Secretaria Estadual da Administração Penitenciária, em nota oficial, disse repudir “qualquer ilação que associe a atuação de seus gestores e servidores a acordos, compromissos ou qualquer tipo de entendimento com facções criminosas ou grupos criminosos”.
“A presença de representantes da pasta nas unidades prisionais, incluindo a Ouvidoria, faz parte da rotina institucional e das atribuições administrativas voltadas ao acompanhamento do Sistema Penitenciário”, diz trecho da nota.
Leia a íntegra da nota da Seap:
A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP) repudia qualquer ilação que associe a atuação de seus gestores e servidores a acordos, compromissos ou qualquer tipo de entendimento com facções criminosas ou grupos criminosos.
A presença de representantes da pasta nas unidades prisionais, incluindo a Ouvidoria, faz parte da rotina institucional e das atribuições administrativas voltadas ao acompanhamento do Sistema Penitenciário.
A Ouvidoria possui, entre suas funções, o atendimento e a escuta de policiais penais, servidores, familiares e pessoas privadas de liberdade. Por isso, a realização de visitas às unidades prisionais constituem procedimentos regulares e necessários ao exercício de suas atribuições.
Da mesma forma, a secretária-adjunta da SEAP, Arméli Brennand, realiza visita nas unidades prisionais e mantém contato direto com policiais penais, servidores e pessoas privadas de liberdade, buscando conhecer a realidade das unidades, ouvir demandas e acompanhar as rotinas do sistema.
Todas as atividades institucionais realizadas nas unidades prisionais são devidamente documentadas, com a produção dos respectivos registros e documentos, que, quando necessário, são posteriormente encaminhados aos órgãos competentes para conhecimento e adoção das providências cabíveis.
A atividade realizada no dia 26 de agosto, citada pela nota apócrifa, foi de caráter coletivo, aberto e institucional, sem qualquer conversa ou reunião de natureza privada, e contou com a participação de representantes (servidores e/ou policiais penais) dos Recursos Humanos, Ouvidoria, Departamento de Tecnologia da Informação, Unidade Instrumental da Administração Geral, Corregedoria e Departamento de Promoção à Cidadania e dos próprios servidores do estabelecimento prisional.
A SEAP ressalta ainda que decisões relacionadas a direitos, procedimentos, benefícios ou alterações nas rotinas do sistema penitenciário obedecem à legislação vigente e aos instrumentos normativos aplicáveis.
A atuação da Secretaria é pautada pela legalidade, pela institucionalidade e pelo compromisso com a segurança pública e o regular funcionamento do sistema penitenciário.
De acordo com as noticias que rolam nas redes e mídias sociais, os nomes envolvidos são de Alexandre Correia de Oliveira Romano e uma estridente parlamentar conhecida como narizinho. Alexandre abriu o bico ao ser preso na 18 etapa da lava jato e chegou a vender 2 apartamentos para pagar a fiança e responder em liberdade. Tudo que ele relatou foi acompanhado de provas, com recibos das despesas, hotéis onde ficaram hospedados, despesas comuns e demais situações que envolveu o casal.
A parlamentar será a de codnome da Oderbrecht, "amante".
Sem dar nomes a notícia fica pela metade.
Quem?
Quais os nomes?
Além de queda, coice. Além de roubo, chifre !
Não vale apenas postar noticia do tipo:
"NÃO SEI QUEM, NÃO SEI AONDE, FEZ NÃO SEI O QUE."