O deputado Arthur Lira (AL), líder do PP e do “centrão”, confirma as conversações com o governo Bolsonaro, mas deixou claro que é “tudo feito às claras, sem subterfúgios, sem “é dando que se recebe” ou “toma lá, dá cá”. Segundo Arthur Lira, os cargos que envolvem a negociação já existiam e “eram ocupados na maioria dos casos por partidos que compõem ou já compuseram a base governista, como o próprio DEM”.
Na avaliação de Arhur Lira, o entendimento com o governo Bolsonaro “faz parte do processo natural lícito, transparente.”
O deputado negou a fofoca de que o PP e o “centrão” pretenderiam indicar o líder do governo na Câmara ou no Senado.
Segundo Arthur Lira, a fofoca de indicação do líder foi inventada para atrapalhar o entendimento. “Isso foi plantado para fazer confusão”, disse.
O líder do PP e do “centrão” se diverte com o comportamento da imprensa. “Boa parte da mídia quer ver desgraça”, diz, sorrindo.
CLÁUDIO HUMBERTO

Esse negócio de TOMA LÁ DÁ CÁ não existe mais. Agora é DÁ CÁ TOMA LÁ. Tá ok??? Kkkkkkk. Assim é a NOVA POLÍTICA. Tá ok???Kkkkk.
Atentai para os tempos do verbo: o líder do centrão assevera que "não haverá" toma-lá-dá-cá. Talkey? Mesmo porque a permuta espúria já houve. Com o centrão é assim: dinheiro na mão, calcinha no chão.
POIS E DANDO QUE SE RECEBE. ISTO E UM PAIS DE BANDIDOS E MILICIANOS.
Inthedí, só vai tê o toma lá, nada do dakar. Tá, tô veno!