Inconformado com as pessoas que desvirtuam o PT, Lula decidiu reagir. No início de maio, já havia criticado a rendição da legenda ao dinheiro. Agora, em entrevista à CartaCapital, disse: “A gente não pode permitir que meia dúzia de pessoas deformem esse partido, ele é muito grande.”
O PT deveria mesmo expulsar quem sistematicamente desmoraliza a legenda, afastando-a de suas origens. Infelizmente, os que fazem isso geralmente comandam o partido. Lula deu o diagnóstico: “O PT erra quando começa a entrar na mesmice dos outros partidos. Erra quando usa a mesma prática dos outros partidos.” Perfeito!
Noutra constatação precisa, Lula disse que “o Brasil não tem tradição de partido nacional, a tradição são tribos locais, com caciques regionais.” No tempo em que era uma estrela que apontava para costumes renovados na política brasileira, o PT execrava Sarneys, Renans e outros Barbalhos. Mas, no poder, Lula aliou-se ao atraso. E chamou isso de amadurecimento. Para alguém que se pretendia reformador, banhou-se no pântano da “mesmice” com acintosa naturalidade.
Lula disse que vai “ajudar o PT a voltar ao seu leito natural.” Olhar no espelho seria um bom começo. Pode ser após o despertar, barriga colada à pia do banheiro, enquanto espalha o dentifrício pelas cerdas da escova. Levando a experiência a sério, depois de bochechar e lavar o rosto, Lula enxergará no espelho, no instante em que erguer os olhos para pentear os cabelos, o reflexo de um culpado. Sua imagem refletida dirá: “Bom dia, vim apresentar você a você mesmo.”
UOL

Só um pasquim de 3º,a serviço da quadrilha oficial e constituida,se dispõe a publicar entrevistas com o "capo verborrágico".Simplesmente nojenta!!!
É o cenário político brasileiro! Por isso se faz necessário uma reforma política urgentíssima no Brasil. Para ser governar esse país é preciso o apoio dos bandidos eleitos pelo povo!
POLÍTICA: ARTE OU CIÊNCIA?
No sistema econômico capitalista onde quem "elege" em sua esmagadora maioria é o PODER ECONÔMICO, e quem é eleito o representa, a SUPER ESTRUTURA ECONÔMICA se sobressai ditando as regras e condicionando fortemente o jogo político, assim como se faz no comércio e na indústria. Dentro da estrutura da Republica Democrática representativa brasileira, a sobrevivência e crescimento partidário tem sido fruto de VITÓRIAS e GOVERNOS (Municipais, Estaduais e Federal). Logo, após a criação de um partido (cada um tem sua história e origem ligada a determinada classe social/segmento e representação da mesma), surge o desafio de crescer, se multiplicar e vencer, vindo a governar, prosperando e ampliando seu arco de influências e ações. Nesse sentido, o PT foi um partido que foi criado pelos trabalhadores e intelectuais pensantes de esquerda. Por um lado os trabalhadores encontraram no sindicalismo uma maneira de enfrentar e diminuir o Poder Absoluto dos Patrões e seus sindicatos patronais com representações partidárias fortes, e por outro os intelectuais (Professores, Pesquisadores, Filósofos, Artistas, ambientalistas e idealistas em geral). Era um momento de luta contra a Ditadura Militar e tudo de negativo que a mesma representava. O PT nasceu como um grito, um movimento agregador de todos que sofriam discriminações e das minorias excluídas pelo sistema dominante aparelhado pela elite Tupiniquim. Foi um importante partido para a denúncia, crítica e conquistas diversas nas áreas sociais e humanas. Mas, depois de desenvolver músculos potentes para disputar uma eleição presidencial chegando ao segundo turno, percebia que em sua forma pura ideologicamente, não conseguiria a VITÓRIA e consequentemente não poderia chegar ao pódio, colocando suas principais teses em experiência. O desafio estava posto: Permanecer puro e perder todas as eleições (pois os representantes do capital interna e externamente tinha verdadeira ojeriza a suas visões revolucionárias), ou se aliara forças tradicionais de dentro da casa grande?.Foi quando surgiu a "flexibilização" do pensamento dentro do PT, se coligando com o representante do grande capital, José de Alencar. Opção feita pela possibilidade de se chegar ao Poder concretizada na carta aos brasileiros, onde se sinalizava um novo PT, que se curvava aos interesses internacionais do grande capitalismo, se comprometendo com as metas fiscais de controle do déficit público e a geração de superávit primário, além de ,manter a política de juros altos para atrair os investimentos dos rentistas transnacionais (agiotas internacionais). O pragmatismo tomou conta do PT e para garantir a tal da "governabilidade", iniciou uma trajetória semelhante a todos os outros Governos civis, de alianças e acordos, pois os ditos especialistas afirmavam categoricamente a época: que não ganharia a eleição; se ganhasse não assumiria; se assumisse não teria base parlamentar para governar; não terminaria o mandato; etc; etc; etc.
O fato é que o pragmatismo Petista funcionou e funciona melhor do que a Direita esperava, a deixando furiosa por usar melhor a arma que a mesma inventou para dominar, e por continuar vencedor, vencendo a três eleições consecutivas. E isso incomoda muito. Fora disso, a Direita não tem moral para falar mal do pragmatismo político do PT. Talvez Lula tenha, pois faz um mea culpa e a sociedade precisa criar condições para o surgimento de um governo mais comprometido com um padrão mais elevado de ética e moral, pois do jeito que a maioria da população tem se comportado (resolvendo seus problemas com jeitinhos, sempre tentando levar vantagem usando a esperteza, não respeitando os limites, regras, e normas de convivência e condutas, agindo como bárbaros, individualistas, egoístas…), não chegaremos a ter algo melhor tão cedo. Pois: SOMOS A TRANSFORMAÇÃO QUE QUEREMOS VER NO MUNDO!
QUERES LER A VERDADE, LEIA A ENTREVISTA DE LULA NA REVISTA CARTA CAPITAL. NESSE CTRL C, CTRL V, ESTÁ A MENTIRA DOS FATOS.
TITICO, teu nome é esse mesmo? Porque até para apelido fica complicado. Cuidado para vc não enfartar qualquer dia nessas paginas virtuais. Abraços
É o teatro de Lula da Silva.
Se a mentira e a enganação não existissem, o PT também não existiria.
"Bom dia, vim apresentar você a você mesmo"
Ele, o Lulla, poderá dizer: – companheiro, não te conheço. Nunca te vi. – Eu nunca estive lá. – Não lembro de NADA.
Em verdade, Lula faz hoje tudo que outrora condenava, inclusive, demagogia!