
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que é de “importância ímpar” a decisão da Segunda Turma da Corte de aceitar a denúncia contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), acusado de registrar recurso proveniente de propina como doação eleitoral oficial. Ele se impressionou com os indícios de que os crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro possam ter sido cometidos por meio de doações legais, como acusa a Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Se procedente, realmente, o que está sinalizado no horizonte, evidentemente, se chegou ao extremo. Ou seja, de se receberem valores e tentar dar contornos de dinheiro limpo, mediante prestação de contas ao Judiciário Eleitoral. Isso é que estarrece”, afirmou o ministro.
Marco Aurélio, no entanto, enfatizou que cabe ao Ministério Público Federal “fazer as provas da culpa”, e que pesa a favor do réu a presunção da inocência. “Vamos ver o que se vai apurar”, disse.
A acusação da PGR é a de que os 500.000 reais repassados oficialmente pela construtora Queiroz Galvão à campanha de Raupp ao Senado, em 2010, por meio de duas doações legais, seriam “propina disfarçada”, originária do esquema de corrupção estabelecido na Diretoria de Abastecimento da Petrobras.
Veja
E o Goleiro Bruno onde fica ?
Cunha é o Marcola do Temer: comanda a quadrilha da cadeia.
A área de influência do Eduardo Cunha no governo golpista não é nada desprezível. Além do Temer, Moreira e Padilha no coração do governo, os tentáculos do Cunha no comando golpista são abrangentes: Alexandre Moraes, também advogado dele, foi transformado em juiz do STF; Osmar Serraglio, colocado por Cunha na presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e que defendeu sua anistia porque ele “exerceu um papel fundamental para aprovarmos o impeachment da Presidente Dilma”, foi nomeado ministro da Justiça; Carlos Marun, aliado incondicional que visita Cunha na prisão “para saber o que ele orienta, o que ele recomenda”, ganhou a presidência da comissão especial da reforma da previdência na Câmara; André Moura, um integrante da tropa de choque do Cunha, ganhou a liderança do governo Temer no Congresso.
"Cumpanhero", todos esses políticos citados por vc foram sócios do PT na maior roubalheira que já se viu no nosso Brasil. O PT não ganharia eleição sem os votos do PMDB. Temer foi vice por 2 vezes. Cunha só deixou de ser aliado após a tentativa do PT de lhe dar uma rasteira (o PT não é confiável), lançando o Chinaglia prá Presidente da Câmara. Apenas depois desse evento, o Cunha virou desafeto. Todos roubaram em sociedade com os petistas. Foram nomeados por Lula e Dilma, agiram em "parceria" e repartiram o butim com o PT.
Esses "sócios" do PT como vc diz, agora são sócios do PSDB, como já tinham sido antes.
Vc esqueceu disso?
Vc esqueceu que depois da Ditadura Militar quem assumi o PODER foi o PMDB com Sarney assumindo após a suspeita morte de Tancredo?
Depois vc se esqueceu que o PMDB assumiu de novo com Itamar Franco depois do afastamento de Collor e morte de Ulisses Guimarães de forma estranha?
Vc esqueceu que o PMDB era o principal aliado de FHC e só passou pro lado de Lula quando viu o barco afundando do lado de lá?
Será que com os exemplos do PMDB no RN não foram suficientes para vc entender como funciona esse partido que parasita todos os governos depois da Ditadura?
Vc lembra quem apoiou e detonou Micarla e Rosalba?
Vá estudar Ceará inocente.
Não "esqueci" de nada, "cumpanhero". Ocorre que as falcatruas que estão sendo investigadas e provadas desde o Mensalão ocorreram nos governos do PT, envolvendo membros desse "partido" (segundo o MPF, é na verdade uma ORCRIM) e seus sócios, principalmente do PMDB. Até que se prove o contrário (e não existe NADA apontando prá isso), as demais "parcerias" formadas pelo PMDB foram "controladas" pelos detentores do poder, não gerando os escândalos que se sucedem desde o já citado Mensalão. O PMDB já chegou a deter o poder máximo do nosso Brasil (Sarney e Itamar) e NADA se viu que chegasse sequer próximo do que estamos vendo ocorreu nos governos de Lula e Dilma. E mesmo assim, vocês, petistas, continuam com esse mimimi, criticando a roubalheira dos peemedebistas, como se não tivessem nada com isso, quando na verdade nomearam os caras, deixaram roubar e dividiram o roubo com eles. Essa é a questão que analiso friamente. Sem mimimi.